Amar ou Te Matar... Eis a Questão! (2) - 5

Um conto erótico de Bernardo DellaVoglio
Categoria: Homossexual
Contém 2851 palavras
Data: 09/12/2012 21:16:06

Como Louis estava carregando a criança, eu me ofereci a levar as cestas. Como o casarão dele ficava nas proximidades de Florença (E não propriamente na cidade), resolvemos passear pelo campo. Era um dia fresco e um pouco quente, mas nada exagerado, com o céu de um azul com pouquíssimas nuvens... Para ser sincero, não sei o que diabos fui aceitar o convite do fedelho. O meu plano era chegar na casa dele e sondar o terreno, para saber exatamente como puxar o tapete dele. Mas cá estou eu, fazendo um piquenique com o fedelho e a pequena monstrinha.

Apesar de ter sofrido uma humilhação extrema na noite anterior, ele aparentava como se nada tivesse ocorrido, mantendo o rosto erguido em um sorriso com covinhas... Ele segurava a filha dele com tanta ternura que era até difícil para mim acreditar que ele era um pai carinhoso... A menina tinha um rostinho em um formato de coração, com as bochechas rosadas e olhos de um verde iluminado. Os cabelos eram de um loiro amanteigado, descendo em ondas cintilando como ouro no sol, igual a Louis. O nariz era o de Cecília, mas... Ela me lembrava outra pessoa... Uma pessoa estranhamente familiar...

Estendi uma manta na grama, embaixo de uma árvore que oferecia uma sombra muito boa... Sentei encostado no tronco, de braços cruzados fechando os meus olhos. Eu tinha que tomar cuidado... Poderia perder tudo em questão de segundos.

-- Tão sério! - ele soltou uma risadinha. Abri os olhos vendo-o me fitar com curiosidade. A menina estava sentada com uma rosa nas mãos e sorria encantada com as flores silvestres do campo.

Assenti.

-- Lorenzo... Se me permite... Por que voltaste a Florença? - ele perguntou em uma voz macia.

Pensei um pouco na resposta.

-- Resolver uns assuntos que deixei em aberto aqui.

-- Humm... - ele disse desviando os olhos, pegando um morango e dando uma mordida profunda, fazendo a seiva vermelha escorrer pelos lábios... Aquilo me fez suspirar de leve. De repente ele deu uma gargalhada sincera, fazendo eu e a menina olharem para ele curiosos.

-- O que foi? - perguntei.

Ele parou de rir aos poucos, com os rosto corado.

-- Lembra-te daquela vez em que carregou-me nos ombros por que recusei a continuar a andar a pé? - ele falou.

Tive a lembrança instantânea. Dei um leve sorriso.

-- Sim... Lembro-me muito bem. - disse. - Fizeste o maior drama e tragédia por causa disso.

Ele gargalhou mais uma vez, fazendo-me rir com ele... Depois ele abriu o cesto pegando as frutas, pães doces e a carne assada com ervas. Peguei só um pouco, devido ao fato de já ter comido mais cedo. Ele por sua vez, parecia que estava disposto a fazer a carne desaparecer no prato.

-- Que fome, hein? - falei rindo despedaçando o pão com os dedos.

-- Oras, vai me criticar também? Já não basta Lorena, a criada, que me obriga a comer antes de sair... E agora tu? - ele falou lambendo os dedos.

-- Por quê? - perguntei levando o pedaço até a boca.

-- Ela diz que cavalheiros refinados tem que comer que nem passarinhos, em banquetes sociais, por que se não parece um leão esfomeado. - ele disse segurando a cocha do frango dando uma mordida. - Santo Deus, este corpete está tão apertado que sei que não irei até o fim do dia sem soltar um arroto.

Dessa vez eu ri de verdade.

-- Pensei que gostasse das regras de etiqueta, já que quando te conheci, era cheio de fricotes... - falei com os braços cruzados. Analisando-o.

