Ventura - Reviravolta (parte 9)

Um conto erótico de Tarso Carvalho
Categoria: Homossexual
Contém 1927 palavras
Data: 09/04/2013 15:27:53

Oi pessoal, como estão? Estive viajando e agora que voltei estou sem internet fixa mas farei o possível pra postar!

Música do capitulo: You know I’m no good – Amy Winehouse.

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-Vamos então né? Tá tendo o maior churrasco.

-É vamos Tutu – Falou Tarso rindo.

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Os meninos voltaram para o churrasco, Tarso percebeu que todos lá eram muito simpáticos, inclusive seus sogros. Por isso, resolveu que seria simpático também. Ao que parecia, todosgostaram muito dele. A todo o momento lhe ofereciam comida e lhe perguntavam coisas para enturma-lo.

Já havia se passado mais ou menos uma hora da chegada deles, estava fazendo um churrasco. Tarso e Arthur foram permitidos de beber alguma coisa, eles tomavam cerveja.

Perceberam que a festa já havia se dissipado e todas as crianças já haviam saído para brincar então Arthur falou baixo pra ele:

-Vem amor, vamos sair daqui.

-Ufa, demorou! – Tarso respondeu.

-Quero te mostrar a fazenda – Arthur falou.

-Por mim tudo bem Tutu.

Saíram em silêncio levando seus copos e começaram a andar por uma trilha perto da casa. Quando alguém falou gritando pra eles:

-Tomem cuidado meninos, já está de noite, não se demorem.

-Tudo bem tia Margarida! – Arthur gritou.

Continuaram a trilha e logo se afastaram da casa o suficiente para conversar sem se preocupar.

-Vamos ao pomar amor...

-Tudo bem – Falou Tarso olhando para o céu – Que céu lindo!

Arthur pegou na mãe de Tarso.

-Aqui é sempre assim meu amor, estrelas todos os dias – Falou Arthur puxando Tarso para um beijo rápido e apaixonado.

Depois de andarem mais um pouco chegaram a uma clareira com árvores baixas.

-São laranjeiras, tem um cheiro muito bom – Arthur disse.

-Realmente...

-Amor? – Falou Arthur – Faz um favorzinho pra mim?

-Favor? Faço amor, o que?

-Me dá uma chupadinha vai, meu pau tá aqui babando.

-Nossa amor, que safado – Disse Tarso pegando no pau de Arthur pela calça.

Arthur puxou Tarso para um beijo, onde lentamente o pau deles cresciam dentro da cueca. Arthur tirou a calça e sua blusa. Tarso percebeu que Arthur era tão branco que até brilhava à luz das estrelas.

Tarso ajoelhou e puxou a cueca de Arthur para baixo fazendo seu pau pular para fora. Tarso abocanhou de leve arrancando gemidos de Arthur.

-Puta que pariu amor, que boquinha.

Tarso se animou com elogio, cada vez chupava mais fundo arrancando gemidos do seu namorado. Arthur passava a mão no cabelo de Tarso freneticamente, chegando a puxar forçando-o a ir mais fundo. Tarso ficou muito excitado e gemia também com o pau de Arthur em sua garganta.

Arthur tirou o pau da boca de Tarso e bateu em seu rosto levemente com seu mastro.

-Olha bem pra ele amor – Dizia Arthur dando leve pancadinhas nos lábios de Tarso – É doido com você, olha como ele tá duro.

E realmente estava. Tarso aproveitou para lamber o saco de Arthur que estremeceu. Arthur se masturbava enquanto Tarso chupava seu saco.

-Amor, assim eu vou gozar... – Disse Arthur rouco.

-Então goza na minha cara amor.

-Sério? Então tá.

Arthur começou a se masturbar enquanto Tarso continuava a chupar seu saco. Passados alguns segundos Arthur tirou a boca de Tarso de seu saco e colou em direção ao seu pau.

-Lá vai amor...

Arthur começou a estremecer, suas pernas ficaram rígida e seu rosto demonstrava todo prazer que sentia. De repente saiu a porra de Arthur juntamente com um urro de prazer. Num instante a cara de Tarso estava inundada da porra do Arthur que arfava com um touro furioso.

-Nossa amor, quanto leite – Tarso falou rindo.

-Pra você ver o que você faz comigo branquinho.

