Ousadia de Casais - Parte 7

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 4266 palavras
Data: 03/05/2024 17:35:18

Havia uns 8 meses que Teresa tinha reestabelecido contato com um parente com quem não falava há muitos anos. Seu nome era Angelino, um tio rico e com fama de esquisito, motivo pelo qual seus outros parentes se mantinham afastados.

O que se sabia era que na juventude, ele tinha mania de conquistador e isso incluía até mesmo as mulheres da própria família, o que causou inimizade e rancor de muita gente. Agora que estava aposentado, Angelino se isolou de vez, e foi morar num sitio, levando consigo todo seu dinheiro e suas manias. Logo de cara deu pra ver que era uma figura inusitada. Barba por fazer e roupas bem casuais que não condiziam com a sua condição financeira.

Mas uma coisa não se podia deixar de notar. Ele estava casado com uma mulher que deveria ter metade, senão um terço de sua idade. Uma bela morena chamada Arlete, que além de bonita, era simpática, embora um pouco tímida. Depois desses 8 meses trocando e-mails e telefonemas, Teresa e Julian combinaram passar um final de semana na casa do seu tio, que ficou entusiasmado.

A figura de Angelino não passava despercebida, bem como seu sorriso irônico e zombeteiro permanente, mesmo quando ele estava sério. Aquela expressão de sarcasmo era natural dele. Estava desenhada em seu rosto.

- Julian, Teresa! Finalmente como é bom vê-los. Vai ser muito bom ter vocês por aqui nesse final de semana. Eu e Arlete não recebemos muitas visitas, por isso é sempre especial quando temos companhia. É um prazer recebê-los.

- O prazer é nosso, tio. - Disse Teresa enquanto tentava soltar a mão do tio Angelino que a cumprimentava demoradamente.

O aperto na mão de Julian não foi tão demorado, embora tenha sido igualmente sincero e entusiasmado. Arlete, a mais recatada de todos, permanecia sorrindo calmamente e correspondendo os cumprimentos.

Em poucos minutos, todos já estavam íntimos. Angelino era realmente uma figura que dominava a situação e fazia questão de que todos se sentissem à vontade em sua casa.

- Por favor, fiquem muito à vontade. - Julian sorriu com esse detalhe.

Nunca antes alguém lhe tinha dito que ficasse "muito" à vontade, e ficou pensando consigo mesmo "como alguém poderia criar inimizade com alguém tão simpático e espontâneo?" Outro detalhe que chamou a atenção de Julian, foi que nunca mais ele viu o senhor Angelino usar calças ou bermudas. Na verdade, ele estava sempre vestido como se estivesse prestes a nadar na enorme piscina que havia no quintal, mas nunca entrava na água. Outra coisa constante além de seu sorriso e suas piadas de duplo sentido, era a latinha de cerveja o tempo todo.

Ele exalava um cheiro de bebida constantemente e, ao que parece Arlete já estava acostumada pois nem se incomodava. Quando Julian e Angelino estavam conversando no sofá da sala, Arlete passou por perto e foi agarrada pelo seu companheiro que a sentou em seu colo e ficou mexendo embaixo do seu vestido durante toda a conversa. Julian se sentiu um pouco desconfortável à principio, pois não eram apenas caricias discretas de um marido amoroso.

O velho passava a mão na bunda da sua mulher e alisava suas coxas por baixo do vestido curtinho. A mulher tentava lidar com aquilo de maneira discreta, até certo ponto contrariada, mas não fazia muito para impedir Angelino, indicando que aquilo talvez fosse uma prática comum. Então, depois de algum tempo, Julian passou a achar normal, embora fosse algo realmente excitante. "Ao que parece, a idade não amansou o velho pervertido", pensou Julian consigo mesmo.

Naquela mesma noite, embora cansados da viagem, Julian e Teresa não conseguiram dormir. Foram acordados de madrugada pelos gemidos e sons vindos do quarto ao lado, onde o senhor Angelino parecia estar especialmente excitado e empenhado em desfrutar das belezas de sua esposa.

