Gemeas

Um conto erótico de oximoro
Categoria: Heterossexual
Contém 491 palavras
Data: 21/05/2014 08:08:46

Mirian e Nair, 17 anos, gêmeas, estudantes, vivendo tranquilamente com nossos pais, ele bem liberal, ela mais restritiva.

Namoradoras, mas sem maiores incursões ao sexo, apenas beijinhos e amassos, Nair mais sapeca que eu.

Não tínhamos segredos entre nos, uma contava a outra tudo que fazíamos, incluindo atividades na área sexual. Por isso, Nair me relatou estar namorando Ricardo, um rapagão nosso colega, que ele a estava introduzindo num modo de viver chamado bdsm, absolutamente liberal, ela escrava dele, sendo surrada, torturada, mas se deleitando com as dores, chegando a deliciosos orgasmos, podendo trepar livremente, desconhecendo o significado da palavra ciúme. Fiquei curiosa e tentada a seguir os passos de minha irmã.

Por outro lado, Ricardo era de boa família, de tal sorte que nossos pais apoiaram o casório dele com Nair, logo concretizado, os dois mudando para uma cidade próxima. onde o marido, já formado, com 23 anos trabalhava.

Nair me telefonou, irmã minha vida de casada esta uma coisa de doido, levo 2 a 3 surras de chicote por dia, sou amarrada, torturada com ênfase nos peitos e buceta, vou a orgasmos incríveis com as dores, trepo a toda hora com o maridão e vários amigos dele, fumo abertamente, bebo alcoólicas fortes, uso roupas ousadas, daquelas que mamãe não deixava, vamos a casas de swing, estou uma puta e como estou gostando. Minha buceta molhou a calcinha de tão encharcada.

O tesão me dominou, não conseguia dormir sem tocar várias punhetas, dormindo sonhava estar participando de orgias, mas, apesar de tudo, continuava virgem. Um professor, na escola me cantou, propôs trepar comigo. Em outros tempos lhe daria uma bofetada e o denunciaria à diretoria. Agora, alucinada de tesão, aceitei, cobrando dinheiro por tal decisão. Uma excelente foda, me livrei do meu cabaço, ganhei uma bolada, procedi como uma puta. Comprei 2 dildos, minhas bronhas noturnas passaram a incluir penetrações anais e vaginais. Contei o acontecido a Nair, ela comentou: minha irmã já é puta, manda brasa Miriam. Outras fodas a dinheiro sucederam a essa primeira.

Algum tempo depois, Nair me telefonou: o filho do patrão do meu maridão, Alberto, um rapagão, picudo, já me comeu várias vezes, me disse estar querendo achar uma moça pseudo família, no entanto devassa, para casar e levar uma vida livre, tal como minha. Indiquei você, ele vai te procurar, te entrega.

Nosso 1º encontro, um beijo, rumo ao motel, uma ótima foda, todos meus buracos usados com maestria. Uma paixão fulminante, noivo abastado, aprovação plena dos pais dele e meus, rapidamente nos casamos, lua de mel num clube de nudismo, fomos morar numa senhora casa doada pelos pais dele.

Ricardo e Alberto são muito amigos, os dois juntos tem uma condição financeira invejável, suas esposas, eu e Nair, são escravas sexuais, putas, somos usadas indistintamente pelos 2 nas surras, nas torturas, nas fodas, nas orgias apesar do que estão concluindo seus ensino médio, comemorando esse fato já esta acertada uma grande suruba festiva.

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