VICIADA EM SEXO - Parte Final - TROCA DE CASAIS

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Contém 1878 palavras
Data: 13/09/2018 07:06:18
Última revisão: 13/09/2018 19:36:32
Assuntos: Anal, Heterossexual, Oral

VICIADA EM SEXO - Parte XIV

Na terceira foda que deram, Jurema estava exausta. Daniel resfolegava, mas disse que, se descansasse, aguentaria mais uma. Ela nunca tinha gozado tanto. Mentira para o rapaz, dizendo que nunca havia trepado com o parceiro policial, mas este não aguentara seu enorme fogo sexual. Daniel, além de ter dado uma aula de como uma mulher podia satisfazer um homem na cama, tivera muita paciência com ela. Ela estava destruída. Talvez porque a rola dele fosse maior do que a do negrão, que fora seu companheiro. Agora que sabia que Alaoh vivia com a dra. Bauer, tomou abuso do cara. Isso fez com que se soltasse mais na cama com Daniel. Na verdade, sempre pensara que, por ser gostosona, um homem gozaria só de olhar para o corpo dela. Não foi o caso com o publicitário. Ele se preocupou mais em fazê-la gozar do que a si próprio. Beijou o jovem, carinhosamente, nos lábios e levantou-se para ir ao banheiro. Ele ficou na cama, ainda resfolegando. Ela perguntou, já tomando banho:

- Quer dizer que precisa de um tempo para curar as enfermas da doutora? Não vai me trocar por outra?

- Você sabe onde moro, não? Mesmo se não souber, tem como saber. Poderemos ficar juntos, enquanto dura a desintoxicação delas.

- Agradeço a oferta mas, se eu for vista por perto de ti, teu plano vai por água abaixo. Não. Aguentei dois anos sem foder. Posso passar mais dois, agora que me satisfiz.

- Não vai procurar teu ex-marido?

- Você acha que eu devo?

- Sim. Você passou esse tempo todo à sua procura. Merece saber da boca dele por que te deixou.

Ela esteve calada. Depois, mudou de assunto:

- Estou faminta. Vamos comer alguma coisa, em algum restaurante?

- Se não se incomoda, prefiro ir para casa. Estou exausto. E, amanhã, tenho que trabalhar.

- Voce não respondeu quando perguntei antes: é publicitário? Aquele bordão que usou não me é estranho. Se não me engano, só profissionais da publicidade ou escritores o usam.

- Refere-se ao "a noite é uma criança"? Não sei. Digo isso desde menino. Ouvia isso do meu avô. Mas, que eu saiba, ele nunca foi publicitário, muito menos escritor.

- Deixa pra lá. Vamos embora. Estou, realmente, com fome. Vamos comigo. Eu janto e você me acompanha. Depois, me leva em casa. Não vim de carro.

Ele foi. pararam em um restaurante simpático, à beira-mar. Ela pediu um prato leve e ele apenas bebericou uma cerveja, esperando por ela. Aí, seu telefone celular tocou. Era um número desconhecido. Uma voz que ele conhecia, no entanto, argumentou:

- Precisamos conversar. Amanhã, começa o tratamento das mulheres da clínica. Como iremos nos revezar?

Daniel esteve mudo. Reconhecera a voz de Alaoh. Olhou para Jurema e ela estava nervosa. Ele tapou o aparelho com a mão e perguntou a ela:

- É teu marido. Quer falar com ele?

Ela esteve indecisa. Depois, pediu:

- Chame-o aqui. Diga que está jantando e o convide para conversar. Sente-se em outra mesa. Eu ficarei nesta. Quando ele chegar, fique na tua. Deixe-me conversar a sós com ele. Mas não vá embora.

Daniel fez o que ela pediu. Foi para uma mesa bem afastada da dela. Menos de meia hora depois, o negro de olhos azuis chegou sozinho. Viu o rapaz e caminhou diretamente para a mesa onde ele estava. Não viu a ex-esposa. Quando passou por ela, no entanto, ela se levantou da mesa e pegou em seu braço. Alaoh tomou um baita susto. Ficou indeciso se a abraçava ou não. Ela atirou-se em seus braços, beijando-o demoradamente na boca. O cara não correspondeu ao beijo. Mas, ao invés de seguir até a mesa de Daniel, sentou à mesa dela. Estiveram conversando por mais de uma hora. Enquanto isso, Daniel pagou a sua conta, levantou-se e foi-se embora. O casal continuou discutindo em voz baixa. Nem deram pela sua falta.