Dava pra ouvir os gemidos desesperados de Arlete e os sons dos corpos na cama e a cama na parede. Uma sinfonia desconcertante que pegou o casal de surpresa. Estimulados pelos sons vindos do quarto ao lado, Teresa e Julian também ficaram excitados e resolveram aproveitar a noite.

Teresa estava usando uma camisola fininha e solta, sem calcinha e Julian não teve nenhum trabalho na sua abordagem. Assim que encostou o membro duro na coxa da sua esposa, ela levantou a perna e a penetração se deu sem maiores rodelos. Estimulados e encobertos pelos sons altos que vinham de seus vizinhos de quarto, Teresa e Julian não viram nenhum motivo para se comportarem, embora em certo momento os dois silenciassem um pouco para ouvir melhor as palavras que Angelino não fazia nenhuma questão de abafar.

- Toma isso, minha puta safada! Hoje eu vou te arregaçar! - Arlete gemia, sem dizer nada, apenas aceitando as investidas do marido, que pareciam aumentar ainda mais.

-HHmmmmmm... Você é gostosa... Ela também.... OOHHHHHh...OHhhhh...OOHHHhhhhh.... - Julian então apurou os seus ouvidos.

- Aposto que ela fode gostoso como você, Arlete... HHmmmm

- OOHHHHhhhhhhhhhhhhhhhhhh.... Julian e Teresa pararam por alguns instantes e se olharam sem comentar nada.

- Fica de quatro, safada... Fica de quatro.... OOHHhhh... Isso... sua vadia... O rabo dela... Oohhhhh

Então, Julian começou a entender porque talvez os outros parentes não gostassem muito do velho Angelino.

Julian estava disposto a não tocar no assunto da noite anterior, mesmo porque não saberia o que dizer. Não era educado revelar que tinha passado a noite ouvindo a transa de seu anfitrião, mesmo que ele tivesse insinuado estar fantasiando ou comentando sobre sua esposa.

Mas a esperança de ter uma manhã discreta acabou assim que abriu a porta que dava acesso ao quintal. Ainda não eram 9 da manhã, mas Angelino já estava com sua latinha de cerveja na mão, sua expressão de malicia e sarcasmo estampada no rosto e inacreditavelmente, estava usando apenas uma camiseta. Nem chinelos nem cueca. Assim, na maior naturalidade, pelado, com o pau descoberto, escorado na coxa, encobrindo o saco com pelos esbranquiçados.

A visão inesperada deixou Julian e Teresa sem fala e somente a visão de Arlete levemente contrariada mais ou fundo, dava a entender que eles não eram os únicos a se sentirem deslocados. Mas Angelino logo tratou de quebrar o gelo.

-Qual é, minha gente? Nunca foram em praia de nudismo? Eu fui uma vez e desde então não uso mais calças. Pelo menos, não em casa.

-Desculpe, tio. É que não estamos acostumados a...

- Está tudo bem, Teresa. Como eu disse ontem, fiquem MUITO a vontade em minha casa. Aproveitem o sol, a piscina. Vamos tomar o café da manhã e curtir o dia.

Enquanto falava, Angelino olhava sua sobrinha cobiçosamente e não se preocupava muito em disfarçar. Teresa não sabia como reagir. Ela não era mais uma mulher conservadora. Bem longe disso, mas aquilo era algo totalmente diferente. Então Julian percebeu seu desconforto e foi em seu socorro.

- Bom, nós já falamos que um dia queremos conhecer uma praia de nudismo mesmo. Quem sabe... E sorriu.

-Ah, vocês não vão se arrepender, eu garanto. É uma das coisas mais empolgantes que conheço. Ficar pelado na frente de estranhos.

Ao longo do dia, Angelino resolveu deixar de lado a discrição e passou o tempo todo conversando com Teresa, não importando se Julian estava perto ou não. Na verdade isso não parecia fazer qualquer diferença pra ele.

