GIL, CINDY E AS FLORES

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 6111 palavras
Data: 06/07/2023 20:57:50

Teixeira não esperou duas vezes e abocanhou a piroca de Gil cheio de vontade, fazendo o homem de Leia gemer alto. O carioca chupava a rola do amigo desesperado, tirando anos de atraso e de desperdício em vontades reprimidas.

Teixeira reencontrava as texturas de glande e couro de pica que o haviam fascinado quando fazia troca-troca com os amigos de infância. Mas com Gil havia mais. Não seria como chupar a rola de Jane, por exemplo, que Teixeira imaginava fazer no próximo encontro com a CD fofinha. Com Gil havia o cheiro e gosto de pau mais forte do que o seu próprio, o que comunicava ao mamador que Gil era o macho alfa, ali.

Gemendo, Gil foi orientando a gulosa de Teixeira em gestos delicados. Primeiro pegou a outra mão do carioca e colocou no próprio saco, logo abaixo da mão com que Teixeira já segurava a base da piroca que engolia vorazmente.

Depois Gil segurou a cabeça de Teixeira delicadamente entre suas mãozonas e começou a dar ritmo de foda ao oral. Aí o mamador se embaraçou um pouco e tirou a rola do paraense da boca para perguntar sem tirar as mãos do saco e da base da pica do amigo:

- Eu... tô fazendo direito? Eu... num sou que nem elas... não tô te dando prazer.

- Chupa! Só chupa com vontade! Tá maravilhoso! Chupa do teu jeito... isso... assim... se solta... mama como tu quiser... com huuummm... com vontade...

Logo Gil já gemia alto para aquele hotel e Teixeira gemia junto expressando todo o prazer de ter a piroca do amigo na boca.

E cinco minutos depois Gil anunciou que tava perto de gozar.

- Vou gozar, Carioca! Vou gozar! Não tira! Não tira da boca! Engole tu... UUURRRGGGHHH!!!

Se fosse só por Teixeira, ele teria tirado a pica de Gil da boca e evitado a esporrada. Mas o paraense o segurou com força, na hora de gozar e não lhe deu opção. E, no fundo, Teixeira gostou de ter a boca jateada de leite de macho, engoliu tudinho e se sentiu recompensado com o comentário do ofegante e satisfeito Gil.

- Égua! Isso foi bom! Maninho... tu chupa bem!

- Eu... obrigado... eu acho.

Gil olhou pra baixo e viu o amigo de boca babada de porra e meio constrangido. Mas mesmo com o constrangimento o pau de Teixeira armava barraca na cueca do carioca.

- Agora é tua vez!

- Não, Cara. Tu não precisa fazer...

- Égua! Vô te deixar na mão, não. Alevanta daí... agora vira...

De pé atrás de Teixeira, Gil começou a arriar a cueca do colega, que protestou assustado:

- Não... Pará! Eu não curto! Não gosto de dar o cu, não!

Gil forçou pra baixo a rola tesa e toda babada e a encaixou no rego cabeludo de Teixeira, ao mesmo tempo envolvendo o amigo pela cintura com os dois brações fortes.

- Vô te comer, não. Só deixa meu pau aqui... e relaxa!

- Mas... aaahhh...

Gil agarrou a pica tesa do colega e começou uma punheta feroz, rápida desde o início. E Teixeira sentia aquele corpão másculo, musculoso e peludo o agarrando por trás e sentia a trozoba quente, babada e dura do paraense se mexer abrindo seu rego no mesmo ritmo frenético da punheta em sua pica.

O carioca começou a gemer alto e se tremia todo. E sem ter onde se apoiar, Teixeira lançou as mãos para os lados e pra trás e segurou firme nos quadris de Gil.

Com os dois assim agarrados, cada estocada de Gil com a piroca passeando no rego de Teixeira desequilibrava ligeiramente o carioca. E Teixeira, pra se segurar, fazia força puxando os quadris de Gil contra a própria bunda, comunicando ao paraense que queria mais rola.

Gil acelerou ainda mais a punheta e sentindo que Teixeira tava perto de se acabar mordeu-lhe a nuca e falou perto da orelha do carioca:

- Goza, vai! Goza pro teu amiguinho aqui...

A resposta foi Teixeira gemer muito alto avisando que ia gozar e em seguida esporrar na mãozona do amigo e na cama, gritando.

- AAARRRGGGHHH!!! AAARRR...

Gil apertou o pau do amigo com muita força, enquanto Teixeira terminava de gozar, mas assim que sentiu passarem as contrações soltou Teixeira e caminhou pro banheiro falando alto.

- Bem bom! Agora bora se lavar e descer pra comer que tô com uma baita fome!

Na volta para o quartel em Guaratinguetá e ao longo daquela semana, os dois não voltaram a falar sobre a pegação entre eles. Teixeira por ainda ficar sem graça e Gil por achar que tinha sido a coisa mais natural do mundo.

Mas a dupla se tornou ainda mais próxima e quando Gil foi escalado para ficar de guarda na sexta seguinte, Teixeira conseguiu trocar de serviço com o paraense para liberar o amigo sem que sequer Gil tivesse que pedir. Afinal, Teixeira só se encontraria de novo com Jane no segundo fim de semana, mas sabia que Gil queria voltar a Xanadu na sexta à noite, como comunicara abusadamente a Cindy.

