MAIS UMA CONFISSÃO QUE ENCONTREI EM MINHA CAIXA DE MENSAGENS HÁ ALGUM TEMPO.
Padre, esta confissão estava guardada dentro de mim há muito tempo.
Desde adolescente, já sentia algo forte por ela. Por ser seis anos mais velha, cuidava de mim, me ajudava com os afazeres escolares, brincava comigo, dormia me fazendo dormir. Hummm, me dava banho...
Quando tínhamos bom comportamento, nas férias, nossa mãe nos mandava para a casa de uma tia no interior. Lá, com mais duas primas, brincávamos de casinha e eu, ou era seu filhinho, ou seu marido.
Quando crescemos um pouco mais, eu já a ajudava em casa: arrumava, varria, colocava roupa no varal e sempre caprichava na hora de estender suas calcinhas de algodão... Quando fiz dezoito anos, já sentia algo por ela que não entendia. Queria sempre tocar nela, mesmo disfarçando. Alisava seu braço, beijava seu rosto e, em meus abraços, apertava com meu peito seus seios durinhos... Nossos toques foram esquentando lentamente. Suas roupas cada vez mais sensuais dentro de casa me enlouqueciam: mini blusas sem sutiã, shorts curtíssimos, ou bem folgadinhos, saias mal comportadinhas... Tudo era motivo para estar junto a ela. Fazia de tudo para ver sua calcinha, valia até mesmo entrar debaixo da mesa quando ela estava almoçando. Nas brincadeiras de pega-pega, sempre dava um jeitinho de apertá-la um pouquinho mais... Sonhava com ela toda noite e, numa dessas noites, acordei todo melado, não entendendo nada. A chamei e ela me disse que aquilo era normal nos homens... Com dezenove anos, comecei a caçar suas calcinhas nas gavetas para olhar e cheirar seu perfume. Ficava olhando-a tomar banho por uma fresta na porta do banheiro e, depois, invadia o banheiro pra ficar cheirando suas roupas usadas. Num desses dias, depois de uma cena mais quente na novela, ela foi tomar banho e fui logo pra fresta... Ela se tocava maravilhosamente no chuveiro. Suas mãos passeavam por seu corpo delicioso. Uma apertava os seios deliciosos, levantava um seio até a boca e lambia, depois apertava e alisava o biquinho. A outra mão invadia seu sexo... Alisava seus pelos, afundava os dedos gruta a dentro e, quando saíam, vinham melados lá de dentro. Depois enfiava de novo, apertando bem as coxas, e gemia deliciosamente... Nesse dia, meu pau ficou tão duro que doía de tesão. Logo que ela saiu do banho, disfarcei e entrei no banheiro e achei sua calcinha usada. Estava melecada por seus líquidos. Cheirei, lambi, alisei ela no meu pau e gozei deliciosamente em cima daquele pedaço de pano de algodão...
A partir desse dia, passei a procurá-la toda madrugada na parte de cima da beliche onde dormíamos. Dali, em pé, comecei a tocá-la embaixo dos lençóis. Iniciei alisando seus joelhos e coxas... Outro dia, subia mais as mãos... Noutro, fui subindo, subindo, até chegar na sua calcinha, onde ficava parado por alguns minutos, só sentindo sua pele e o tecido da sua calcinha... Noutro dia, do seu quadril, descia lentamente pra sua bucetinha e ficava ali, alisando seu sexo por cima de sua calcinha, até que eu gozava e sujava toda minha cueca... Percebendo que ela não se negava, no outro dia comecei a invadir por dentro da calcinha. Alisava, passeava ali e gozava de tesão... Noutro dia, ia lentamente afundando a mão por dentro da sua calcinha cada vez mais pra baixo. Chegava até o início da sua bucetinha... Outro dia, por baixo da rendinha, sentia a pele macia, arrepiadinha, e a umidade de sua intimidade... Num outro dia, minha surpresa: quando enfiei a mão por baixo da sua camisola, não havia calcinha nenhuma. Quase tive um infarte... Fui alisando aquela pele nua, descendo, penteando seus pelos, descendo e chegando na sua covinha... Descendo e atingindo um vale molhado com lábios grossos e macios... Quanto mais enfiava o dedo, mais ela forçava o corpo. Parecia devorar meu dedo. Ela se contorcia... eu enfiava... ela forçava e eu tirava, até sair totalmente de dentro dela... ela gemia e eu enfiava lentamente até o fundo... ela gemia, arfava e eu tirava de dentro dela... ela gemia e eu afundava com força... ela gemia mais e eu afundava mais um dedo... ela arfava de novo e eu mexia lá dentro como que procurando algo... ela gemia e eu tirava. Aí se contorceu, revirou, urrou com o travesseiro abafando o som de sua boca e gozou, gozou deliciosamente em minhas mãos... Até molhar minha mão por inteira com seus líquidos quentes e viscosos. Senti orgulho de mim mesmo. Pude senti-la inteira em minhas mãos... Nessa noite, gozei de novo pensando nela e dormi lambendo meus dedos...
Após uns dias, chegando da faculdade e não vendo minha querida na sala, procurei saber e descobri que ela não estava muito bem. Aí fui até o quarto e encontrei-a chorando e soluçando... Depois de muito insistir com ela, minha irmã, muito a contragosto, me contou que seu namorado tentara comê-la à força, a decepcionando muito. Para consolá-la, fiquei fazendo carinhos em seu rosto e seus cabelos, até que dormiu profundamente.
Naquela noite, demorei a pegar no sono, mas no meio da madrugada acordei com meu pau dentro da boquinha de minha irmã. Lenta e deliciosamente foi endurecendo, lambuzado por sua saliva e sua língua, numa deliciosa chupetinha que me levava à loucura... Quando meu pau estava duro como uma pedra, seu olhar cravou no meu, com um ar de guloso... Enquanto lambia, ia falando que, se era para perder sua virgindade, seria comigo, quem realmente gostava dela.
Já sem sua calcinha, apenas de mini blusa, tirou meu shorts junto com minha cueca e sentou-se sobre mim, encaixando meu cacete na entrada de sua bucetinha meladinha. Apesar de apertadinha, sua xaninha foi recebendo lentamente meu pau, que entrava deliciosamente naquela gruta maravilhosa. Ao final, quando não tinha mais nada pra entrar, ela deu um gemido, curvou-se para beijar meu ouvido, se contorceu, gemeu de novo suavemente em meu ouvido e gozou... Senti sua xaninha marejar e iniciei movimentos de sobe e desce dentro dela. Nisso, começou a rebolar deliciosamente, enquanto eu alisava sua bunda. Tirou a blusa e ofereceu-me seus seios para mamar... Hummm, eu mamava, alisava seu cuzinho e bombeava sua buceta. Ela gemia baixinho e apertava meu corpo com o seu... Seus cabelos alisavam meu rosto, seus biquinhos pareciam querer sair em minha boca, seu corpo suava, o meu tremia, e nos agarramos firmes, à espera do nosso gozo. Num frenesi atônito, a expulsei de mim e gozei nos lençóis, abraçando minha irmã, que também gozava novamente.
A beijei carinhosamente e adormeci em seus braços, agradecido e satisfeito por ela também ter sido, naquela noite, minha primeira mulher.
Nunca mais vi minha irmã. Já se passaram quase doze anos em que, depois daquela noite, arrumou suas coisas e fugiu com seu namorado...
GOSTOU?
ENTÃO ME ESCREVA UMA CONFISSÃO SUA VAI!