Casa dos Contos Eróticos

2 | Fruto Proibido - A Melhor Amiga da Minha Filha

Categoria: Heterossexual
Data: 12/08/2017 01:53:26
Nota 10.00
Assuntos: Heterossexual
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Tudo que é proibido, dizem que é melhor. Talvez pelo senso crítico dentro de cada um de nós, deixamos de aproveitar certas oportunidades que estão bem à nossa frente. A dúvida sempre permeia e a imagem que nos vem à cabeça, são do anjinho brigando com o capetinha, um em cada ombro. Devo ou não fazer?

Minha filha entrou na faculdade de veterinária e como ela é muito espirituosa e gosta muito de fazer amigos (assim como o seu pai), em pouco tempo ela começou a levar algumas amigas pra casa. As visitas de suas amigas eram por motivos diversos, desde estudos até a visitas informais mesmo.

Certa vez, conversando, minha filha me confidenciou sobre uma amiga que adorava visitar nossa casa alegando que ela gostava da minha presença em casa. Não entendi muito bem o que ela quis dizer, mas ela logo deu o seu jeito de explicar:

- Ah pai, ela gosta porque o senhor trata todo mundo bem, oferece lanches, sempre dá uma carona para o ponto de ônibus.

Eu também pensei dessa forma. Mas a sua amiga, Alessandra, era justamente a que mais frequentava nossa casa. Minha esposa não dava muita atenção pra isso, cheia de preocupações com o seu trabalho, sempre ativa de alguma forma, via isso como algo normal. E sendo sincero, minha rotina na vida de casado não era ruim. Mais aí me aparece essa tal de Alessandra, uma tentação em forma de mulher.

Ela tinha por volta de 20 anos, loira dos olhos verdes, corpo muito bem definido, coxas grossas e bumbum bem arrebitado. O que mais me chamava a atenção eram os seios fartos e duros, do tipo que deixa qualquer homem sem graça quando se está na presença de algo assim. E na minha cabeça era demais pensar em algo relacionado à Alessandra. Era amiga da minha filha e mais importante que isso, eu era casado. Pensar em desapontar minha esposa e por em risco o meu relacionamento, talvez não fosse a melhor ideia.

Porém o tempo foi passando e a amizade entre minha filha e a Alessandra foram aumentando ao ponto da amiga dormir na nossa casa nos fins de semana. As duas ficavam até tarde assistindo filmes e séries no quarto da minha filha e definitivamente isso não me incomodava.

Uma certa noite acordei por volta das 2h da manhã para ir ao banheiro. Tinha perdido um pouco do sono e aproveitei para ir urinar e beber uma água na cozinha. Não me lembre que tinha visita em casa e fui apenas com um short pijama que uso para dormir. Primeiro fui à cozinha, tomei um copo d'água bem gelado e em seguida fui ao banheiro. Entrei no banheiro com o pau duro, por causa da vontade de urinar. Terminei e um minuto depois abri a porta do banheiro para voltar para o quarto. Quando dei de cara com a Alessandra, parada na porta do banheiro esperando eu sair. Tomei aquele baita susto! Mas ela não se assustou e pior (ou melhor, dependendo do ponto de vista), foi a olhada que ela deu para baixo, enxergando o volume que ainda se desfazia por causa da vontade de fazer xixi. Vi seus olhos brilharem, um sorriso de canto de boca e isso me deixou extremamente sem jeito. Se tivesse ficado apenas por isso, tudo bem. Mas quando fui passar por ela pra voltar para o quarto, a danada fez questão de estender a mão e passar a mão no meu pau! Aquilo me deu um susto do caralho, mas ela entrou no banheiro com o sorriso ainda mais atenuado no rosto. Ela fechou a porta e eu fiquei plantado igual besta, sem ter qualquer reação. Claro que eu não iria esperar, pois minha esposa poderia acordar a qualquer momento. Fui então me deitar.

Do meu quarto pude ouvir ela fechando a porta do banheiro e caminhando para o quarto da minha filha. E isso me fez perder o sono quase que a noite inteira.