E Cindy passou a semana atormentada pela lembrança de seus gozos nos braços daquele soldado paraense abusado, um garoto metido a adulto!

Almoçando com a mãe em Sampa, no domingo, o sapo da CD só pensava na linda piroca de Gil mas tentava se policiar desprezando mentalmente o paraense.

Já na segunda Cindy começou a se preparar toda para a terça, em que ia se hospedar no Largo do Arouche, sair para a noite e chamar um garoto de programa para dar muito e esquecer daquele menino. Mas na terça ela não fez nada disso. Se montou lindamente mas ficou em casa ouvindo música, bebendo vinho e pensando no sexo maravilhoso com o jovem.

Na quarta Cindy já balançava entre descer para S. José dos Campos ou não. Sempre racionalizando, decidiu que desceria só pra ter o prazer pirracento de ir à boate Hollywood, arrumar um bofe qualquer e chegar na porta de sua casinha, Xanadu, agarrada com outro homem para esnobar Gil. E, se o soldado não estivesse na porta, esperando por ela como ele ameaçara, estaria livre daquele fantasma e ao mesmo tempo teria pica!

Se auto-enganando com essa racionalização, Cindy driblou agendas e chegou em Xanadu na quinta pela manhã, levando na bagagem uma lindíssima peruca morena, curta, de dois cachos grandes caídos dos lados da face e um alto coque armado no qual se prendia uma bonita rosa vermelha artificial. A viada queria compor um visual de mulher forte, livre, uma cigana Carmen que preferiria morrer a se submeter àquele soldadinho abusado!

Todo o resto da quinta e do dia de sexta foi dedicado pela fêmea à sua produção pessoal. Horas de ginástica corporal e facial, horas de sono embelezador, horas de hidratação na banheira e com cremes. Mas sempre racionalizando para si mesma que aquilo tudo era pra esnobar Gil e não para agradar o paraense.

E na sexta à noite Cindy estava deslumbrante num longo vestido de flamenco, feito de boa malha, todo vermelho vivo com decote alto e fechado mas colado no corpo a ponto de destacar seus peitinhos de hormônios. As mangas compridas terminavam em grandes voltas bufantes nos punhos, assim como a saia, colada até os joelhos e aberta em várias camadas, dali para baixo. Só nas costas o vestido mostrava mais do corpo da viada, num ousado V aberto que ia até quase a cintura.

E lembrando que Gil era mais baixo do que ela, Cindy calçou sapatos pretos de tacones, saltos altos e grossos para dançar. Ela queria que o soldado se sentisse menor, quando aparecesse. “Se aparecesse”, porque no fundo temendo que Gil não viesse, ela já dizia pra si mesma, silenciosamente, que aquilo fora só bravata de jovem e que ele não viria.

E, é claro, Cindy não saiu de casa para fazer hora até a boate abrir, como tinha pensado originalmente. Ficou ali, entre a sala e a cozinha de sua pequena Xanadu, olhando ansiosa para o relógio e a todo momento testando o próprio perfume, se mirando no espelho e se controlando para não roer as belas unhas pintadas do mesmo vermelho forte de seu vestido.

Às oito e meia da noite a linda CD já se programava mentalmente para levar bolo de um compromisso sobre o qual ela fazia uma força danada para dizer a si mesma que não queria. E nesse estado de espírito começou a bebericar uma dose de limoncello, para acalmar os nervos.

Faltando quinze para as nove Cindy amaldiçoava a si mesma por ter se permitido sonhar em ter um caso com um jovem. Jovens são cruéis! Bebendo a segunda dose do licor, ela se xingava e xingava Gil em silêncio. Como podia ter acreditado que aquele pedaço de homem viria! Era só um garoto, jovem, irresponsável, que não tava nem aí pra ela.

Os minutos restantes, até as nove, foram passados numa angústia crescente e o tormento só aumentava. Cada minuto era uma peça a mais num enorme quebra-cabeças que formado teria escrito em letras garrafais “Ele não vem! Ele não te quer!”

Até que às nove em ponto o interfone tocou.

O coração de Cindy deu um pulo tão grande quanto ela própria levantando da poltrona. Correu até a cozinha logo se amaldiçoando pelo barulhão que seus tacones faziam no piso.

Sua tonta! Ele vai te ouvir e achar que você tava ansiosa por ele! Será que o interfone tocou mesmo, ou imaginei? Deve ser seu Luís, o taxista, vindo me levar pra Hollywood. Mas eu chamei o Seu Luís? Deixa tocar de novo!

Assim que o segundo toque iniciou, Cindy agarrou o fone, soltou um interrogativo e angustiado “alô?”, e ouviu a voz de Gil mediada pelo aparelho:

- Eu te falei que eu vinha!

- E-eu... seu!...

- Se tu abrir, eu entro!

Gil já se insinuava logo de cara, no trocadilho infame. Aquele menino era um abusado! Ele achava que era quem? Ela ia abrir a porta, mas ia dar um sermão nele e o deixaria plantado e iria para a boate sozinha! Não... talvez... talvez levasse ele junto... ou talvez...

