Não existe almoço grátis

Um conto erótico de Rafa Corno
Categoria: Heterossexual
Contém 2002 palavras
Data: 26/02/2019 21:50:01
Última revisão: 28/02/2019 22:24:20

Vou me apresentar a vocês, meu nome é Rafael, tenho 39 anos, fisicamente não sou nada de mais, um pouco gordinho mas por incrível que pareça fui abençoado quando uma beldade entrou em minha vida: ALICE! Meiga, linda, parceira e apaixonada por mim, no auge dos seus 24 aninhos, cabelo loiro liso e comprido, olhos verdes, uma pele branca que pegava uma linda cor rapidamente, bunda empinada e perfeitinha e grandes seios suculentos! Parece até mentira, as vezes até eu mesmo não acreditava na minha sorte.

Não estamos casados legalmente ainda, mas já moramos juntos, transamos muito e sempre tivemos uma química legal, adoramos uma aventura, sempre que possível transamos em locais públicos ou em locais proibidos hehehehe.

O que vou contar para vocês aconteceu no meio do ano passado, estávamos planejando uma viagem em um feriado prolongado onde pegaríamos uma semana para irmos até Vitória através da BR 101, saímos de nossa cidade e chegamos até Santos, onde seria o inicio de tudo! Começamos o trajeto e alguns quilômetros depois, já quase chegando ao litoral norte de São Paulo meu carro começou a apresentar problemas, olhei para temperatura e estava muito quente! Quando pensei em parar ele resolveu parar sozinho, encostei onde deu, estávamos em um lugar meio isolado, cercado de mata e nada mais, desci abri o capô e subiu aquela fumaceira. Nossa viagem estava arruinada, aparentemente havia ferrado meu motor. Alice ficou extremamente decepcionada e eu estava furioso, pois além da viagem ir para o saco meu carro estava quebrado, liguei para seguradora e começamos a esperar o guincho.

Acontece que 10 minutos depois um caminhão parou atrás do meu carro, dentro dele desce um senhor de uns 50 anos, seu nome era João, muito simpático ofereceu ajuda:

- Boa tarde companheiro, posso ajudar? Deu problema no carro?

Eu prontamente respondi:

- Muito obrigado, agradeço a ajuda, mas acho que deu algum problema sério no meu motor...

Mesmo assim o senhor quis dar uma olhada, antes ele me cumprimentou e se apresentou, quando foi chegando perto do meu carro ele deu uma olhada para dentro e viu Alice sentada, ela estava com um short muito curto e um top pequeno, João arregalou os olhos e fez um aceno para minha mulher, abriu o capô do carro e de imediato constatou:

- É rapaz, parece realmente sério! Vocês estavam indo para onde??

Contei para ele sobre a viagem e disse que estava aguardando o guincho, contei que nossas férias estavam arruinadas, só que ai veio uma possível solução:

- Olha, estou subindo a 101 até a Bahia, minha cabine é grande e confortável, se quiserem podem seguir viagem comigo, não cobro nada de vocês, vai ser até legal ter companhia em uma boa parte da viagem.

Confesso que de cara não me interessei, o cara era um desconhecido, e ainda tinha o meu carro, falei isso para o João e ele falou:

- Arruma alguém para receber seu carro na sua cidade, eu espero o Guincho chegar...

Alice estava ouvindo a conversa, me chamou de canto e falou:

- Ahhhhh amor, vamos!! É a oportunidade de continuarmos a viagem sem mais dores de cabeça e não vai custar nada a mais... na volta pegamos um ônibus, vaamoooosss...

Pensei bem e acabei topando! Assim que o guincho chegou eu passei as orientações e o endereço para onde ele levaria meu carro, combinei com meu irmão para receber meu veículo, feito isso embarcamos para nossa viagem, colocamos nossas bagagens na parte de trás onde fica a cama, Alice entrou primeiro e eu fiquei na janela.

A viagem estava muito agradável, João era uma ótima pessoa e logo se enturmou com a gente, Alice ficou muito a vontade com ele e com tempo comecei a notar até umas certas liberdades entre os dois, vira e mexe ele arrumava um jeito de colocar a mão na perna dela, deixando parecer que era algo inocente, mas eu sabia que não era, não gostei nada daquilo mas pensa comigo, estávamos de carona, o cara tava fazendo um favor, porque eu iria criar problemas??

Viajamos vários quilômetros e a noite chegou, João já aparentava um certo cansaço, afinal ele já estava dirigindo praticamente o dia todo, foi quando ele disse:

- Vocês se importam de passarmos a noite em uma parada? Lá tem um restaurante muito bom, banheiro para tomarmos um banho e é muito seguro.

