Exú comeu minha mulher

Um conto erótico de RafaelCasal
Categoria: Grupal
Contém 2095 palavras
Data: 21/01/2013 15:48:51

Chamo-me Rafael, tenho 41 anos e a história que vou contar aconteceu em janeiro de 2010 no litoral catarinense.

Embora eu não seja muito religioso tenho uma queda pelo espiritismo e umbanda, foi nesse meio que conheci minha mulher, Paula, que tem 32 anos. Juntos, já fizemos oferendas aos orixás desejando que justiça seja feita e que aconteçam coisas boas às nossas vidas. Porém o ano de 2009 tinha sido muito difícil para nossas vidas particulares e consequentemente para o nosso relacionamento.

Fomos a um pai de santo pedir orientação e muito atencioso ele ouviu todas nossas perturbações concluindo que nosso caso era bastante complicado e não muito comum. Tudo era fruto de um agente externo. Alguém próximo a nós não se conformava com nossa harmonia e estava interferindo espiritualmente para acabar com nosso relacionamento e nossas vidas.

Paula tem a pele clara, cabelos compridos e castanhos que combinam com a cor dos olhos. É uma mulher muito bonita e que me faz sentir até um pouco inseguro, pois acredito não estar à altura da beleza dela. Têm 1m e 60 cm, peitos de tamanhos pequenos a médios, belas coxas e bunda. Todos esses atributos me fazem acreditar que alguém que a deseja é que tem abalado nosso equilíbrio espiritual.

O Pai de santo, conhecido como Guiné, era bastante consultado na região e tinha fama pelos bons conselhos. Guiné é afro, aparentava ter uns trinta anos, se vestia a caráter e seu local de atendimento era bastante aconchegante. Ele nos deixou bem tranquilos com sua fala calma e serena, disse que sabia exatamente como nos livrar do mal que nos afligia.

Contou-nos que Exú estava por trás disso e que tinha recebido uma grande oferenda para nos atormentar, portanto precisaríamos cobrir a oferta.

Era algo novo para mim, sempre que participei dessas manifestações espirituais as coisas não funcionavam bem assim. Porém Guiné explicava com convicção de quem realmente sabia o que estava falando e pediu-nos que voltássemos ali logo após a meia-noite com vestimentas de cor clara, brancas de preferência. E assim fizemos.

Chegamos à meia-noite em ponto e o pai de santo já nos aguardava. Confesso que durante a noite o local era um pouco sombrio, mas logo me acostumei. Apenas as velas e a Lua Cheia iluminavam a escuridão. O local estava um pouco mudado, ele realmente havia se preocupado com nossa situação. Na sala havia duas cadeiras de palha encostadas na parede e uma mesa coberta com um acolchoado branco no centro. As velas que iluminavam o local estavam ao longo das paredes. A todo o momento Guiné nos tranquilizava, talvez por ter percebido que não estávamos muito à vontade. Ele disse que para não haver falhas, nós iríamos ouvir diretamente de Exú o que ele queria para deixar de nos atormentar. O Pai de santo nos pediu para sentar nas cadeiras enquanto sentava na beirada da mesa. Eu e minha mulher, de mãos dadas, prestávamos atenção às recomendações. Ele foi muito claro, pediu-nos para não questionarmos e fazer exatamente o que Exú nos pedisse. É claro que isso me deixou ainda mais inseguro, mas se era para voltar aos bons tempos então valeria a pena.

Após alguns minutos de silêncio e concentração de todos na sala, o pai de santo não parecia estar mais ali, com um olhar profundo nos encarava como alguém que espera algo. Percebemos que estava frente a frente com a entidade que nos atormentava. Minha mulher segurava forte minha mão e tremeu quando Exú apontou para ela chamando com o dedo indicador. Ela levantou e caminhou até à mesa onde ele estava sentado. Ele a elogiou, com um sotaque que lembra alguém "matuto", disse para não ter medo e que ela sairia satisfeita dali hoje. Então ele desceu da mesa, ficou de frente pra ela, passou a mão em seus ombros mantendo a alça do vestido no lugar. Ajeitou a postura dela dando um leve puxão nas costas e desceu a mão pelos quadris. Ela ofegava, eu não sabia se ainda era nervosismo que ela sentia ou se era outra coisa. Eu já estava entendo o tipo de oferenda que Exú queria. Pensei em parar com tudo, mas precisava seguir as recomendações do Pai Guiné para que as coisas não piorassem posteriormente.