E ao abrir a porta o que Cindy viu foi o jovem de 20 anos entrando em sua casa com um sorriso lindo. E o peito e braços musculosos do rapaz, esticando uma camisa polo bem justa, abraçavam um belo e grande buquê de duas dúzias de rosas!

- B-boa noite, seu...

- Trago rosas para a mais bela das rosas!

- Seu...

Cindy queria forçar uma bronca, brigar com Gil, se proteger com o escudo da raiva, daquilo que ela, CD de 34 anos, sentia por aquele soldadinho de 20. Mas mal teve tempo de segurar o buquê com as duas mãos, porque o corpo másculo e forte de Gil colou no seu, meio de lado por causa das flores.

E enquanto era envolvida por aqueles poderosos brações, Cindy sentiu contra seu corpo a piroca dura que a fizera muito feliz há uma semana. Sentiu direitinho! Mesmo sob o jeans do macho

A partir dali, ela estava perdida!

A verdade é que as formas, volume, cores, cheiros e texturas daquela linda pica haviam alimentado as fantasias da CD por toda a semana. E agora ela a sentia, dura e cutucante, com eles ainda com todas as roupas. Só a pressão daquele membro contra seu corpo já faria Cindy gemer. Mas Gil não lhe deu tempo.

Gil puxou a cabeça da CD para si e aplicou-lhe um beijo de paixão verdadeira, cheio de desejo, em que seu calor se sentia refrescar na boca cheirosa da fêmea enquanto que ela se sentia incendiar pelo tesão do macho.

Foi tateando toda atrapalhada pelo beijo, pelo abraço e pelo buque, que Cindy fechou a porta da sala. E foi mais atrapalhada ainda que sem descolar as bocas ela tentou largar o buquê sobre o aparador que ficava ao lado da porta. Só tentou, porque as flores caíram no chão com um barulho de mato molhado e papel celofane, mas nenhum dos dois percebeu.

Cindy envolvia o pescoço de touro de Gil com seus braços longos e as mãos e os punhos em camadas bufantes do vestido vermelho acariciavam a nuca e a cervical do rapaz. Mas Gil descobria que tinha fome! Muito mais fome do corpo daquela viada do que ele achava que tinha!

Depois de massagear com força as costas de Cindy expostas no decote cavadão, Gil enfiou suas mãozonas por dentro da roupa da CD e passou a espremer as nádegas musculosas dela. E espremendo ele sentia a renda da calcinha de Cindy e fazia a fêmea gemer em sua boca. Mas aquilo durou pouco. Ele não se aguentava.

Gil interrompeu o beijo para ir virando a viada, colocando-a de frente para a parede da sala, ao lado da porta de entrada. E sem nem perguntar se estavam sozinhos na casa, e ainda sem tirar nenhuma peça de roupa, Gil se encaixou com a rola tesa contra a bunda malhada da CD e de novo a envolveu em seus braços fortes, agora com cada mão do macho ordenhando um peitinho da viada sobre a malha do vestido.

- Ooohhh... Gil... meu menino...

- Tu tá linda... como sempre...

Só agora Gil via a delicada rosa artificial que ornava o coque alto da peruca morena de Cindy. Juntando isso com as rosas verdadeiras que ele tinha levado, o macho supersticioso viu naquilo um sinal de conexão entre os dois e não uma coincidência.

- Gil... aaahhh... assim... você me deixa...

- Uuurrr... tu que me enlouquece!

Largando do corpo da crossdresser, Gil abriu botão e zíper de seu jeans e arriou até as coxas calça e cueca, num movimento tão rápido que Cindy se assustou quando sentiu contra o vestido e calcinha aquela tora grossa, quente e dura.

- Aaahhh... meu menino... aaahhh... o que você ...

- Eu te quero! Quero é agora!

Aquilo era absurdo! Aquele moleque paraense, abusado, entrava em Xanadu e quebrava todas as regras! E agora a queria comer sem nem um “boa noite”! Ela tinha que reagir! Ela tinha...

- Aaahhh... Gil... não...

Cindy tinha planejado no mínimo conversar e tomar um vinho com o garoto, antes de se pegarem. Achava que tinham muito o que falar. Aquilo era ridículo! Ele a tratava como se ela fosse um pedaço de carne exposto pendurado num açougue. Ela não ia deixar aquilo... aaahhh... aquilo era tão bom!!!

- Gil... aaahhh... o que... não!... aaahhh... não faz isso!

Contra seu indignado lado racional, Cindy já rebolava de mansinho e curvava um pouquinho as próprias pernas, para encaixar a trozoba do macho direitinho na parte mais baixa de seu rego. Foi quando ela percebeu as mãos de Gil começando a pegar as camadas bufantes da borda do vestido.

- Não... Gil... espera!

- Num dá, não, meu amor!

Amor! Ele a chamara de Amor! Com Cindy abobada e envolvida pelo tesão do macho, as mãozonas de Gil se enchiam da malha vermelha, amassando e puxando pra cima, com cuidado, um lado de cada vez. A saia flamenca já era uma minissaia toda embolada quando Cindy de novo protestou.

