Provocantes 8: Alta Colaboração

Um conto erótico de Duque Chaves
Categoria: Gay
Contém 3456 palavras
Data: 17/09/2021 17:16:32

No porão, no último andar da casa do juízo, trancado a mais pura magia, existe um caixão, uma donzela foi posta dentro da casa, a única que foi postar com o seu corpo dentro da casa.

O purgatório jamais aceitaria uma coisa dessas, mas foi aberta uma exceção e a exceção que faria toda a diferença. Porque ela precisava de seu corpo estar junto com sua alma. Para o processo desse certo e foi o que fizeram.

O ar estava úmido as flores surgiam do caixão, o ar girava como se tivesse na primavera, o quarto não tinha odor algum. A vibração que saia do quarto poderia ser fraca pela magia que a deixava ali dentro, mas depois de anos, a donzela conseguia fazer com que sua magia se sobrepujar ao a que prendia ela.

Até que ela sentiu alguém do mundos dos vivos, três pessoas que não deveria está ali e uma delas tinha a sua ligação terrena aberta. O plano que a anos ela tinha planejado como forma de escape, estava ali, a parte que lhe faltava.

Ela sorriu em sua visão, vendo como estava Indo seu plano e assim que mandou o bruxo ir atrás dos dois e proferiu a profecia que a anos ela tinha ouvido, ela abre os olhos no caixão. A pressão que a donzela fazia para sair de sua prisão, fez com que o caixão todo se despedaça-se.

A garota era morena, seus cabelos negros estavam numa trança, com algumas flores ainda vivas o decorando, como uma coroa de flores, seus olhos amendoados se abriram e seu sorriso resplandece por todo o local, como se fosse um pequeno sol. Mas era o poder dela, era a magia que ela tinha dentro de si, como um mini big-bang explodindo e criando um novo universo.

Usava um vestido tomara que caia, vermelho e esvoaçante. Estava descalça e em seus lábios ainda tinham o vermelho de seus lábios vivos.

Ela tocou a sua barriga, e sentiu que o ferimento que havia matado, estava curado e sem nenhum resquício. Mexeu sua mão e a porta se abriu.

- Estou recuperada. Mas ainda preciso de minha parte mortal. Ainda preciso dele. - Disse pra si mesmo, e saiu do caixão.

Ela desceu as escadas, cantarolando uma cantiga antiga em latim, por onde ela passava as portas se abriram e todos que estavam presos dentro das suas celas ou chamados de infernos particulares, saiam andando, olhando para todos os lados perdidos, retirados de seus infernos pessoais com um grande empurrão.

Pessoas de todas as idades, saiam delas e seguiam o rastro de magia que a garota deixava, como se fossem moscas atrás da luz, a magia dela era chamativa, atrativa.

Seu corpo parecia dançar enquanto ela andava para a frente da casa, ela não parava de cantar e as pessoas seguiam ela, bruxos e mais seres sobrenaturais que estavam presos. A donzela era poderosa e forte e Reforçava em seu cântico.

Ela chegou na porta da casa, e tentou abri-la. Seus poderes foram rebatidos e sendo engolidos pela casa, como uma resposta de todos os anos que ela ficou presa.

- Magia de proteção. - ela riu de desdém. Tocando na parede invisível que a prendia, os outros mortos estavam ali e olhavam pra ela do lado de fora, como se tivesse vendo algo surreal, eles não deram nem um passo. – Foram quantos mortos para me prender? 20 OU 40 ?

Ela se virou e surpreendente para sua surpresa, todos os bruxos presos na casa a seguiam, e esperavam ela se posicionar, já que ela tinha libertado todos.

- Estão vendo, o que até a nossa própria comunidade está fazendo conosco? Impedindo de nos reencarnar, de tornar a vida novamente. – Ela se virou para os mais de 40 bruxos e os outros seres, que a encarava, esperando a seu comentário. – Eu Sou HWASA, sou a suprema que libertou o poder antigo para nossa comunidade, que foi morta por causa de vampiros nojentos, de inimigos mortais dos bruxos. Está na hora de revolucionarmos esse local, de terminar de vez com o que comecei a uns anos atrás. E eu tenho o modo de sair daqui.

Os murmúrios se fizeram presente, alguém estavam desacreditando e falando entre si. Até que ela levantou sua mão pendido silêncio.