O vestido que minha mulher usava ia até metade das coxas, era bem solto, no estilo hippie, acabava com uma renda. Exú passou "suas" mãos por cima das coxas dela, descendo até os tornozelos. Repetiu seu gesto, começando novamente pelos ombros. Minha mulher já parecia mais relaxada, com olhos fechados e cabeça levemente empinada. Exú subiu em cima da mesa e sentou atrás da Paula de modo que as pernas de ambos ficaram para fora da mesa e, os dois, virados para mim. Dessa vez ele começou pelos joelhos, subindo com as mãos levemente pelas belas coxas da minha mulher levantando um pouco o vestido. Passou pela cintura, continuou subindo pela barriga bem devagar chegando até os peitos. Apenas a fina malha do vestido entre as mãos grandes e os peitos de minha mulher. Não sei descrever o que eu estava sentindo no momento, minha mulher já parecia em transe, pois permitia tudo àquilo sem nenhuma hesitação. Ele a beijava levemente no pescoço enquanto mexia nos seus peitos que já se mostravam rijos com os mamilos se destacando mesmo por baixo do vestido. Exú levou uma das mãos até o joelho dela novamente e dessa vez veio subindo pela parte interna da cocha. Beijava mais intensamente o pescoço dela enquanto sua mão subia empurrando vagarosamente o vestido. Percebi que ela se contorcia discretamente até que a mão de Exú tocou sua bucetinha por cima da calcinha de renda. Ela abriu um sorriso tímido, estava muito à vontade e parecia ter esquecido que eu estava ali.

Exú finalmente largou o pescoço da minha mulher, olhou na minha direção e pediu para que eu tirasse a calcinha dela. Obedeci. Voltei até minha cadeira com a calcinha na mão que estava visivelmente encharcada. Ele levantou um pouco mais o vestido dela e com a mão direita passou a massagear a xaninha da minha mulher, enquanto a mão esquerda apalpava os dois seios, um de cada vez. Nesse ponto ela já gemia baixinho, os dedos dele quase penetravam na vagina completamente molhada da minha mulher que nessas alturas já havia gozado. Ele parou, desceu da mesa, pegou-a como se não tivesse fazendo nenhuma força e a colocou de frente para mesa, mas na ponta, de modo que ela ficou de lado para mim. Exú apoiou as mãos dela sobre a mesa, ela ficou um pouco curvada com as pernas entreabertas. Ele se abaixou atrás dela, beijou suas panturrilhas e depois as coxas. Levantou o vestido dela à meia-bunda e passou a lamber a parte interna da coxa de baixo para cima. Afastou as nádegas dela e com um único movimento passava a língua desde a parte interna da coxa, passando pela vagina, ânus, até o cóccix. Fez várias vezes este movimento alternando entre as coxas estremecidas da minha mulher. Pude ver que seu cuzinho piscava, fazendo bolhinhas com a baba que Exú deixou com sua enorme língua. Ele a virou, fez com que ela se abaixasse até sua cintura, de costas para a mesa e, de dentro da calça branca e leve dele, ela tirou o maior cacete que já vi ao vivo na vida. Sem nenhuma hesitação ela abocanha a cabeça do pau do Exú, segurando com a mão direita o enorme tronco e se firmando com a esquerda na coxa dele. Ela sugava com muita força, mas Exú não esboçava nenhuma reação. Ela abaixou ainda mais as calças dele e agora engolia o cacete até metade, volta e meia, se afogando e gemendo. Paula nunca havia feito algo parecido comigo, pra falar bem a verdade, o Pai de santo não parecia o único incorporado naquele momento.

Eu já estava anestesiado com tudo aquilo e a única coisa que sentia era muito tesão, meu pau estava muito duro e minha mulher não largava o cacete dele. Tirei minhas calças, e segurei meu pau mexendo nele vagarosamente.

Minha mulher levantou, ficou de costas para Exú novamente com as pernas afastadas, mas ainda sem tirar o vestido. Exú coloca seu pau entre as coxas dela e passa a esfregar na bucetinha. Sem interromper o movimento ele tira o vestido dela deixando-a completamente nua e revelando o corpo descomunal e arrepiado de tanto tesão. Ele segurou seu membro na entrada da bucetinha massageando levemente com a cabeça enquanto pressionava. Nas pontas dos pés, minha mulher estava totalmente passiva e entregue enquanto um enorme cacete a penetrava. Eu não acreditava no que via e muito menos não acreditava que eu estava morrendo de tesão vendo alguém fodendo minha mulher. Exú a segurou forte com um braço passando pela barriga e outro por cima dos peitos enquanto a penetrava fundo. Ela tremia e gemia como nunca até se debruçar de vez encostando seus peitos na mesa, que já não resistia mais aos solavancos de Exú na minha mulher. Nesse ponto resolvi participar e com um pouco de dificuldade levei meu pau até a boca da minha esposa, que passou a chupá-lo enquanto era penetrada vorazmente pelo maior pau que eu já tinha visto.

