O Amigo Putão do Meu Irmão PARTE 3 - FINAL (Fodendo no celeiro)

Um conto erótico de LipeMLipe
Categoria: Homossexual
Contém 2578 palavras
Data: 24/12/2019 00:44:28

Chegamos novamente na chácara do D.J, e encontramos nossos amigos e meu irmão ainda na beira da piscina, comendo churrasco, tomando cerveja e conversando.

- E ai, pegaram os sacos lá? – Meu irmão perguntou para a gente.

- Sim, sim. Demoramos um pouco pois tivemos que nos limpar no rio lá perto. Os sacos estavam mais sujos que o chão. – D.J respondeu.

O dia foi passando, e quando a noite chegou eu podia perceber que a animação estava diminuindo, e a maioria ali já estava bêbado. Quando o relógio marcou 3h da madrugada, alguns caras já tinham dormido em alguma parte da casa principal. Ficamos apenas eu, o D.J, e o Marcus, um amigo nosso, acordados, conversando coisas aleatórias.

Mais alguns minutos depois Marcus nos avisou que iria cair na cama, e nos deu boa noite. Ficamos então eu e o D.J.

D.J por ter bebido bastante estava bem solto, eu estava um pouco também, pois havia bebido um pouco, sob pressão do meu irmão, já que não curto muito beber.

- Cara, quando eu bebo eu fico num tesão da porra. – D.J disse, passando a mão no pau e mostrando que ele estava totalmente duro em seu short.

- Caralho, mano. Mas já tá assim? – Perguntei, dando uma risadinha.

Ele deu uma segurada firme no pau, dando uma balançada nele. Ainda estava sem cueca, então ficava muito explicito a marcação em seu short. Eu não tirava os olhos, e ele parecia estar curtindo. Meu pau também começou a ficar duro.

Eu ainda estava usando o short que havia usado na piscina, um calção branco, e por baixo uma cueca boxer preta. Rapidamente meu pau estava marcado no meu short. Joguei meu corpo para trás na cadeira que estava sentado, dessa forma a marcação em meu short ficava bem visível. Ele fez o mesmo, mas continuava a passar a mão no próprio pau.

- Ficou duro vendo meu pau, seu puto? – Ele perguntou, me olhando de forma super sacana.

- Lembrando da sua boquinha engolindo minha rola. – Respondi, com o mesmo tipo de sorriso.

Ele deu uma risada, parecia impressionado com o que eu havia dito.

- Tá afim de pegar aqui não? – Ele perguntou, apontando seu volume em minha direção.

- Só se tu brincar com o meu também. – Respondi fazendo o mesmo.

Ele então aproximou sua cadeira de mim, e meteu a mão no meu pau. Fiz o mesmo com ele. Ele colocou a lata de cerveja que segurava no chão, e ficou me encarando enquanto pegávamos um no pau do outro.

Um silencio dominava o lugar em nossa volta, a única coisa que fazia o mínimo de barulho ali eram nossos shorts, ao receberem nossas mãos por cima deles.

O pau dele estava totalmente solto em seu short, o que facilitava a punheta que eu batia para ele. O meu no caso estava preso na cueca, então ele só conseguia ficar passando a mão, foi então que eu puxei meu short e minha cueca de uma única vez, fazendo com que meu pau saltasse para fora. Ele me deu um sorriso sacana, e começou a me punhetar. Puxei o short dele, fazendo com que seu pau também saltasse para fora, direto nas minhas mãos.

- Vamos para outro lugar, cara. – Ele disse em sussurros.

- Pra onde? – Perguntei.

- Podemos ir para aquele celeiro ali. Ninguém vai ver a gente. – Ele disse enquanto apontava para o lugar.

- Mas e se alguém procurar pela gente?

- A gente fala que vimos um bicho no mato e fomos atrás para ver o que era. – Ele respondeu, se sentindo confiante com a própria ideia.

- De boa, então.- Respondi, enquanto me levantava, ainda com o pau para fora.

Levantei meu short, e ele fez o mesmo. Fomos em direção ao celeiro.

Lá era um lugar vazio, não havia nenhum cavalo ali, e nem sinal de que já havia tido algum. Era pintado de azul por fora, as madeiras possuíam alguns vãos, então possibilitava a gente ver a casa principal, e ver também se alguém estava a nossa procura. O que seria difícil, já que a maioria tinha capotado de bêbado.