- Vários de nossos irmãos e irmãs, foram jogados a essa casa, por milênios, a anos, eu durmia no sótão da casa, para enfim ter meu poder de novo. Mais eu me dividi, dividi minha alma em duas, meus poderes ainda não estão completos, eu preciso de minha outra metade. – Ela sorriu, de um jeito perversos, a luz que iluminava do lado de fora, se tornou vermelha como sangue. – Vamos meus irmãos, me ajudem a conquistar o mundo sobrenatural, a dizimar toda a raça vampiresca que existe e por fim, ter nosso legado novamente como seres sobrenaturais. Eu sou Hwasa, eu sou a bruxa suprema abençoada por Hécate e Nix, para ser a governanta suprema de toda a magia. Me ajudem a ter a Nova Salem, me ajudem a trazer a magia, o poder absoluto. E acabar com todos os vampiros que nos mataram a anos.

Ela se virou para a porta da casa e uma orbe negra se criou de sua mão. O vento balançou a casa do Juizo, estremecendo toda a casa. Assim que ela disparou a orbe negra, seus olhos de um vermelho voltaram a ser amendoados. A casa estremeceu e um terremoto foi sentido por todo o vale e vidros cairam no chão, espatifando, era a parede que tinham levantando pra ela e muitos não sair, ela se virou e soltou uma risada baixa, não surpresa com o que ela poderia fazer.

- Ande meus servos, se inflientem em Nova Salem para enfim tomarmos nossas terras e destruir todos aqueles que se impuseram a nós. - Ela mostrou uma imagem de Richard. - Busquem esse garoto, ele e uma das chaves. Pois só assim vou poder tomar o que é nosso por direito.

Uma horda saiu para o portão aberto, correndo seguindo fielmente sobre o que sua suprema tinha ordenado.

- Acha mesmo que eles vão está atrás desse garoto? - A voz saiu do lado dela, apresentado a dona da voz pra Suprema. - Você sabe que a grande maioria queria sair daqui. E não acredito que são leais mesmo. Não se fazem mais bruxos como antigamente.

Do lado dela ficou uma garota alta, de cabelos vermelhos que nem cereja, uma bandana como se fosse tiara. Era Joy Ouro Preto, uma das bruxas que foi suprema, e ainda por cima a bruxa rara por ser uma necromante. E do seu lado estava um garoto baixinho de cabelos negros, usava uma camisa longa de uma estapanda de labirinto, seus olhos negros pareciam de uma coruja, ele tinha a mesma estampa tatuada em sua mão direita.

- Joy, alguns deles iriam trair a Hwasa. Mas juramos lealdade para com ela. E vamos cumpri isso. - Kyungsoo OuroPreto, conhecido como embaixador da magia no século 20, um dos que apoiaram a bomba de Hiroshima e Nagasaki, Já que viviam vampiros na cidade. - Sou vidente e domino o elemento da firmeza, a própria terra. Estaremos olhando cada um deles, caso um saia do caminho, poderemos trazer de volta. Você como uma boa mediadora da morte, pode acabar com eles.

Kyungsoo sorriu malicioso demais. Seus olhos eram negros como a terra e ele olhou para trás e estalou os dedos, as portas se fecharam e a casa tremeu.

- Joy, Kyungsoo. - os dois a olharam. - Não me arrependo em ter feito aquela aliança com vocês. Sempre foram leais a seus ideias e teremos nossas vinganças.

Os dois bruxos a olharam contente. O sangue puro corria em cada um deles, e a promessa feita sob magia teria que ser levada a seria ou tudo daria errado aos bruxos envolvidos.

- Vamos. Temos muitas coisas a fazer. E além do mais, tomar o poder dessa casa e acabar com esse conselho de magia, será um prazer. Ainda odeio aqueles idiotas por tudo, por ter me mandando para cá, só porque fui uma garota tola, isso que dá meninos, amar destrói qualquer um.

Hwasa riu de seu companheiro, ela riu de desdém e encarou o portal que estava aberto. Ela ia ficar presa por um tempo até acharem a sua outra metade, para enfim sair total.

- Vamos, tenho coisas a preparar até realmente sair. Já que pelo menos preciso de todas as almas que estão aqui. - Hwasa se voltou para dentro da casa e subia os degraus. - Sabem o que fazer.

Joy soltou pulinhos e Kyungsoo revirou os olhos ao ver a amiga eufórica. Os dois desceram as escadas deixando a suprema dentro de sua prisão.