No dia seguinte minha esposa teria que sair cedo para um plantão rápido no trabalho. Era um domingo ensolarado, um dia perfeito para fazer um churrasco em família, tomar uma cerveja e curtir o fim de semana. Acordei, levei a esposa no trabalho e voltei pra casa, com aquela cena na memória se repetindo exaustivamente. Abri o portão da casa e estacionei o carro. Quando desci do carro, Alessandra estava na cozinha, sozinha e vestindo apenas um vestidinho curto. Coisa do capeta mesmo! Não tive como não olhar pra guria, de cima até em baixo. E tentando disfarçar ao máximo o "constrangimento", fui até a pia e servi uma xícara de café pra mim. Bem servida por sinal! Vai que isso era apenas um sonho? Alessandra apenas disse um "bom dia" baixinho, sorrindo como sempre. Respondi de volta e sentei-me à mesma mesa que ela.

Os dois mudos, cada um olhando para o seu celular, acompanhando as últimas postagens da madrugada nas redes sociais. E aquilo me consumia, porque eu queria saber qual a intenção dela naquela madrugada.

- Eu começo ou você começa? - perguntei.

Alessandra olhou pra mim, colocou o celular na mesa e levantou-se. Tudo o que eu queria naquele momento era uma resposta verbal apenas, querer entender o que se passou na madrugada. Mas ela veio desfilando até mim e sentou-se no meu colo, de frente pra mim. Honestamente nem percebi o momento em que começamos a nos beijar. Eram beijos molhados, suculentos, cheios de tesão. Ela passava as mãos pelos meus cabelos, segurava o meu rosto, mordiscava minhas orelhas. Eu também agraciei o seu corpo com carinhos, apertando sua bunda quase desnuda, puxando o seu corpo para o meu. Ela rebolava e esfregava o seu corpo e eu estava completamente sem controle do meu corpo. Tudo o que eu queria era possuir aquele corpo, me entregar ao prazer proibido, mesmo sabendo que minha filha poderia acordar a qualquer momento!

Enquanto minha cabela maquinava mil coisas ao mesmo tempo, Alessandra cessou o beijo puxando os meus lábios com os dentes, de um jeito totalmente safado! Algo que a muito tempo eu não experimentava, já que com quase quarenta anos e com vários de casado, situações assim já não acontecem mais.

Ela então sentou-se na mesa de madeira, na minha frente. Abriu as pernas e apenas puxou o tecido fino da calcinha de lado. Era uma boceta linda, rosada, depiladinha. Um baita convite para me deliciar entre suas pernas. E não me fiz de rogado. Puxei a cadeira pra mais perto da mesa e comecei a morder de leve suas coxas, passando a língua em sua virilha, enquanto observava sua grutinha ficar cada vez mais molhada. Então avancei para a zona principal, tocando o clitóris apenas com a ponta da língua. Com movimentos suaves, diretos e constantes. Alessandra apoiou-se na mesa e contorcia-se com as carícias, bagunçando meus cabelos, enquanto eu me sorvia de seus meios.

Aos poucos fui explorando mais, passando a língua por toda a extensão de sua vagina, sentindo o gostinho que eu tanto adoro daquele mel. [confesso que sou extremamente apaixonado em FAZER sexo oral!]. Fui explorando um pouquinho mais e aos poucos ela ia se contorcendo, abrindo as nádegas pra que eu também lambesse o seu cuzinho. Ela gemeu com mais intensidade. Foi quando vi que ela gosta da carícia ali.

Depois de tanto chupar aquela linda e deliciosa boceta, Alessandra retribuiu o carinho. Eu ainda estava sentado na cadeira, quando ela desceu e ajoelhou-se na minha frente. Abaixou minha bermuda percebeu a ereção. Tirando o pau pra fora ela disse:

- Agora não vou apenas pegar... vou me acabar de tanto te chupar!

Que vadiazinha safada! - falei.

Alessandra começou dando pequenas pinceladas com a ponta da língua na cabeça do pau e aos poucos foi colocando cada vez mais fundo na boca. Logo ela dava algumas engolidas e engasgadas. Eu observava, segurava seus cabelos, ajeitava tudo pra que a cena ficasse perfeita na minha visão. As bolas não foram esquecidas e ela deu um trato bem gostoso nelas. Ainda segurando os cabelos dela, não resisti quando ela ficou mamando e me encarando de volta, como se esperasse algo em troca. Foi então que, segurando seus cabelos, dei um leve tapinha no rosto dela.

- Nossa, que delícia! - respondeu ela com o pau na boca. - Bate mais na cadelinha, bate!

Dei mais dois ou três tapas, forcei sua cabeça para baixo pra que ela engolisse a vara por inteira até que ela quase perdesse o ar. Quando soltei sua cabeça, Alessandra estava vermelha e com um baita sorriso na cara de safada dela. Mereceu e tomou outro tapa.

