4 partes
Minha iniciação - primeiras lições e prazeres desconhecidos – 1° parte Esta série começa no início da minha vida sexual. Há muito tempo atrás não tínhamos acesso à publicações consideradas de cunho erótico, então tudo acontecia mais lentamente, pelo menos para a maioria. Eu morava em uma cidade de porte médio, em uma família estruturada, estudava em uma escola estadual, já no fim do ensino médio. Minha vizinha era minha colega. Se chamava Ana Maria, Aninha para os mais íntimos. Era uma menina com cerca de 1,60m de altura, loira, cabelos levemente encaracolados, e chamava a atenção pelos fartos seios, mas deixava a desejar nas pernas e bunda. Não era de se desprezar, mas não estava em seus principais atributos Tínhamos muitos outros amigos, mas como éramos vizinhos e costumávamos ir e vir juntos para a escola, frequentar os mesmos lugares, enfim, éramos muito próximos, mas desconhecia um lado dessa mocinha que viria a conhecer em breve, para minha satisfação. Eu era bom aluno, tirava notas altas, geralmente as maus altas da sala, mas estava despertando para a vida adulta e alguns desejos afloravam com força. Conhecer o corpo feminino era uma verdadeira obsessão, mas como disse anteriormente às vezes liamos revistas eróticas em quadrinhos e era o mais às vezes que chegava de um. Certo dia tudo mudou. Na volta da escola, Aninha se mostrava meio nervosa, mas mais próxima e procurava a todo momento me tocar ou ficar muito próxima de mim, dando a entender que queria ser agarrada, abraçada. Estranhei no início mas comecei a pensar em que era pura impressão minha. Aninha me falou em certo momento, que estava com dificuldades em entender a matéria de matemática e me perguntou se poderia ajudá-la com isso, ao que respondi que sim, certamente poderia dispensar um pouco de meu precioso tempo para ajudá-la. Ela então me disse que poderia ser naquela mesma noite, na casa de uma amiga em comum, mais velha que nós, que já havia terminado o ensino médio. - Tudo bem - lhe disse, pode ser. Marcamos para nos encontrar as 8h na casa da amiga. No horário marcado, vendo eu colocar a mochila com alguns livros e cadernos nas costas, minha mãe perguntou aonde eu ia naquela hora. Depois das explicações e recomendações, sai para encontrar a amiga. Ao chegar à casa da amiga, já ouvia um som de música vinda da casa, não muito alta, mas o suficiente para não ouvir mais nada, nenhum outro som vindo da casa. Bati à porta, mas ninguém atendeu. Toquei a campainha e surgiu Aninha, vestindo uma blusinha rosa curta que se levantasse os braços, certamente mostraria os seios, e uma mini saia justa. Estava maquiada e com o cabelo preso num rabo de cavalo. Me recebeu efusivamente, com um abraço apertado e logo me puxando para o interior da casa. Lá dentro o som estava mais alto. Desumanidade das dependências laterais vinha um som de vozes, risos, gemidos, tudo misturado. Aninha foi logo fizendo: - Vc veio mesmo e trouxe até seus livros! Que gracinha... Emendando: - Vem, vamos para este quarto para ficarmos mais a vontade – me puxando pelo braço. Entramos no quarto com paredes cobertas de pôsteres de bandas de rock, cantores internacionais, algumas letras de música. Tinha um cheiro de casa fechada, que há muito não era usada ou ventilada. Não estava suja, mas se percebia que ninguém usava já a algum tempo. Aninha foi logo tirando a mochila das minhas costas e a colocando no chão próximo da porta. Virou-se e foi sentar na cama, me chamando para seu lado. Estranhando tudo aquilo, aceitei o convite e sentei ao seu lado. Logo ela comecou a me tocar e fazer perguntas: - Vc não tem namorada, né, Edinho? Diante de minhas negativas, ela prosseguia, seguras vezes nem esperando resposta: - Vc nem teve namorada, né? Deve ser virgem ainda... E pegou minhas mais acariciando e levando até seu rosto, beijou levemente, esfregou no rosto, desceu para o pescoço, daí para os seios. Quando fiz menção de afastar a mão respeitosamente, ela segurou firme e olhando fixamente em meus olhos fez um “pisss” pedindo para ficar quieto e continuou a esfregar munha mão em seus seios fartos. Logo senti que deveria estar sem sutiã, pois sentia seus mamilos duros. Nisso, meu pau já pulsava e pedia liberdade. Ela