Uma Noite Com o Amigo Bêbado do Meu Pai

Um conto erótico de Tlaloc
Categoria: Homossexual
Contém 3048 palavras
Data: 10/04/2022 11:18:28

Aos meus 27 anos acabei perdendo meu emprego durante a pandemia. Com dificuldade de me manter, precisei voltar pro meu quarto de infância na casa dos meus pais, o quarto que dividia com meu irmão mas novo, que já era adulto e não morava mais lá. O quarto, portanto, era grande e espaçoso. Levei comigo alguns móveis, meu guarda roupas para substituir o meu antigo, que tinha adesivos de personagens colados por ele todo, minha escrivaninha, e minha cama de casal, afinal já que o quarto era espaçoso, porque não uma cama espaçosa.

Meus pais costumavam, desde sempre, receber amigos aos fins de semana. A família do meu pai não mora em nossa cidade, mas em uma cidade vizinha. Era comum ter familiares e amigos dele dormindo em casa durante finais de semana, principalmente em feriados prolongados. Geralmente, após minha volta pra casa, quando as restrições se afrouxaram na cidade onde vivemos, os convidados dormiam em colchões na sala, mas, num final de semana em específico, não só os familiares do meu pai, como também alguns amigos, decidiram vir.

O sábado foi festa o dia todo. Música, churrasco e bebida. Eu não bebo, mas me divirto com os bêbados. Um dos amigos dos meus país dos quais me sinto mais próximo é Wagner. Wagner é um homem que estava completando na semana seguinte seus 40 anos. A festa portanto acabou sendo uma festa de aniversário antecipada, e Wagner se esbaldou. Wagner não tinha casa própria. Trabalhava em uma fazenda a 300 Km de onde morávamos, e morava no alojamento que os patrões ofereciam, então era comum que quando vinha, dormisse em nossa casa.

Nesse dia, Wagner bebeu como nunca o tinha visto beber antes, da manhã até o anoitecer, quando começou a passar mal. O restante do pessoal, todos bêbados, nem ligaram pra ele, que se aquietou num canto. Preocupado, já que era a única pessoa da qual eu era próximo, mesmo que em um nível bem superficial, tomei pra mim a tarefa de cuidar do bêbado. Cheguei próximo a ele e perguntei se estava tudo bem. Ele colocou seu braço em meu ombro, se apoiando, sem responder nada. Alguns segundos depois ele diz:

- Me ajuda a chegar no banheiro. - com a fala meio enrolada, mas compreensível.

Fui andando devagar com ele se apoiando em mim do jardim onde estavam todos bebendo até o banheiro. Ele entrou no banheiro, se ajoelhou se apoiando nas paredes e colocou a cabeça próxima ao vaso. Acho que sabem o que acontece a seguir. Quando se sentiu melhor me chamou, me pedindo ajuda para levantar. O levantei e perguntei:

- Não quer tomar um banho? Sua camisa está suja e você e sentou no chão do banheiro, do lado do vaso todo mijado.

- Tô meio tonto, cara. Mal consigo ficar em pé. Só consigo se me ajudar.

Concordei. Então comecei a tirar sua camisa, e ao ver seu peitoral coberto de pelos comecei a o enxergar de uma forma que não tinha enxergado antes. Seus cabelos e pelos estavam começando a ficar grisalhos, tinha a pele parda bronzeada no pescoço por conta do trabalho na fazenda. Não tinha o corpo definido como os caras da academia, mas tinha os musculos fortes. Usava a barba curta, que não era muito cheia e o deixava com uma cara de "cafajeste, e apesar do cheiro de bebida que exalava, dava pra sentir também o cheiro do seu suor. Eu não só estava vendo aquele homem sem camisa como já havia visto antes, eu estava bem do seu lado, ele se apiando em mim. Eu sentia seu toque, seu cheiro. Aquilo me excitou muito, e em um momento de clareza consegui recobrar a consciência e me controlar.

Desabotoei sua calça e perguntei:

- Se não quiser tira a roupa toda na minha frente, toma banho de cueca. Depois te empresto uma minha ou do meu pai.