-- A verdade é que estou FARTO, de ter que comer que nem passarinho, quando na verdade gosto de comer tudo o que me vem pela frente. Cansei de andar em passos curtos e graciosos, quando quero mesmo é correr! Cansei de ter que dizer após de uma dança que estou tonto, quando poderia dançar dois dias a fio sem me cansar e ainda estar de pé... Eu me acabo de ódio, quanto sinto-me obrigado a dizer "És extraordinário!!!" a idiotas que em matéria de inteligência são bem piores que eu. Sem falar nos cretinos que insistem em me contar coisas que eu já sei de cor e salteado e se gabam por se acharem gênios. - ele falou enquanto trançava umas flores em forma de tiara e colocou na cabeça de Isabella, que ficou tão alegre que bateu palmas.

Pensei por um instante no pequeno discurso dele.

-- E o que te prende? Por que simplesmente não faz o que lhe der na telha? - falei.

Ele olhou para mim.

-- Por que pelo simples fato, de que a minha vida não pertence a mim... Nunca tive o direito de escolher. - ele falou sério.

-- Tu escolheste naquele dia... Na catedral. - falei duro.

-- Não foi escolha... Foi dever que tive de assumir... Sabes muito bem disso. - ele falou arqueando a sobrancelha.

Uns minutos de silêncio. Ele vendo que estava parado, sentou ao meu lado... Com a menina no colo, meio sonolenta... Fiquei parado.

-- Lorenzo... Achas mesmo que eu mereço morrer? - ele disse. Isabella se enroscou nele, afundando o rostinho no ombro dele.

-- Não. - menti descarado. Na verdade faria um bem enorme, se estivesse a sete palmos abaixo da terra.

Ele pousou a cabeça no meu ombro... O cheiro do cabelo entrou em meu nariz, nublando tudo.

-- Seu cheiro nunca mudou... - ele disse pensativo. Depois ele se levantou com a menina, e e foi andando em passos lentos ficando de costas para mim.

-- Aonde pensas que vai?! - perguntei confuso.

-- Para minha casa... Não posso ficar nem mais um minuto aqui! - ele disse com a voz chorosa.

Engoli o seco.

-- Fiz algo de errado? - perguntei.

-- O problema não é com tu. E sim comigo... - ele disse. Levantei-me e andei até ele. Segurando o braço, para ele virar na minha frente. - Soltai-me!!! Me deixe em paz... - ele andou em passos mais rápidos com a criança. E fiquei lá parado, sem entender nada. Depois de um tempo, resolvi ir atrás dele. PRECISAVA ir atrás dele. Corri com toda a velocidade que pude, e depois de uns minutos cheguei ao casarão.

Bati com a porta, e a criada abriu. Cumprimentei rapidamente, e subi as escadas. Louis estava sentado uma penteadeira, olhando para um espelho de mão melancólico. Entrei e tranquei a porta...

-- O que estás fazendo aqui? - ele se virou entristecido, com os olhos baixos.

Caminhei até ele e o segurei firme fazendo-o ficar de pé... Passei os braços envolta da cintura, e o beijei com firmeza... Aquela boquinha macia e deliciosa, enquanto eu o abraçava com força erguendo-o do chão... Ele segurou os dois lados do meu rosto, e acariciava os meus cabelos. O soltei tirando a parte de cima da minha roupa, fazendo-o arfar com malícia.

-- Agora tu será meu! - disse jogando ele contra a parede. Louis passou a perna em volta de meu quadril. Passei as mãos nos joelhos dele, subindo pelas coxas deliciosas, embaixo no saiote... Ele desceu as mãos na meu queixo, passando pelo o meu peitoral, alisando os meus pelos... Foi descendo até o meu pau, segurando-o firme. Dessa vez, tratei de tirar a roupa dele, rasgando os fechos com brutalidade.

Peguei ele pelo o colo, jogando-o na cama... Ele ficou de joelhos no colchão, e me abraçou, beijando o meu pescoço e mordendo o meu queixo e o maxilar... Passei os braços nas costas dele, desatando os laços apertados, e com a outra mão segurava aquela bundinha... Empurrei ele entre os travesseiros, e arranquei a fina camisa de linho com as mãos fazendo-o soltar uma risadinha. Me aproximei ficando entre as pernas dele, e beijei o pescoço perfumado que me deixava louco de tesão.