Assim que entramos ele me empurrou contra a parede, senti seu hálito quente, com cheiro de álcool se aproximando de mim, começou a me beijar ferozmente, enquanto passava as mãos pelo meu corpo, incluindo meu pau. Começou então a beijar meu pescoço, e a passar a língua na minha orelha direita.

- Faz horas que eu estava me segurando para não te dar outro beijo. – D.J me disse em meus ouvidos, enquanto voltava a dar atenção aos meus lábios.

Retirou o próprio short, e seu pau saltou para fora, fez o mesmo comigo, puxando meu short e minha cueca. Voltou a me beijar enquanto nossos paus se esfregavam um no outro.

Ele me abraçou, esfregava seu pau no meu enquanto continuava me beijando. Foi quando ele me virou, e começou a esfregar seu pau em minha bunda, em seguida se abaixou e começou a lamber ela. Aquela foi a primeira vez que alguém fazia aquilo em mim, e para a minha surpresa me deu muito tesão.

Ficou alguns minutos me lambendo, passava a mão no meu pau, em seguida me virou de frente para ele e começou a me mamar. Passava a língua na cabeça da minha rola, depois engolia ela inteira. Retirava minha pica da boca, e depois lambia minhas bolas, chegava a colocar as duas na boca.

Em seguida se levantou, me deu outro beijo e sussurrou em meus ouvidos:

- Deixa eu te comer, mano?

Entendi então a razão dele estar tentando me proporcionar tanto prazer, o puto queria meter aquela pica enorme dele em mim.

- Ah, mano. Eu não curto dar não. E olha o tamanho dessa tua pica. – Falei olhando para ele.

- Tão fofo! – Ele disse rindo, parecendo ignorar o que eu havia dito. – E se eu der pra ti primeiro? Seu pau também é grande. – Ele continuou tentando me convencer.

Com essa opção fiquei em dúvida, pois já havia prestado atenção na bunda dele, era enorme, acredito que por ele fazer academia. Era bem dura, grande, redonda e macia. Se estivesse na cueca provavelmente meu pau a rasgaria, ao pensar na probabilidade de comer aquele cara.

- Tu tá falando sério, mano? Tu vai ter moral de me deixar comer você? – Perguntei, ainda duvidoso.

- Só se você prometer que vai me deixar te comer também, seu putinho. – Me disse, enquanto dava leves beijos em meus lábios.

- Fechado! – Respondi, dei outro beijo em seus lábios, e o virei de costas para mim. Ele riu.

- Vai com calma ai, cavalão. – Ele disse rindo. – Primeiro tu tem que dar uma lubrificada.

Ao dizer isso me abaixei em frente aquela bunda enorme e gostosa, meti minha língua lá dentro, enquanto a apertava constantemente. Abria bem a bunda dele e enfiava minha língua mais fundo, ele segurava minha cabeça e forçava meu rosto no seu cuzão, enquanto gemia de tesão. Após deixar bem lubrificado me levantei, e comecei a esfregar a cabeça do meu pau na entrada da bunda dele.

Dei uma cuspida na cabeça do meu pau e comecei a força-lo dentro daquela bundona gostosa.

- Abre pra mim! – Falei para D.J.

- Autoritário, é, moleque? – Respondeu rindo, enquanto abria a bunda com as duas mãos.

Eu dei uma risada e comecei a introduzir meu pau dentro dele, que delicia de bunda era aquela, e ver ele naquela posição... PUTA QUE PARIU!

Fui introduzindo meu pau bem devagar nele, enquanto ele gemia. Em seguida coloquei minha mão em seu pau, o punhetando. Em pouco tempo minhas bolas já tocavam em sua bunda, meu pau havia entrado por inteiro.

Comecei a bombar na bunda de D.J, enquanto minhas bolas pesadas balançavam com o movimento, e fiquei nisso por um tempo. Eu estava prestes a gozar, quando D.J parecendo pressentir isso, me interrompeu tirando sua bunda do meu pau de repente. Eu estava muito perto de chegar ao orgasmo, porém ao ser interrompido, meu pau soltou apenas um jato de porra por cima da bunda dele, e ficou pulsando, querendo mais. Tive que me segurar muito para não bater uma punheta ali e gozar de uma vez.