Quando chegou em casa, o jovem tomou um demorado banho. Estava mais exausto ainda. Encontrou um bilhete de Aretha, dizendo querer falar com ele. Rasgou o papel e jogou no lixo. Estava chateado com ela. Se ela tinha entrado na sua residência, na certa tinha uma cópia da sua chave. Resolveu-se a trocar a fechadura, no outro dia. E dormiu imediatamente.

Acordou-se sentindo o cheiro de sabonete líquido. Apurou os ouvidos e escutou a água caindo no piso do banheiro. Levantou-se e caminhou até lá, esperando encontrar Aretha. Mas era Jurema quem tomava banho. Perguntou-lhe:

- Oi, bonitona. Como conseguiu entrar?

- Esqueceu-se de que sou policial? Abri tua porta com uma gazua.

- E por que veio?

- Não adivinha?

- Prefiro que me diga.

- Acabou-se minha procura. Achei um desconhecido. Agora, estou livre. Podemos ficar juntos, se me quiser ainda.

- O que houve entre vocês?

- Ele não acreditou que o amo. Cobrou ciúmes. Jurou que não estava com a doutora, mas eu conheço quando mente. Acabou. Eu dei a ele cinco dias para desaparecer, levando a sua companheira. Depois disso, eu volto a persegui-lo, dessa vez para prendê-lo como cúmplice da doutora e do padre Lázaro. Sem que ele soubesse, eu o segui depois até onde está escondido. Já há três agentes federais o vigiando. Não vai escapar com aquela assassina.

- E meu acordo com eles? Tem mulheres moribundas envolvidas.

- Não se preocupe com isso. Assim que os prendermos, resgatamos as pacientes. A PF ficará encarregada de salvar-lhes a vida.

- Ele sabe que fui eu que o alcaguetei?

- Sim. Eu lhe disse. Não ficou com raiva.

- Duvido. Mas, agora, isso é problema dele. Não o temo.

- Pois devia. Ele é perigoso, quando irado. Felizmente, disse que perdeu os poderes que tinha e eu acredito. Não foi capaz de me detectar no restaurante, até que o peguei pelo braço.

- E agora, o que vai ser da gente?

- Eu quero estar com você. Ganho bem e posso sustentar nós dois.

- Eu também ganho bem. E não gosto de ser sustentado por mulheres.

- Isso vai ser um problema? Então, posso morar aqui, ao invés de você ir lá para casa.

- Onde você mora?

- Em Olinda. À beira-mar. Numa casa enorme. Sem cachorros nem papagaios.

- Parece bom. Vem quando?

Ela o beijou demoradamente nos lábios. Ele ficou de pau duro. Ela, no entanto, disse:

- Vou buscar algumas coisas e logo estarei aqui.

- Se não se incomodar, prefiro que venha amanhã. Estou cansadíssimo. Não consegui dormir direito, ainda, e tenho algo importante para fazer amanhã.

Ela o beijou novamente. Depois, pegou sua bolsa e foi embora sem se despedir de novo. Ele trancou a porta e caiu na cama de novamente. O pau voltou a ficar em descanso. Olhou para o relógio de pulso. Ia dar três horas da madrugada. Nem bem cochilou, ouviu uma chave girar na porta. Achou que a bela morena havia esquecido algo e voltado. Ficou aguardando-a no quarto, Para a sua surpresa, quem apareceu foi Aretha. Estava, novamente, triste. Disse:

- Vim fazer as pazes contigo, mas vi uma morena muito linda saindo daqui. Alaoh disse que ela está com você. Mas eu queria me despedir. Fiquei te devendo meu cabacinho. Vim pagar minha dívida. Mas devo te dizer que não tenho mais o hímen intacto. Pedi para a doutora Bauer o remover cirurgicamente.

- Acha que aguentará minha rola descomunal?

- Sim. Desta vez, iremos até o fim. Mesmo que eu chore de dor, continue. Prossiga, mesmo que eu peça que pare.

Ele se ajeitou melhor na cama, cedendo mais espaço para ela. Ela tirou toda a roupa, sem pressa, oferecendo uma visão total do seu corpo nu. Depois, deitou-se ao lado dele. Ele disse:

- Sem pressa. Assuma o comando do coito. Você mesma coloca meu sexo dentro do teu...

Ela começou a acaricia-lo dos pés à cabeça. Beijou-o todo, causando-lhe arrepios. Depois, veio por cima e se fincou no pau dele. Gemeu, chorou, mas não desistiu. No entanto, ainda estava pouco lubrificada. Ele percebeu e passou a lambê-la na xoxota. Num instante, ela começou a gozar. Aproveitou os espasmos para se enfiar mais na enorme rola dele. Ele sentiu o sangue escorrer-lhe entre as pernas. Havia rompido alguma coisa lá, que não era o cabaço. Ela gemeu:

- Não ligue. Estou bem. Sangra e dói, mas estou bem. Venha por cima agora e faça os movimentos. Minhas pernas estão trêmulas. Estou quase gozando.

