Currada na praia

Um conto erótico de Silveira
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1391 palavras
Data: 17/02/2005 15:08:01
Assuntos: Sadomasoquismo

Meu nome é Simone, universitária, tenho 21 anos, pele bem clara, olhos verdes, 173cm de altura, cabelos longos e sou extremamente bonita. O fato que passo a narrar aconteceu durante as férias em Araruama-RJ, no início de 2004. Estava hospedada na casa de uma amiga chamada Sandra, cujo pai tinha um bugre o qual usávamos para conhecermos as praias da redondeza. Certa tarde enquanto passeávamos nas praias oceânicas próximas a Praia-Seca, após pararmos para tomar banho em uma praia deserta, o bugre não queria dar partida no motor. Ficamos atônitas, afinal não entendíamos nada de mecânica e os celulares não tinham sinal, não podíamos então pedir ajuda ao pai dela. A minha amiga pediu então para eu seguir por uma trilha e ir até uma localidade, próxima a praia conhecida como Pernanbuca, e pedir ajuda, enquanto ela ficava junto ao bugre. Peguei minha bolsa de praia e depois de caminhar uns quinze minutos pela trilha, avistei uns rapazes a sombra de uma árvore e me aproximei para pedir informações... Foi o meu erro! Observei que eles estavam puxando um fumo e papeando e tinham estacionado uma caminhonete no meio da trilha a uns 70 metros abaixo. Quando eles me viram, primeiro ficaram surpresos e depois meio assanhados. Eram quatro rapazes, sendo dois mulatos fortes entre 25-30 anos com aproximadamente 180cm de altura, um negro um pouco mais alto parecendo ter uns 35 anos e um claro mais baixo e franzino, aparentando ter uns 17 anos. No princípio fiquei meio receosa de me aproximar, mais como eles já tinham me visto, resolvi arriscar. Disse um oi e fui logo explicando o que estava fazendo ali enquanto eles falavam gracinhas e sorriam. Mas logo percebi que não ia sair ilesa da situação, um dos mulatos veio por trás e me segurou na cintura dizendo que eu era muito gostosa e que eles iriam me dar uma carona e um pouco mais... Eu estava usando um biquíni bem comportado, por baixo de uma canga e uma camiseta folgada. Eu me assustei, tentei correr mais foi inútil. Eles seguraram a minha bolsa, tiraram minha canga e forraram o chão a sombra da árvore, e começaram a se divertir. Enquanto um me abraça por trás levantando o sutiã e a camiseta e apertava os meus seios, um deles soltou os laços da calcinha do biquíni que foi puxado com violência. Gaguejando e chorando pedi para eles não me machucarem que eu não iria resistir, também não havia como... Eles abaixaram os calções, com exceção do mais novo que parecia meio assustado também e ficou meio a distância só olhando, os outros segurando os membros já bastante rijos me obrigaram a chupa-los com fervor. Um dos mulatos tinha um pênis extremamente avantajado que quase não cabia na minha boca, o outro tinha um membro normal e o negro era um espanto, digno de ator pornô! Fiquei alternando entre um e outro, lambendo e chupando aquelas picas; engolia o lubrificante que jorrava devido à excitação deles. Deitaram-me de costas e dois se ajoelharam para eu continuar chupando-os; um deles foi lamber a minha boceta enquanto enfiava os dedos nela. Depois de alguns minutos, o que estava me lambendo segurou as minhas pernas bem abertas e resolveu me enfiar a pica. Senti um pouco de dor no início, principalmente devido ao vigor com que ele bombava a minha boceta. Depois de algum tempo, me colocaram de quatro e se revezaram entre a minha boca e a boceta. De tanto eles incitarem o rapazinho, o mesmo acabou entrando na roda, tirou a bermuda e fui obrigada a chupá-lo também, ele ficou tão excitado que gozou rapidamente, enchendo a minha boca com uma quantidade tão grande de porra, que parecia que nunca tinha gozado na vida e o pior é que os outros diziam para eu engolir tudo, até a última gota... O negro disse que ia arrombar o meu cu, e pediu para o franzino pegar um óleo de bronzear que tinham visto na minha bolsa para ajudar na penetração. Me lambuzaram a bunda com o óleo enquanto eu continuava chupando um dos mulatos, enfiaram