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canavial
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[1]
Onde a raiz da praga é eliminada
Por Leandro Gomes
Contém 2469 palavras
Publicado em 14/02/2026
Nova Orleans, 12 de abril de 1772 Meu caro Philip, Peço-te perdão pelo silêncio prolongado. Dois anos — escrevo o número e ele me soa irreal. Não foi desleixo, nem esquecimento. Foi medo. Medo de que qualquer palavra minha, ainda que escrita c...
A colheita indesejada
Por Leandro Gomes
Contém 2217 palavras
Publicado em 08/02/2026
Nova Orleans, 08 de janeiro de 1770 Meu caro Philip, Escrevo-te, Philip, porque és o último nome que ainda me responde por dentro. Todos os outros se tornaram funções, interesses, sombras úteis. Contigo, ainda sinto o risco da lembrança — e ...
Onde a colheita se inicia
Por Leandro Gomes
Contém 1091 palavras
Publicado em 31/01/2026
Nova Orleans, 12 de novembro de 1769 Meu estimado Philip, Perdoa-me o longo silêncio. O tempo, quando se torna excessivo em acontecimentos, deixa de obedecer à escrita. Oito meses passaram-se desde os últimos eventos que me atrevi a confiar-...
Onde o sangue renova o canavial
Por Leandro Gomes
Contém 2107 palavras
Publicado em 25/01/2026
Nova Orleans, 22 de março de 1769 Meu caro Philip, Escrevo-te como quem confessa a um túmulo aberto. As palavras que seguem não buscam absolvição — buscam apenas existir fora de mim, pois temo que, se nelas permanecerem encerradas, terminarã...
O sacrifício que destrói a praga
Por Leandro Gomes
Contém 2379 palavras
Publicado em 13/01/2026
Nova Orleans, 05 de março de 1769 Meu estimado Philip, Escrevo-te como quem tateia no escuro sem saber aonde está indo. Há noites em que acordo certo de que ainda sou dono de mim; em outras, sou apenas um intervalo entre visitas que não ouso...
Onde a palavra perdeu o véu
Por Leandro Gomes
Contém 1401 palavras
Publicado em 05/01/2026
Nova Orleans, 30 de dezembro de 1768 Meu caro Philip, Há dias em que escrevo como quem tenta medir a própria sanidade pelo peso das palavras. Sinto-me abalado de modo que não sei descrever sem recorrer a imagens de ruína: tudo em mim parece de...
A cana apodrecida
Por Leandro Gomes
Contém 1940 palavras
Publicado em 02/01/2026
Nova Orleans, 17 de setembro de 1768 Meu estimado Philip, Escrevo-te em estado que mal reconheço como meu. Há dias em que desperto com a sensação de haver cometido faltas que ainda não sei quais, como se minha consciência se movesse à frente d...
A praga que se espalhava
Por Leandro Gomes
Contém 1777 palavras
Publicado em 29/12/2025
Nova Orleans, 21 de julho de 1768 Meu fiel Philip, Há dias em que me parece inútil escrever-te, pois aquilo que se passa em mim resiste à ordenação das palavras. Ainda assim, retorno à pena como quem retorna a um vício, consciente de que de...
Onde a praga se instalava
Por Leandro Gomes
Contém 908 palavras
Publicado em 26/12/2025
Nova Orleans, 2 de junho de 1768 Meu caro Philip, Recebi tua última missiva com a satisfação habitual, ainda que nela eu tenha percebido — perdoa-me a franqueza — certo zelo que beira a inquietação. Não te aflijas por mim. Se há algo de nov...
O homem que não se encaixava
Por Leandro Gomes
Contém 879 palavras
Publicado em 23/12/2025
Prólogo do Tradutor As cartas que ora apresento ao leitor chegaram-me às mãos por vias tão tortuosas quanto o espírito que as redigiu. Foram encontradas entre papéis de família esquecidos num antigo sobrado de Nova Orleans, outrora pertencente ...
Ofereci comida, mas a fome do morador de rua era de buceta
Por André Martins
Contém 2360 palavras
Publicado em 07/09/2025
Tem dias que você não acorda procurando putaria, mas mesmo assim ela arruma um jeito de chegar até você. Quem nunca? Quarta-feira de manhã, eu tava de folga em casa e fui levar minha mãe no portão quando ela saiu pra trabalhar. Aproveitei pra jog...
Com a morena no Canavial
Por Coder MGA
Contém 2088 palavras
Publicado em 23/05/2024
Olá, tudo bem? Compartilhando mais uma história real de alguns anos atrás, para quem nunca leu um conto meu nome é Tiago, tenho 1m80, peso 85 kg sou branco cabelo castanho, sempre bem cortado, barba baixinha, um pau de 17cm grosso. Essa história a...
Funileiro Descabaçador - Parte 15 - Pelados no canavial
Por Tesão24H
Contém 773 palavras
Publicado em 20/07/2016
CONTINUAÇAO Eu desmaiei quando eu acordei eu e paraná estávamos dentro do carro dele estávamos pelados e amarrados no banco de trás do carro dele nós estávamos no meio de um canavial no meio do nada nossas roupas estavam espalhadas no meio do...
Francine casada e amiga de trabalho como tudo começou
Por Solteiro 33
Contém 1238 palavras
Publicado em 29/04/2016
Olá ! Alguns perguntaram como começou minha aventura com Francine ! Por ser verdade talvez o início seja um pouco chato mas vamos lá ... Trabalho em empresa onde fazemos muitas visitas técnicas , sou uma espécie de fiscal de serviço ! Franc...
No capo do carro no meio do canavial
Por gatinha
Contém 697 palavras
Publicado em 19/08/2012
Oi pessoal, valeu pelos comentários no canto o bobinho pensava que eu era virgem, o que vou contar aconteceu á uns 4 anos atrás, na época eu fazia um curso em uma cidade vizinha á minha e pra ir ao curso eu no ônibus de estudantes da cidade, certo...
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