Topamos na hora, eu precisava de um banho mesmo e depois de tudo que havia acontecido durante o dia nós queríamos descansar, só que ao chegarmos na parada eu notei que não tinha hotel, nem mesmo um motel por lá e questionei:

- Onde vamos dormir???

João meio que riu da minha pergunta e disse:

- Aqui no caminhão mesmo, apertando todo mundo dorme bem.

Bom, não me pareceu uma ideia ruim nem boa, mas não questionei muito, João percebeu meu desconforto e falou:

- Olha, vocês podemos dormir na minha cama e eu durmo aqui no banco, é só dar uma ajeitada que vai ficar muito bom, já fiz isso algumas vezes.

Falando isso ele já foi pegando suas coisas e indo para o banho, eu resolvi esticar as pernas junto com a Alice e começamos a conversar:

- E ai Alice, o que você achou do João??

Alice foi bem sincera:

- Achei ele muito simpático, mas não vou mentir amor, achei que ele ficou muito a vontade comigo em alguns momentos, várias vezes ele pegou na minha perna, você não percebeu?

- Percebi sim amor, até achei ruim, mas não quis criar um caso, você não falou nada...

- É que eu não achei que era algo para criar uma briga, bom, logo a gente chega em Vitória.

Resolvemos voltar para o caminhão, nisso João já estava voltando, ele estava sem camisa e com um shorts bem curto azul, o cara tava mega conservado para idade ele e agora tanto eu quanto Alice percebemos um outro detalhe nele, o cara aparentava ter uma mega jeba entre as pernas, pois o pau do cara estava totalmente marcado em seu short, Alice até deu uma engasgada e segurou forte no meu braço, João olhou pra gente e disse:

- Vocês não vão tomar um banho? A água tá boa gente!

Eu precisava de um banho, na hora peguei minhas coisa, chamei Alice mas ela não queria tomar banho (acho que não gostou muito do posto), eu fui! Devo ter ficado uns 30 minutos, fui voltando para o caminhão numa boa, quando estava a alguns metros eu vejo a cena que mudou minha vida e minha viagem, olhando para cabine só conseguia ver o João, olhando para a direção onde eu estava vindo, de repente vejo Alice se levantando, claramente ela estava com seu top erguido e foi se ajeitando, eu não queria acreditar, mas aparentemente ela estava... não, não era possível, deveria ser coisa da minha cabeça, mas eu jurava que ela estava com a cabeça no colo dele, apertei o passo e quando cheguei no caminhão João me olhava com deboche e Alice prontamente me disse:

- Amor, acho que vou tomar um banho.

Pegou suas coisas e foi em direção ao banheiro... eu não entendia nada do que estava acontecendo, não deu nem tempo de eu entrar no caminhão, assim que ela saiu João desceu da boleia e começou a conversar comigo:

- Amigo, eu sei que você viu.. e sim, é o que você está imaginando.

Eu queria partir pra cima dele, a raiva me dominava naquele momento.

- Antes que você pense em fazer qualquer besteira eu vou logo avisando, você está no meu território, sou maior que você e garanto que você vai acabar se dando mal, pensa bem, já aconteceu e ela gostou.

Não era possível que isso estava acontecendo, eu fiquei meia hora fora e quando volto havia virado corno do caminhoneiro? Eu me sentia um frouxo por não fazer nada, mas sabia que a coisa poderia piorar, foi ai que ele disse:

- Não existe almoço grátis, sua mulher é uma gata e só ofereci carona para vocês por causa dela, eu nem ia tentar nada, só as casquinhas que eu tirava já estavam de bom tamanho, só que acho que ela gostou de me ver sem camisa, assim que você saiu a ela começou a me perguntar algumas coisas, bom, uma coisa leva a outra e logo ela já estava engolindo minha pica!

Eu estava mudo, apenas ouvindo aquela estória, comecei a imaginar Alice engolindo outro pau, aquilo era revoltante mas ao mesmo tempo eu já lidava com a situação de uma forma diferente, olhei bem para o João e disse:

- Acho que a viagem termina aqui, não vamos continuar com você...

João me interrompeu:

- Vão sim, e já vou avisando, quem vai dormir na frente é você!!

Engoli a seco! Quando olhei Alice estava voltando, ela me deu um beijo na boca e entrou no caminhão, João disse em tom autoritário:

- Acho bom você ir no restaurante e pegar marmita para nós Rafael, traga sobremesa e alguma coisa para bebermos.