tornou a me olhar profundamente, mordeu os lábios, passou a língua nos lábios e fechou seus olhos, gemendo. Já não aguentava mais o tesão e comecei por conta própria a esfregar seus seios, olhando sua face se contorcendo de tesão. Lentamente, levei a mão para baixo e entrei por baixo de sua blusa, pousando diretamente sobre sua pele e nis seios, sentindo sua pele crispada e seus mamilos duros feito pedra. Ela gemeu alto e falou meu nome, pedindo mais. Esfregue bastante seus seios, atingi seu umbigo e enfiei um dedo nele, o que a fez gemer ainda mais alto. Com tanto tesão, ela levantou um pouquinho da cama, desabotouva saia e a puvou para baixo, expondo uma minúscula calcinha branca que já apresentava estar úmida. Pegou minha mão e a levou até seu sexo, gemendo e perguntando se estava gostando da experiência. Nem me digno a falar, queria demonstrar e levei sua mão até meu pau duro, que ela esfregou por cima da calça. - Vc aprende rápido, disse sorrindo. Pensei que iria te ensinar, mas parece um expert. Levantei sua blusa e cai de boca em seus seios, meio desajeitado, sabendo que esse deveria ser o próximo passo, mas sem saber como fazer. Ela pediu calma e foi me ensinando como gostava e deveria ser. Pediu para passar só a língua ao redor de seus mamilos, depois no restante do seio até pedir para dar pequenas mordidas nos mamilos. Ela me ensinava e ao mesmo tempo gemia forte, mordia com forca os lábios, olhos fechados... Enquanto isso, eu tentava mexer em sua xaninha, sem saber ainda o que faria. De repente, perguntei: - Vc não é mais virgem, né? Ela respondeu que não, acenando com a cabeça. Então, ela tirou minhas maos do seu corpo, levantou-se da cama e retirou sua blusa e desceu sua sai até o chão. Me convidou a levantar da cama, retirou minha camisa e começou a soltar minha bermuda ao mesmo tempo que falava baixinho, com viz manhosa: - Vem cá, meu lindo, que vou te ensinar tudo. Quem visse e ouvisse aquilo pensaria que ela era muito mais experiente que eu, com mais idade e tudo mais. Em parte teriam razão. Ela sabia muito mais que eu, que apenas tinha visto em alguns quadrinhos e escutava nas conversas de meus amigos mais velhos. Naquele momento, ela se ajoelhou aos meus pés e baixou minha bermuda e cueca juntos, ao mesmo tempo que meu pau duro quase bateu em seu rosto. Ela sorriu admirada e disse: -Uau, o que estava escondendo de mim, hein? Que beleza! Linda, grossa, cabeça fina, apropriada para o que desejo. Quando começou a tocar no pau com a língua, eu fugia instintivamente, diante fo inusitado e desconhecido. Nunca havia ouvido meus amigos falarem disso, nem mesmo os mais experientes. Algumas raras vezes havia visto algo parecido nos quadrinhos, mas me parecera muito improvavel e repugnante, impossível de alguém fazer aquilo realmente. Enquanto tentava me desviar, fugir de suas investidas, ela me acalmava e dizia para me acalmar que logo logo estaria nas nuvens, sentindo algo inimaginável. Sru olhar ao dizer isso, me transmitia segurança e confiança. Aos poucos fui relaxando e deixando ela a vontade. Ela começou a me chupar, inicialmente só passava a língua na cabeça, depois começou a engolir aos poucos, e começou a verdadeira gulosa. Um boquete digno de respeito. Eu só gemia e tremia todo, me retornando por tanto prazer e novidade. Nesse entra e sal da boca, passada de língua no entorno do pau, linguado nos ovos e engolindo o saco inteiro, passaram-se muitos minutos. Quando estava para gozar, ela retirou o pau da boca, me olhou mos olhos e disse: - Calma, amorzinho, não vá gozar ainda. Estamos só começando. Tem muito a aprender. Levantou e deitou na cama, me chamando para aprender mais. - Agora é a sua vez de dar prazer à sua companheira. Pronto? Vai começar me beijando e passando a beijar todo meu corpo. Divirta-se Vendo que estava meio indeciso sobre o que fazer, ela disse: - Acalme-se, querido. Vou te dando a dica sobre o que fazer. E assim, começou a ordenar; beije minha boca, abra a boca, cola na minha coloque a língua dentro da minha boca e me beije com firmeza, mexendo com a língua contra a minha. Assim fizemos, por muito tempo, enquanto esfregava meu corpo ao dela, minhas mais passeavam sobre suas tetas, suas curvas e suas mãos já