Sem dizer nada, ele mesmo abaixa sua cueca, ficando pelado na minha frente. Na situação em que eu estava, já excitado com aquele homenzarrão na minha frente, não deu pra não olhar seu pau se libertando da cueca. Era escuro como a pele queimada dos seus braços e pescoço, mais escuro que a pele que sua roupa cobria. Assim como seu peitoral, ele também não aparava os pelos da virilha, o que, para o meu gosto, deixava a vista ainda melhor. Seu pau estava aparentava estar meia bomba, a base do pênis já tentava levantar todo seu peso, o restante se curvava para baixo. A pele do prepúcio já se repuxava para trás mostrando a pontinha da cabeça escuro avermelhada. Esperei ele terminar de tirar sua cueca enquanto encarava seu membro. E, quando terminou de se despir, o levei até o chuveiro. Liguei e ele começou a se molhar. Eu tentava esconder minha ereção. Meu pau já estava duro ao máximo. Era impossível me conter sentindo seu cheiro e vendo a água escorrer pelo seu corpo. Peguei o sabonete e o entreguei. Ele esfregava seu peito de cabeça baixa quando se apoiou em mim com força.

- Cara, preciso me sentar. Ainda não estou bem. - ele disse.

Devagar fui descendo com ele apoiando em mim até que se sentasse no chão. A preocupação fez o favor de controlar minha ereção que já era aparente, já que estava com minhas roupas molhadas pesando sobre o meu corpo. Continuou de cabeça baixa enquanto a água caia sobre seu corpo.

- Quer ir se deitar? - pergunto.

- Acho melhor.

Sua fala já aparentava estar menos enrolada. O ajudei a se levantar, busquei uma toalha em meu quarto e o enrolei nela.

Ainda não havíamos decidido onde todo mundo dormiria. Isso geralmente era feito de última hora. Pegávamos os colchões e jogávamos no chão, colocávamos os lençóis e a galera se deitava onde dava. Tão cedo ainda não havíamos arrumado as camas e desenrolado os colchões.

- Ainda não tem colchão pronto. Se importa de se deitar na minha cama? Se quiser pode dormir lá, eu durmo no colchão. - disse a ele, que respondeu com um simples - Pode ser.

Levei ele até meu quarto, e o ajudei a se sentar na minha cama. Fiquei esperando até que se deitasse e perguntei:

- Cara, fica a vontade aí, e se precisar de qualquer coisa é só me avisar. Vou ficar aqui usando o computador se não te incomodar. - eu sentia vergonha dos motivos pelos quais tinha dito isso. Eu queria ficar ali para ter mais tempo para olhar aquele homem pelado deitado em minha cama. Queria gravar em minha mente aquela imagem para ter com o que me masturbar no chuveiro mais tarde. Afinal de contas, olhar não machuca.

- De boa, fica aí. E quando tiver com sono, deita aqui. A sua cama é grande cara, não tem porque dormir no colchão por minha causa.

A resposta educada seria um "Não, tudo bem. Não me importo de dormir no colchão". Mas, naquele momento a excitação falava mais alto. Eu queria sentir mais do cheiro daquele homem, quem sabe até mesmo tocar, de leve, "sem querer", em seu corpo.

- Se não te for te incomodar. - respondi.

- Que isso, o quarto é seu, a cama é sua. Eu ficaria incomodado seria se fosse dormir no chão. Inclusive, te molhei todo, cara. me desculpa. Tira sua roupa molhada aí, pode ficar tranquilo que não vou manjar sua rola - disse rindo.

Sorri de volta enquanto me levantava da cadeira do computador para tirar minha roupa. Fiquei de costas pra ele não só por vergonha de quão duro meu pau estava naquele momento, mas porque a minha intenção não era mesmo que ele manjasse meu pau, mas sim minha bunda. Tirei a camisa, as calças, as meias e, por último, a cueca. Fiz questão de me abaixar empurrando minha cueca até meus pés, pra que ele pudesse à ver bem. Mesmo sabendo que ele era hétero, eu tinha esperanças de que o que os meus amigos diziam fosse verdade. "Não existe homem hétero quando estão bêbados". Podia não dar certo, claro, mas valia a pena tentar. Se não fosse naquela hora, não seria nunca. Fui até o banheiro, tomei um banho bem rápido, e, por via de dúvida, já limpei meu cu todo, se me entendem.

Votei pro quarto, ele estava usando o celular, mas o largou quando entrei. Me desenrolei da toalha de costas para ele, mais uma vez, torcendo para que entendesse o que eu estava querendo. Vesti uma cueca slip, que deixava os cantos da minha bunda aparecendo e se ajustava bem nela. Quando me virei, ele me olhava, e continuou me olhando sem vergonha nenhuma. Coloquei meu pau, que não era grande, apontando para baixo. A cuéca era justa o suficiente pra mantê-lo nessa posição sem deixar a "barraca armada".

- Se importa se eu ficar de cueca?

- Imagina, e eu que estou aqui peladão com o pau meia bomba. Você que deveria estar incomodado. - disse com um sorriso fechado.

