Loucuras Proibidas - II

Um conto erótico de Hot Cherry
Categoria: Heterossexual
Contém 1053 palavras
Data: 10/12/2011 13:07:45
Última revisão: 12/12/2011 17:20:02

Claro que combinamos que aquilo ficaria pra trás e que seguiríamos nossas vidas como se nada daquilo tivesse acontecido. Só não contávamos o fator de que há coisas que não tem volta. É como comer algo muito bom, ou tomar um drink maravilhoso. Cada vez, a gente há de querer mais e nesse caso, não podia ser diferente.

Por mais que tentássemos manter tudo dentro dos conformes, os olhares já não eram os mesmo e falando por mim, aquela memória do princípio de beijo na escada não saia da minha cabeça.

Eu tinha percebido em frações de segundos que aquele beijo era o tipo de beijo que eu idolatrava: molhado, quente, com muita língua pra todos os lados, mas, sem euforia, a língua com certeza, dançaria no ritmo certo e me faria implorar por mais. É o tipo de beijo que se nos deixarmos levar, passamos hora beijando e não vemos o tempo passar. As bocas ficam dormentes e logo surgem lambidas, mordidas e fisgadas nos lábios. É perfeito. É O BEIJO.

Eu só queria ter certeza se era isso. Pensava nisso o tempo todo, mas, não queria avançar o sinal após nossa promessa de deixar pra lá. Então, parecia que nada mais ia acontecer.

A presença dele me açoitava como um chicote com pontinhas de aço. Me dilacerava, mas, era bom.

Eu olhava discretamente e atentamente pra cada parte daquele corpo. Tenho certa atração por pescoço, então, era meu alvo predileto, mas, os braços pareciam bem fortes e a minha vontade era de ser esmagada por aquilo.

Bebemos de novo, e não demorou pra que saísse um pouco do controle. Fui até a cozinha pegar gelo e completar os copos e senti o calor característico de dois corpos que se aproximam. É um calor que só emana, como um vapor, bem de leve, mas, é quente.

Ele chegou bem perto, colocou a mão no meu quadril e eu não pensei duas vezes, inclinei o rosto meio de lado e o beijei. Tinha minha constatação sobre o beijo e a certeza de que aquilo só ia ficar pior.

A cada oportunidade de estar sozinhos, rolavam alguns beijos e em uma delas eu realmente percebi que não era só o beijo que era bom. Estávamos na porta do quarto, ele me empurrou com força, encostei-me à porta e meu corpo respondeu muito rápido a esse estímulo, eu estava com muito tesão. Muito a ponto de estar sem controle. Ele pegou meu pescoço e deu uma apertada de leve. Eu adoro a sensação do ar caminhando com dificuldade entre garganta e pulmão. Não sei se já havia comentado isso em alguma de nossas conversas mais quentes, o fato é que aquilo me acendeu de forma desenfreada. Minha vontade era de tirar a roupa, rasgar a roupa, rasgar a pele, mas, não podíamos, não tinha como, era impossível.

Vários finais de semana se passaram, e sempre que surgia uma pequena oportunidade, lá estávamos nós. Na escada, na entrada, no quarto, na cozinha, onde fosse possível.

A coisa foi ficando cada vez mais incontrolável, era um tesão indomável. Eu pensava nele todas as horas em que estava acordada. Verificava o celular a cada 1 minuto em busca de mensagens. Estava saindo do controle.

Em uma das madrugadas, acabamos ficando sozinhos na sala. O tapete costuma ser bem confortável por que é bem peludinho e macio. Deitamos por ali mesmo e nos beijamos. Agora sim, eu provava do beijo de verdade, o clima esquentou, ele abriu a bermuda e eu não fiz cerimônias, cai de boca.. Eu estava realmente com muita vontade de fazer aquilo. Não preciso dizer o quanto me excitei, por que eu adoro sexo oral. A sensação de chupar alguém é algo surreal. O barulho que a saliva faz quando desliza pelo pau é indescritível. Vou escrevendo e ficando com tesão de lembrar. Chupei gostoso, com vontade, com gula... luxúria pura exalava por ali.

Acho que cada pessoa tem um gosto específico, e sem dúvida, aquele era o melhor que já senti. Dava vontade de não parar, de passar a noite ali, suando, com calor, sem ar... Gosto de eu mesma terminar o trabalho, mas, ele deu uma "forcinha" e gozou na minha boca...

Mais algumas noites de passaram e acabamos indo levar um amigo em sua casa e na volta, ele parou num lugarzinho escuro que há por aqui, o estacionamento de um lugar. Eram 3 e pouco da manhã, quase não haviam carros na rua. Aquele silêncio excitante da madrugada... nos beijamos, muito, com muita intensidade.. era o beijo mais quente que já dei na vida. As mãos estavam num movimento enlouquecido, passavam por cada parte do corpo, com força, com pegada. Ele resolveu fazer o que eu estava louca pra que acontecesse. Abriu a bermuda, pegou na minha nuca e mergulhou minha cabeça por ali.

Parei um pouco e ele me encostou bem no banco do passageiro, abaixou um pouco minha calça e passou os dedos por ali. Eu estava louca de tesão, não tinha como controlar e nem precisava disso. Pedi que colocasse os dedos dentro de mim e ele fez isso maravilhosamente bem. Nunca fui muito chegada em levar dedadas, talvez por que, nunca tenham sabido fazer. Gosto quando sou surpreendida gostando de algo que não curto muito. Aquele era sem dúvida o melhor carinho que já recebi de um dedo por ali. Não demorou muito, eu gozei. Adoro a sensação do orgasmo. O corpo fica meio quente, se arrepia todo e treme. Os músculos que ficam extremamente tensos antes se relaxam e são os melhores segundos que com certeza pode existir na vida. Minha respiração estava ofegante, e claro, que alguns gemidos saíram. Não sou adepta de gritar, urrar ou fazer escândalo. Isso sempre me pareceu muito forçado, mas, com ele, fica meio difícil controlar o volume.

Ele tirou os dedos de dentro de mim, estavam melados. Não teria como não estar, e então, ele colocou na minha boca. Provei do meu próprio gosto. Preferia mil vezes ter visto aqueles dedos entrando na sua própria boca, mas, foi gostoso.

Nos beijamos um pouco mais, e claro, eu fiz questão de por minha boca no seu pau mais um pouquinho... a essa altura, minha vontade era de que aquele pau estivesse inteiro dentro de mim, mas, não tínhamos mais tempo....

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