MINHA VISINHA UM TESÃO DE MOÇA! (Parte 2)
Bem, antes de começarem a ler, quero pedir desculpas pelo tamanho da história, mas vale a pena ler, pois é verídica e muito excitante e emocionante.
Mas depois de tantos dias e noites olhando minha vizinha, eu teria que conseguir falar com ela, e tinha certeza que isso não iria demorar, pois eu já havia bolado vários meios, mas não encontrava. Fiquei de plantão na frente da faculdade dela, mas notei que a mãe todos os dias pegava ela quando vinha almoçar, frustrando meu plano. Tentei conversar com ela, mas não tinha coragem. Meu medo da sua reação ser contra era muito, pois pouco via ela na frente da casa ou na rua. As poucas vezes que a vi não dava, e minha timidez não deixava. Não estava me entendendo: um homem maduro, vivido, experiente, sem jeito de chegar em uma moça. Notava que, nas vezes que via ela na rua, ela me olhava, só faltava me comer com os olhos, e comentava com as amigas. Dava para ver que era a meu respeito, pois dava para notar, pois elas ficavam rindo uma com as outras. A vez que falei com ela foi um dia que cheguei em casa e ela estava com as amigas conversando embaixo de uma árvore que tem na frente da casa. Olhei para as moças e disse:
— Oi, tudo bem?
Elas responderam num só coro:
— Tudo, e com você?
Respondi:
— Tudo.
Mas logo o pai dela saiu e ficou conversando também, e me tirou do meu plano, e logo elas saíram.
Mas, como sou um cara de muita sorte, graças a Deus. Veja como são as coisas do destino. Num belo dia, o meu amigo que trabalha na mesma empresa que eu me convida para a festa de aniversário de 18 anos de sua filha, que por sinal eu conheço desde pequenina e tenho um bom relacionamento com a moça (Paulinha, a aniversariante) e toda a família. A Paulinha me dá uns moles, mas nunca tentei e nem tive nada, mesmo porque seu pai é muito meu amigo, e eu nunca quis arriscar nossa amizade. Mas Paulinha é outra história, que rolou depois de tudo.
Dias depois, é o dia do aniversário da Paulinha. Aproveitei que minha namorada viajou para passar o final de semana na casa dos pais, e eu fico à vontade. Sábado, final de semana, o aniversário. Que beleza! Só que nem imaginava o que estava para acontecer. Saí o dia todo, fui à praia, joguei bola com os amigos, e logo chega a noite. Estou em casa já me arrumando para a festa da Paulinha, e resolvo dar uma espiadela na minha vizinha novinha e gostosíssima. Logo vejo a luz do quarto ligada, mas ninguém. Dou um tempinho e logo aparece a princesa, saindo do banheiro, enrolada numa toalha. Deixa a toalha cair sobre a cama e fica peladinha. Que delícia! Meu pau sobe, mas me controlo só em olhar. Ela vai até o armário e pega uma calcinha branca, ou melhor, uma minúscula calcinha. Veste, pega um sutiã também e veste, se ajeita todinha. Pega um vestido preto, que ficou muito lindo naquele lindo corpinho. O vestido era acima dos joelhos, deixava aqueles lindos pares de coxas à mostra.
Bem, deixa-me descrever a moça que, até agora, é um mistério. Bem, seu nome só fiquei sabendo depois, mas o seu físico posso descrever muito bem. Aquela moça quase mulher tem um lindo corpinho, uma bundinha empinada, umas coxas grossas para a sua aparente idade. É alta, deve ter mais ou menos uns 1,60 a 1,70 m de altura. Seu corpo é magro, mas tem tudo no lugar. Os seios bem pequenos, parecem duas peras pequenas e pontudas. Cabelos castanhos claros e longos. Resumindo, ela é uma delícia, muito linda e gostosa. Imagina uma moça gostosa: é esta aí que estou descrevendo. Muito linda mesmo. É um presente de Deus para mim. Nenhum homem resistiria ver tudo como eu vi e sair de zero, só na punheta. Isso, acho que é até impossível.