- Não me incomodo com isso não, cara. - disse com um sorriso de canto de rosto, enquanto me dirigia até a cama. - Vai ficar de qual lado? - perguntei.

Ele foi empurrando seu corpo pra trás dando espaço pra mim a sua frente, enquanto me secava. Já via o volume da sua ereção através do edredom. O espaço que ele havia me cedido na cama não era muito, nossos corpos estavam próximos o suficiente para que com uma mão ele pegasse parte do edredom que o cobria e me cobrisse também, me abraçando no processo.

Ali não tive mais dúvidas, ele estava tão afim quanto eu.

Me virei de costas pra ele e me aconcheguei junto ao seu corpo. Sentia seus pelos e o calor do seu corpo, sua respiração quente. Tudo isso me levava ao céu. Fui me aproximando ainda mais até que ficássemos encaixados um no outro, com um de seus braços por cima de mim e o outro tocando minhas costas. Pude sentir então seu pau, completamente duro, tocando a parte de cima da minha bunda até minhas costas. Comecei a me esfregar nele todo. Queria seu cheiro em mim, queria seu suor em mim. A noite era quete, mais de 20 graus com certeza, então naquela posição em que estávamos, cobertos do peito para baixo pelo edredom, suávamos muito.

- Não quer tirar a cueca, ficar mais a vontade? - ele diz.

Fiz questão de me inclinar, empurrando minha bunda ainda mais contra seu corpo, enquanto tirava a cueca. Primeiro puxei só a parte de trás da cueca, descobrindo minha bunda, e senti sua mão deslizando pelas minhas costas em direção a ela. Fui então descendo a cueca como dava até conseguir tirá-la com os pes.

Ele devia estar tão excitado quanto eu, pois não teve nenhuma calma, deslizou sua mão direto até a portinha do meu cu, onde fazia pressão com os dedos ainda secos. Era impossível não gemer com aquela mão firme me tocando. Ele então leva os dedos ao nariz e sente o cheiro do suor.

- Você não sabe como o cheiro de um cuzinho suado me deixa louco. - sussurrou.

Aquilo parecia um sonho. Ele então colocou um dos dedos na boca e o molhou com sua saliva. Eu arrebitei a bunda já sabendo o que estava por vir. Num único movimento firme ele meteu seu dedo em mim, e continuou metendo devagar até que o dedo todo estivesse dentro de mim. Puxou um pouco o dedo e então senti que dessa vez seriam dois. O segundo dedo estava bem seco, e dessa vez senti um pouco de dor, mas não reclamei. Dessa vez ele deixou os dedos lá dentro enquanto pedia:

- Aperta esse cuzinho, aperta. Segura meu dedo com o seu anelzinho.

Eu contraia o cú apertando seus dedos e soltava, ele então me pedia de novo, e de novo, enquanto beijava ora minhas costas, ora minha nuca. Eu estala delirando com aquilo, até que ele puxa novamente seus dedos, e, dessa vez, com seus dedos já não tão lubrificados, ele força três dedos. Sindo muita pressão na entrada do meu anus, e quando os dedos entram sinto uma dor forte e solto um gemido mais alto. Ele então tapa minha boca com a outra mão enquanto com paciência mete três de seus dedos dentro de mim. A dor logo passa, e então busco um dos dedos da mão a qual tapava minha boca e começo a chupar. Ele então começa um vai e vem com os dedos, não rápido, mas forte e firme. Sentia seus dedos tocando o "fundo" do meu pênis, por dentro, fazendo pressão no que imagino ser a próstata, e meu pau começa a babar como nunca havia babado antes, umedecendo a cama e o edredom à minha frente. Ele nunca parava com seus beijos na nuca, que me deixava ainda mais excitado. Eu estava nas nuvens.

Passei uma das minhas mãos pra trás buscando seu membro. Ele tira a mão que cobria minha boca e guia a minha mão até seu pau. Duro e tão babado quanto o meu, ficava até fácil massageá-lo. Era difícil masturbar ele com movimentos coordenados naquela posição na qual permanecemos por algum tempo. Ele então puxa minha cabeça para o lado, eu inclino um pouco o corpo enquanto sinto seus dedos saindo de dentro de mim, o que era tão prazeroso quanto senti-los entrar. Ele me beija enquanto sinto o "oco" que ele tinha deixado no meu cu. Contraio tentando fechar meu cuzinho, mas ele volta a se abrir, como se todo aberto fosse a sua posição natural.

Pela primeira vez desde que nos deitamos pude então ver seu rosto. Ele sorria e voltava a me beijar. Passava a mão por todo seu corpo, suas costas fortes, seu peito peludo... tudo que estava ao meu alcance, e ele mais uma vez guia uma das minhas mãos até seu pau, tão duro que pulsava quando eu o tocava.