- Não... aaahhh... meu menino!... para... o vestido... ele sai por bai...

- Num quero tirar! Segura aqui!

Cindy obedeceu e segurou de um lado, ela mesma, toda a parte da saia do vestido, embolada pelo rapaz em sua cintura. E por um segundo ela sentiu pena da linda malha e se preocupou se não ia esgarçar a costura. Mas logo esses pensamentos e quaisquer outros sumiram da cabeça da viada, quando Gil arriou com força a calcinha de rendas pretas e vermelhas, dela.

- Gil!... pára... assim... não é assim...

- Tô morrendo de tesão por tu... é assim, sim!

Cindy relutava entre a rejeição a se sentir usada e o tesão contagiante daquele garoto, quando Gil se inclinou sobre um lado da CD ainda esfregando a pica tesa no traseiro dela, e com uma doçura intensa pegou o belo rosto anguloso da fêmea, virando-o para si, e falou de pertinho:

- Me diz “não”!

- Hã? O que?

- Me diz não, que eu paro agora! Mas tem que me dizer que tu não quer!

Cindy nunca fora colocada contra a parede por um macho, daquele jeito. Ela tinha que admitir que o soldado, 14 anos mais novo, tinha o controle completo da situação, dela e do seu coração. E tinha que admitir que queria muuuito aquela linda rola recheando seu reto novamente!

- E-eu...

- Diz!

- Eu quero!

Gil beijou a boca da viada feliz da vida e explodindo de tesão respondeu depois do beijo:

- Antão é já!

Rapidamente Gil dedou o cuzinho de Cindy, mais pra saber se ela tava pronta do que para achar o alvo de sua pica. E descobriu satisfeito que a CD tava lubrificada.

- Aaahhh... Gil... meu menino... aaahhh... eu... eu não esperava que a gente...

Silenciosamente Gil pensou que Cindy mentia. Afinal o cuzinho tava prontinho pra ser penetrado. Cheio de tesão, escapou a Gil que o que a CD não esperava era ser comida logo de cara! Mas, naquele momento, Gil tinha as duas cabeças em outro lugar. E a da rola começou a abrir o anel da viada.

- Giiilll... aaahhh... meu gostoso...

Encaixada a pica, Gil recuperou naturalmente seu autocontrole e segurou firme com as duas mãozonas o quadril de Cindy, para a imobilizar e garantir a penetração no seu estilo preferido, o “devagar e sempre”.

- Aaahhh... Gil... tá entraaando... você...

Gil meteu lentamente mas foram a posição dos dois e o cuzinho lubrificado da CD que fizeram com que a penetração fosse muito prazerosa para o casal. Não demorou muito e os corpos estavam colados e o macho começava a bombar, de início devagar.

- Você... você é... tudo de bom... aaahhh... meu menino... me come...

O soldado comia Cindy em ritmo de trote e rebolava a cintura como tinha aprendido comendo a sogra, a gostosa quarentona mãe de sua travesti Leia. E rebolando Gil fazia sua grossa piroca se revirar no reto da crossdresser, pressionando a próstata da passiva pelo menos duas vezes a cada ciclo de entrada e saída. E ela sentiu!

- Aaahhh... assim... isso... bem assim... aaahhh... me come... continua...

Cindy poderia gozar só pelo cu, com aquele jovem gostosão a comendo daquele jeito. Mas além de Gil estar com muito tesão acumulado pela viada, o fato dele ter notado que a crossdresser realmente o queria e sentia prazer em dar o cu para sua rola o descontrolou.

- Eu vou... te comer... é muito!

- Isso! Come sim! Me come toda!!!

Gil entrou em ritmo de galope, sem mais pensar ou planejar como comer Cindy. E Cindy adorou perceber que o macho ia perdendo o controle, o que ela sentiu na força das mãozonas espremendo seus quadris e no ritmo furioso que a piroca de seu comedor passou a fazer em seu reto.

- Isso! Meu menino! Mais forte! Isso! Me come mais forte! Me arromba toda!

Gil bufafa metendo rola naquela bunda pequena porém redonda e durinha. E não demorou para a viada sentir que os movimentos da jeba invasora ficaram rápidos e curtinhos dentro dela. O macho a ia fecundar pelo cu!

- Não para! Não para! Continua assim! Bem assim...

- ÚÚÚRRRGGGHHH!!!

- AAAHHH!!! Que coisa boa!

- Úúúrrr...

- Aaahhh... que quentinho...

Gil gozou muito, segurando forte o quadril da viada e mantendo sua rola grossa paradinha o mais fundo possível dentro de Cindy. E a CD se iluminou de felicidade.

Aquele garoto, 14 anos mais novo, era um macho forte, bonito, bem dotado, inteligente, gentil, romântico e, coisa mais rara ainda, sabia comer um cu muito bem e beijava na boca. E ele a queria!

- Úúú... gozei... gozei bem lá dentro de tu...

Feliz da vida, Cindy ainda com o corpo imóvel e a rola de Gil toda cravada nela, olhou pra trás por cima de um ombro e respondeu:

- Eu sei... eu sei muito bem... e foi maravilhoso!