Com os dentes, tirei os meiões dele, enquanto mordia as panturrilhas e o tornozelo... Desde aquela noite passada no baile que eu estava doido de vontade de morder aqueles tornozelos tentadores. Subi aos beijos, nas coxas branquelas macias... Ele segurou o meu cabelo e me beijou de novo, raspando as unhas como um gato em minhas costas e ombros. Beijei a garganta, mordisquei os mamilos, o vendo espremer os dedos dos pés de prazer... E tirei o calção de algodão, chupando com vontade o pau dele.

Chupei enquanto dedava e massageava aquele cuzinho rosado lindo que piscava... Desci com a ponta da língua até lá, e chupei com severidade raspando de leve a minha barba por fazer, vendo-o gemer baixinho com o rosto vermelho... Tinha me esquecido como ele era tão delicioso por inteiro. Intercalava, tentando enfiar o dedo, mas estava tão apertado. Lambi o reguinho por mais um tempo, até que por fim parei.

Tirei o meu calção, fazendo a minha rola pular para fora, pulsante e dura... Louis mordeu o lábio inferior em um sorriso cheio de segundas intenções, e ficou de quatro na cama, pegando a base de minha pica com mão (tentando pelo menos, dado que a mão mal fechava nela) e colocou a cabeça na boquinha. Sentir aquela língua quente e úmida me fez suspirar... Ele chupava bem devagarinho com uma gula insaciável, apreciando o liquido pré-gozo que saia da ponta, lubrificando o mastro junto com a saliva. Com uma mão segurava o cabelo loiro como rédeas de um potranco, e com a outra massageava ainda mais o buraquinho, preparando-o.

Louis descia com a língua desde a cabeça até as bolas, colocando uma de cada vez na boca, tendo o cuidado de não encostar os dentes. O puxei pelo o cabelo, beijando a boca dele, enquanto segurava com firmeza a bunda dele que me pertencia. Coloquei ele de quatro de frente para mim, e deu mais uma chupada no cuzinho antes de penetrar... Depois pincelei ele com cuidado, e penetrei ele só a cabecinha, arrancando os gemidos de Louis. A pressão com que a musculatura dele fazia em meu pau, aliada ao calor que emanava, era tão prazeroso que enfiei mais uma três dedos dentro dele.

Mas ele simplesmente saiu da minha pica, e sorriu com malícia, vendo o meu deslumbre pelo o corpo dele, que parecia uma estátua de carne e osso da mais pura beleza... As pernas fluidas e grossinhas com coxas tentadoras, com uma bunda branquinha empinada, a cintura fina e os ombros e braços também fluidos como se formassem a leve figura de um triângulo invertido. E o rosto... Angelical, com traços meio infantis mas ao mesmo tempo de um jovem adulto, que eram coroados pelos olhos verdes que não tinham nada em inocência: Era maliciosos, cheios de fogo, com luxúria e muita agressividade.

Saltei da cama, e o prendi na parede... Mordi o pescoço dele, enquanto ele afastava as pernas para a minha rola entrar dentro dele. Segurei a base e enfiei de novo a chapeleta, abrindo caminho... Ele suspirava fundo, e encostava o corpo dele no meu, fazendo a rola entrar mais e mais, até os meus pentelhos roçarem na bundinha lisa. Parei por um momento e nos beijamos... O interessante era que nós dois não dizemos nenhuma palavra. Apenas os nossos corpos interagiam...

Estocava devagar, enquanto ele gemia baixinho, se apoiando na parede... Ele mexia de leve o quadril, enquanto ia e voltava. Aumentando devagar a velocidade... Era um momento em que eu esqueci de tudo. O meu nome, minha mente, meu desejo de vingança tudo isso abafado pelo o meu instinto, onde eu era o caçador e ele a minha presa, por assim dizer. O agarrei com força e sem tirar o meu pau dentro dele, fomos para a cama. Deitei entre os travesseiros, dando um tapa nas minhas pernas indicando pra ele sentar lá.