No final da tarde, Julian, Teresa e Angelino conversavam no sofá da sala e o velho tio continuava com sua cerveja inseparável. Ele conversava olhando pra Teresa, deslizando os olhos famintos e mal intencionados por todo o corpo da sobrinha e como se não bastasse, ficava o tempo todo com a mão em sua coxa, num gesto de intimidade forçada. De frente pra ela e sem o menor resquício de elegância ou recato, o velho conversava com as pernas abertas e com uma leve ereção constante, como uma serpente saindo do cesto, a cabeça do pau saindo por baixo da camiseta. Angelino sabia fazer uso de certos artifícios.

- Por favor, não levem a mal esse velho bêbado, meus amigos. Meus tempos de garanhão já se foram. Não faço mal a uma mosca. É que não posso deixar de lembrar de você quando a vi nos tempos em que era casado com sua tia. Você era uma magrela de pernas finas e cabelos desgrenhados. Quem diria que se tornaria uma mulher linda assim.

-Realmente, querida. Já vi algumas fotos de quando você era criança e não dá pra acreditar...

Julian sorria um sorriso amarelo e ansioso. Mas em seu íntimo ele se excitava com aquela situação inusitada.

- Julian, meu amigo. Preciso dizer uma coisa. Se a sua esposa tiver puxado pelo lado da mãe dela, você é um homem de muita sorte. As mulheres dessa família fodem muito. Meu Deus! Cada história que eu teria pra contar sobre a mãe dessa menina. Agora que já se passou tanto tempo, acho que não tem problema dizer. Teresa, a sua mãe era o diabo na cama, menina. Sua tia ficava morrendo de raiva quando sua mãe aparecia para nos visitar. Bons tempos aqueles.

Todos riam. Um riso desconfortável e tenso. E o calor constante do lugar só fazia acentuar a situação.

Na manhã seguinte, Julian achou estranho quando acordou sozinho na cama. Pela segunda noite consecutiva ele e Teresa tinham transado com loucura e por isso seu sono era mais demorado. Teresa, que costumava gostar de dormir até tarde também, naquela manhã tinha saído de sua rotina habitual. Ao chegar na sala. Julian encontrou Arlete sentada sozinha no sofá e perguntou por sua esposa.

- Eles foram andar um pouco. Sua esposa disse que queria conhecer o sitio e Angelino foi com ela.

Julian sentiu seu coração disparar. E não era sem motivo, ainda mais depois de toda aquela conversa no dia anterior.

-HAn, certo. Tudo bem. Se importa de me levar até eles, Arlete? Eu não conheço bem o lugar e talvez...

- O Angelino disse pro senhor não se preocupar que logo eles estariam de volta. Também me disse pra acompanhar o senhor no café da manhã.

-Han, tudo bem. Mas não é preciso, Arlete. Eu... Eu não estou com fome. Agora não. Quem sabe depois da caminhada com eles a gente possa tomar café da manhã todos juntos?

- O senhor parece preocupado, senhor Julian. mas pode ficar sossegado. O Angelino e sua esposa parece que queriam ficar sozinhos um pouco. Acho que os dois têm multa coisa pra conversar depois de tanto tempo sem contato. Daqui a pouco eles estão de volta, não se preocupe.

Julian não sabia mais o que dizer para ir atrás da esposa sem dar mostras de sua desconfiança. Colocou a mão no queixo e ficou pensativo por alguns instantes.

-Senhor Julian, por favor, não se preocupe. O Angelino gosta que seus convidados fiquem à vontade. Ele gosta que eu receba bem seus amigos. Por favor, fique à vontade.

Com expressão apreensiva, Arlete subiu no sofá e ficou de quatro. Em seguida, como um cãozinho treinado, ergueu o vestido e abaixou a calcinha, olhando para Julian por cima do ombro:

- O meu marido gosta que seus convidados fiquem à vontade, senhor Julian. Ele me pediu pra cuidar do senhor. - Julian ficou congelado,Sem palavras, os olhos arregalados e as rugas da testa bem demarcadas.

