O SENHOR DOS ANÉIS – CAPÍTULO 6

Um conto erótico de KRÉU
Categoria: Heterossexual
Contém 2371 palavras
Data: 04/08/2014 19:57:05

Continuação do capítulo 5

—Se você quiser...

—Eu quero!

Jason girou a poltrona e abriu o zíper. Seu pau estava começando a endurecer. Desde os tempos de High School quando “trocou” experiências com outros meninos, que se afirmou como hétero e nunca mais se envolveu com pessoas do mesmo sexo. Naquele momento em seu escritório lembrou-se de Timmy seu “best friend”. Foi com Timmy que aos 15 anos perdeu a virgindade masculina e com quem aprendeu a conjugar o verbo “To suck”. Sentiu saudades dos velhos tempos e por isso ficou excitado. Mário vendo o gigante se espreguiçar aumentando seu volume, mais parecendo um baiacu se sentindo ameaçado. O menino exclamou:

—Vixe, Seu Jason! É grande e grosso por demais! Num sei como Dona Helen aguenta...

—Pega! Pode pegar!

Mario ajoelhou no meio das pernas do gringo e segurou a vara americana com as duas mãos. Tímido, mas ansioso para provar o novo brinquedo que latejava em suas mãos. Mário babava e começou a mamar sem perder tempo. Esse caboclinho sabia mesmo mamar numa vara. Mamou e sugou com vontade até quando Jason gozou e Mário sorveu a porra quente do Mr. Jason até a última gota. Depois enquanto recuperava o fôlego, ouviu Jason perguntar:

—Quer tentar ver se você aguenta?

—NÃO! Seu Jason se eu der pro senhor vou ficar arrombado!

—A gente pode ir metendo um pouquinho de cada vez. Hoje, a gente só mete um pouquinho da cabeça até quando você aguentar a cabeça toda; depois a gente mete mais até você suportar tudo. Eu não ia querer deixar você arrombado porque poderia me causar problemas. Se você já deu antes, deve se acostumar depressa.

—O senhor tem vaselina aqui no escritório?

—Não! Aqui não tem.

—Então vou buscar depressa. O senhor me espera?

—Se você não demorar eu espero!

Mário correu em casa e pegou a vaselina. O moleque era sabido e conhecia o quanto a vaselina ajuda. Ia sair correndo quando foi interceptado por sua mãe, a Cleuza da menopausa.

—Por que esse desafogo todo Mário? Vai tirar seu pai da forca?

—Não mãe! Vou fazer um servicinho pro seu Jason...

—Diga pra ele aparecer pra tomar um cafezinho, filho.

—Digo sim! Tchau!

Mário chegou esbaforido no escritório e ouviu Jason falar lá do banheiro:

—Tranque a porta a chave e venha aqui no banheiro.

—A mãe falou pro senhor passar lá pra tomar um cafezinho...

—Vou passar... Dá aqui a vaselina.

Jason lubrificou com carinho a cabeça do seu pau e desceu o calção do jovem adolescente que se posicionou apoiado na pia com as pernas bem abertas. Em menores proporções, mas era uma bunda moreninha e roliça igual à da sua mãe. Jason lubrificou também o anel de couro do menino que já era meio frouxinho, evidenciando que já levara muita pica antes. Jason sabia que tinha que meter com força para a cabeça entrar antes que o menino tivesse tempo de reagir e assim o fez. Meteu forte e...

— AAAAIIII! Cacete Seu Jason! TÁ DOENDO! TIRA!

— É assim mesmo... Logo vai parar de doer...

—Aaaiii! Meu Deus! Seu Jason... Tá doeeendo...

Jason sabia que não podia avançar e por isso parou ali, só com a cabeça dentro. Mário precisava de tempo para se acostumar.

—Viu? A cabeça entrou todinha e você está aguentando bem...

— Tá doeeendo muito...

—Mas a sua bundinha é muito fofinha. Você é muito corajoso... Tá aguentando bem... Se fosse outro estaria gritando.