- Veremos se ainda me matará de novo, DanteKrisSer levado às pressas para casa e ainda em alta velocidade era algo que meu estômago não estava acostumado, ainda mais quando precisava manter algo dentro de mim.

- Kris. - ouvi a voz de Alexsander invadindo de dentro da casa.

- Fala baixo, vai querer acordar...

- Acordar quem? - Henry e Luther desciam da escada e aparecem em meio segundo na porta. Henry que estava irritado pegou Kris. - O que você fez?

- O que eu fiz? Nada. Apenas estava na casa de Um amigo e Dante teve que me buscar. - Engoli em seco, sabia que não conseguia menti para meus pais.

- Sinto cheiro de mentira. Murilo me contou tudo. - Luther se virou e ríspido como sempre observou lançando um olhar duro. - Sabe que não podemos ficar perto de um bruxo e o aonde estavam com a cabeça? Você sabe o que eles podem fazer conosco, e tem a porra dessa maldição que nos ronda.

Luther não era de ficar estressado, era tranquilo como Lay, mas eles tinha uma coisa em comum, odiavam ser enganados e isso irritava extremamente os dois.

- E ainda ele ser o parceiro de sangue de vocês dois? Ou isso é uma pirraça dos dois? - Henry vira Dante, o colocando na escadaria da entrada de casa. - Parceiro de sangue? Isso mesmo que ouvi! Por Nix.

Henry estava ficando vermelho de raiva, anos procurando uma cura e eu estava preso naquilo que eles evitavam.

- Não papai. Ele é realmente o parceiro de sangue de Kris e ainda por cima de Dante. Eu vi quando o garoto colocou seu sangue para os dois provarem e o corpo não rejeitar. - Baltazar apareceu no parapeito se apoiando nele, comentando em nossa defesa.

- Temos um problema Luther. Dessa vez dos grandes. - Henry andava de um lado para o outro, impaciente, irritado. - Você acha que eu vou perder meus dois filhos por causa disso? O que combinamos Dante? O que lhe falei e avisei a anos? Pra agora quando estamos perto de ter uma chance vocês decretarem quando vão morrer?

O silêncio foi feito na casa, Alexsander entrou na casa e não saiu mais, deixando Murilo e Baltazar fora da casa, Dino foi ficar junto a lareira e não dizer nada.

- Calma meu anjo, teremos que nos mudar de novo. Sabe que isso fara bem para eles. - Luther tentou pegar a mão de seu esposo que o rejeitou de forma brutal. - Olha Henry, sei que eles comentaram erros, mas temos que fazer algo. Fique calmo pra gente pensar.

Henry se virou e olhou com desdém pra seu esposo e logo soltou um riso irritado.

- Sabe o que acontece se um vampiro de nossa família achar seu parceiro de sangue e não o tomar posse. - Henry estava preocupado, irritado e com medo, observou Dante com uma melancolia.

- Espera Papai. - Disse Lay saindo da casa. - O bruxo Davi com poderes de cura, conseguiu quebrar minha maldição e pelo visto também de Kris. Podemos fazer com que eles sejam nossos parceiros.

Henry soltou o ar de seus pulmões e massageou as têmporas.

-Isso não adianta nada, se a pessoa não quiser ficar com vocês, se tiverem que transforma elas, sendo bruxos eles perdem seus poderes. Você acha que os dois abririam mão disso por você? - Henry encarou os três filhos de forma repreensiva. Ele suspirou e olhou pro meu irmão mais velho. - Dante, Entre, precisamos conversar.

- Mas...

Luther o olhou duro e o garoto que não tinha medo de nada, engoliu em seco e entrou logo em seguida. Deixando Murilo e Baltazar, junto comigo, Lay tinha entrando junto com Luther pra explicar como isso tinha acontecido, mas sabíamos que os dois ainda mataria nós três.

- Obrigado irmão, pela sua ajuda. - resmungo ao olha-lo.

- Quero apenas te ajudar, Sabe que eles não souberem por mim, saberiam por coisas piores. - Murilo chegou perto. - e outra meu irmão. Sabe o que isso significa. Estamos à beira de uma nova guerra com os bruxos, se os vampiros souberem que você se apaixonou por um deles. O mataram sem pena.

