Comendo a Sogra

Um conto erótico de Eucomo Gordas
Categoria: Heterossexual
Contém 822 palavras
Data: 04/05/2017 17:42:24
Assuntos: Heterossexual, Sogra

Tudo começou numa festa de família, onde minha sogra bebeu um pouco mais (e sempre que ela bebe, sobe um fogo naquela mulher e ela agarra qualquer homem que passar na frente). Nessa ocasião, a música rolando solto, eu tirei ela pra dançar. Eu já com segundas intenções, pois sempre quis comer ela mas nunca tive coragem de “chegar junto”. Dançando, meu pau já endureceu e começou a bater nas coxas dela. Ela percebeu. Mas acho que gostou, pois não falou nada. Quando acabou a música, fomos cada um para um canto. Em dado momento eu vi que ela foi para a cozinha e eu fui atrás. Olhei pros lados e não vi ninguém, e senti que aquele era o momento de agir. Cheguei por trás e já levei as duas mãos na cintura dela, que se assustou. Eu disse: -OH la em casa. E ela: -olha o respeito, guri!

E ficou só nisso. Quando fomos embora, fui dar os tradicionais beijinhos de tchau, e beijei os lábios dela. Eu estava bem nervoso do que poderia acontecer depois que passasse o efeito da bebida nela, se ela iria me entregar ou não. Mas ela nunca tocou no assunto. Sempre que ia nos visitar, eu sempre dava o terceiro beijo nos lábios dela, sem ninguém perceber. Eu sentia que ela queria, mas que ao mesmo tempo estava com receio, assim como eu.

Entao em outro almoco, ela novamente bebeu um pouco a mais, e eu senti que devia dar mais um passo. Novamente a mesma jogada, esperei ela ir pra cozinha, me certifiquei que não havia ninguém por perto e fui atrás. Ela me viu e eu pedi um abraço. Eu a abracei e beijei seu pescoco, e ela arrepiou. Olhei pra ela, dentro dos olhos. Eu sentia que ela queria. Meu pau duro, encostando na barriga dela. Dei um selinho nela. Ela: -tu estás louco? E se alguém vir?

Eu: - Estou doido mesmo, faz tempo que te desejo.

Ela: -eu também, mas não podemos.

E me largou e saiu da cozinha. Não passou disso.

Após este fato, não precisava mais ela estar “altinha” pra gente se enroscar. Sempre que dava a oportunidade, eu a abracava forte e tascava um beijo nela. Tudo bem escondido, e com a adrenalina a mil. E um domingo, minha esposa iria prestar concurso em outra cidade, aqui perto, e fomos almoçar na casa dos sogros. O almoço saiu cedo, pois ela ainda tinha que pegar a estrada. Eu disse que ficaria na casa dos pais dela até ela voltar e me pegar. Meu sogro após o almoco, foi dormir um pouco (ele sempre faz isso). Então eu agarrei a sogra velha e nos beijamos forte e cheios de desejo. Minha mão correu solta pelo corpo dela. Apertei e apalpei a bunda dela, peguei nos peitos dela… ela disse pra gente parar, pois não estava mais aguentando. Sentamos no sofá pra olhar TV. sentamos separados. Mas logo eu fui para o lado dela e a abracei. Comecei a acariciar os seios dela, fui beijando o pescoço dela, levei a mão na buceta dela por cima da calça. A velha enlouqueceu. Se levantou e foi sentar em outro sofá. Estava inquieta. Nervosa. Se levantou e foi até o quarto espiar o marido. Viu que ele estava ferrado no sono e voltou, me pegou pela mão e disse: - Vem.

Ela me levou para o banheiro, demos uns amassos bem gostosos, e ela pela primeira vez agarrou meu pau. Por cima da calça ainda. Ficou me alisando enquanto me beijava. Logo se ajoelhou, baixou minhas calças e me chupou. Chupou com vontade. Bem gostoso. Me deu vontade de gozar na boca dela, mas me segurei. Ela então se levantou, baixou a calça, virou a bunda pra mim e se encostou na pia e disse: -me come logo, seu safado!

Eu, sabendo que corríamos risco e não tinhamos muito tempo, soquei o pau na buceta dela, melada que estava e quente, e com uma mão botei no ombro dela e a outra agarrei seu cabelo. E meti forte. Sentia a bunda dela batendo em minha perna. Aquela bunda macia. A velha urrava de prazer. Acho que fazia tempo que não transava. Soquei com força nela e senti um líquido escorrendo na minha perna. Ela havia gozado. E gozado muito. Aquilo me excitou e logo enchi a buceta dela com o meu leite. Ficamos ofegantes por um instante, limpei o pau com papel higienico e logo colocamos a roupa e saímos de volta pra sala. Eu pedi pra ela trocar de roupa e colocar um vestido, pra eu ficar tocando uma siririca nela. Ela foi. Atolei dois dedos na buceta dela. Tinha que aproveitar, pois não sabia quando teria nova oportunidade. Fiz ela gozar novamente. Ela disse que estava louca pra sentar no meu pau, mas logo ouvimos movimento no quarto e paramos de nos bulinar. Meu sogro acordou e acabou nossa alegria.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Zidane a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

ador um coroa safado com sua sogra

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom adoro uma coroa safada!!!

0 0
Este comentário não está disponível
Foto de perfil genérica

A sogra? Isso é raro, mas quando a sogra é putona assim...

0 0
Este comentário não está disponível