Bem, ao chegar na festa, fui recebido pelo pai da Paulinha, e logo fui cumprimentá-la e desejar parabéns. Paulinha estava muito linda, uma verdadeira princesa. Elogiei a sua beleza e fiquei de papo com alguns amigos para passar a noite, que estava um pouco chata, apesar da festa estar cheia de lindas moças. Depois dos parabéns e toda aquela cerimônia de festa de aniversário, estava eu conversando com um amigo quando a Paulinha me pega pelo braço, pede licença para o meu amigo e diz:
— Volto logo.
Ela então diz:
— Estou notando você um pouco triste. O que está acontecendo? Falta de garotas não é, para um gato assim como você!
Falei:
— Está tudo bem, é que estou sozinho, sem nenhuma garota e sem minha namorada. Ainda não me achei na festa. Dá só um tempo e logo estará tudo ótimo.
Nisto!
Quem me aparece, para minha surpresa! A minha vizinha linda e deliciosa, naquele vestido preto, ela e duas amigas. Aí falo para a Paulinha:
— Você conhece aquela moça?
Ela diz:
— Claro! É a Gaby, minha melhor amiga da faculdade. Você a conhece de onde?
Respondo:
— Ela é minha vizinha e nem nunca fomos apresentados, só apenas uns Oi.
A Paulinha dá uma risada e diz:
— Brincadeira! Então você é o vizinho gostosão que a Gaby sempre me fala! Vou dar um jeito nisso agora. Espera aí.
Ela sai e meu coração dispara. Meu pau dá dois pulinhos e eu fico imaginando coisas.
Em poucos minutos, a Paulinha volta com a Gaby e mais duas moças, e diz:
— Edu, esta é a Gaby, minha amiga e sua vizinha. Que hilário! Vocês moram um do lado do outro e nem se conhecem.
Rimos e logo a Gaby veio até mim e me deu um beijo no rosto. Fui apresentado para aquelas moças e ficamos ali batendo o maior papo. Parecíamos todos da mesma idade, ou melhor, que eu tinha a idade daquelas moças.
Depois de muitas conversas e risos, a Paulinha disse:
— Bem, fiquem à vontade. Vou falar com outros convidados.
Logo depois, a Dani, outra amiga da Gaby, disse:
— Bem, vou ali e logo volto. Fiquem à vontade.
Até parecia que era combinado entre elas para nos deixar a sós. Saíram todas e ficamos só eu e a Gaby. Conversamos muito, que até me perdi no tempo e achei que estava conversando com uma moça bem mais velha, pois a Gaby tem um papo super legal, parece até mais velha, mas só tem 18 anos. Digo porque perguntei sua idade e ela disse que tem 18 anos. Depois de muita conversa e risos, eu disse:
— Se você quiser, pode ficar à vontade. Eu não te atrapalho. Talvez você queira ficar com alguém da sua idade, seu namorado.
Ela sorriu e disse:
— Namorado não tenho, mas as pessoas da minha idade não são tão legais de papo como você. Me amarro em suas conversas. Até parece que te conheço há muito mais tempo.
Perguntei:
— E seus pais? Acho que não gostariam de ver você conversando com um homem da minha idade.
Ela sorriu e disse:
— Estou só aqui na festa, e quanto aos meus pais, eles não controlam com quem falo. Pode ficar tranquilo. E, por falar nisto, vou falar com a Dani e já volto. Não saia daí!
Confesso que já estava de pau duro olhando para aquela gatinha tão linda ali na minha frente, e ela já estava notando, pois seus olhares para minha parte principal estava notória. Ela de vez em quando dava uma olhadinha meio disfarçada para meu pau, que estava fazendo volume na calça. Eu nem disfarçava, deixava à vista, pois estava sentindo que ela estava gostando.