amassadas meu pau. Ela foi conduzindo: -Me beije, libedjeme faca sentir sua forca. Beije meu rosto, orelhas, pescoco. Espera, espera,ndê uma mordidinha na minha orelha. Agora vai baixando, beije meu pescoço, chupe minhas tetas, desça mais, beije meu umbigo, desça mais... Tudo isso era dito entrecortado, entre gemidos e grunhidos quase irreconhecíveis. Fui seguindo suas orientações, até ela pedir para chupar sua xoxotinha, como ela chamou. Ainda não havia ouvido aquela expressão. Foi a primeira vez que ouvi chamarem a vagina da mulher assim, como outras expressões que ela usou durante nossa transa. Percebendo que eu estava indeciso, ela pressionou minha cabeça para o meio de suas pernas e trancando suas pernas em meu pescoço, me forçou para baixo defrontamos meu rosto com aquela xoxotinha linda, com pelos ralos, louros. Durante todo esse trajeto pelo seu corpo, sentia os pelos e sua pele ericada, deixando uma sensação de estar esfregando a pele de um pêssego. Naquele momento, vivendo tudo isso, resolvi esquecer minha repulsa e aproveitar para experimentar mais. Meti a língua naquela caverna apertada, com fluidos que escorriam abundantemente de sua xoxota, obedecendo sua orientação de primeiramente beijar sua vagina como beijaram sua boca e usasse a língua lá dentro e principalmente, encima, no começo da abertura de sua vagina (ond, posteriormente vim a saber, ficava seu clitóris). Chupei muito tempo com ela se retornando, gemendo e todo tempo falando coisas que mal conseguia entender. Também não importava o que ela dizia, dava para ver que ela estava quase no ponto de gozar. Agarrou meus cabelos, me retirando do meio de suas pernas, ajeitando o corpo mais para cima da cama e me chamou para cima dela, abrindo suas pernas num claro convite para o coito. Fui deitando sobre ela, que pegou meu pau, gemeu sentindo a dureza e o caladinho pré gozo que escorriam da glande. Colocou na abertura de sua bucetinha e pediu para ir devagar, para não me machucar. Dessa forma, controlando meu ímpeto de enterrar tudo de uma vez, fui penetrando aquela caverna molhada e escorregadia, enterrando todo o pau nela. Diante seu comando, comecei a enterrar e retirar quase todo o pau, para começar tudo de novo. Nesse vai e vem, estava difícil de aguentar muito tempo. Percebendo que iria gozar logo, ela pediu: - Não goza dentro, tira antes... se der, me deixa gozar antes, senão terá que fazer eu gozar depois. Deu tempo, logo ela gozou forte, gritando, urrando e pedindo mais. Antes de gozar, retirei e ela conduziu minha piça para gozar em seus seios e barriga. Quase desmaiei de tanto gozar. Se não estivesse deitado, certamente teria fraquejado e dobrado as pernas, tão intenso foi aquele gozo. Esse foi o início e ainda tem mais...
10 partes
3 partes
Minha história real. Como tudo aconteceu até eu me tornar um corno, dominado e sem xoxota.
7 partes
Oi, eu sou a Pamela. Tenho 38 anos, sou casada e mãe de um menino de 2 anos que é a luz dos meus dias. Meus cabelos loiros com mechas claras chegam na altura dos ombros, e meu sorrisão é meio que meu cartão postal - sempre aberto, mostrando dentes brancos, e com um brilho nos olhos que conquista as pessoas. Minha altura é mediana, 1,65m, mas minha postura é ereta e confiante, e meus movimentos são graciosos de um jeito natural. Amo meu corpo: minha cintura fina, minhas pernas torneadas e meus seios fartos são parte de quem eu sou - uma mulher forte, saudável e que se aceita. Minha personalidade é comunicativa e minha energia é contagiante. Minha maior habilidade é a empatia - tenho um dom genuíno de me colocar no lugar dos outros, de ouvir pra valer, não só pra responder. Minha voz é uma ferramenta que uso pra simplificar o complicado e acalmar o ansioso, sempre com uma fala clara e gostosa de ouvir. Tudo isso vem de um espírito acolhedor; meu maior objetivo é fazer todo mundo se sentir visto, ouvido e parte do grupo. Fora do trabalho, recarrego as energias na cozinha, transformando ingredientes em carinho, e viajando, porque acredito que novos horizontes são o melhor combustível pra alma. No fundo, a Pamela que você vê é exatamente a Pamela que é: uma mulher que abraça a vida com paixão, força e um coração que não tem medo de amar.