Ele segurou o mastro, e sentou devagarinho, escorregando o corpo até estar totalmente sentado nele... Segurei pelos quadris, movimentando de cima para baixo até ele fazer isso por si só... Peguei no pau dele e comecei a massagear, vendo o rosto de um tom púrpuro. Trocamos de posição, agora de ladinho, de modo com que segurava as coxas e metia com força. Enquanto eu o punhetava, ele gozou despejando todo a esperma na minha mão e no lençol. Agora era a minha vez.

Tirei toda a minha pica de dentro dele e meti com tudo, repetindo esse movimento por 10 vezes até que jorrei vários jatos de gala no cuzinho dele. Nos beijávamos com tanta intensidade que por fim, deitamos exaustos com ele em cima do meu peitoral com a mão fazendo um carinho no meu abdômen. Toquei com as minhas mãos o rosto dele, erguendo-o para um beijo calmo... As nossas pernas estavam enroscadas, com o meu braço envolta do quadril dele. Estávamos de volta ao passado?

-- Enzo... - ele suspirou.

-- Sim...

-- Eu te amo... Te amo muito mas... E tu?

Desviei os meus olhos para o teto, tentando ajustar os meus pensamentos... Ter o corpo dele ali... Quente, frágil e macio, me distanciava do que eu queria. Sai da cama, me sentando passando os dedos no meu cabelo.

-- Espere um momento... Vai... Vai me deixar aqui depois de tudo o que fizemos?! - ele disse irritado.

Peguei os meus calções e vesti, depois abotoei o colete não olhando para ele.

-- Como pode fazer isso... - ele falou vestindo um robe de seda azul escuro com detalhes dourados. - Qual é o seu problema Lorenzo?!

Virei-me de frente.

-- O meu único problema é tu... Tu é um problema... Um veneno perigoso! Uma - disse entredentes.

-- Problema? Então é isso que eu sou? Eu sou um problema!!! - ele disse com os olhos lacrimejando.

Mantive o rosto rígido.

-- Sim. Um enorme problema.- falei.

-- EU TE ODEIO LORENZO!!! EU QUERO QUE QUEIME NO INFERNO!!! – ele disse me socando e estapeando. Segurei ele em um aperto colocando o meu braço na boca dele, mas cravou os dentes com força. Depois Louis, deu um soco no meu abdômen – AIIIII!!!! – ele disse segurando o pulso.

-- Deixe-me ver... – disse preocupado.

-- Sai de perto de mim seu verme!!! – ele disse chorando mas com ira nos olhos. – É um covarde!!!

Fiquei parado, por um momento.

-- Sabe qual é o seu problema? É que sempre teve medo de ficar comigo... Desde o começo. Pode ser mais forte, mais alto e capacitado como tu mesmo me disseste. MAS NÃO PASSA DE UM GRANDE COVARDE!!! – ele disse entredentes.

-- Eu poderia te dar um soco que afundaria esse seu narizinho esculpido no seu crânio! – ameacei apertando os punhos.

-- Covarde sim! Vive se corroendo de amor por mim, mas tem tanto medo e ódio que prefere sentir isso do que me amar... – ele falou.

Sai de lá em passos rápidos fechando a porta. Só deu tempo de ouvir ele pegar um vaso e atirar na parede, batendo o pé... Típico dele. Quando fui para o hall de entrada, vi Vittorio... Ele era de estatura normal, cabelos castanhos puxando para o loiro, com olhos castanhos escuros quase pretos. Eu o conhecia de vista, mas pelo o que Cecília me contava, era um bom irmão, mas com um vício enorme em jogos de azar...

-- Olá... Quem és tu? – ele disse.

-- Prazer... Lorenzo Montefiore. – disse cumprimentando-o.

-- O que fazes aqui? – ele perguntou colocando as mãos na cintura.

-- Bem, eu vim aqui ver se tinha algum casarão a vender por aqui perto... – menti.

-- Tem um sim! Há uma milha e meia daqui... – ele disse. – Se quiser eu posso te mostrar...

-- Não agora não... Mas se não for pedir muito, eu queria lhe convidar a uma garrafa de vinho na taverna... Sou novo em Florença sabe? – menti de novo.

