grazi e josi gemeas loirinhas gostozinha e safadas

Um conto erótico de Danu
Categoria: Heterossexual
Contém 1261 palavras
Data: 12/01/2007 11:43:23
Assuntos: Heterossexual

Bem, eu sou a Danu. Esta história não é sobre mim, mas sobre duas amigas que souberam que eu escrevia no site e me pediram para relatar o fato. Bem, ambas têm 19 anos, são gêmeas, loirinhas, Grazi e Josi – com uma carinha de anjinhas, iguais, exceto pelo fato de que Josi tem uma pintinha mínima na testa. Ambas têm peitinhos pequenos, mas em relação ao corpo são bem grandinhas. Têm 1,60 m de altura, e seus peitinhos ficam bem proporcionais ao corpo. Bundinha gorduchinha de deixar qualquer um louco, barriguinha de enlouquecer os garotos também, perninhas rolissas e perfeitas.

Certo dia, ambas estavam no vestiário feminino se trocando, junto com as demais jogadoras do time de handebol da faculdade. Começou um alvoroço porque as meninas tinham decidido fazer um verdade ou desafio. As meninas na roda, ali no vestiário, começaram a perguntar, até que perguntaram para Josi: “Você toca siririca?” Ela não quis responder e foi obrigada a aceitar o desafio: beijar sua irmã. Ela não queria, muito menos a irmã, mas foram obrigadas. As garotas, que já nessa idade ficam exitadas por qualquer coisa, vendo duas garotas se beijarem – e duas garotas idênticas –, elas respiraram fundo e deram uma bitoquinha. Mas as amigas, enfurecidas, disseram que tinha que ser um beijo de língua. Elas nem sabiam fazer direito, eram BV, mas na pressão acabaram tendo que se basear no que viam na TV. Abriram a boca, encostaram e mexeram as línguas enquanto abriam e fechavam a boca. Que beijo perfeito! Todas alvoroçadas, certamente algumas garotas da roda discretamente tocaram uma siririca. O mais engraçado é que, depois que começaram a se beijar, Grazi e Josi não se largaram, e ficaram muito tempo ali no beijo mais quente de todos. Sentiam seus pequenos seios (mas não tão pequenos, uns 40 de busto) estavam mais durinhos do que nunca. Estavam muito exitadas. Finalmente se largaram e, nervosas, disseram que iam embora. Saíram aplaudidas pelas garotas.

Chegando em casa, jantaram, contaram aos pais sobre o jogo da tarde e, depois de assistir à novela, foram se deitar. Josi deitou de calça jeans e com a blusinha vermelha apertada mesmo, enquanto Grazi vestiu seu pijaminha curto. Josi ficou olhando para o teto meio pensativa. Grazi perguntou:

— O que houve, irmãzinha?

Ela respondeu:

— Sei lá, é que hoje à tarde…

Nem precisou continuar. Josi falou:

— Você quer repetir?

Falando num tom de quem queria mais do que aquilo. Foi então que Grazi deitou em cima da irmã, deixando Josi muito exitada com a calcinha molhada, e beijou-lhe a testa, bem na pintinha, uma minúscula pintinha. Deu leves chupadinhas na testa de Josi bem onde ficava a pintinha – era um tanto sexy. Então foi baixando, olhou nos olhos da irmã e as duas se pegaram no maior beijão. Grazi colocou sua irmã sentada e tirou sua blusa, fez o mesmo tirando a própria blusinha. Josi falou:

— Você tá louca?

E deu uma risadinha. Então ela respondeu:

— Louca por você, irmãzinha.

Ambas estavam com o sutiã, tiraram e se beijaram, deixando seus biquinhos durinhos se tocarem. Foi então que Grazi foi descendo e descendo, lambeu seu umbigo, então enfiou a cara no meio das pernas da irmã ainda de calça jeans. Enfiou o nariz, lambia, beijava. Josi só ria, dizendo que fazia cócegas na vagina, mas estava extremamente exitada. Grazi desabotoou sua calça, abriu o zíper e tirou, tirou também o shortinho do seu pijama. Ambas apenas de calcinha se olhando. Josi levantou e elas se beijaram, uma apertando a bundinha da outra. Aquela calcinha de renda apertadinha estava começando a se encharcar por baixo, na altura da vagina de ambas. Josi jogou Grazi na cama e chupou seus biquinhos super durinhos, mordiscou-os, mas sem saber que aquilo era tão exitante para uma mulher. Grazi deu até pulinhos, quase gozou com sua buceta intocada. Josi tirou sua própria calcinha e sentou no biquinho do peito de Grazi. Seu biquinho estava agora todo durinho e melado, mas massageava e exitava a bocetinha da irmã, que teve um pequeno orgasmo, dando um gemidinho.