12 partes
Ulisses desperta desejo pelos seios fartos de sua mae, e pra resolver iso, precisou da ajuda da psicologa.
2 partes
Sempre aprendemos que onde trabalhamos, não devemos misturar assuntos pessoais, nem nos envolvermos com colegas de trabalho. Mas, aquela empresa era diferente. Ali, uma turma de jovens funcionários mostrava que, às vezes, onde se ganha o pão também se come a carne. E com muito prazer.
19 partes
A saga de Bruno, um típico nerd, e seu amor platônico por sua colega de turma Wanda, uma princesa da Disney para maiores de 18 anos.
2 partes
Narro aqui minhas trepadas nos 19 ANOS em que fui amante de meu próprio pai até seu falecimento.
5 partes
As aventuras de um cara de 30 no universo das travesti da capital Paulista.
14 partes
5 partes
Uma série de aventuras vividas pela minha versão menina😉
7 partes
Acompanhe a saga de um jovem amaldiçoado com um dom especial
6 partes
Nossas aventuras, desde o inicio
4 partes
Contos fictícios baseados na série interativa "SOB O MESMO TETO". Estes contos colocam como as coisas poderiam ter mudado em uma realidade paralela com pequenas decisões diferentes em que as pessoas se entregam aos desejos.
11 partes
O jovem nerd tímido Daniel é apaixonado por Robinson líder do time de baseball de sua escola, certo dia Daniel vai fazer um trabalho de escola na casa do tio de seu melhor amigo Gabriel, Tio Lui que é um astrólogo místico que possui um sótão cheio de artigos esotéricos, ao vasculharem os artigos do velho, Daniel se depara com a imagem de um demônio preso em uma redoma de vidro, embora Gabriel seja cético quanto as superstições de seu tio, ele conta a lenda para seu amigo: aquele que pedir com devoção qualquer coisa ao monstrinho terá seu pedido realizado, Daniel rouba o demônio da casa de Tio Lui e faz a prece pedindo para ter popularidade na escola e o amor de Robinson. O monstrinho ganha vida e Daniel começa a se destacar profissionalmente e na escola mas sua ascensão acompanha, de maneira inversa, a derrocada de Robinson, Mas o monstrinho diz que se quiser o amor dele, ele terá que transformá-lo, fazer com que ele escolha um outro caminho na vida. Robinson é um jovem mimado, rico e voluntarioso, cuja vida é uma eterna busca pelo prazer mas também é um homem especial, de coração puro, e para mudar, ele deverá cometer sete pecados. Só assim deixará seus princípios éticos por uma paixão. Neste processo, Daniel se transformará, descobrindo suas próprias qualidades para ajudar Robinson, cada vez que ele mesmo o colocar em alguma confusão.
2 partes
2 partes
17 partes
13 partes
Jonas é o filho do Pastor e Isaac é o cara perfeito que todo mundo quer ser ou quer ter por perto, com o tempo os dois vão se conhecendo e descobrindo que essas discrições não poderiam está mais equivocadas.
2 partes
2 partes
Feita de putinha na balada
9 partes
Esta série traz relatos de homens de classes sociais, status, contextos e idades diferentes que traíram seus companheiros e mostra como cada um lida com a traição e como isso afetou seus relacionamentos.
17 partes
2 partes
Minhas histórias na época do exército, com meus colegas do quartel, momentos inesquecíveis que aconteceram no próprio quartel, em confraternizações e até mesmo durante treinamentos em campo.
3 partes
Um rapaz andrógino que foi forçado a vestir lingerie e descobrir o seu papel de fêmea durante umas férias de verão especiais na casa de praia.
11 partes
a
9 partes
Tiago, um jovem de 20 anos gordinho e curioso, decide pegar o atalho pela floresta para visitar sua avó. O que começa como uma simples caminhada se transforma em uma jornada de descobertas sexuais intensas quando ele cruza o caminho de um certo homem.
3 partes
11 partes
Série dedicada a casos que aconteceram por acaso. Todos os contos dessa série podem serem lindos individualmente.*Baseados em fatos reais e os textos podem serem maiores.
4 partes
Filho, esposa e a sogra, descobrem novos prazeres na pandemia
4 partes
8 partes
Haroldo Santana, o HS, é um dos influencers mais ricos, charmosos e bem-sucedidos na mídia. Seu estilo extravagante, suas mulheres submissas e suas idéias polêmicas despertam paixões e ódio - e milhares de seguidores. Prepare-se para ingressar em seu mundo: a Machosfera.