Enquanto Tarso se limpava Arthur acendeu um “cigarro”. Quanto Tarso terminou voltaram a andar em direção à festa. Arthur passou o “cigarro” para Tarso que hesitou mas depois fumou. Passado algum tempo eles chegaram discretamente e foram jogar baralho numa mesa afastada.

-Amor, tô com ciúmes de você dormir com o João – Falou Arthur sério.

-Que isso amor, seu primo é hetero e eu sou comprometido com um cara muito especial e que me enche de porra – Falou Tarso risonho.

-Bom saber, até te beijaria agora, mas sabe como é...

-Eu entendo amor, eu entendo.

A todo o momento chegava gente lhe servindo mais cervejas e comida... Já era tarde, umas 02h da manhã quando João chegou e disse:

-Gente, tá mó tarde, vamos pro chalé?

-Acho que sim, bebi um pouco demais – Falou Arthur com a mão na cabeça.

-É vamos...

Ao chegarem ao chalé Tarso foi tomar banho seguido por Arthur. Enquanto Arthur estava no banho Tarso foi se trocar. João Lucas estava no quarto. Como ambos eram homens, Tarso não se envergonhou em se trocar na frente dele. O “problema” ou a solução era que João não tirava os olhos de Tarso.

-Tu tens uma bundinha de Atriz pornô hein Tarso! – Falou João rindo.

-Eu? – Tarso disse sem graça.

-É, não precisa ficar sem graça com esse tipo de brincadeira, sou assim mesmo.

Arthur voltou do banho se trocou como Tarso, na frente de todos. Mostrando aquele corpo que Tarso tanto conhecia e gostava.

-Vou dormir, estou cansado, até amanhã – Disse ele apagando a luz.

Cada um foi para seus lugares, Arthur no colchão no chão e João e Tarso na cama de casal.

Tarso não estava querendo dormir e não tentava também, percebeu que João também não. João fitava Tarso com aqueles olhos azuis que chegavam a brilhar no escuro com uma pedra preciosa.

João tinha 14 anos, mas era muito grande pra idade dele, parecia com Arthur e Tarso na questão de tamanho e corpo. Era um molecote muito bonito.

-Ei, quer conversar? – Disse João.

-Não vamos acordar o Arthur?

-Não mesmo, o Tutu é uma pedra.

-Sobre o que quer conversar?

-Sobre você, que tal?

-O que você quer saber?

-Você namora?

-Não, não namoro – Falou Tarso, não podia estragar o “disfarce”.

-Eu também não... Meninas são complicadas demais.

-Verdade João, concordo.

-Mas você bonito desse jeito deve arrumar um monte de namoradas.

-Eu? Imagina – Se a luz estivesse ligada João veria Tarso corado – Imagina você então com esses olhos azuis.

-Ah, bobagem – João disse sorrindo – Vou dormir Tarso, boa noite.

-Tudo bem, boa noite.

Tarso de virou, mas não dormiu e ficou pensando na vida com os olhos fechados. Se passou muito tempo quando Tarso sentiu um braço envolve-lo.

Olhou pra lado e viu que João lhe abraçava. Sentiu-se estranho, gostava de Arthur. Mas não achava errado pois João nem sabia que estava fazendo isso e era pra ele não saber também pois era pra ele estar dormindo.

João puxou-lhe pra mais perto. Agora Tarso sentia a respiração de João no pescoço, lenta e ritmada. Tarso ficou excitado. A cada respiração Tarso se arrepiava e se imaginava fazendo sexo com João. Tarso se virou se frente pra João, que não fez nada. Com passar alguns minutos João voltou a puxar Tarso pra perto, agora estavam nariz com nariz. Tarso quase podia sentir o hálito de João e suas mãos fortes lhe segurando pelas costas.

João passou uma das pernas entre as pernas de Tarso. Tarso conseguiu sentir ovolume na cueca de João. Seu pau era muito grosso.

Tarso foi pego pelo sono e adormeceu.

-Acorda Tarso, vamos... – A voz de Arthur lhe chamava.

Tarso acordou assustado.

-Calma amor, calma – Disse Arthur lhe fazendo cafuné.

-Que horas são? – Falou Tarso rouco.

-10h, vamos tomar café meu anjo?

-Vamos, mas queria tomar banho antes.

-Ok, vamos juntos?

-Como assim? Alguém pode chegar a qualquer momento.

-Não amor, não pode, estamos sozinhos. Se alguém quiser entrar precisa tocar o interfone.