- Quer que eu coloque ele dentro de você? - Ele pergunta.

- Por favor, cara. Não aguento mais sentir esse vazio que seus dedos deixaram no meu cu.

Ele ri comigo, enquanto me viro de costas pra ele mais uma vez. Mas, dessa vez, ele me empurra mais um pouco me deixando de bruços. Eu pego seu travesseiro e troco com o meu enquanto ele me olha.

- Quero sentir o seu cheiro enquanto me fode. - digo sorrindo pra ele sorrindo. Ele sorri de volta.

Ele então pega o meu travesseiro e dobra, o coloca em baixo da minha cintura, de uma forma que meu pau ficava meio para trás, e que minha bunda ficava bem empinada e a mostra.

- Sempre que eu como um viado o cara se esfrega no travesseiro e goza antes de mim. Vou colocar seu pau pra trás porque quero te comer a noite toda com você gemendo na vara, não quero ver você gozar e ficar todo mole aí enquanto eu te como. - disse rindo.

Eu ri com ele enquanto me ajeitava, e então sinto pela primeira vez a cabeça do seu pau tentando entrar praticamente seca, umedecida apenas com a baba que escorria do seu pau.

- Cara, no seco assim não vou aguentar. - digo.

Ele então junta o cuspe na boca e cospe no meu cu, pincela o cuspe com a cabeça do pau e tenta mais uma vez. Dessa vez ele entra, mas a dor é excruciante. Era como se ele estivesse metendo uma faca. Eu enfio a cabeça no travesseiro para não gritar. Sinto dolorosamente cada centímetro de rola entrar em mim. Quando ela estava toda dentro, ele então se deita por cima de mim. Sinto seu peso todo sobre o meu corpo, o que me deixava ainda mais ofegante e me prendia naquela posição. Não conseguia me mover, já que ele era bem mais pesado que eu. O ar em torno de nós se tornou quente e abafado. O suor do seu corpo escorria pelo meu. E essa situação toda, que pela descrição era extremamente desconfortável, era extremamente excitante. O cheiro de sexo que vinha da sua mão que já havia me penetrado, e da minha mão que guardava o cheiro da baba do seu pau, era inebriante. Eu estava em transe. Ficamos deitados assim por muito tempo, eu sentindo seu pau dentro de mim, e ele as vezes fazendo movimentos leves com o quadril.

- Rebola pra mim, me faz gozar. Quero gozar dentro de você.

Sem dizer uma palavra comecei a rebolar como dava, e ele rebolava o quadril junto comigo. Sentia seu pau me revirar por dentro. Com o movimento dos nossos corpos seu pau fazia leves movimentos de vai e vem. Isso junto ao calor dos nossos corpos, o cheiro, o suor que escorria, era demais. Mesmo com o pau pra trás só com o movimento leve que meu pau fazia enquanto eu rebolava, gozei. O orgasmo foi tão intenso que a sensação era de que eu estava me masturbando por horas enquanto segurava o gozo, que finalmente tinha chegado, e não tinha mais como segurar. Meu cu se contraia como louco, apertando seu pau, o que fez com que ele também gozasse. Com um braço entre o vão que meu corpo deixava onde ele se inclinava na minha cintura, por causa dos travesseiros que estavam por baixo de mim, e o outro que ele havia passado em volta do meu pescoço, ele me aperta com força contra seu corpo. Sua respiração fica ainda mais ofegante, ele bufa como um animal, e apertando minha cintura contra a sua, sinto seu pau ir fundo enquanto ele goza. Sinto a porra quente dentro de mim. Ele mordisca minha orelha e sinto seu corpo relaxar. Ele solta completamente seu peso sobre mim. Ele puxa o travesseiro que estava em baixo da minha cintura e sente ele molhado da minha porra.

- Gozou só dando o cu? Nasceu pra isso, hein! - disse rindo. Eu sentia o calor do seu hálito no meu ouvido.

Ele coloca o meu travesseiro sujo na frente do meu rosto.

- Lambe aí, quero te ver provando porra. - faço o que ele diz - Gostou?

- Demais. - respondi - Quero provar a sua! Porra de macho igual você deve ter até o gosto diferente.

- Calma, que ainda vou te dar porra na boca. Ainda tem a noite toda! VocÇe vai aguentar o seu macho aqui te comendo a noite toda?

- Cara, por você eu aguento quanto tempo quiser.

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MUITO BOM, MAS CADÊ OS OUTROS VISITANTES? ONDE DORMIRAM? NÃO OUVIRAM NADA?

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