primeiro um dedo no meu cu, depois dois. Eu sentia dor e ardência mais não podia reclamar. O negro então me segurou firme com uma das mãos e dirigindo a pica com a outra foi forçando a entrada do meu cuzinho. É claro que eu já havia dado a bunda várias vezes para um namorado, mais ele sempre era muito carinhoso e tinha um pênis normal. Portanto, eu não estava preparada para o que ia sentir... No início, parecia que ele não ia conseguir enfiar a pica no meu cu, mais ele foi forçando e eu sentindo as minhas pregas ceder. Ele pareceu sentir um pouco de dor também e foi empurrando e puxando a cabeça da sua pica no meu cu, até que conseguiu enfiar a cabeça. Dei um urro e quase mordi a piroca que estava na minha boca, o que me custou um leve tapa no rosto. Meu cu doía e parecia que eu estava sendo rasgada, mesmo com o óleo eu sentia a pele do meu cu repuxar. O negro enfiava a pica com vontade, atingindo a parede do meu reto e me fazendo dar pulos para frente devido à dor no intestino. Teve um momento que ele tentou enfiar tudo no meu cu, eu dei um urro e joguei o corpo para frente; a dor foi terrível mais mesmo assim ele não parou, mais pelo menos viu que não conseguiria enterrar a pica até o talo. Finalmente ele gozou, enchendo o meu cu de porra. Quando ele tirou a pica, a mesma saiu suja de porra e fezes, o que o deixou puto. Pensei que tinha acabado, afinal um dos mulatos já tinha esporrado na minha cara, e na boca também, mais ai o outro disse que queria comer o meu cu também, pegou a minha camiseta, limpou a minha bunda e partiu pra dentro. Meu cu já estava muito ardido e no início pensei que fosse desmaiar de dor, no entanto, enquanto ele bombava, a dor foi diminuindo... Como a pica dele era menor, logo passei a não sentir mais dor e fiquei envergonhada por sentir prazer! O rapazinho, que já estava excitado novamente, se deitou na canga e se empurrou para baixo de mim, dizendo que queria comer a minha boceta enquanto eu era enrabada... O outro deu uma paradinha para que eu pudesse sentar na pica do rapazola e voltou a enfiar no meu cu. Nesta hora, já nem lembrava que estava sendo currada, o negro, que também já tinha passado a minha camiseta no pênis para tirar o excesso de cocô, disse que era para eu acabar o serviço e enfiou a piroca novamente na minha boca, dizendo para eu deixar bem limpinho. O outro mulato se aproximou para que eu também pudesse chupá-lo. Assim, eu sentindo um bombando no meu cu, enquanto o outro enfiava na minha boceta, fui perdendo o controle e senti que iria gozar, apesar de tentar me conter. Quando o negro disse que ia gozar de novo na minha boca, minha resistência se acabou e gozei copiosamente enquanto a porra descia pela minha garganta. Logo após, o outro mulato gozou na minha boca também, mais como já tinha bebido muita porra, disfarcei e deixei escorrer pelo canto da boca. Apesar de ter gozado, ainda estava sentindo prazer quando o mulato que estava bombando no meu cu deu um urro e encheu minha bunda de porra; o rapazola se entusiasmou e gozou logo a seguir, me deixando com porra em todos os buracos... Um deles me ajudou a levantar, apesar das minhas pernas bambas, disse para eu me limpar com a camiseta, me vestir e voltar pelo caminho que eu tinha vindo. O que fiz o mais rapidamente possível. O pior, que quando encontrei com a minha amiga já no caminho de volta, ela estava me esperando com o bugre ligado e disse, sem notar a falta da minha camiseta que de tão suja joguei fora pelo caminho, que havia passado um outro veículo e o motorista havia jogado água fria na bomba de gasolina que tinha aquecido... Quando esfriou, o danado voltou a funcionar! Preferi não fazer nenhum comentário e até hoje ela não sabe do ocorrido!

Silveira – bodaime@i12.com

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Comentários

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Tomou, professor? O conto é bom. Não é o que mais me empolgou aqui mas é uma questão de gosto. Achei que o português pode não estar perfeito, mas está muito bom.

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