—Tá doendo... Mas tô gostando... É bom demais... Enfia mais um pouquinho...

— Não! Hoje vai só a cabeça. Já disse que não quero machucar você. Vou tirar e botar de novo.

Jason foi tirando bem devagar.

—Num tira não... Tá bom...

Jasou tirou e meteu novamente.

— AAaaiiii... Aaaiiii! Doeu menos agora! Tá bom... Num tira não...

—Tenho que tirar Mário... Se eu gozar, vou meter o resto com tudo e aí sim você vai ver o que é dor. Acho que chega agora. Outro dia a gente faz mais...

—Tava bom... Huuummm... SAIIIIU!??

—Foi um bom começo Mário. Devagar você vai se adaptando... Agora vai e diz pra sua mãe que qualquer hora eu passo lá.

—Mas vai mesmo, hein! Ela está muito agradecida pelo sua ajuda.

—O prazer foi meu, pode crer!

Mario saiu contente. “Eu vou aguentar ele! Gente! Que pica grossa! Nunca pensei que existisse uma vara dessa grossura!” Já o Jason também ficou pensando:”Não é que o mesticinho aguentou bem?. Logo ele vai tá aguentando tudinho dentro igual a mãe dele.” Sentiu falta de Paola. “Bem que a Paola podia estar aqui agora. Vou ter que esperar até depois do almoço. Ah! Vou dar uma volta por aí.” Jason saiu meio que sem destino e resolveu passar em casa. De longe avistou Manon estendendo umas roupas no varal. Procurou evitá-la e deu a volta por trás das casas e quando viu, pisou num monte de cocô de cachorro.

—Bitch! What’s the fuck! Dog’s excrement! (Porra! Que merda! Cocô de cachorro!)

Esperanza, mulher de Estéban, que estava colhendo umas hortaliças ouviu a exclamação raivosa de Jason e falou:

— Senõr Jason! Venga acá banãr sus pies! Acercate más! (Senhor Jason! Venha cá lavar seus pés! Aproxime-se mais!)

Esperanza cheirava a primavera. A jovem cubana no auge do esplendor físico e mental, bonita como são em geral as cubanas, vestia uma saia comprida e rodada, muito colorida. A blusinha, como as demais cubanas, trazia amarrada acima do umbigo deixando à mostra uma barriguinha enxuta e um umbigo delicioso e convidativo. Não era do tipo mulherão, mas era bem definida nas formas: cinturinha fina, ancas bem delineadas e uns peitinhos pequeninos, porém durinhos. Na cabeça, trazia um lenço que escondia seus cabelos quase pixains. Das mulheres da vila era a mais escurinha, sem chegar a ser negra. Feições finas, olhos negros, muito negros e uns lábios carnudos e rosa na parte de dentro. Jason andou nos calcanhares até a porta dos fundo da casa de Estéban e Esperanza veio com uma mangueira e uma vassoura. Ajudou a lavar as botas de Jason e agachada, ficou com o rosto bem de frente aos quadris de Jason. O volume sob suas calças não lhe passou despercebido. Já ouvira comentários sobre os dotes do patrão do seu marido, mas não tinha dado muito crédito. Atribuía o falatório às fofocas de mulheres, mas agora, vendo assim de tão perto, concluiu que não era só falatório. Sua boca ficou seca e um nervosismo tomou conta dela. Começou a suar enquanto dava os retoques finais na limpeza das botas do americano. Jason, de pé podia ver de cima parte dos seios durinhos da cubana. Quase que instintivamente seu pau começou a endurecer. Tentando se desconcentrar, Jason perguntou:

—Suas crianças estão na escola?

—Solamente Andrés. Sebastian está bromeando com otros niños. (Somente Andrés. Sebastian está brincando com os outros meninos.)

Esperanza falava olhando para Jason e se distraiu direcionando a mangueira de água para a perna do americano, molhando sua calça bem acima do joelho esquerdo.

