Minha iniciação
Uma série de CruzadorMinha iniciação - primeiras lições e prazeres desconhecidos – 1° parte Esta série começa no início da minha vida sexual. Há muito tempo atrás não tínhamos acesso à publicações consideradas de cunho erótico, então tudo acontecia mais lentamente, pelo menos para a maioria. Eu morava em uma cidade de porte médio, em uma família estruturada, estudava em uma escola estadual, já no fim do ensino médio. Minha vizinha era minha colega. Se chamava Ana Maria, Aninha para os mais íntimos. Era uma menina com cerca de 1,60m de altura, loira, cabelos levemente encaracolados, e chamava a atenção pelos fartos seios, mas deixava a desejar nas pernas e bunda. Não era de se desprezar, mas não estava em seus principais atributos Tínhamos muitos outros amigos, mas como éramos vizinhos e costumávamos ir e vir juntos para a escola, frequentar os mesmos lugares, enfim, éramos muito próximos, mas desconhecia um lado dessa mocinha que viria a conhecer em breve, para minha satisfação. Eu era bom aluno, tirava notas altas, geralmente as maus altas da sala, mas estava despertando para a vida adulta e alguns desejos afloravam com força. Conhecer o corpo feminino era uma verdadeira obsessão, mas como disse anteriormente às vezes liamos revistas eróticas em quadrinhos e era o mais às vezes que chegava de um. Certo dia tudo mudou. Na volta da escola, Aninha se mostrava meio nervosa, mas mais próxima e procurava a todo momento me tocar ou ficar muito próxima de mim, dando a entender que queria ser agarrada, abraçada. Estranhei no início mas comecei a pensar em que era pura impressão minha. Aninha me falou em certo momento, que estava com dificuldades em entender a matéria de matemática e me perguntou se poderia ajudá-la com isso, ao que respondi que sim, certamente poderia dispensar um pouco de meu precioso tempo para ajudá-la. Ela então me disse que poderia ser naquela mesma noite, na casa de uma amiga em comum, mais velha que nós, que já havia terminado o ensino médio. - Tudo bem - lhe disse, pode ser. Marcamos para nos encontrar as 8h na casa da amiga. No horário marcado, vendo eu colocar a mochila com alguns livros e cadernos nas costas, minha mãe perguntou aonde eu ia naquela hora. Depois das explicações e recomendações, sai para encontrar a amiga. Ao chegar à casa da amiga, já ouvia um som de música vinda da casa, não muito alta, mas o suficiente para não ouvir mais nada, nenhum outro som vindo da casa. Bati à porta, mas ninguém atendeu. Toquei a campainha e surgiu Aninha, vestindo uma blusinha rosa curta que se levantasse os braços, certamente mostraria os seios, e uma mini saia justa. Estava maquiada e com o cabelo preso num rabo de cavalo. Me recebeu efusivamente, com um abraço apertado e logo me puxando para o interior da casa. Lá dentro o som estava mais alto. Desumanidade das dependências laterais vinha um som de vozes, risos, gemidos, tudo misturado. Aninha foi logo fizendo: - Vc veio mesmo e trouxe até seus livros! Que gracinha... Emendando: - Vem, vamos para este quarto para ficarmos mais a vontade – me puxando pelo braço. Entramos no quarto com paredes cobertas de pôsteres de bandas de rock, cantores internacionais, algumas letras de música. Tinha um cheiro de casa fechada, que há muito não era usada ou ventilada. Não estava suja, mas se percebia que ninguém usava já a algum tempo. Aninha foi logo tirando a mochila das minhas costas e a colocando no chão próximo da porta. Virou-se e foi sentar na cama, me chamando para seu lado. Estranhando tudo aquilo, aceitei o convite e sentei ao seu lado. Logo ela comecou a me tocar e fazer perguntas: - Vc não tem namorada, né, Edinho? Diante de minhas negativas, ela prosseguia, seguras vezes nem esperando resposta: - Vc nem teve namorada, né? Deve ser virgem ainda... E pegou minhas mais acariciando e levando até seu rosto, beijou levemente, esfregou no rosto, desceu para o pescoço, daí para os seios. Quando fiz menção de afastar a mão respeitosamente, ela segurou firme e olhando fixamente em meus olhos fez um “pisss” pedindo para ficar quieto e continuou a esfregar munha mão em seus seios fartos. Logo senti que deveria estar sem sutiã, pois sentia seus mamilos duros. Nisso, meu pau já pulsava e pedia liberdade. Ela tornou a me olhar profundamente, mordeu os lábios, passou a língua nos lábios e fechou seus olhos, gemendo. Já não aguentava mais o tesão e comecei por conta própria a esfregar seus seios, olhando sua face se contorcendo de tesão. Lentamente, levei a mão para baixo e entrei por baixo de sua blusa, pousando diretamente sobre sua pele e nis seios, sentindo sua pele crispada e seus mamilos duros feito pedra. Ela gemeu alto e falou meu nome, pedindo mais. Esfregue bastante seus seios, atingi seu umbigo e enfiei um dedo nele, o que a fez gemer ainda mais alto. Com tanto tesão, ela levantou um pouquinho da cama, desabotouva saia e a puvou para baixo, expondo uma minúscula calcinha branca que já apresentava estar úmida. Pegou minha mão e a levou até seu sexo, gemendo e perguntando se estava gostando da experiência. Nem me digno a falar, queria demonstrar e levei sua mão até meu pau duro, que ela esfregou por cima da calça. - Vc aprende rápido, disse sorrindo. Pensei que iria te ensinar, mas parece um expert. Levantei sua blusa e cai de boca em seus seios, meio desajeitado, sabendo que esse deveria ser o próximo passo, mas sem saber como fazer. Ela pediu calma e foi me ensinando como gostava e deveria ser. Pediu para passar só a língua ao redor de seus mamilos, depois no restante do seio até pedir para dar pequenas mordidas nos mamilos. Ela me ensinava e ao mesmo tempo gemia forte, mordia com forca os lábios, olhos fechados... Enquanto isso, eu tentava mexer em sua xaninha, sem saber ainda o que faria. De repente, perguntei: - Vc não é mais virgem, né? Ela respondeu que não, acenando com a cabeça. Então, ela tirou minhas maos do seu corpo, levantou-se da cama e retirou sua blusa e desceu sua sai até o chão. Me convidou a levantar da cama, retirou minha camisa e começou a soltar minha bermuda ao mesmo tempo que falava baixinho, com viz manhosa: - Vem cá, meu lindo, que vou te ensinar tudo. Quem visse e ouvisse aquilo pensaria que ela era muito mais experiente que eu, com mais idade e tudo mais. Em parte teriam razão. Ela sabia muito mais que eu, que apenas tinha visto em alguns quadrinhos e escutava nas conversas de meus amigos mais velhos. Naquele momento, ela se ajoelhou aos meus pés e baixou minha bermuda e cueca juntos, ao mesmo tempo que meu pau duro quase bateu em seu rosto. Ela sorriu admirada e disse: -Uau, o que estava escondendo de mim, hein? Que beleza! Linda, grossa, cabeça fina, apropriada para o que desejo. Quando começou a tocar no pau com a língua, eu fugia instintivamente, diante fo inusitado e desconhecido. Nunca havia ouvido meus amigos falarem disso, nem mesmo os mais experientes. Algumas raras vezes havia visto algo parecido nos quadrinhos, mas me parecera muito improvavel e repugnante, impossível de alguém fazer aquilo realmente. Enquanto tentava me desviar, fugir de suas investidas, ela me acalmava e dizia para me acalmar que logo logo estaria nas nuvens, sentindo algo inimaginável. Sru olhar ao dizer isso, me transmitia segurança e confiança. Aos poucos fui relaxando e deixando ela a vontade. Ela começou a me chupar, inicialmente só passava a língua na cabeça, depois começou a engolir aos poucos, e começou a verdadeira gulosa. Um boquete digno de respeito. Eu