Gil teve que tirar a piroca de dentro de Cindy, o que ele fez com todo o carinho e cuidado do mundo, para chegar aonde agora era sua prioridade, um demorado beijo apaixonado na CD.

Durante o beijo Cindy viajava em fantasias românticas e nem percebeu que havia soltado a barra de seu vestido, que foi se desenrolando e descendo lentamente, à medida em que os corpos se moviam.

Quando os dois se soltaram um pouco, Cindy subiu a calcinha e sorriu alisando com as mãos a saia do vestido e falando ironicamente para Gil:

- Boa noite! Como vai o senhor? Passou bem a semana?

- Boa noite, linda dama!

Vendo a CD de novo se compondo, Gil se sentiu meio ridículo com a pica tesa e esporrada de fora e achou que Cindy o ia chamar para saírem. Então subiu a cueca, guardou a rola de lado e subiu o jeans, gestos que, por sua vez, comunicaram a Cindy que o jovem queria sair com ela.

- Você quer ir pra boate?

Gil não queria e abraçou a fêmea de frente, voltando a beijar com paixão, para depois responder perto do ouvido dela:

- Se depender de mim só saio daqui pra tua cama!

Cindy quase não acreditava que realmente aquele soldado a queria. Segurando as mãos de Gil, levou o macho para o sofá e lá começaram a namorar.

Cindy queria falar um monte de coisas sobre a vida, o mundo, seus sonhos... mas naquele momento começava a sentir a porra de Gil escorrer pra fora de seu cuzinho e só tinha olhos para o lindo volume que a pica tesa do macho fazia dentro do jeans. Aquilo tudo tinha entrado inteirinho nela! Aquilo tudo era dela!

Olhando Gil de perto, com uma expressão de desejo que tornava seu belo rosto anguloso ainda mais bonito, Cindy começou a massagear com força a rola guardada que a fizera tão feliz na semana anterior e provocou o rapaz:

- Você aguenta quanto tempo assim?

- Assim como, minha linda?

A CD deu um apertão no volume da trozoba, arrancando um gemido de Gil e respondeu:

- Assim... nesse estado!

- Num sei... bora descobrir juntos, quanto tempo eu aguento?

Os olhos de Cindy faiscaram e eles se beijaram num beijo molhado, cheio de luxúria. Mas ela resistiu à tentação de abrir a calça do macho e logo levantou do sofá e ficou de costas para Gil.

- Me ajuda a tirar esse vestido? Eu amo essa roupa, mas não é boa pra brincar...

Sempre um cavalheiro, Gil pulou de pé e agarrou a fêmea, voltando a sarrar a bunda malhada da CD com sua rola toda guardada. Cindy rebolava devagarinho no volume do trabuco e curtia os braços de Gil que a envolviam enquanto as mãos do macho de novo espremiam suas tetinhas, por sobre a malha vermelha.

- Aaahhh... Gil... meu menino...

Gil curtia o sarro e passava gostosamente a barba por fazer nas costas sedosas da fêmea, quando ela fez mais um pedido.

- Embaixo, no fim das costas, tem um fecho éclair. Abre pra mim, por favor.

Gil desceu as mãos das tetinhas da viada passando com massagens gostosas pela barriguinha dela, quadris e nádegas, até chegar no fecho e abrir lentamente. Depois ajudou Cindy a tirar um ombro de cada vez e enquanto ela mesma ia tirando os braços das longas mangas, ele ia enrolando a saia bufante, para facilitar que a CD saísse da roupa.

Cindy tirou e passou as sandálias de flamenco pelo vestido já todo caído e se virou de frente para o macho, apreensiva. Sempre ficava um pouco insegura quando se colocava quase nua na frente de um homem, mas agora ela queria ver a reação de Gil a seu corpo como seu corpo era. E ela só viu tesão nos olhos do rapaz.

Gil via as formas femininas daquelas pernas longas de bailarina, deduzia a rola de Cindy presa pra trás e dando aquela impressão de buceta testuda e fofa dentro da belíssima calcinha asa delta de renda vermelha e preta e via os pequenos seios da CD, menores do que os de Leia porém muito lindos e com os mamilos saltados chamando sua boca.

E Gil era um cavalheiro e não ia deixar aqueles mamilos abandonados!

Gil agarrou a viada com gana, caindo de boca numa tetinha oferecida e mamando com força, enquanto a fêmea fazia um cafuné na cabeça de curtíssimos cabelos do soldado.

- Aaahhh... Gil... eu tive saudades...

Interrompendo a mamada no peitinho da viada só pelo tempo necessário para responder um “eu também”, Gil continuou agarrado à CD, infiltrando uma mão na calcinha e rego da viada e logo chegando com o dedo médio no cuzinho dela.

- Aaahhh... meu menino... eu... estou toda melada de você...

As palavras chegaram nos ouvidos de Gil quase no mesmo instante em que ele sentia a própria porra no dedo com que começava uma nova penetração na viada. E o encontro e a fala de Cindy aumentaram seu tesão.

- Gil... aaahhh... você não se importa?