-Han... Arlete, o que é isso? É assim que seu marido pede que você distraia seus convidados?

-Não é pra todo mundo. Ele trás poucos amigos aqui. Nem todos são especiais. Mas alguns... ele gosta de agradar.

- Arlete... Eu, eu não sei o que dizer... Eu...

-O senhor não quer? Não gostou?

- Não é isso, Arlete... É que... Você não precisa fazer isso só pra agradar ao seu marido... Isso é um absurdo....

-Mas, senhor Julian... Quem disse que é só pra agradar o Angelino? - Julian se calou.

- Eu gosto, senhor Julian. Eu gosto muito. - O pau de Julian já estava implorando e se debatendo em suas calças, ansioso para sair e Arlete olhava para ele com uma indiferença sedutora.

-Eu quero, senhor Julian. Eu gosto.- Julian então se aproximou. Ele olhava em volta nervosamente, ao mesmo tempo em que abria a calça e liberava o cacete duro e pulsando, tão repentinamente pronto para o serviço, ainda mais depois da noite anterior de sexo alucinante que teve com Teresa.

A Arlete permaneceu de quatro, oferecendo a ele uma única posição de abordagem e assim que Julian começou com caricias em seu maravilhoso traseiro duro e bem delineado, ela veio com a mão por baixo e lhe acariciou os ovos, levando o homem à loucura.

Julian encostou a cabeça do pau na entrada da xana macia e começou a empurrar levemente, mas a mão de Arlete o deteve. Ela segurou o cacete duro na metade e deu pinceladas com ele para deixar a cabeça lambuzada e bem lubrificada. Ficou nesse exercício por alguns instantes, dando prazer a ele, e masturbando a si mesma.

O contato da cabeça do pau com seu grelinho duro, a fazia gemer longamente. Gemidos com os quais Julian estava acostumado já havia duas noites seguidas. Depois, Arlete guiou o pau de Julian com a mão. O retirou da entrada da sua buceta e sem perder o contato, o deslizou para cima, colocando-o bem na entrada do seu cu. Julian ficou surpreso. Como ele pôde achar por algum momento que aquela mulher fosse tímida?

- Vem, senhor Julian. Pode colocar. É aqui que eu quero. - Julian estava embevecido com a postura segura e direta daquela bela e jovem mulher. Segurou-a pela cintura com as duas mãos e começou a empurrar.

Ela era apertada. Muito apertada. E pensando no apetite do velho Angelino, aquilo o surpreendeu. Como se estivesse lendo seus pensamentos, Arlete disse:

- Já faz um bom tempo que o Angelino não me pega por trás, senhor Julian... OOHHHhhh... isso.... Desde que ficou combinado que vocês viriam pra nos visitar, disse a ele que não iria comer meu cuzinho... HHMMMmmmmm HHMMMmmmmmm... Eu estava guardando pro senhor.... HHM HHHMMMmm....

- HHHmmm... Arlete... Isso é... Meu Deus... Isso é um absurdo... O Angelino... Você e ele, combinaram... - Antes de terminar a frase, Julian terminou de empurrar todo o cacete bem lubrificado no cu macio e pouco visitado de Arlete, que soltou um gemido mais alto, como sinal do feito conquistado.

-Ah, senhor Julian... HHmmmmm Eu adoro o meu marido!... Aquele velho safado me ensinou o que é viver... HHmmmmm HHmmmmmm... Tenho tudo com ele... Dou tudo o que ele quer... E dou com muito prazer... Me fode!

No corredor próximo, Teresa e Angelino tinham chegado há poucos instantes. Ela queria ir direto pra sala, mas seu velho tio a deteve puxando seu decote com a mesma mão que segurava a lata de cerveja. O contato com o metal gelado e molhado fez Teresa se arrepiar e sorrir.

-Ei, calma menina. Porque a pressa? A conversa estava boa...