8 partes
9 partes
Helena, uma psicóloga viúva de 42 anos, vive uma vida confortável com o filho Lucas, de 19 anos. Após a morte do marido, o jovem começa a sofrer com insônia crônica. Preocupada e usando seus conhecimentos profissionais, Helena decide ajudar o filho de forma cada vez mais íntima: primeiro com conselhos, depois com toques terapêuticos e, finalmente, entregando-se completamente ao desejo proibido.O que começa como um ato de amor maternal e “tratamento” para o sono rapidamente evolui para uma relação intensa, carnal e apaixonada. Entre noites de masturbação, boquetes apaixonados, transas na piscina, risco em praias desertas e a entrega total no aniversário de Lucas — incluindo a primeira vez anal —, mãe e filho cruzam todas as barreiras, transformando cuidado em luxúria e afeto em uma conexão profunda e irreversível.
13 partes
6 partes
16 partes
Rodolfo, um jovem programador que enriqueceu com a criação de um aplicativo revolucionário, acredita ter um relacionamento perfeito com Ruth, sua esposa. Jovens, bonitos e liberais vivem uma vida perfeita. Um contratempo os separa por alguns meses, tempo suficiente para Rodolfo descobrir que nem tudo era perfeito como ele imaginava.
10 partes
17 partes
Albert o pai, recem separado, tem a surpresa que sua filha desperta o tesao adormecido nele
4 partes
Como virei putinha do pedreiro responsável pela obra do lado da minha casa.
13 partes
Adriano e Ykaro, morando juntos e descobrindo um no outro uma nova forma de enxergar a vida.
38 partes
Historia do Rubens e do Antônio.
2 partes
Relatos de uma mulher trans
6 partes
4 partes
Misael é o único suspeito do assassinato do Arcebispo Rushmond. O advogado Murilo Vilar é o único que acredita na sua inocência, e para isso terá de enfrentar a promotora Julia Monteiro, sua ex namorada, em um julgamento tenso, que está sendo acompanhado por toda imprensa.
8 partes
Nessa série vou estar relatando minhas experiências em que eu pensei com a cabeça de baixo não com a de cima
5 partes
Lucas é um entregador de iFood de 25 anos, branco, magrelo e completamente derrotado pela vida. Morando sozinho num quitinete apertado no Tatuapé, ele passa os dias pedalando pela Marginal, entregando marmitas para quem mal olha na sua cara, voltando toda noite para um apartamento vazio e uma depressão que parece não ter fim. Virgem de verdade, rejeitado por todas as mulheres, ele já não acredita mais que existe lugar pra ele nesse mundo.Até que uma noite, quase por acaso, ele cai num vídeo de BNWO. Ali, pela primeira vez, algo faz sentido. A humilhação, a rendição, a ideia de que brancos como ele nascem para servir a superioridade preta. O que começa como uma simples punheta se transforma em obsessão. Lucas descobre um novo propósito: tornar-se Lucasinha, uma sissy feminizada dedicada à Nova Ordem.Com hormônios comprados no Telegram, calcinhas escondidas debaixo da roupa de trabalho, plug no cu enquanto pedala e uma conta secreta no X, ele inicia sua transformação. Logo ele encontra Vanessa, uma hotwife casada insatisfeita que vê nele a putinha perfeita para auxiliar sua nova vida de snowbunny. Juntos, eles mergulham fundo no underground BNWO de São Paulo: motéis baratos, Kings dominantes de Itaquera, creampies quentes, humilhações públicas arriscadas e uma feminização cada vez mais irreversível.Entre entregas de açaí e noites de submissão total, Lucas finalmente encontra o que sempre faltou: um lugar no mundo. Um lugar de joelhos.Uma história crua, realista e extremamente safada sobre depressão, rendição sexual, feminização gradual e a descoberta de que às vezes o fundo do poço é apenas o começo de algo muito mais profundo e pervertido.
11 partes
Descoberta e aceitação do prazer em ser corno e poder experimentar e vivenciar os prazeres da esposa.
16 partes
8 partes
Priscila é uma jovem transexual começando a lutar por seu direito de existir, suas primeiras experiências, seus primeiros problemas, contra uma mãe tradicional cristã e um padre... .
Priscila precisa navegar em um mundo que não deseja que ela exista, deseja que ela desista de ser quem ela nasceu para ser, algo que para ela se demonstra cada vez mais impossível, ao ponto de começar a lutar pelo seu lugar no mundo, mesmo contra aqueles que em teoria, se acreditam, ou se demonstram mais poderosos que ela. .
Uma história de luta, sobrevivência e o direito de existir.