-- Então vamos!!! – ele disse sorrindo. Fomos os dois galopando para uma taverna que servia o melhor vinho da região... Ele era muito simpático... Um homem legal... Mais algumas taças de vinhos e estávamos quase láAh questão é que eu... ODEIO O LOUIS! – ele disse grogue.

-- Por que? – perguntei.

-- Ele é um tremendo de um usurpador de fortunas... Era para EU ter a herança de papaaaaa nas minhas mãããããos... – ele falou rindo que nem um imbecil.

-- Séééério? – disse me fingindo de bêbado.

-- Sim!!! Mesmo sendo meu primo... Eu o odeiiiiiiooo... – ele disse virando uma taça.

-- Primo? – perguntei.

-- Sim... Primo por paaaaaarte de mãe. Aquele francês cretino tirou tuuuuuudo que eu tinha... – ele disse enraivecido. – Só por que eu jogava um poooouquinho.

-- Humm... – então isso significava... Que Louis e Cecília eram da mesma família?!

-- Aqui to eu... Sem nenhum tostão no bolso... – ele disse.

-- Como eu o considero amigo... Eu posso te emprestar um dinheiro... – disse.

-- Séééério?!!!! – ele disse feliz.

-- Simm... só vaaai ter que me pagarrr... – falei rindo...

-- Eu prometo!!! – ele falou.

-- Na-na-nina-não... Assine isso aqui... – disse pegando um documento.

-- Tem uma pena ae? – ele disse bêbado.

-- Pegue. – dei uma para ele, e um pequeno vidro de tinteiro.

Ele nem se deu o trabalho de ler... Com um pouco de dificuldade assinou o papel, que valeria uma quantia de 5 mil florins de ouro... Peguei aquilo e guardei, no meu casaco. Depois eu e ele fomos ao banco, onde apresentei o documento e saquei a quantia, dando o saco de moedas para ele.

-- Muito obrigado amigooo... Eu vou triplicar isso aquiiii... E te pagarei... – ele falou rindo.

-- Com certeza vai... – falei rindo.

O documento era uma... Pequena armadilha... Se Vittorio não me pagasse em um prazo de vinte dias, ele seria preso e enforcado. Vamos ver Louis quem agora é o mais forte.

CONTINUA

bernardodelavoglio123@hotmail.com

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Comentários

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O Lorenzo esta me saindo um tremendo de um vilão coitado do Louis não sabe o que espera por ele.o conto esta ótimo.xero

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Bernardo... Vc tá me fazendo ODIAR o Enzo. Tomara que eles se acertem pq eles formam um casal fofo, junto com a menina... Continuaaaaaa

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Viver ou achar que está vivendo... Alimentando o ódio só irá trazer mais sofrimento.Mais infelizmente o ser humano ele só aprende por dois caminhos...Um pelo amor, e outro pela dor. Que seja o que Deus assim quiser.

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Muito bom, como o Lorenzo é covarde, essa vingança dele é muito imbecil, como sempre to do lado do Louis espero que essa vingança não o faço sofrer muito. Seu conto está perfeito como sempre, e a cada capitulo me surpreende mais! Obrigado pela leitura.

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Realmente Enzo tem medo de amar, seu orgulho não deixa-o ser feliz ao lado de Louis. Espero que a tal vingança não aconteça, mas sei que vai acontecer.... Esplêndido! Continue urgentemente.

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maravilhoso... como sempre, conto perfeito parabens Bernardo

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Nossa o Lorenzo está ficando muito mal e diabólico.

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Senti pena agora do Vittorio. O que ele tem haver com a história? Rsrs. Eu só queria saber o que aconteceu com Cecília. Do que ela morreu? Está Excelente

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Hum, adoro essa história. Eles formam um belo casal, é claro que vão ficar juntos logo, assim espero. Abraços e parabéns pelo conto, está maravilhoso.

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E lá vai eu encher o conto de elogios de novo (não me canso). Muito bom... acho que estou montando o quebra-cabeças hein hahaha Nota 10, parabéns!

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perfeito amei amei amei amei parabéns 10ão pra vc

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Adorei.se nao me falhe a memoria o fosforozinho nao tinha escrito um conto ou estava escrevendo um pq ele tambem nao posta.bjs

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