Casa dos Contos Eróticos

As coisas acontecem quando menos se espera.

Autor: casalmenage
Categoria: Heterossexual
Data: 16/06/2017 16:42:05
Nota 9.75
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Olá amigos.

Volto para relatar mais uma de nossas brincadeiras noturnas.

As coisas acontecem quando menos esperamos. Não é mesmo?

Era uma quarta feira. A casa estava com o movimento fraquíssimo. Apenas alguns casais no bar, próximo a pista de dança. Dentre eles, nós. Passava das 2 horas da manhã. Resolvemos dar mais uma caminhada pelos labirintos da casa e dar algumas espiadas nos cantos e saletas escuras.

Olhamos em todos os possíveis cantos e salas, mas, estava tudo vazio, ninguém queria nada com nada. Foi quando entramos num corredor e nos deparamos com um rapaz de mais ou menos 25 anos. Estava sentado num sofá, na passagem do corredor. Estava com os olhos fechados, sua cabeça encostada à parede, sua calça estava aberta, sua rola estava fora da calça, ele massageava a rola suavemente. Ficamos ali, parados, observando-o por alguns minutos.

Lilian olhou para mim e sorriu. Colocando-se na ponta dos pés cochichou em meu ouvido: “acho que achei algo para fazer a noite valer a saída de casa”. Não lhe disse nada, apenas sorri. Ela continuou a comentar: “essa é diferente, gostei da grossura, é uma bela rola”.

Realmente, era uma rola de mais ou menos seus 20 cm, sua grossura era um pouco acima do normal. Se for comparar, posso dizer que sua circunferência era aproximada ao fundo de um copo americano.

Soltei sua mão, ela se aproximou do rapaz, que ainda estava de olhos fechados. Sentou-se ao lado dele, momento este que abriu os olhos e virou a cabeça na direção dela. Ela sorriu e lhe perguntou: “quer ajuda”? Ele sorriu e soltou a rola. Só então pudemos ter a noção exata do tamanho e grossura do mastro do rapaz.

Lilian segurou a rola do rapaz e começou a masturba-la lentamente, fazendo com que a cabeça do cacete ora ficasse totalmente coberta e ora despontasse totalmente. Sua rola era bem torneada, a cabeça parecia um grande cogumelo, bem torneado.

O rapaz a observava brincando com sua rola. Olhando-a e esboçando um sorriso malicioso. Ela levou sua boca ao encontro da dele, trocando beijos e mordiscos nos lábios um do outro. Minha rola endureceu a ponto de doer de tesão. Não demorou a levar sua mão entre as coxas dela e encontrar sua bocetinha (acredito já estar molhadinha de desejo). A outra mão se ocupou em colocar os seios dela para fora do vestidinho, levando sua boca até eles e mamando-os deliciosamente.

Ela se curvou e levou a boca até a rola do rapaz. Aproximei-me e sentei ao lado dela, observando-a a tentar colocar aquele grande cogumelo entre seus lábios. O que não foi nada fácil de fazer. Conseguiu, com muito jeito, colocar apenas a cabeça na boca, pois, não cabia mais que isso.

Enquanto chupava a cabeça daquele mastro suas mãos subiam e desciam em movimentos semicirculares, fazendo o rapaz respirar mais forte.

Levantei a perna dela e a apoiei no assento do sofá, debrucei-me e levei minha boca até sua boceta, que, realmente, estava muito molhada. Chupei aquela delicia de boceta. Seu clitóris estava durinho, os lábios de sua boceta estavam inchados e sensíveis. Enquanto chupava e beijava sua bocetinha o rapaz acariciava o clitóris da Lilian. Ficamos assim, por um bom tempo, ali, ninguém estava com pressa.

O rapaz tirou uma camisinha do bolso de sua calça e, com cuidado a colocou na rola (não chegou até o final, ficou um pouco abaixo da metade do cacete). Minha esposinha deitou em meu colo, virando a boceta na direção do rapaz.