—Perdón señor! Voy enjugar su pierna! (Desculpa senhor! Vou enxugar sua perna!)

Rapidamente, tirou o lenço da cabeça e começou a enxugar a calça de Jason. Claro que iria tocar no monstrinho que estava esticado daquele lado. Esperanza retirou a mão rapidamente quando sentiu que tocara onde não devia, ou será que devia?

—Mejor sacar las pantalones... (Melhor tirar as calças...)

—Não posso tirá-las. Não vê como estou?

—No me importo! Entre pronto! (Não me importo! Entre logo!)

Jason não queria (queria sim, é claro!) e tentou resistir ao convite, mas foi puxado por Esperanza para dentro.

—Saca presto las pantalones, presto! (Tira logo as calças, anda!)

Quando Jason tirou as calças e seu gigante estufou a cueca samba canção, Esperanza arregalou os olhos.

— No ló creo! Madre de Dios! Que pene boludo! (Não acredito! Mãe de Deus! Que pênis grande!)

Jason deu um passo em sua direção e Esperanza apenas pediu que a levasse para a cama. Jason pegou-a no colo como uma pena e a levou para o quarto do casal. Esperanza arfava de excitação e medo. Nunca traíra antes o marido e estava a um fio de fazê-lo. Tirou a blusa e soltou os colchetes que fechavam sua saia que logo foi parar no chão ao lado da cama. Pense numa mulher bonita. Seu corpo brilhava a luz do sol que entrava pelas vidraças da janela; roliço em toda sua extensão. O monte de Vênus reluzia em sua negritude brilhosa. Os mamilos roxos duros apontando para o teto subiam e desciam acompanhando o ritmo de sua respiração acelerada. Jason tirou o resto da roupa e seu corpanzil peludo mostrou-se com toda sua exuberância. O vergão fálico, roxo apontando para frente latejava. Esperanza, apesar de já ter sido mãe duas vezes tremeu nas bases.

— Señor Jason... Tenga compasíon... No me hay a herir... (Senhor Jason... Tenha compaixão... Não me machuque...)

Jason não resistiu ao cenário. Esperanza era belíssima! Jason subiu na cama pelo lado dos pés e afastou as pernas roliças e quentes de Esperanza, vendo surgir sua vagina rosa carmim como uma flor se abrindo para seus olhos. Jason venerou aquele corpo feminino aparentemente frágil, mas que ardia de desejo. Beijou-as nas pernas e coxas e subiu roçando sua barba espessa pelas coxas de Esperanza. A jovem cubana estava com os olhos fechados e duas lágrimas rolaram de seus olhos; lágrimas de excitação e de saber que o que estava para fazer não era certo. Trair seu amado esposo, mas como resistir ao apelo irresistível da carne? Jason aprofundou seu rosto barbudo e lambeu a vulva quente e molhada de Esperanza. A jovem soltou um longo e profundo suspiro e abriu mais ainda as pernas. A língua grossa e molhada de Jason mergulhou em sua vagina e Esperanza gritou de prazer ao sentir seu clitóris sendo estimulado pela língua do gringo. Mais uma lambida como fazem os touros antes de montar na vaca e Esperanza gozou apertando a cabeça de Jason com as pernas. Jason subiu mais ainda passando pelo lindo umbigo da jovem e chegou aos mamilos duríssimos de Esperanza. Seu naco volumoso já se encontrava na entrada do túnel secreto que levava ao paraíso terreno. Empurrou um pouquinho.

—Hããm... AAARRF...

