Comendo a Sogra

Um conto erótico de Mauricio de Mattar
Categoria: Heterossexual
Contém 699 palavras
Data: 28/07/2011 18:59:27
Última revisão: 12/05/2012 17:46:41

Bom, moro com meus sogros e vou dizer como minha sogra é: meio gordinha, quase 60 anos, com uma bunda deliciosa e uns seios tremendamente grandes e firmes. Meus sogros foram viajar durante duas semanas e isso, é claro, me deixou tremendamente triste. Não consegui nem comer minha mulher direito durante essas duas semanas. Ficava imaginando se minha sogra estava dando aquela buceta gostosa pro meu sogro.

Quando eles voltaram, qual era a minha felicidade. Já estava esperando a minha sogra de pau duro. Quando a abracei, percebi que ela sentiu a cabeça do meu pau encostando na barriga dela. Eu falei: - Quantas saudades que eu estava de vocês.

E a minha sogra, pra meu desespero, falou assim: -Ah é, já que estava com tanta saudade, hoje é tu que vai me levar no mercado pra fazer as compras.

-Claro, sogrinha. Assim que a senhora descansar um pouco dessa viagem desgastante.

Depois que ela descansou, fomos ao mercado e fizemos as compras bem rápido para poder termos mais tempo disponível no motel. Saímos e eu escolhi o primeiro motel que vi pela frente, pois ela já estava massageando o meu pau desde a hora que a gente saiu do mercado. Na entrada do motel, não aguentei e agarrei ela ali mesmo na garagem. De tanto tesão que eu estava, desci do carro, peguei ela e encostei ela de frente pro capô, baixei as calças dela e acalquei naquela bunda gorda. Dei umas dez estocadas e gozei, de tanto tesão que eu estava. Quando dei por mim, reparei que não tinha fechado a garagem, e se alguém passou por ali, me viu comendo a minha sogra.

Depois disso, fomos pro quarto e ela entrou no banheiro pra se lavar. Me disse que não aguentava mais de saudade. Que estava louca pra transar comigo. Eu disse que também estava louco de tesão, e que nessas duas semanas eu fui fiel a ela, só comi minha mulher duas vezes. Ela me disse que foi mais fiel que eu, pois não havia transado nenhum dia com meu sogro.

Aquilo foi uma alegria pra mim. Ao ouvir aquilo, dei um beijo bem apaixonado na boca da minha sogra e me ajoelhei e comecei a chupar aquela buceta, que agora só eu comia. Lambi e lambi muito. Ela chegava a estremecer cada vez que eu passava a língua no grelinho dela. Desliguei o chuveiro e levei ela pra cama.

Me deitei de costas e disse: - Vem sogrinha, vem cavalgar no teu macho. Ela sentou no meu pau e começou os movimentos de vai-e-vem, balançando aqueles peitos na minha cara e falando: -Chupa, tarado. Chupa essa mulher que morre de tesão por ti. Mais uma vez meus olhos brilharam. Agora eu tenho mais certeza que ela será só minha. Nessa cavalgada, ela deu uma gozada e começou a me arranhar o peito e arrancar os meus pêlos. Eu disse: -Calma, minha tesuda, que depois dessa cavalgada, agora sou eu que vou montar em cima de ti.

Falando isso, saí de baixo e já coloquei ela de quatro. Me agarrei nas ancas daquela potranca e comecei a bombar fundo. Nisso toca o celular dela. Ela atendeu e era meu sogro perguntando porque a gente estava demorando. Ela disse que a fila estava enorme no caixa. Comecei a dar risada comigo mesmo, eu fodendo a velha de quatro e ela falando com meu sogro no telefone. Depois que ela desligou, me disse assim: -Vai safado, me come logo que preciso voltar pro meu martírio.

Quando ela disse isso, comecei a bombar mais forte e senti que ela ía gozar. Então enfiei um dedão dentro do cu dela. Ela gostou e começou a rebolar mais ainda no meu pau. Não aguentei e gozei dentro daquela buceta com o meu dedo enfiado no cu dela. ela me olhou e disse: -Não lava esse dedo, fica com o cheiro do meu cu e imagina o quanto eu gostaria de ter dado ele pra ti hoje, mas agora precisamos ir. Nas outras compras, tu mata o meu desejo.

Agora é aguardar a dispensa ficar vazia pra podermos ir ao mercado de novo. Nunca pensei que fazer compras no mercado seria tão prazeroso.

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