-Tudo bem então, vamos Tutuzinho! Rápido – Falou Tarso.

Eles correram em direção do banheiro Arthur tirou a blusa de Tarso e quando estavam finalmente nus entraram no Box. Não fizeram sexo nem nada do tipo, mas namoraram bastante. Arthur era um namorado muito carinhoso e fazia Tarso se sentir muito bem. Quando terminaram saíram do banheiro e foram se arrumar. Tarso usou seu melhor perfume e Arthur também.

Ao chegarem na cozinha que estava lotada de gente todos se viraram para os depois para deseja-lhes bom dia e aquelas coisas sobre como passaram a noite e etc.

Os tios de Arthur pediram que comessem fora da cozinha pois não caberia todo mundo dentro dela.

Tarso e Arthur foram comer numa mesa mais afastada. Estavam conversando sobre algo qualquer quando João chegou dizendo:

-É um desfile de moda ou é impressão minha?

-Como assim João? – Perguntou Tarso.

-Vocês dois parecem que vão à alguma festa, se arrumaram todos apenas pra tomar café? – Disse rindo.

-É, parece que sim – Falou Arthur rindo com ele.

-E então, o que vamos fazer hoje? – Arthur falou novamente.

-Cavalos, que tal? – Perguntou João.

-Maravilha! Tem muito tempo que não faço isso! – Arthur disse empolgado.

-Já andou de cavalo Tarso? – Perguntou João percebendo que Tarso estava calado.

-Nunca andei e tenho medo de levar coices – Falou Tarso envergonhado.

-Não tem problema eu ou o Arthur te ensinamos a montar... É realmente fácil.

-Não sei não, deixa pra próxima né?

-Para de bobagem, velho – Disse Arthur, você vai comigo então.

Passaram-se alguns minutos e eles resolveram ir ao estábulo pegar alguns cavalos. O de Arthur era um branco, o mais bonito.

-Ganhei esse cavalo quando eu era bem pequeno, chama-se Hermes – Disse Arthur.

O de João era um preto com uma mancha branca no peito e tinha um aspecto selvagem.

-E o seu, como se chama João? – Tarso perguntou.

-Ah, esse é o Rômulo.

-Só falta escolhermos um para o Tarso. Vamos pegar uma égua mais nova.

-Que tal a Ravena? – Falou João.

-Pode ser...

Trouxeram uma égua que era menor que o cavalo dos meninos, mas era muito bonita.

Arthur ensinou como montar e tudo que Tarso precisava saber para montar. Com alguns minutos de prática eles já estavam passeando.

-Vamos ao pomar galera? – Sugeriu João.

Arthur olhou pra Tarso e os dois riram e concordaram. Rumaram na direção do pomar conversando sobre todo o tipo de coisa. Quando estavam passando pela cancela a mãe de Arthur grita:

-Filho, você pode me ajudar?

-Ah mãe, estou montando agora, não pode ser depois? – Falou Arthur indignado.

-Não filho, tem uma série de coisas que você precisa me ajudar. Já já você alcança os meninos.

-Tudo bem...

Arthur voltou com Hermes puto de raiva.

-Vamos Tarso? – João falou.

-É, parece que sim.

No meio do caminho Tarso achou ter visto um inseto na sela e sem querer bateu o pé no ventre da égua que começou a correr.

-João, me ajuda, por favor – Gritou Tarso.

-Calma cara, já estou indo.

O cavalo de João era rápido e num segundo acompanhou o passoda égua e entro em sua frente fazendo-a parar.

Quando a égua parou Tarso falou que queria descer, pois precisava se recuperar do susto. João amarrou os cavalos numa árvore próxima e se sentou ao lado de Tarso.

-Que susto você me deu hein Tarso?

-Por favor, não conte isso à ninguém, por favor.

-Eu guardo segredos bem, não se preocupe.

Tarso não olhava pra ele, olha numa direção oposta. João chamou ele como se fosse mostrar algo para ele. Quando Tarso virou estava de frente pra João, rosto a rosto, boca a boca.

João foi mais rápido e recostou o lábio no lábio de Tarso que ficou parado. Durante alguns segundos eles ficaram assim. João começou a dar investidas e Tarso apenas cedia.

Continua...

Esperam que estejam gostando da série... Volto a pedir pra votar comentar e etc, é importante pra quem escreve! Até a próxima.

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