Ele subiu sobre ela. Com cuidado, começou a se movimentar. Ela teve o primeiro orgasmo demorado. Pediu:

- Não pare. Quero fazer desse momento a minha melhor trepada. Que seja uma foda inesquecível.

Ele não parou. Ela teve o segundo grande orgasmo vaginal. Depois, o terceiro. O sangue escorria mais abundante da sua xoxota. Ela gemeu:

- Ahhhhhhhhhhhhh... não aguento mais de dor. Coloca no meu cuzinho agora, por favor...

Com essas palavras, ele não conseguiu se segurar mais. Gozou espasmodicamente na boceta dela. Ela esteve resfolegando, deitada ao lado dele, depois disse:

- Pronto. Está consumado. Agora, vou-me embora. Ouvi o que a morena cavalona disse a ti: que logo estará de volta. Não quero que ela me encontre aqui.

- O que está fazendo? Posso explicar a ela que...

Ela colocou o dedo em seus lábios. Disse:

- Não. Já tive o que queria. Adeus, meu amor. Acho que você não irá mais me ver.

- O que está dizendo? E o teu emprego?

- Não vou mais precisar dele. Mas não me pergunte mais nada. Não quero ir-me deixando você zangado comigo.

Adeus.

O jovem estava tão perplexo que ficou sem ação. Ela nem se banhou. Foi-se embora. Ele ainda correu para a janela, para vê-la mais uma vez. Mas ela entrou num carro que a esperava na frente da residência. Daniel reconheceu o veículo. Pertencia ao negro Alaoh. Viu quando ela entrou no carro e beijou o negro de olhos azuis. Depois ele deu partida no carro e foram embora. O jovem ficou triste, mas achava que o negro havia deixado a dra. Bauer para ficar com ela. Lamentou, mas achou que tinha escolhido a mulher certa para ficar. Achava que a morena Jurema era muito mais interessante que Aretha.

Dessa vez, ele conseguiu mesmo dormir. Passou da hora de acordar. Perdeu de ir para o emprego. Tomou um demorado banho e fez o desjejum. Ainda não tinha terminado, quando a morena Jurema apareceu de biquíni. Estava radiante. Disse:

- A dra. Bauer apareceu degolada. Cassandra, meu chefe, acredita que o corpo que encontramos seja de um clone dela. Mas Alaoh me prometeu mata-la antes de ir embora. Cumpriu o prometido, mas não posso dizer isso a Cassandra. Ele perseguiria meu ex-marido até encontra-lo. Alaoh me deu uma lista de nomes das mulheres sob tratamento. Como eu disse: assumiremos o projeto da dra. Bauer. Então, ganhei alguns dias de férias. Quero passa-los com você.

- Você esquece que eu preciso trabalhar. Perdi a hora hoje mas, amanhã, eu vou.

- Não vai. Meu chefe, atendendo o meu pedido, ligou para o teu. Pediu-lhe uma licença pra tu, remunerada por mim. Quinze dias, está bom?

- Isso, assim, sem me consultar?

- Já te disse que ganho bem, amor. Posso segurar a barra de grana e você abre teu próprio negócio. Não é o que você sempre quis?

- Mas, desse jeito, não.

- Pare de reclamar e me beija. Mas sem safadezas. Ainda estou toda ardida.

Foi um longo e molhado beijo. Depois, ele vestiu-se com roupas de banho e foram para uma praia.

FIM DA SÉRIE

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Comentários

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Série muito divertida e num bom ritmo.A anterior foi um tanto apressada.

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Muito boa! Parabéns, Ehros.

Vou para a próxima agora. ;-)

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Conto delicioso parabéns nota dez

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Muito bom o desfecho dessa saga. Dessa vez sem pressa e todos com seus finais. Você é muito bom nisso.

Que venha as próximas sagas.

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Esta série foi complementar à anterior: O DETETIVE CEGO, Gustavo. Eu sempre deixo um gancho para continuar a história, senão ela ficaria em muitíssimos capítulos e o leito/leitora ficariam saturados. Quando vc menos esperar, haverá continuação de VICIADA EM SEXO, tá?

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Gostei da série e agora lamento o fim dela acho que teria sido legal saber mais do que ouve depois dos problemas resolvidos.

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