Ele apoiou um joelho no sofá, a outra perna deixou apoiada no chão. Uma das pernas da Lilian ele colocou no encosto do sofá enquanto a outra apoiou em seu braço. Do bolso da calça ele tirou um sachê com lubrificante, abriu o pequeno envelope e colocou o lubrificante na ponta da rola, espalhando-o em seguida pelo cacete.

Segurando firme o duro mastro o aproximou de entrada da boceta da Lilian. Deu algumas passadas de rola entre os lábios da bocetinha, direcionando-o, em seguida, na entradinha dela.

Lentamente forço a cabeça da rola para dentro dela. Ela fechou os olhos e respirou com força, fazendo o ar passar por entre seus dentes. Notei que naquele momento ela sentia um misto de prazer e dor, o que lhe deu mais tesão ainda. Segurou firme e apertou minhas mãos.

Novamente ele tirou o pouco que tinha penetrado e, novamente a penetrou, fazendo, dessa vez, entrar um pouco mais. Aos poucos a rola do rapaz foi sendo engolida pela boceta da Lilian. Ela estava mais relaxada, seus rostinho, agora, transmitia apenas tesão. O rapaz aumentou a frequência dos movimentos. Levei as mãos até a boceta dela e afastei os lábios, deixando-a mais aberta e mais receptiva. A rola dele sumiu por inteira. Os gemidos da Lilian tomavam conta do corredor. Curvei-me e a beijei. Seus beijos estavam molhados e quentes, sua boquinha salivava de prazer.

Passado um bom tempo naquela posição o rapaz pediu para que ela ficasse de quatro, ela não demorou a atender ao pedido. Ajoelhado atrás dele, novamente ele posicionou a rola na boquinha da bocetinha dela e a penetrou, dessa vez com maior facilidade.

Levei minhas mãos aos seis peitos, que se movimentavam acompanhando o vai vem de seu corpo, que acompanhava o vai vem dos quadris do rapaz. Seus biquinhos durinhos de tesão roçavam suavemente na palma das minhas mãos.

Ela abriu minha calça e trouxe minha rola para fora, abocanhando-a deliciosamente e mamando muito gostoso. Seus gemidos eram abafados pela minha rola. Levei minha mão até seu clitóris e, enquanto ele a fodia eu acariciava seu clitórizinho, durinho e cheio de tesão. Ela foi tomada por espasmos e gozou gostoso na minha mão e na rola do rapaz. Mesmo com ela gozando ele não parou de foder sua bocetinha, isso fez com que o gozo dela fosse mais intenso e prazeroso.

Minha rola estava praticamente quase inteira na boquinha dela. Não aguentei por mais tempo e explodi em jatos de porra que escorriam pelos cantos de seus lábios. O rapaz a segurou firmemente pelos quadris e penetrou inteiro na boceta da Lilian. Os joelhinhos dela saíram do sofá, ele explodiu dentro de sua boceta.

Ficamos por alguns minutos ali, sentados, recuperando as energias. Conversamos um pouco, nos apresentamos e depois seguimos nossos caminhos.

Na volta para casa conversávamos sobre o acontecido, acabamos tendo que parar num drive, algo que muito nos excita também.

Alias, foi muito bom, pois, lá, naquele drive, aconteceu o inusitado.

Bem, mais isso é outro relato.

Abraço a todos.

Comentários

26/07/2017 19:18:11
O inesperado ainda que desejado talvez seja o mais agradável dos prazeres. Prazer programado é bom, contudo, aquele que "cai do céu", meu deus, que loucura! Delirei com mais essa aventura de vocês. Amei.
09/07/2017 11:33:26
Delícia entregar assim a esposa gostosa. Adoro ver a minha gozando assim!
05/07/2017 21:59:33
gostei , ótimo conto
18/06/2017 01:30:11
Adoro casais bi!!!
16/06/2017 19:17:39
Ótimo conto, casas de swing são ótimos locais pra quem procura o inesperado, pois todos estão na mesma intenção, mas ninguém sabe o que vai acontecer.

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