- Tenho que admitir. - Baltazar era um dos mais calados, mas ele concordava com meu irmão, a coisa era séria. - Murilo está certo. Sabe que a muito tempo, depois da inquisição, onde nossos mais velhos mataram os bruxos, temos essa guerra. O Conselho de Drácula, matará qualquer um de nós e dizimar um clã por causa disso. E se vocês se curaram mesmo, eles vão atrás dessa cura.

Eu não tinha lembrado daquele detalhe, existe um conselho de vampiros, denominados de conselho de Drácula. Eram quase como os illuminatis, só que mais sanguinários. O poder divido em cinco Vampiros, com suas próprias facções

Não sei ao certo se eram os originais, mas pelo que a história dizia, eram os mais antigos até então.

- Sabe que entre os cincos, Woozi e Jongin são os mais sanguinários de todos. - Murilo, Já encontrou os dois a algum tempo e isso não foi algo bom, já que ele teve que provar se eram realmente um sangue azul.

- Eles até mesmo ajudaram, Hitler. Jamais queria irritá-lo. - Dino apareceu do nada bem nas costas de Kris. - Já servi a corte de drácula, o que não foi nada fácil. Woozi, Jongin, Rowoon, Irene e Sana. São os piores de nossa raça. Eles abusavam de bruxos, seres humanos e entre outras coisas. E fora as cinco facções que serve os cinco como se fossem Deus.

- Isso já passou. Eu estou aqui para te proteger. - Murilo o beijou. Fazendo eu revirar os olhos em protesto.

- Alguém está vindo, maninho. Vamos casal popular. Tem alguém chegando para visitar nosso irmão. - Murilo apertou em meu ombro e esperou os dois subirem as escadas. - Espero que entenda, que fiz isso por medo de perder qualquer um de vocês, ainda mais você, meu irmão.

Balanço a cabeça e logo depois estou sozinho na frente de casa, até que eu sinto o cheiro doce que vinha da floresta.

- Richard, o que está fazendo?

Lá estava o panda, que meu corpo tremia em estar perto, que não resistia em ouvir sua voz. Meu corpo travou, como se ele ainda tivesse aquele charme em sua voz, me fazendo o obedecer sem nem ao menos protestar.

- Quero conversar com você e com Dante. Onde ele esta? Kris...

- Desde de quando, te dou a liberdade de me chamar assim?

Richard bufou indignado.

Meu corpo ferveu em ciúmes, ouvir o nome de meu irmao era combustível para eu fazer a loucura que fiz. Peguei o braço de Richard e o puxei para mas perto. Seus lábios vermelhos me chamavam como um convite.

Apenas fechei meus olhos e o puxei para perto. Seus lábios se encaixavam aos meus e isso sim foi magico. O beijo demorou mais ou menos dois minutos. Não conseguia deixar de para, apenas paramos para respirar e trazer o ar aos pulmões.

- Eu...

- Não fale nada. Apenas me fale o que veio fazer aqui. - do alto da casa estava Dante. Com um sorriso cafajeste nos lábios. - Rápido.

Richard piscou algumas vezes o trazendo para realidade.

- Eu tive uma visão. Um vislumbre do passado. - Richard coçou a cabeça e sorriu sem graça.

O bruxo me contou de sua visão, o que ele viu. E tudo que falei foi apenas um palavrão enorme.

- Puta que pariu.

- Entao, conhece a garota? Ou sabe quem ela era? Se Dante fez algo a tempos atras, ela quer mais do que vingança. - Richard parecia nervoso, suas mãos tremiam. - Kris?

- Não conheço, tem um passado de Dante que nem meus pais ainda contaram. Toda vez que entro no assunto, eles apenas desmentem ou mudam de assunto. Nem mesmo Dante fala sobre isso...

- Porque até agora não precisava tocar no assunto. - Meu irmão mais velho chegou de mansinho que nem eu ouvi. - O nome dela é Hwasa. A bruxa suprema que me apaixonei a muito tempo atras.

- Não acredito que você foi o assassino de uma das bruxas mais poderosas e amadas da nossa comunidade. - Richard ficou furioso.

- OuroPreto. Eu não matei Hwasa. Ela mesmo se matou. Sua loucura e estabilidade a fez isso. - Dante se defendeu. - Eu amei Hwasa. Amei com todas as minhas forças. E vela jogar maldições e começar uma guerra contra o meu clã. Eu poderia ter evitado. Eu ia abandonar minha vida imortal para viver ao lado dela. Mas isso foi uma quebra de regras, que desencadeou o Conselho de Drácula e vários vampiros lutando.