- O senhor não pode estar falando sério, né tio? Teresa ria, com uma mistura de ironia e pouco caso, como se desafiasse o velho ao mesmo tempo em que tentava expulsá-lo.

-Do que você tem medo, Teresa? Sou apenas um velho com ilusões de mocidade. Não ofereço mais perigo. Não tenho mais forças pra isso...

-Então, o que o senhor quer de mim afinal?

-Eu quero chupar você todinha... - Teresa engoliu o sorriso. Por mais que seu Tio fosse um velho no final das forças, como se dizia, ela ainda percebia nele um fogo típico de homens cafajestes, que nunca se dão por vencido. Ele era um canalha que não fazia questão de esconder isso.

- Você perdeu o juízo mesmo, tio. Meu marido está logo ali na sala.

- Ele deve estar bem ocupado a essa hora, menina... - Teresa não pensou muito no significado daquela frase.

-Hmmm... Bem, quer dizer então, que o senhor saiu com a minha mãe enquanto estava casada com a minha tia?

- Saí com sua mãe? Não, querida. Eu comi a sua mãe. Eu a comi gostoso. Eu fodi com ela várias vezes. Fudemos na cama da sua Tia. Comi na cama do seu pai. A sua mãe foi uma das melhores fodas da minha vida.

O pau do velho parecia tomar vida na mesma intensidade que ele aumentava o tom do seu discurso. Teresa tinha definitivamente perdido a firmeza de suas ações e o sorriso irônico agora era apenas de nervosismo.

-Então, só porque comeu a minha mãe, o senhor também quer me comer?

- Comer, não menina. Chupar. Vira que eu vou te chupar aqui mesmo. Teresa obedeceu.

Angelino ergueu a saia de sua sobrinha, ao mesmo tempo em que abaixou sua calcinha até o tornozelo. Teresa se apoiou com as mãos e o rosto quente contra a parede gelada e sentiu o bigode macio do velho lhe invadir o meio das pernas, causando sensações confusas.

O nariz do velho pervertido se encaixou com precisou no seu cuzinho e fez Teresa gemer e morder os lábios, enquanto a língua saliente e salivante subia e descia, procurando se alojar em suas cavidades. Teresa também sentia a barba macia e ao mesmo tempo áspera roçando suas pernas e ela fechava as nádegas com força em volta do rosto do velho, sem se preocupar com sua respiração. Aquele bode velho sabia mesmo chupar uma buceta.

Ele a beijava como se estivesse lambendo uma fruta macia e doce, apalpando as coxas e a bunda com suas mãos macias e sábias. Teresa começou a gemer com desenvoltura e de repente se deu conta de que Julian ou Arlete pudessem estar em algum lugar próximo na casa. Mas ao mesmo tempo em que pensou em se refrear, ela esperou pra ver o que o velho diria. Talvez pedisse pra ela não fazer barulho.

Talvez ele a levasse pra algum lugar com mais privacidade. Mas ele não fez nada disso. Continuou chupando e afundando a cara em suas carnes cada vez mais molhadas e quentes. De vez em quando, Angelino subia à superfície para respirar e aproveitava para fazer alguns comentários.

-HHHMMMMMMmmmmmmmmm... Meu Deus... Isso é mesmo de família... HHHmmmmmm... Só as mulheres da sua família têm esse gosto e esse cheiro.... Quando Teresa la responder aos seus comentários, o velho se apressava em continuar com sua investida, temeroso de que ela desistisse.

Ele subia e descia a língua habilmente por toda a região entre a buceta e o cuzinho, deixando a saliva escorrer em goteiras, pingando no chão. Teresa se segurava na parede o melhor que podia e percebeu que nos intervalos de seus gemidos, também outros, que vinham de algum lugar.

Sem qualquer aviso ou consideração, Angelino descreveu um rastro de saliva com a língua que foi exatamente do meio das pernas de Teresa até sua nuca, ficando parado em pé atrás dela e sem dar tempo para qualquer reação, penetrou sua bela visitante com o membro duro feito uma pedra. Teresa foi pega totalmente de surpresaHHHHHHHHHHHHH... Tio, o que é isso? O senhor disse que só queria chupar.... Isso não é...