só gemia e tremia todo, me retornando por tanto prazer e novidade. Nesse entra e sal da boca, passada de língua no entorno do pau, linguado nos ovos e engolindo o saco inteiro, passaram-se muitos minutos. Quando estava para gozar, ela retirou o pau da boca, me olhou mos olhos e disse: - Calma, amorzinho, não vá gozar ainda. Estamos só começando. Tem muito a aprender. Levantou e deitou na cama, me chamando para aprender mais. - Agora é a sua vez de dar prazer à sua companheira. Pronto? Vai começar me beijando e passando a beijar todo meu corpo. Divirta-se Vendo que estava meio indeciso sobre o que fazer, ela disse: - Acalme-se, querido. Vou te dando a dica sobre o que fazer. E assim, começou a ordenar; beije minha boca, abra a boca, cola na minha coloque a língua dentro da minha boca e me beije com firmeza, mexendo com a língua contra a minha. Assim fizemos, por muito tempo, enquanto esfregava meu corpo ao dela, minhas mais passeavam sobre suas tetas, suas curvas e suas mãos já amassadas meu pau. Ela foi conduzindo: -Me beije, libedjeme faca sentir sua forca. Beije meu rosto, orelhas, pescoco. Espera, espera,ndê uma mordidinha na minha orelha. Agora vai baixando, beije meu pescoço, chupe minhas tetas, desça mais, beije meu umbigo, desça mais... Tudo isso era dito entrecortado, entre gemidos e grunhidos quase irreconhecíveis. Fui seguindo suas orientações, até ela pedir para chupar sua xoxotinha, como ela chamou. Ainda não havia ouvido aquela expressão. Foi a primeira vez que ouvi chamarem a vagina da mulher assim, como outras expressões que ela usou durante nossa transa. Percebendo que eu estava indeciso, ela pressionou minha cabeça para o meio de suas pernas e trancando suas pernas em meu pescoço, me forçou para baixo defrontamos meu rosto com aquela xoxotinha linda, com pelos ralos, louros. Durante todo esse trajeto pelo seu corpo, sentia os pelos e sua pele ericada, deixando uma sensação de estar esfregando a pele de um pêssego. Naquele momento, vivendo tudo isso, resolvi esquecer minha repulsa e aproveitar para experimentar mais. Meti a língua naquela caverna apertada, com fluidos que escorriam abundantemente de sua xoxota, obedecendo sua orientação de primeiramente beijar sua vagina como beijaram sua boca e usasse a língua lá dentro e principalmente, encima, no começo da abertura de sua vagina (ond, posteriormente vim a saber, ficava seu clitóris). Chupei muito tempo com ela se retornando, gemendo e todo tempo falando coisas que mal conseguia entender. Também não importava o que ela dizia, dava para ver que ela estava quase no ponto de gozar. Agarrou meus cabelos, me retirando do meio de suas pernas, ajeitando o corpo mais para cima da cama e me chamou para cima dela, abrindo suas pernas num claro convite para o coito. Fui deitando sobre ela, que pegou meu pau, gemeu sentindo a dureza e o caladinho pré gozo que escorriam da glande. Colocou na abertura de sua bucetinha e pediu para ir devagar, para não me machucar. Dessa forma, controlando meu ímpeto de enterrar tudo de uma vez, fui penetrando aquela caverna molhada e escorregadia, enterrando todo o pau nela. Diante seu comando, comecei a enterrar e retirar quase todo o pau, para começar tudo de novo. Nesse vai e vem, estava difícil de aguentar muito tempo. Percebendo que iria gozar logo, ela pediu: - Não goza dentro, tira antes... se der, me deixa gozar antes, senão terá que fazer eu gozar depois. Deu tempo, logo ela gozou forte, gritando, urrando e pedindo mais. Antes de gozar, retirei e ela conduziu minha piça para gozar em seus seios e barriga. Quase desmaiei de tanto gozar. Se não estivesse deitado, certamente teria fraquejado e dobrado as pernas, tão intenso foi aquele gozo. Esse foi o início e ainda tem mais...