Mantendo um entra e sai com o dedo médio, Gil achou tão estranha a pergunta cuidadosa de Cindy, sobre ele se “sujar” com o esperma no cuzinho da fêmea, que sequer entendeu. E muito menos se importou. Ele só se ajeitou no corpo feminino e sedoso que apertava, para beijar ardentemente aquela boca e depois falar de pertinho.

- Fica de quatro aqui no sofá, meu amor!

Cindy sorriu feliz da vida para o macho, mas aproveitou que ele havia tirado o dedo do cuzinho dela e se afastou um pouquinho, colocando as duas mãos espalmadas no peito forte de Gil.

- Não!

- Hã?

- Você disse que era só eu falar “não”!

- Égua! E é! Eu nunca que ia te currar... te pegar contra a vontade. Eu não...

Cindy ria feliz e divertida. A gentileza de Gil a excitava tanto quanto a força e tesão dele. Ela deu uma bitoquinha nos lábios do rapaz e explicou:

- Você é maravilhoso! Eu digo “não” é pra ficar de quatro, pra você, agora. Mas por outro motivo.

Gil olhou intrigado para a CD. Ele já queria pegar ela de novo e não entendeu nada, até Cindy continuar, colocando os braços ao redor do pescoço do macho e falando de pertinho:

- Você mal chegou, já cuidou de mim direitinho. E até me ajudou a tirar a roupa. Agora eu é que tenho que cuidar de você!

Na última frase Cindy já dava beijinhos na boca, orelha e pescoço de Gil, enquanto descia as mãos pelo tronco forte do rapaz para pegar a camisa gola polo dele pela barra e começar a levantar.

- Eu agora vou cuidar direitinho de você...

Depois de jogar a camisa de Gil num canto, Cindy brincou com a língua num mamilo peludo do macho, ao mesmo tempo já abrindo cinto e calça dele. E logo ela falou enquanto arriava o zíper.

- Eu não sei das outras “mulheres com detalhes” da sua vida...

A viada já se ajoelhava aos pés de Gil e começava a arriar o jeans do rapaz, de olho no volume que a tora tesa fazia dentro da cuecae na verdade nem quero saber! Mas eu...

Sem nenhuma hesitação, nem carinhos ou massagens prévias, Cindy arriou a cueca de Gil até que a peça encontrasse o jeans embolado na altura dos joelhos do rapazmas eu... eu sou obrigada a dizer que adoro despir um homem... e se esse homem, então, é você!!!... Áááiii... olha isso!

Cindy manuseava a linda piroca exposta de Gil, toda tesa e babando líquido pré-gozo apesar de ter esporrado dentro dela há poucos minutos. A CD arregaçava a glande da pica e olhava fascinada o quanto aquela rola grossa era bonita.

- Como está... dura... muito duuura...

Gil só gemia, torcendo para que Cindy abocanhasse logo sua rola, até que a crossdresser pediu num tom irrecusável.

- Senta aqui no sofá, meu menino... meu querido... isso... assim... agora deixa tirar seu tênis...

Em menos de um minuto Gil estava completamente nu, sentado e de piroca duríssima, aguardando pelo próximo movimento de Cindy. E não demorou muito.

- Agora deixa eu sentar no seu colinho? Assim, de frente pra você?

- Não!

- Não?

- Não. Não deixo! Vem cá, primeiro!

Sentado no sofá e com Cindy de pé à sua frente, Gil puxou a viada para perto e foi metendo a mão na calcinha de rendas preta e vermelha, dela.

- Ah! Gil! Nãããooo...

- Num tenha medo! Tu me botou pelado e eu vô te botar pelada. É só isso.

- Mas Gil... não... você não precisa...

Era tarde demais. O macho já tinha arriado até os tornozelos a calcinha de Cindy e com uma mão na bunda malhada da CD, como para impedir que ela fugisse, ele usou a outra mão para manusear o estranho e fofo pau achatado da viada.

- Aaahhh... Gil... eu... você não devia...

- Não devia te dar prazer? Eu quero é que tu seja feliz!

- Aaahhh... mas...

Cindy já tinha encontrado muitos machos que punhetavam e mamavam sua rola. E até alguns que se frustraram com a broxice dela, porque queriam mesmo é ser feitos de putinhas passivas. Mas ela não gostava. Preferia ser sempre ela a viada, a fêmea, a que era comida e por isso ela ficou pouco à vontade, mas Gil era Gil.

- Aaahhh... meu menino...

Gil havia percebido no primeiro encontro onde realmente Cindy sentia prazer em sua pica flácida e massageou a parte mais larga do talo, mantendo com a mão o pau da fêmea voltado pra trás, como se a rola ainda tivesse guardada dentro da calcinha em tucking.

- Tu gosta, assim?

- Gil... querido... num precisava...

- Tu podia não precisar... mas eu preciso do teu prazer!

Os dedos de Gil de novo afofavam o cuzinho da viada, enquanto na frente ele mantinha a massagem na base da rola de Cindy. E sentindo pelas reações de entrega que ela tava no ponto, o macho chamou.

- Agora vem. Senta de frente aqui.