D.J passou a mão na própria bunda, sentindo a pequena quantidade de porra que eu havia soltado nele sem querer. Se virou para mim e riu, segurou na minha boca e colocou seu dedo dentro dela, fazendo com que eu sentisse o gosto da minha própria porra. Em seguida me deu outro beijo.

- Cara, eu tô quase gozando também, deixa eu te comer só um pouco? – D.J me disse, enquanto passava a mão em minha bunda.

- Beleza, mas vai com calma, não tô acostumado a levar vara não. – Falei rindo para ele.

Ele me virou, voltou a lamber a minha bunda, em seguida pegou um pouco da porra que havia caído sobre ele e passou na minha bunda, em seguida foi tentando me penetrar. Acredito que pelo fato de eu estar com um tesão do caralho, e muito perto de gozar, não tive tanta dificuldade em conseguir aguentar seu pau dentro de mim.

- Viu, foi de boa pra tu. – D.J disse em meu ouvido, dando um sorriso sacana.

Começou a me penetrar, eu tinha que evitar tocar em meu pau, pois provavelmente iria acabar gozando. Beijava meus ombros, passava a mão pelo meu corpo, as vezes colocava a mão no meu pau, então eu tirava:

- Cara, se tu tocar no meu pau vou acabar gozando. – Dizia à ele.

Ele começou a acelerar, enquanto segurava na minha cintura. Aquele filho da puta iria gozar dentro de mim, e não tinha como eu evitar aquilo. Ele começou a gemer alto, enquanto seu pau pulsava dentro de mim, me enchendo com sua porra. Em seguida ficou parado por um tempo, com o pau ainda dentro de mim, com a boca encostada em meu ombro esquerdo.

D.J retirou o pau de dentro de mim, foi então que eu decidi que teria minha vingança. Empurrei ele contra a parede, segurei em seu cabelo e forcei seu rosto em direção ao meu pau. Ele se ajoelhou no chão, com um sorriso sacana. Segurei sua cabeça e comecei a meter meu pau em sua boca, mas sem enfiar ele inteiro, pois ainda não era o momento.

Fiquei estocando minha rola na boca dele por pouco tempo, pois já estava prestes a gozar, quando senti que ia gozar, e senti a boca de D.J bem aberta, enfiei meu pau de uma única vez até tocar em sua garganta, ele se engasgou na hora, sua cabeça ficou presa entre a parede do celeiro e a minha virilha. Meu pau inteirinho em sua boca. Ele segurou minha bunda com muita força, acredito que estava entalado com minha pica enfiada em sua garganta. Meu pau começou a jorrar vários jatos de porra em sua garganta, a única solução que ele tinha era engolir, pois sua boca estava totalmente entupida pela minha rola.

Seus olhos lacrimejaram, e ele começou a tentar sair, acredito que não estava aguentando mais. Retirei meu pau de uma única vez de sua boca, e ele ficou ajoelhado no chão tossindo, engasgado. Colocou uma das mãos no chão e continuou tossindo, tentando recuperar o folego. Enquanto eu ficava em pé, bem na sua frente, com meu pau na mão, me punhetando bem devagar, demonstrando satisfação por ver ele ali no chão, tentando voltar a respirar após ter engolido toda a minha porra.

Nem eu e nem ele falávamos alguma coisa, e eu continuava em pé na frente dele segurando meu pau. Ele após conseguir recuperar o folego, se levantou de repente e veio para cima de mim, me segurou com força e foi me empurrando contra a parede. Parecia realmente bravo. Percebi que ele curtia dominar, e não ser dominado como acabará de ser, ainda mais por um moleque mais novo e menor que ele.

- Filho da puta, tu tá louco? – D.J perguntou, com um pouco de ódio nos olhos.

Aquela imagem daquele cara, daquele tamanho, devido a academia, irado comigo por eu ter enchido a boca dele de porra me dava muito tesão. Não consegui disfarçar. Dei um sorriso sacana e falei:

- E ai, gostou da minha porra? Sua puta. – Disse aproximando meu rosto do dele.