- OOHHH, meu Deus... HHMMMMMMmmm.... Você é igualzinha à sua mäe... Puta que pariu. Até acredita nas mesmas mentiras...

Aquilo parece ter deixado o velho pervertido num estado de excitação ainda maior, se é que aquilo era possível. Ele não tinha a mesma força e o vigor de um homem jovem, mas conhecia os atalhos e sabia bater nos lugares certos. Ele metia com uma vontade e uma disposição invejáveis, fazendo Teresa tremer e escorregar pela parede com a violência dos golpes.

- Não, tio.... HHMMmmmmm... Não posso... Ohhhh Isso, não...

- HHHNNFFFfff...HHNNFFFF... Calma, querida. Daqui a pouco vai acabar... Não sou muito resistente, já disse... Por favor... HHmmm HHMmmm... Seja boazinha... HHMmmmmmmm

Teresa protestava ao mesmo tempo que se arqueava e se abria mais. Sem comentar nada, pois estava concentrada totalmente na própria situação, ela percebia com clareza os gemidos vindos de algum outro lugar. Era Arlete, certamente. Em algum lugar em sua mente, ela dizia para si mesma que talvez fosse Arlete... e Talvez fosse Julian... Mas, era muito talvez para se preocupar.

Primeiro ela precisava se Livrar das garras daquele velho tarado. E se livrar das garras significava fazer esgotar as forças dele. Ao invés de tentar continuar fugindo, ela se jogou pra cima do bode velho, dando a ele o que estava querendo.

- HHMMMMM... velho safado... você comeu todo mundo da família... Me chamou aqui pra isso, não é?... HHMmmmm... Seu velho putoooohhhhh... Teresa, Oh, Teresa... HHmmmmm...UUhhhh Assim, minha querida... HHmmmmmmm.... Dá pra mim....

-Eu sei o que você está precisando, velho safado. Sei o que você quer... Vem, deita por cima de mim. Me fode no chão... HHmmm

Angelino mal pôde acreditar quando viu sua sobrinha se deitar no chão frio de barriga pra baixo e se empinar toda, oferecendo o que ele vinha sonhando nos últimos meses. Com a cautela típica de sua idade, ele se apoiou com as mãos o melhor que pôde e se enfiou na bela e macia buceta de Teresa, que já era deliciosa naturalmente, mas que ficava ainda mais tentadora naquela posição com as pernas fechadas.

Do alto de sua sabedoria, ele usava força apenas para erguer o quadril e deixava o peso do corpo fazer o resto do serviço na descida. Teresa estava tão lubrificada que a penetração era acompanhada de um sonoro estalado de pilão perfurando uma massa quente e molhada. A trilha sonora perfeita para o momento.

- HHMmmmmmmm... Puta que pariu, Teresa.... Puta que pariu.... HHHMmmmmm... Como você fode gostoso, menina.... Que buceta é essa... OOHHHHHHhhhhhh.... - Teresa se concentrava na voz do velho tarado e apesar de estar deitada de maneira desconfortável sobre o chão duro e gelado, sentia uma excitação que a deixava fora de si.

Ela sentia o saco quente e molhado lhe batendo nas carnes e se espalhando e em seguida, subindo deixando em contato apenas os pelos finos e macios.

-Me fode, seu velho safado... Mostra que você ainda é homem... HHHmmmmmmmmmmmmmmIncitado pela provocação, o velho Angelino caprichou e redobrou as investidas, dando estocadas dignas de um campeão olímpico. Teresa, conseguindo exatamente o que pretendia, gozou.

-HHHHHHAAANNNNNNNNNN.... OHHHhh, tio.... Não para agora que eu estou gozando... Oohhhhhh... Gozando.... Assim... UUHhhhhh Quase sem forças e sem fôlego, Angelino se limitava a responder:

- Sua cadela safada... HHMMMMMMMMMMMmmmmm HHHuuuummmm.... Ai, tio... HHHuuuuu... Mais... Mais.... HHHHmmmmm... Eu vou gozar, Teresa....

