Só para matar a saudade

Um conto erótico de Lilith
Categoria: Heterossexual
Contém 905 palavras
Data: 12/07/2013 22:58:53

Eu havia viajado por uma semana, e fiquei na seca durante 8 dias e o pior de tudo é que minha menstruação havia descido durante esse período. Ou seja, eu estava completamente excitada quando voltei para casa.

O carinha com quem eu queria ficar estava me dando um vácuo foda. É claro que fiquei puta, mas, como diz minha amiga, não existe apenas uma pica no mundo. Eu andava um pouco chateada com o meu ex-companheiro de putarias. Ele havia me falado varias coisas que me machucaram profundamente, mas eu não conseguia resistir a aquele pau gostoso.

Durante a minha viagem voltamos a nos falar e ele disse estar com saudade. Eu sabia que era mentira. Já estava acostumada com essa conversa, e sabia perfeitamente que aquela “saudade” era apenas falta de sexo. Provavelmente ele não estava pegando ninguém e recorreria à gordinha aqui. Mas tudo bem, afinal, quando não se pode escolher o que vem é lucro.

Decidi caminhar no fim da tarde, precisava esfriar a cabeça e decidir sair de casa. Antes do horário fiquei trocando sms com ele, ele queria me ver e concordei com isso. Fui caminhar e ele, como sempre, mandou um sms dizendo que chegaria atrasado. Como o conheço há um bom tempo, resolvi dar uma volta em torno do parque enquanto o esperava. Até que ele ligou.

- Tá por onde safada?

- To aqui em frente à casa de shows.

- Beleza, to passando por ai.

Desliguei e continuei andando. Cinco passos depois ele parou a moto ao meu lado e disse:

- Vamos dar uma?

- Depende do local.

Subi na moto e ele ligou para um amigo dele para pedir a casa emprestada. Em troca, ele teria que comprar uma carteira de cigarros (troca justa?...)

Seguimos para a casa desse amigo e ao chegar lá, o “Arigó” (apelido do amigo salvador) soltou a seguinte frase: ah... então essa é a famosa Lilith?

Ele respondeu que sim e eu ri acanhada. Nesse exato momento minha mãe me ligou. Quase broxei mas eu precisava estar animada. Quase expulsamos o arigó de casa mas antes de sair, meu parceiro resolveu me “dedurar” contando sobre o meu recorde – 22 vezes- e batendo no peito entusiasmado por ser ele quem havia me feito alcançar tal marca. Assim que o Arigó saiu, trancamos a porta e fomos pra cama. Ele tentou me bater, mas eu não deixei.

- Não gosta mais é?

- Não. Agora eu quero carinho

Carinhoso com sempre, ele me derrubou na cama e tentou me masturbar por cima da leggin, sem sucesso então ele resolveu arrancar minhas roupas, jogando todas para o canto do quarto. Tirou sua camiseta, sua calca e ficou só de cueca na minha frente – cueca box preta. Exatamente do jeito que eu gosto- eu logo tirei do caminho o que me impedia. O pau dele ainda não estava duro, mas eu sabia como deixa-lo bem durinho. Coloquei seu pau na minha boca e ele disse que quase havia esquecido o quanto era gostoso aquilo. Senti seu pau crescer em tamanho e grossura na minha boca. Eu sugava, lambia, mordiscava, usava a mão para ajudar a punheta-lo e dava algumas lambidas no saco. Eu só o ouvia gemer e me dizer o quanto eu era gostosa e fazia o oral tão bem como uma profissional.

Eu estava molhada e precisava sentir aquele membro dentro de mim, tentei puxa-lo mas ele disse que ainda não era hora. Se deitou e me puxou para continuar chupando e depois fazer uma espanhola do jeito que ele gostava. Eu lambia seu saco e ouvia ele urrar isso me deixou ainda mais excitada.

Ele me virou, passando a ficar em cima de mim. Novamente fiz uma espanhola enquanto ele colocava 3 dedos na minha buceta me masturbando. O meu ponto fraco.

Eu quase estava gozando então ele resolveu me chupar. Passou a língua no meu clitóris, chupando com força e depois enfiava a língua na abertura apertada pela excitação. Ele colocou 1 dedo, depois mais 1 e mais 1. Socando com força quase me levando ao orgasmo. Mas eu resisti. Transei minhas pernas ao redor das dele e o puxei pra mim. Minha buceta estava apertada e a penetração chegou a doer um pouco. Ele socou com delicadeza, depois com força, arrancando gemidos e suspiros de mim. Eu o arranhava nas costas, mordia sua orelha e chupava seu pescoço. Sempre gemendo e falando putarias no ouvido dele. Pouco – pouquíssimo tempo depois- ele gemeu forte e disse que já ia gozar. Ninguém parou de rebolar e ele gozou dentro. Depois de gozar ele parou e parecia estar chateado. Perguntei o porque e ele disse que estava puto por ter gozado antes de mim. Não pude evitar a risada. Isso faz parte da vida. Continuei mordendo sua orelha, seu ombro, seu braço... até que senti o pau pulsar dentro da minha buceta.

Logo ele já estava duro. Colocou minhas pernas para cima e socou com velocidade, eu já estava no caminho e não demorou muito pra que eu gozasse também. Eu gemi alto e logo depois soltei a respiração. Eu praticamente tinha ficado sem folego. Continuamos por pouco tempo na cama. Assim que olhei meu celular, haviam 10 ligações da minha mãe. Eu havia passado muito do horário – sou filha única e mesmo maior de idade meus pais ainda tem um cuidado excessivo comigo- tomamos banho e ele me deixou em casa. Matamos a saudade com muito prazer.

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Comentários

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Que relato gostoso e muitíssimo bem escrito. Com personalidade e qualidade. parabéns

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