Com a cabeçorra já alojada na antessala quente e molhada, Jason avançou delicadamente enquanto sugava os seios da mulata cubana. Seu monstrinho ia preenchendo o vácuo vaginal alargando os anéis vaginais que estimulados, tentavam estreitar a passagem, aumentando ainda mais o prazer de ambos amantes. Havia um ar de serenidade e paz naquele ambiente de cópula consensual. A pele da jovem estava toda eriçada; seus pelos arrepiados e seu coração batia acelerado. A vara de Jason entrava apertada obrigando-o a fazer mais força para que entrasse toda. Esperanza serpenteava seu corpo na cama e o unhava nas costas peludas com carinho. Pareciam dois velhos amantes, pois não havia a voracidade de uma primeira vez. Calma e serenamente ele chegou ao fim da jornada e quando sentiu seus pentelhos esmagados contra a vulva de Esperanza começou a bailar fazendo o tradicional “moonwalk” de Michael Jackson, indo pra frente e vindo pra trás. Seu volumoso saco peludo batia nas popas macias de Esperanza toda vez que sua cabeçorra rombuda batia à porta de seu útero. Esperanza gemia e se contorcia de prazer e quando gozou teve um estertor tão violento que levou Jason junto com ela.

—Yeh! Oh! Oh my God! It’s coming... !’m going now! AAAARRRRGGG!

Passados uns segundos, Jason recomeçou e Esperanza embalada pelo primeiro orgasmo começou uma série sucessiva de orgasmos. Jason sabia fazer uma mulher sentir prazer. Essa, além do longo tempo de ereção, era sua principal característica. Sabia deixar uma mulher saciada e por que não dizer, esgotada? Depois de quase meia hora nesse bailado “fellinico”, Esperanza pediu que Jason parasse.

—Mejor entrajar nuestras ropas. Mi hijo Sebastian hay a llegar... (Melhor nos vestirmos. Meu filho Sebastian está para chegar...)

Jason vestiu-se, beijou Esperanza nos lábios e ia saindo quando ouviu:

—Jason! Fue muy sabroso, pero que no me gusta repetir. Mi esposo es muy bueno para mi! Yo lo pido! (Jason! Foi muito bom, mas não gostaria de repetir. Meu esposo é muito bom para mim! Eu suplico!)

Esperanza disse isso com os olhos cheios de lágrimas. Jason saiu pelos fundos e foi para casa trocar de calça. Logo Helen chegaria para o almoço e ele resolveu esperá-la em casa. Almoçaram felizes. Helen já estava mais corada e perguntou antes de sair:

—Are you “miss” me? (Está com “saudade” de mim?)

—Oh Yes! Tonight... (Sim! Logo mais à noite...)

—OK! By dady!

Jason foi para o escritório ansioso por Paola, mas para sua surpresa lá estava Pâmela, a irmã de 14 anos de Paola.

—Senhor Jason a Paola está com febre. Acho que é garganta inflamada. Miréia mandou que eu viesse no seu lugar. Tudo bem?

—Tudo bem. Mas você não deveria estar na escola?

—Tanto faz! A gente chega lá a professora Helen passa um montão de dever e vai para o gabinete do professor Jhared. Ficam lá em reunião um tempão... Num sei que tanta reunião é essa. Às vezes eles fazem reunião até três vezes por semana.

Jason viu claramente o porquê do esgotamento de Helen. Como diz o ditado: “Quem com ferro fere, com ferro será ferido.” Mas tudo bem! “Aquilo” depois que lavou e secou, tá novo de novo.

—Mas Pâmela, eu gostaria muito de saber um pouco mais da vida de vocês desde os tempos em que moravam em Cuba e que sua mãe morreu. Você é capaz de contar?

—O que o senhor quer saber mais? Paolo me disse que já lhe contou...

—Mas eu queria...

—Senhor Jason eu e minhas irmãs não temos segredos entre nós. Eu sei que ela lhe contou tudo. Contou até o que nosso pai fazia comigo e com Paloma e sei também o que a Paola e o senhor fizeram aqui no escritório. Quando eu vim pra cá pro escritório, sabia que o senhor ia querer fazer comigo também. Portanto, não precisa perder tempo tentando me seduzir. Se a Paola gostou é porque o senhor é bom nisso e se o senhor quiser, eu deixo o senhor fazer o que quiser.

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Kréu a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível