SIMBIOSE - 1

Um conto erótico de dickbh
Categoria: Heterossexual
Contém 813 palavras
Data: 17/03/2017 15:57:56
Assuntos: Heterossexual

Simbiose é a interação entre espécies diferentes que vivem juntas, sendo uma necessário para a sobrevivência da outra. No mundo da putaria também existe uma simbiose perfeita: a puta, o corno e o comedor. A puta é uma mulher sexualmente frustrada, cuja vida conjugal estaria fadada ao fracasso se não pudesse extravasar suas fantasias com outro. O corno é o marido/noivo de uma mulher que não consegue ter uma vida sexual minimamente satisfatória por causa de sua incompetência física (pau pequeno) ou mental (não consegue enxergar que sua mulher necessita de um sexo mais vigoroso). O comedor é o macho alfa do casal. É o elo que mantém unido o casal, que permite a realização sexual da mulher e a certeza do corno que ela não o vai deixar. No caso concreto deste conto, é a estória envolvendo Caroline, uma noiva sexualmente frustrada com seu noivo Renan, o futuro corno, e Valerio, o comedor e futuro dono do casal. Tudo começou quando um amigo comum de Valerio e Caroline comentou que estava pegando uma linda e gostosa morena, e que o namorado dele não lhe dava atenção, e que havia terminado o curso de enfermagem, e estava procurando trabalho na área. Como possuo contatos na área médica pedi que ele passasse meu telefone para que ela me ligasse e trouxesse o currículo. Sabendo da minha fama de pegador, ele ainda brincou dizendo para que eu não mexesse nas gavetas dele. Na semana seguinte recebi pela manhã um watsap da Caroline. Se apresentou e disse que estava com o currículo, e que inclusive naquele dia iria até minha cidade para resolver um assunto no Coren. Ela morava numa outra cidade da região metropolitana, e aproveitei que tinha a tarde livre e pedi que viesse com o currículo, que enquanto almoçávamos poderíamos conversar mais sobre o trabalho. A encontrei e a levei a um bom restaurante. No trajeto reparei que ela pegou o livro “50 Tons de Cinza” que minha esposa havia deixado no porta documento da porta do passageiro e o folheava. Quase não conversamos até que após consumir o segundo de vinho. Já mais soltinha, ela mesma tocou no assunto do sexo, fazendo perguntas sobre o livro. O papo fluiu por esse assunto e logo pude perceber que ela era quase uma virgem naquele mundo da alcova. Seus olhos brilhavam a cada detalhe que contava do livro. Deixava claramente transparecer que queria viver a fantasia de ser Anastasia Steele, e eu vi a chance de ser seu Christian Grey. Deixei claro que eu tinha experiência com mulheres, que tinha a imaginação fértil no mundo do sexo, lhe entregando de presente o livro quando a deixei no local onde ficaria. A beijei no rosto rente a boca, além de ter-lhe apertado firmemente os longos cabelos negros como forma de mostrar minha superioridade sobre ela. Três dias após nosso primeiro encontro ela voltou a me contatar por watsap dizendo que já havia terminado de ler o livro e que havia ficado encantada com a narrativa do conto, e após uma breve exitação, acabou revelando que se masturbou todos os dias vivendo a fantasia de ser Anastasia. Disse de pronto que seria seu Christian Grey, e que iríamos realmente viver tudo aquilo que ela havia lido e gostado. Fizemos um contrato verbal do que poderia ou não poderíamos fazer, sendo certo a mandei tirar fotos nuas e vídeos se masturbando para mim. Ordenei, ainda, que sairíamos na semana seguinte, e que nesse interregno ela estava proibida de transar com o namorado, que dissesse que estava com infecção vaginal e no máximo faria um boquete nele, ocasião em que ela disse que nunca havia engolido porra porque ele tirava antes de gozar. Falei então que sua primeira porra a ser engolida seria a minha. Trocávamos zap diariamente. Cada dia minha putinha se mostrava cada vez mais solta para revelar suas fantasias sexuais. Queria ser amarrada, subjugada, vendada, apanhar e servir como minha escrava sexual. E em obediência irrestrita me encontrou num movimentado shopping da cidade usando um curso e sexy vestido, sem sutiã ou calcinha. Mesmo envergonhada caminhou até minha mesa, sob os olhares dos demais homens, me beijou na boca e se sentou, aguardando minha ordem. Nossa relação estava indo de vento em popa quando ela acabou por revelar que iria terminar o namoro, exatamente quando foi pedida em noivado, porque não mais sentia prazer em transar com Renan, seu primeiro e único namorado. Sob meu pedido (não ordem) a aconselhei não tomar aquele atitude, porque mesmo não sendo o macho que ela queria que ele fosse, ele gostava dela e a tratava com carinho. Que Ramon seria seu conjugue e eu seu macho. O que faltava nele ela teria em mim. Ela aceitou no noivado, desde que eu não a largasse. Assim passamos a manter uma união estável de cunho sexual. (gigabytebh50@gmail.com)

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