Com alegria de criança que ganha brinquedo, Cindy se ajoelhou toda arreganhada no sofá de frente para o soldado, colando os corpos. E ereta, a bicha com uma mão para trás foi pegando na pica tesa de Gil e direcionando para o próprio cuzinho. Mas de início ela não agasalhou a piroca. Ficou esfregando a cabeça da rola entre as nádegas musculosas e a mão.

- Você quer me comer de novo, quer?

- Quero! Quero muito!

- Mas você mal acabou de gozar em mim... já quer me comer de novo?... quer mesmo?

Cindy fazia cu doce, dando reboladinhas no colo do macho com as quais esfregava o próprio pau flácido em Gil, mas trabalhava mais ainda a rola do soldado entre sua mão delicada e bunda malhada de fêmea. Gil, porém, era muito experiente e decidiu dar o troco.

- Eu ainda vou te comer é muito!

- Você vai, meu amor... você vai...

Sem que Cindy notasse o motivo, Gil passou um braço por trás da bunda da fêmea e agarrou a base da própria piroca dura. A CD sentiu a mãozona do macho entre suas popinhas das nádegas e achou que era ansiedade de querer meter logo. Cindy riu lindamente do jovem, mas estava errada.

- Você quer me comer agora, quer?

- Quero! Senta!

- Então você vai sentir tudinho... vou te engolir inteirinho com meu buraquinho do a... aaahhh... Gil!!! O que...

Gil segurava fortemente a base da própria pica, com a mão inteira, impedindo que Cindy entubasse a rola até onde a posição em que estavam permitia. O cu guloso da CD descia até pouco abaixo da cabeça da linda trozoba do soldado, mas não ia além.

- Aaahhh... Gil... tira... tira tua mão daí...

Com uma cara de safado que surpreendeu a parceira, Gil respondeu meneando a cabeça e rindo:

- Não, mesmo!

- Aaahhh...

Cindy começou a quicar na piroca, sempre rebolando, na esperança de fazer Gil largar da pica e assim ela agasalhar mais da rola, mas só se frustrava com as tentativas.

- Aaahhh... meu menino... meu me-ni... aaahhh... você... você está... sendo... aaahhh... mauzinho... muito mauzinho... com a tia Cindy...

Gil olhava a linda face da CD e sentiu tesão e amor, luxúria e carinho. Mas por dentro ele se ria das expressões de desejo frustrado que conseguia tirar daquele rosto.

- Aaahhh... Gil... não faz... aaahhh... não faz assim... me come!

- Tô te comendo, minha linda!

- Toda!

Cindy cada vez se desesperava mais. Ela queria aquela piroca toda atochada dentro! Queria muito! Era a coisa mais importante do mundo naquele momento. Mas isso até que Gil colou a boca em um peitinho dela!

- Aaahhh... meu menino... meu...

Com a penetração pela metade e a boca do macho sugando com força uma de suas tetas, a crossdresser desistiu. Quem mandava no jogo era aquele garoto lindo e fortão, 14 anos mais novo do que ela. Ela era passageira naquela viagem, não motorista. E era isso mesmo o que ela mais queria!

- Gil... aaahhh... que gostoso... isso... mama... mama o peitinho... da tua... aaahhh... da tua mulherzinhaaahhh...

Gil sugava com força aquela teta bem menor do que o seio de sua amada travesti Leia, e brincava com a língua no mamilo intumescido e sensível da viada. Ao mesmo tempo, com a mão livre ele passou a segurar Cindy pela cintura com muita força, conduzindo os quadris da fêmea para cima e para baixo em sua pica, num movimento bem curtinho.

- Huuummm... huuummm...

- Aaahhh... Gil... como é gostoso... eu...

O macho de Leia continuou conduzindo a foda por alguns minutos até sentir que o corpo de Cindy tremia todo quando a piroca invasora ameaçava tocar na próstata da fêmea. Então ele concentrou ali os movimentos e soltando a boca da tetinha, falou:

- Tu sente assim, né?

- Aaahhh... eu...

- Bem aqui, né?

- Isso!... aaahhh... assim... aí... bem aí... aaahhh...

- Antão... continua tu mesma...

- Hã?

- Fica subindo e descendo... bem desse jeito...

- Aaahhh... Gil... eu...

- Que eu vô fazer ôtra coisa...

Acreditando que seu comedor ia finalmente soltar a base da própria pica e assim permitir que ela descesse entubando toda a rola, Cindy fez que sim com a cabeça, toda animada, sempre se masturbando com o cu, nos movimentos curtinhos que provocavam sua próstata. Mas Gil a surpreendeu de novo.

- Gil!!! Meu menino! O que... aaahhh...

Mantendo a mão agarrada a base da própria pica, com a outra Gil pegou o piru achatado e flácido da CD, que se mexia contra a barriga peluda do macho. E a viada já ia protestar, achando que seu comedor ia punhetar seu pau, quando descobriu o que Gil realmente queria.

- Meu... aaahhh... meu menino... o que você... aaahhh...

Gil tinha notado que a rola murcha de Cindy caberia direitinho presa pra trás, entre os dois corpos, de um jeito que os movimentos da foda pressionariam a cabeça da pica inútil mas, sobretudo, esfregariam o sensível talo largo e achatado do piru da fêmea contra a barriga do comedor. E arranjando esse encaixe com a mão livre, o efeito em Cindy foi imediato!