Exú parou e pediu para ela se deitar na mesa, continuando com a barriga para baixo. Tirou as calças completamente e se debruçou sobre minha mulher. De muito perto vejo novamente aquele cacete enorme penetrando fundo na Paulinha. Fiquei sobrando, pois não tinha espaço para mim, a mesa era pequena.

Exú pede para que eu segure e afaste as nádegas dela e me avisa que já está quase terminando. Veio novamente com seu pau enorme na direção da xaninha melada da minha mulher, mas quando pensei que ele fosse apenas dar as últimas bombadas ele desviou e colocou na entrada do cuzinho virgem dela. Muito devagar ele invadia um território da minha mulher por onde eu nunca tinha passado antes. Eu estava ali, assistindo tudo de muito perto, um cacete enorme entrando milímetro a milímetro no cuzinho apertadinho da minha mulher. A cabeçorra entrou toda e ela apenas soltou alguns grunhidos. Exú continuou enfiando seu pau no cu da minha mulher e eu ajudava mantendo as nádegas dela afastadas. Ela o parou quando metade do pau dele já havia entrado. Soltei a bunda dela devagar e fui ver como ela estava. Exú se manteve parado, com meio mastro no traseiro dela que estava com as pernas visivelmente trêmulas. Tirei o cabelo do rosto dela e a beijei enquanto acariciava sua nuca. Ela respirou fundo e vagarosamente começou a empinar e rebolar a bundinha. Foi a cena mais linda que já vi. Ela, que até o momento tinha ficado passiva, agora meio que comandava a situação ali de baixo daquele monstro. Exú completamente imóvel se apoiando com mãos e joelhos sobre a mesa e minha mulher de bruços, empinando e rebolando aquela bunda maravilhosa com um enorme cacete quase todo enfiado no cuzinho. Ela passou a fazer movimentos mais rápidos e nervosos, gemendo mais alto e com raiva. De onde eu estava podia ver entre um movimento e outro, o enorme mastro cravado na bunda da minha mulher. O cuzinho dela parecia sugar o pau dele. Quando percebi os nervos de Exú se contraírem, suas mãos se fechando, até que não suportou mais e liberou seu jato tão fortemente que minha mulher sentiu e gritou de susto. Foram três estocadas seguidas de três urros, tanto dele quanto dela. Aquilo parecia não acabar mais, ela relaxou exausta sobre a mesa e ele, muito satisfeito, saiu de cima da minha mulher. Eu não podia perder aquilo, subi na mesa, abri novamente as nádegas dela para ver a porra que escorria. Aproveitei o caminho aberto, me debrucei sobre minha mulher enfiei meu pau todinho no cuzinho todo melado dela. Dei umas cinco bombadas e entupi a bundinha dela com mais porra. Nunca gozei tanto na minha vida. Enquanto eu aproveitava o momento ela dava umas mexidas bem de leve até sair a última gota de porra do meu pau.

Após um breve descanso, fui me desencaixando da minha esposa vagarosamente, fechei as nádegas dela e pedi pra que ela ficasse de joelhos. Afastei novamente e fiquei observando a porra sair. Ao que pude observar já não era mais Exú sentado na cadeira se tapando com a calça. Enquanto Guiné permanecia sentado, imóvel e em silêncio, nos vestimos e fomos para casa com a certeza de o trabalho estava feito e não seríamos mais perturbados.

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Comentários

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Nossa diferente e excitante ...gosei na parte em q vc disse: " Tirei o cabelo do rosto dela e a beijei enquanto acariciava sua nuca." Qdo era pequeno ja fui a um terreiro com um amigo, a familia dele frenquentava e fui de curiosidade, mas q vc foi bobo isso foi.kkk foi o golpe do pai de santo..rsrsss mas vale nota 9,5

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Legal o conto, só não gostei do fato de usar algo sagrado para muitos...

pj_0191@hotmail.com

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foi bom seu conto gostei, mas se é verdade mesmo tem que se tomar cuidado com algumas entidades, pois elas podem fazer sua mulher se apaixonar e ai vc a perderá para sempre. e tambem tive uma experiencia na macumba de uma lida por favor.

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Tu além de corno é trouxa,kkkkk mas adorei teu conto, muito bem explanado quase vi tudo literalmente só uma coisa, fiquei com uma inveja danada, queria que fosse a minha mulher no lugar da tua dando o cu e a buceta pro exu. Adoro ver minha mulher foder com outro.

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