Grazi na hora perguntou:

— Isso é bom?

Josi respondeu que sim, era muito bom. Ela desceu rapidamente até a calcinha da irmã e começou a lamber por cima da calcinha toda encharcada. Puxou para o lado a parte da calcinha que cobria a vagina, enfiou com tudo os dedinhos, ficou remexendo, mas não teve coragem de colocar a boca. Nossa, como Grazi gemeu! Aquilo sim foi fenomenal. Então ela tirou sua calcinha, beijou seus poucos pelinhos. Ambas ficaram novamente de pé, se beijaram apertando as bundinhas, até que Grazi teve uma ideia.

— Deita, irmã.

Ela deitou. Então Grazi corrigiu:

— Não de bruços, deita de costas para cima.

Josi obedeceu, ficando exitada pela brincadeira desconhecida da irmã. Grazi beijou-lhe a bundinha e perguntou:

— Quer sentir algo diferente?

Josi nem teve tempo de responder “sim” quando sentiu um geladinho entrando em seu rabinho. Ela quase tirou a mão da irmã, mas começou a se excitar – apesar de não proporcionar o orgasmo, aquilo estava exitando Josi, enquanto ela própria tocava uma siririca. Grazi era corajosa: enfiou a boca no cuzinho da irmã – enquanto Josi nem na bocetinha tinha tido coragem – lambeu o furinho deixando Josi aos pulos de excitação. Então ela começou a aumentar o número de dedos. Colocou cinco, a mão estava quase entrando inteira. Josi gritava, queria parar por ali – apesar do tesão, estava doendo muito – mas a irmã estava possuída pelo tesão e, enquanto tocava uma, enfiava tudo e beijava a bundinha da irmã, ensanguentada a essa altura. Quando tirou a mão, Josi quase desmaiou de dor. Grazi deu uma bitoquinha pedindo desculpas, mas Josi estava furiosa e falou:

— Agora você vai deixar eu fazer o mesmo.

Grazi não quis, mas a irmã a forçou, fez-la deitar e a convenceu. Grazi pediu desculpas chorando, dizendo que foi sem querer. Josi falou:

— Sem querer? Aos meus súplicos gritados para parar? Sem chance.

Josi foi violenta. Estava possuída de raiva e tentou enfiar todos os dedos de uma vez. Claro que não conseguiu. Enquanto a irmã chorava em silêncio a dor que sentia, Josi conseguiu enfiar tudo – mas dessa vez a mão entrou inteira. Acreditem ou não, realmente entrou inteira. Ela remexia, enquanto beijava a bunda da irmã e também tocou uma siririca porque a situação era tão exitante. A irmã chorava e seu sangue rolava bem fininho. Josi tirou a mão bem rápido, o que fez Grazi ficar tonta de tamanha dor.

Ambas estavam exaustas. A bunda de Josi ainda doía até para andar. Agora quites, ambas se beijaram e caíram mais uma vez na cama, acariciando seus seios. Tomaram um banho para resolver o caso do sangue e do gozo, uma enxaguando a outra carinhosamente, se beijando e se masturbando enquanto se lavavam. É engraçado imaginar como duas garotinhas tinham um tesão tão insaciável. O tesão de ambas acabou quando Josi enfiou o chuveirinho na xana da irmã e mexeu com a água quente ligada – Grazi teve uma explosão de orgasmo. Fez o mesmo com a irmã, e ambas se vestiram e foram dormir.

Gostaram do que havia acontecido, mas estavam assustadíssimas com o fato de serem irmãs e do mesmo sexo. Daquele dia em diante, apenas alguns beijos secretos no banho, nada mais que isso. Quase entraram na siririca outro dia no banho, mas conseguiram evitar para que nada ocorresse novamente. O pior foram seus cuzinhos, que arrebentados, demoraram para conseguir andar e sentar bem.

Espero que tenham gostado e que votem no meu conto. Beijos para todos os leitores e me escrevam.

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