- Vira pra cima que eu quero gozar... Nesses peitos lindos... UUHhhhhhhhhhhhh...UUHhhhhhhhhhhh...UUHhhhh

-Não, tio. Não vai gozar nos meus peitos não...

Teresa provocava o velho tarado. Agora que já tinha gozado, ela estava no controle da situação e ao invés de dar logo ao tio o que ele estava pedindo, resolveu tripudiar um pouco, dando a seu amante, uma dose do seu propio veneno...

- UUHhhh...Por favor, menina... Não faz isso comigo... Eu estou sonhando com isso faz tempo... HHUuummmm - Conversando e dando estocadas cada vez mais intensas e ao mesmo tempo hesitantes, o velho Angelino estava prestes a explodir sem saber agora o que fazer diante daquela reação inesperada da mulher que ele já considerava vencida...

- Minha mãe e minha tia deviam te obedecer em tudo, não é seu pervertido sacana?

- HHHHmmmmmmmm... Elas era... Boas comigoAposto que você vivia atormentando as duas, seu puto... HHHMMMmmmmmmmmmm...... Teresa, por favor....

- Por isso os homens da familia querem te dar uma surra...

- Ai, meu Deus... Ai meu Deus... HHmmmmm...Teresa, eu vou.. eu vou... UUHHHHhhhhh... Teresa, eu vou gozar.... Somente no ultimo instante ela se virou, oferecendo ao tio seus belos peitos firmes e macios, onde ele pôde finalmente despejar toda sua excitação, ejaculando com uma fartura incomum para um homem na sua idade...

- АЛАННННННННННННННННННН... Teresa... ААННННННН... Cachorra.... Safada... Tesuda.... HHHNNNnnnnnnnnnn -

Teresa levava as rajadas de esperma nos peitos e tentava se livrar, mas ocasionalmente um filete desgarrado a atingia diretamente no rosto e nos cabelos. E no meio dos urros do seu tio, além de ouvir seu nome, Teresa também ouvia a voz de seu marido, iguamente urrando e gemendo, mas pronunciando outro nome:

-HHHMMMMMMMMMMM..... Arlete... UUUhhhmmmm

A poucos metros dali, Julian e Arlete também terminavam sua aventura, sem saber do que se passava no corredor, mas desconfiando de maneira bem confusa, pois tinham de se concentrar na própria situação.

- HHHMMMMMMMmmmmmmmmmmmmmmm Arlete tinha gozado havia poucos minutos e agora também servia de alvo para os disparos de Julian.

-HHHmmm... Aquele filho da puta.... Aquele velho safado do seu marido... ele está paquerando a minha mulher, não está?

-HHmmmm... A essa hora, pelo que eu conheço dele... Já deve ter comido...

-HHHMMMMMMMMmmmmmmm... Filho da puta... Arlete, depois de todos esses anos de convívio com o velho Angelino, sabia exatamente quais botões apertar no momento certo:

- Ele já deve ter comido.... Ele sempre come as mulheres dos amigos e parentes, sabia? Sua mulher a essa hora já deve ter dado pra ele.... HHmmmmm....

-HHHHHmmmm.... Julian se contorcia e se segurava, mas quando chegou no limite, apenas se deixou levar e banhou o rosto moreno de Arlete, que recebia tudo com um sorriso leve nas lábios e os olhos fechados, por onde a porra viscosa descrevia um rastro caminho a baixo, como a lava descendo a encosta de um vulcão.

Em seguida, a casa ficou em silêncio por alguns minutos e os quatro amantes, saíram em direções opostas, andando nas pontas dos pés. Quando se encontraram de novo, sorriram e se olharam, com uma estranha expressão de civilidade. Como se fingissem não saber que estavam todos fingindo. Todos ficaram muito à vontade desde então.

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