- E você? Gostou de ser fodida pelo meu pau sua cachorra? – Ele disse, enquanto dei uma risada sacana para ele.

D.J então segurou no meu pescoço, me prendendo contra a parede, nossos paus se tocavam, ele ainda estava duro. Foi aproximando seu rosto do meu, parecia ainda bravo, até que enfiou sua língua na minha boca e começou a me beijar com violência, enquanto segurava um dos meus braços e meu pescoço.

Empurrei ele.

- Ainda tá com sede é? Tem mais porra aqui pra tu se engasgar. – Falei brincando com meu pau. Sabia que aquele tipo de comentário deixava ele bravo, porém ao mesmo tempo excitado.

- Na próxima vez eu vou arrebentar teu cu, seu filho da puta. – D.J falou se aproximando de mim novamente.

- E quem disse que vai ter próxima vez? Nem foi tão bom assim para mim. – Falei com um sorriso sacana no rosto, me aproximando dele também.

Nos beijamos violentamente novamente.

- Vamos voltar, não quero que meu irmão descubra que o amigo dele é uma puta e curte me mamar. – Falei saindo de perto dele, e vestindo minha roupa.

Ele me empurrou contra a parede novamente, prendendo meu pescoço com sua mão esquerda. Ele é canhoto.

- Tá perdendo o respeito é moleque? – Ele perguntou, com o rosto colado ao meu.

- Vamos logo, sua puta. Se quiser pode me mamar quando eu for dormir, quem sabe assim tu aprende a chupar o pau direito. – Falei rindo para ele.

- Tu vai é acordar com mais porra nesse teu cu, seu moleque. – Ele disse apontando o dedo na minha cara.

- Ta bom então, titio. – Respondi, dando um selinho nele e ele riu.

Nos vestimos, e antes de sair do celeiro ele me deu outro beijo.

Voltamos para a casa principal, D.J se encaminhou para um banheiro que ficava em um dos quartos:

- Boa noite pra ti. – D.J me disse. – Puta. – Sussurrou antes de entrar no quarto.

- Boa noite, espero que curta dormir com o gosto da minha porra na boca. – Sussurrei também, enquanto dava uma segurada no meu pau.

Ele ficou com uma expressão de “você ainda vai me pagar por isso.”, e entrou no quarto.

Fui para o quarto onde estava meu irmão, mas antes também tomei um banho e vesti apenas uma samba canção. Sem nada por baixo. Me deitei ao lado dele, pensando no que havia acontecido. Senti meu irmão se mexendo na cama, e se aproximando de mim:

- Você estava na onde? – Meu irmão perguntou, bem próximo ao meu ouvido, com uma voz de sono. Provavelmente nem sabia o que estava perguntando.

- Estava lá fora, conversando com o D.J. – Respondi, bem baixinho.

- Hmm... – Meu irmão ressoou, enquanto colocava seu braço por cima de mim, me puxando para perto dele. Colocou uma de suas pernas por cima da minha, e voltou a dormir.

Enquanto eu, estava ali, de barriga para cima, olhando a escuridão do quarto, de pau duro, pensando em tudo que tinha acontecido. Mas, sem a possibilidade de bater uma, com meu irmão ali do lado.

Quem sabe quando eu voltar para casa...

FIM.

OBS. Presente adiantado de Natal para vocês meus putos!! Boas Festas e Boas Gozadas!!

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Comentários

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Excelente, fiquei um pouco em choque com a violência e a tensão, mas o deboche foi sensacional

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Continua a escrever cara, seus contos são bons demais

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UAUUUUUUU. ESSES DOIS AINDA VÃO SE CASAR. TENHO CERTEZA DISSO. UM PROVOCANDO O OUTRO É SENSACIONAL. MAS VI RESPEITO UM PELO OUTRO. DJ QUERENDO DAR UMA DE ESPERTO, MAS ENCONTROU UM GAROTINHO ESPERTO TB. RSSSSSSSSSSSSSSSSS ISSO DÁ BOM RESULTADO. MAS AINDA QUERO VER ALGUMA COISA ENTRE ESSES DOIS IRMÃOS. MARAVILHA, ESSE CONTO PROMETE MUITA AÇÃO. CONTINUE RAPIDINHO. TÁ BOM DEMAIS.

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Tem que ter continuação uai...

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