Do nada ela levantou-se, afastou a calcinha, virou de costas e encaixou a boceta no meu pau. Começou a cavalgar com vontade. Eu aproveitava para apertar aqueles seios lindos e grandes, apertando os bicos, beijando suas costas, passando uma das mãos no grelinho ou simplesmente apreciando a visão. Ela encurvou-se para frente, colocando as duas mãos no chão e aí sim a minha visão tinha ficado ainda melhor. Agora pude ver de pertinho a sua bunda trabalhando em favor de um sexo bem gostoso. Passei um dedo na minha boca, deixando ele bem molhado e comecei a brincar com o seu cuzinho. Esfreguei apenas por fora, com movimentos circulares, atiçando ela cada vez mais.

- Enfia esse dedo no meu cú, vai... enfia! - implorou ela.

Nem esperei e lentamente meu dedo entrou. Pude sentir meu pau e meu dedo próximos, separados por muito pouco. Ela cavalgava cada vez mais forte e mais intensa. Então levantou-se e sentou-se novamente. Só que agora com o cú. Lentamente ela foi descendo, dizendo o quanto gostava daquilo, que estava adorando ser enrabada pelo pai da melhor amiga...

A situação estava ficando perigosa e eu já estava com medo da minha filha acordar e nos pegar naquela situação.

De qualquer forma eu tinha que acabar logo com aquela situação para evitar algum problema pra mim. Então levantei-me e a coloquei de quatro na cadeira, bem empinada. A visão era linda. Ver aquela mulher empinada, olhando pra mim com aquele sorriso malicioso, me deixou fora de sério. E sem aviso prévio, encostei a cabeça no cuzinho dela e fui empurrando, lentamente. Ela arqueou o corpo e percebi pela sua expressão que ela realmente estava adorando ser enrabada. Logo passe a investir, dando leves estocadas e aos poucos acelerando. Vi seus cabelos loiros dando sopa em suas costas e rapidinho eu segurava aqueles fios dourados entre as mãos, puxando ela em minha direção. Com o corpo incrivelmente flexível, pude trazer seu rosto bem perto do meu sem tirar o pau de dentro dela. Passei a mordiscar sua orelha, beijar o seu rosto e com um pouco de dificuldade, pude alcançar a sua boca. Nos beijamos com muita sofreguidão, tesão e prazer. Olhei para baixo e ver aquela loira maravilhosa se remexer toda com a penetração meu deu muito tesão. Tanto que em pouco tempo a vontade de jorrar porra dentro daquele cuzinho me consumiu.

- Goza pra mim vai, goza no meu rabinho gostoso! - ordenou ela.

Estoquei mais forte, mas rápido e em pouco tempo enchi o cuzinho dela com o meu abundante mel. Ela gemia de prazer e o seu corpo tremia todo. Lentamente fui tirando meu membro de dentro dela e aos poucos o leite foi escorrendo e caindo no chão. Alessandra virou-se, me deu um beijo delicioso e foi para o banheiro. Eu, com as bermudas arriadas, tive que agilizar um pano de chão para limpar a bagunça que fiz antes que a patroa ou a filha chegasse. Mas valeu a pena.

Enfim, depois desse dia, Alessandra e eu tivemos um caso por algum tempo. Longe do conhecimento de minha filha ou esposa, o fato era que por algum tempo encontrei uma pessoa maravilhosa com quem pude desfrutar bons momentos. Não sou a favor de traição ou coisa do tipo, até porque, só quem já passou por isso sabe verdadeiramente os prós e contras de uma situação atípica com essa. Mas esses bons momentos vividos me mostraram que pode existir amor ou companheirismo de outras formas ou em outras pessoas. Por um tempo, a melhor amiga da minha filha foi essa pessoa.

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Espero que tenham gostado desse. Se gostou, deixa aí seu comentário! E querendo fazer novas amizades, bater papo e etc, manda um alô em: > goianoamantecarinhoso@gmail.com <.

Desculpem a demora para escrever. Grande abraço e até a próxima!

Comentários

12/08/2017 11:06:39
Esta sorte eu não tenho. Parabéns!!
12/08/2017 04:50:53
Nossa ,por muito menos que isso eu assumiria de verdade esta gostosa , duro é depois se contentar em voltar a funder asposa...Boa sorte
12/08/2017 03:12:38
Cara que sorte vc tem heim! Belo conto.

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