- AAAHHH... GIL... ISSO É... AAAHHH...

Cindy entrava no paraíso. A boca do macho voltava a torturar sua tetinha, a mesma já sensível das fortes sucções de Gil. A mão do macho voltava a segurar com força seu quadril, demonstrando que ela era dele! E o corpo peludo do macho esfregava todas as partes de seu grelinho fofo, fazendo com que ela se sentisse mulher. Mulher bucetuda de testa pubiana alta e fofa. Era demais!

- AAAHHH, MEU... VOCÊ... ME DEIXA... LOUCA!!!... AAAHHH...

Cindy sentia que ia gozar dando para aquele jovem cheio de vitalidade, macho até a medula. Não faltava muito. Só o que tava ruim era aquela maldita mãozona forte dele, impedindo que ela tomasse toda aquela linda jeba no cu.

- GIL... AAAHHH... AH, GIL... EU... EU TO PERTO... AAAHHH... EU VOU... VOCÊ ME FAZ... EU... AAAHHH... EU VOU...

Gil suava na noite fria de São José, mas o esforço que fazia ainda não era nada, perto do que ele pretendia para aquela noite. Ele queria comer muito Cindy, deixar a CD perdidamente apaixonada pelo seu pau. E para isso, prestando atenção nela, ele percebeu que realmente a viada tava perto do orgasmo anal.

- Tu vai gozar, vai?

- AAAHHH... GIL... EU...

- Tu quer minha pica, quer?

- QUERO!!!

- Quer muito?

- QUERO! QUERO MUITO!!!

- Antão...

Gil esperou o instante preciso em que o corpo esguio de Cindy se elevava no curto subir e descer do cu na piroca e tirou a mão. E num décimo de segundos ele agarrou a cintura da crossdresser, agora com as duas mãos e com toda a sua força, e moveu pra baixo e pra cima em movimentos brutais, sincronizados com poderosos golpes dos quadris dele, pra cima.

- AAAHHHH... AAAHHH...

Cindy gritou. Gritou femininamente, com um agudo angustiado e natural grito de mulher. Ela era mulher. Outra vez ela se realizava por completo como mulher. Mulher daquele macho maravilhoso, 14 anos mais novo, que escolhera a ela! E na terceira e violenta bombada de piroca inteira, Cindy gozou!

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Comentários

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Como a autora está empolgada em escrever a paixão do Gil pela Cindy, bem que poderia se empolgar e criar uma paixão da Léia por outro personagem. Seria um plus a mais no conto e talvez fizesse a mente da Léia ser aberta para outras possibilidades.

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Gil e Cyndi estão apaixonados, eles tem muita química juntos. Mas acho a Cyndi muito infantil, e até um pouco chata. Haja paciência do Gil.

Ah, e ñ acho q ele vai deixar de amar a Léia por causa da Cyndi

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A pergunta é será que é amor? Nunca vi em nenhum capítulo o Gil dar um bouquet de rosas a Léia, nunca vi demonstrar esse romantismo todo com a ela.Eu queria entender que tipo de amor é esse.

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Eu acho q o Gil ama a Léia. Quando ela foi estuprada fez o possível pra ela ficasse bem, se arriscou muito limpando às "provas" pra a Léia não sofresse nenhuma acusação de assassinato. Flores nenhuma se compara a isso. O mesmo digo da Léia. Ela vive na putaria, mas ama o Gil, faria qualquer coisa por ele

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A questão é que com pequenos gestos como uma caixa de bombom, um bouquet de rosas, levar pra jantar, etc você também demonstra afeto, carinho e amor e isso nunca vi da parte de Gil. Já teve capítulo em que o Gil magoou demais a Léia como quando no episódio em que estava transando com a Léia e a Gilda e ele gozou na Gilda, no episódio do Sandrinho em que ele deixou a Léia e foi transar com ele. Quanto a questão do estupro ele demonstrou solidariedade e fez coisa que a gente faz até por um amigo. Enfim, às vezes a autora passa a impressão de que o que existe é uma paixão muito forte entre os personagens ou uma atração sexual.

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Ao meu ver existe amor entre Léia e Gil. A Léia gosta de putaria, fica com muitos homens, e parece que não liga a mínima pra romance. Mas faz de tudo pra agradar o Gil. E o Gil mesmo com ciúme aceita as traições pq ama a Léia. E ele tbm fica com outras e outros, mas sempre volta pra ela.É problemático? Sim! Mas eles são jovens...lindos..inconsequentes...querem viver como se não houvesse amanhã. E tbm ñ podemos esquecer que eles são personagens de um conto erótico, sempre estão envolvidos em contexto de sexo. Caso contrário a história ficaria sem graça e chegaria ao fim.

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Oi Nadja! Mais uma vez estou querendo entender a história do Gil com a CD, não vejo nenhuma lógica quando você diz que essa experiência foi para abrir a cabeça do Gil. No fundo o que passa com todas essas histórias é que não existe amor verdadeiro do Gil para com a Léia e vice-versa.

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