Disse isso e me deu o dinheiro, Alice ia saindo do caminhão dizendo que ia comigo, na hora João segurou ela pelo braço e falou:

- Você não vai, pula para a parte de trás, é mais confortável!

Alice corou na hora, me olhou assustada, talvez esperando alguma reação minha, eu não fiz nada, continuei caminhando, dei uma olhada para trás e ela estava indo para a parte da cama.

Chegando no restaurante fiz o pedido, eu estava ansioso e preocupado, a atendente disse que demoraria uma meia hora... fiquei na dúvida se esperaria ali, mas eu não ia esperar, fui devagar até o caminhão, não queria ser visto, cheguei de mansinho, a parte externa estava totalmente escura e na cabine havia uma luz fraca, chegando perto pude ver claramente o que acontecia, minha linda Alice estava de quatro totalmente, seu top estava levantado liberando seus lindos seios que balançavam a cada solavanco que o caminhoneiro dava nela, sua calcinha estava de lado, uma mão dele estava em sua cintura já a outra puxava com força e vontade seu cabelo, dava para ouvir os gemidos e as falas, João falava o tempo inteiro:

- Puta safada!! Vou te comer o caminho inteiro, vou demorar uns três dias para chegar em Vitória, quero usar seu corpo todo...

Alice parecia assustada e falava:

- Aiiiii, você tá me rasgando, vai devagar... ai, o Rafael vai terminar comigo... porque você está fazendo isso comigo....

João, mesmo fodendo gostoso minha mulher tentava acalma-la:

- Vai largar nada, aquele corno é frouxo, daqui a pouco ele vai bater punheta vendo eu comer sua bundona gostosa.

Me senti ofendido, mas sabia que era verdade, meu pau já estava duro e quanto mais eu via e ouvia o barulho daquele sexo pesado com aquela cabine mexendo, mais duro meu pau ficava!

Em alguns minutos João começou a urrar:

- VOU ENCHER VOCÊ DE PORRA!!!

Alice ainda pediu:

- Goza fora, goza na minha bunda...

João não ligou para o que ela disse:

- Vagabunda, acha que vou sujar meu caminhão??

Quando percebi ele já estava diminuindo o ritmo, tirou o pau de dentro dela e ordenou que ela limpasse tudo, Alice se virou e deu para ver o estrago em sua buceta, em segundos ela estava mamando aquela rola e deixando ela limpa.

Assim que eles terminaram resolvi voltar para o restaurante, as marmitas já estavam prontas, peguei uns chocolates e umas cervejas, voltei para o caminhão, chegando lá o cheiro era totalmente de sexo, Alice nem vestida direito estava e João estava só de shorts, ao me ver ele disse:

- Vamos jantar! Pode ficar com o troco e a sobremesa, minha sobremesa eu já comi.

Falou isso e puxou Alice para seu colo! Terminamos de jantar sem trocarmos uma palavra, o clima estava muito estranho, logo fomos dormir, já estava tarde, João puxou Alice junto a ele, ordenou que ela ficasse nua e jogou para mim um travesseiro com uma coberta. Antes de pegar no sono eu só ouvia barulhos de chupadas e Alice falando não varias vezes.. logo peguei no sono.

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Comentários

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Esse conto é espetacular! TEM QUE TER A CONTINUAÇÃO!

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gostei muito do seu conto, espero que continue. tenho uma namorada e tenho essas tara de ver ela com um caminhoneiro, mas ela não sabe dessa tara minha. meu email jonhaugusto7@gmail.com sou de fortaleza

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O melhor relato que li até hoje não vejo a hora de ver como termina isso sem dúvidas o melhor até hoje nota mil

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Achei a história dentro de possibilidades razoáveis,não houve entrega desmedida da moça e o autor estava desconfortável e confuso pela situação nova. A cena narrada foi bem limitada e dentro dos conformes. Do jeito que terminou,pede continuação. O autor não deixou claro que isso vai acontecer,mas se a viagem continuou,outros fatos acontecerem. Mesmo tudo desagradável para o casal, alguma lição ficou para eles continuarem juntos

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Ótimo conto, considerando o autor eu espero que a série termine pelo menos

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Agora é só aproveitar... Vai ser corno eternamente... Aproveite e se junte a ela... Vc também gostou do pauzão do caminhoneiro... Se solta...

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Parei de ler na metade,tava ate interessante,ai vem a parte do corno Manso,medroso,sem noção e todos adjetivos ruins que alguém pode imaginar e estragou o que estava bom,sinceramente não acredito que tenha alguém no mundo assim,se o cara tivesse armado ai era totalmente diferente enfim...

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