- O sonho que tive no purgatório. - Richard e Dante me olharam.

Sim, vampiros não precisam dormi, mas por magia podemos chegar a isso. Estava preso e em determinado momento de minha visão pós morte. Tive um vislumbre. Um sonho.

- Eu vi uma guerra. Uma guerra que acabava com mais da metade dos vampiros mortos e sangue de conjurador no chão. Sonhei com uma ilha, no meio do oceano. Onde prédios estavam abandonados. No centro dos prédios, uma fogueira enorme crepitava, com várias cores e pessoas sendo jogadas nela.

- Você sonhou com Nova Salem. - Richard começou a realmente a tremer de vez. Colocamos ele para ficar sentado. - Alguma coisa não deve está saindo bem em Nova Salem.

- O que diabos e isso? - Pergunto intrigado.

- Nova Salem, fica numa ilha abandonada a muito tempo atras, onde vários Conjuradores vivem nela. Como proteção e Porto para treinamento. Foi batizada assim, devido a queda de Salem, e seus Conjuradores partiram para encontra um local seguro. - Dante, me explicou aquilo. - Enquanto o Conselho de dracula fica num castelo ao norte daqui. Nova Salem fica ao sul. Nenhum humano ou vampiro conseguiu chegar na ilha.

- Preciso conversa com meu pai. Se ele souber disso, pode ajudar em algo. Precisamos evitar uma guerra. E concertar tudo isso...

Uma risada pequena saiu da floresta. Um relâmpago cortou o ar e chegou a machucar Dante, que caiu no chão se debatendo.

- Richard OuroPreto e sua conspiração. - Um garoto alto e magro de cabelos vermelhos apareceu. - Se aliando com vampiros? E ainda o vampiro nojento do chão admitiu que matou uma de nossas supremas! O dia foi bem produtivo.

- Quem são voces? - pergunto ficando na frente de Richard

- Eles são os Conjuradores de Nova Salem. - disse o bruxo atrás de mim. - Precisamos sair daqui. Ou vão matar todos vocês.

- Todos não. Apenas esses. - O loiro baixinho que estava ao lado dos cabelos vermelhos, sorriu. - Vampiros me dão nojo. E ainda mais quando são hibridos. O famoso clã Black.

- Baekhyun. Cegos logo. Precisamos voltar o quanto antes. Senhor Hades nos aguarda. - disse um outro de cabelos negros com aparência de Americano, Um sócia do Leonardo dicapriu.

- Calma Verno. Ainda estou querendo me diverti. - Rebateu Beakhyun rindo de desdém.!

- Kris. Entre e leve o garoto junto com voce. - Henry apareceu em minha frente. Junto com meus irmaos. - Alexsander leve Dante para dentro.

- Não vão não. - Chaneyol liberou chamas em suas mãos e fez um círculo enorme em volta dos vampiros.

- Andem, nos entregue o garoto e o Vampiro desmaiado. - Disse o garoto de cabelos roxos.

- Família jamais se entrega. - Murilo disparou.

Todos os vampiros correram por entre as chamas e ouvir barulhos de relâmpagos tentando acerta cada um deles. Mesmo sendo rápidos, o conjurador não ficou em apenas em sua habilidade. Misturando feitiços e habilidades. Fazendo a grande parte dos vampiros caírem. O garoto de cabelos roxos, se transformou em uma cobra enorme. Batendo em Casper e Baltazar. Henry e Luther foram pegou por Baekhyun que criou uma luz enorme em suas mãos, chegando a quase caga-los. Park tentava me pegar com suas habilidades e feitiços que conjurados me faziam troca as ideias.

Quando Park ia me incediar, por desviar de uma na de fogo lançada. O tempo para. Tudo ficou congelado. Ninguém se mexia. Richard era o único a caminha em nossa volta.

- Irei com vocês. Meu pai o supremo de todos os bruxos irá comigo a Nova Salem. Eu mesmo falarei com Hades. E não toquem em Dante. Depois que eu conversa com Hades, aí sim podem fazer o que quiserem. Eu sou o príncipe dos Conjuradores dessa geração.

Richard falou alguma coisa em outra língua e os poderes foram negativado e o tempo voltou.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Duque Chaves a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Este comentário não está disponível
Este comentário não está disponível