Logo ela volta e continuamos o papo. Aí ela me pergunta se eu estava gostando da festa, e eu respondi que estava um pouco parada, mas a presença dela ali comigo estava me alegrando e deixando a noite bem mais atrativa, mas que já estava querendo ir embora. Ela diz:
— Quando você for, posso ir com você?
Nossa, aquilo me deixou louco. Meu pau deu pulos. Eu já estava sem noção do que estava fazendo, mas ainda consegui controlar. Deixei a cabeça de cima pensar e falei:
— Você disse aos seus pais que vai dormir na casa da Dany? E como será para você chegar comigo? Seus pais não vão entender, e pode gerar um problema para nós.
Eu aí entendi que ela queria era ficar comigo e que já havia combinado tudo com as amigas (Paulinha e Dany).
Ela então disse:
— Sem problemas. Meus pais foram para uma festa do outro lado da cidade e, se eles já estiverem em casa, estão dormindo. E já falei para eles que iria dormir na casa da Dany. Por isto podemos ficar numa boa. Eu posso dormir na sua casa e amanhã dou um jeito de sair sem ninguém notar. Fica numa boa, sem stress. Vai por mim, eu garanto que ninguém vai ficar sabendo, só eu, você, a Dany e a Paulinha, que são minhas melhores amigas.
Pensei naquela proposta, com certeza irrecusável, e disse:
— Você tem certeza do que está me propondo?
Ela disse:
— Claro que sim. Podemos ir agora mesmo. Vou falar com as meninas.
Eu disse:
— Tudo bem. Vou me despedir do pessoal e nos encontramos no meu carro. Você sabe qual é.
Saí dali flutuando. Rapidamente falei com meu amigo, o pai da Paulinha, e outros amigos ali presentes. Fui me despedir da Paulinha e ela disse:
— Uma pena que você já vai, mas depois nos falamos. Veja se cuida bem da minha amiga, tá? Felizarda ela!
Respondi:
— Não entendi, mas depois quero saber o porquê.
Beijei a Dany no rosto e também a Paulinha e fui.
Quando cheguei no local que o carro estava estacionado, lá já estava a minha princesinha, linda, ao lado do meu carro. Entramos e ela logo disse:
— Onde vamos? Podemos sair um pouco para nos divertirmos antes de ir para casa? Tenho certeza que você conhece muitos lugares bacanas.
Falei:
— Conheço, sim.
Fui a uma boate legal e não teve nenhuma objeção quanto à sua entrada. Dançamos bastante. Ela já estava bem agitada, me abraçava, roçava aquele corpinho no meu. A coisa estava muito legal. Falei para ela que já íamos e saímos.
Ela disse:
— Você pode parar em algum lugar para ficarmos um pouco mais à vontade? Hoje eu quero me esbaldar, quero me divertir à vontade, pois não é todo final de semana que rola um agito desses, pois meus pais pegam bastante em meu pé.
Nessa hora, meu pau saltou dentro da calça. E eu disse:
— Claro.
Fui até uma praia bastante deserta e, àquela hora da noite, tinha certeza que podíamos ficar à vontade, pois ninguém apareceria. Parei o carro próximo a umas árvores e ela respirou fundo e disse:
— Ai, que legal! Que ar puro, muito bom estar aqui com você.
Reclinei um pouco a poltrona do carro e ela logo encostou a cabeça em meu ombro. Fiquei acariciando seu rostinho lindo, seus cabelos, e logo ela virou para mim. Não resisti àquele olhar e dei-lhe um beijo. Aquele beijo foi um dos melhores e mais excitantes que já dei em toda minha vida. Nossa, como beija bem aquela moça! E que beijo delicioso! Nossas línguas pareciam duas cobras famintas, percorriam milímetro por milímetro das nossas bocas. Eu lambia aqueles lábios dela, ela os meus. Estávamos alucinados com tanto tesão. Desci com as mãos até seus pequenos seios e comecei a acariciá-los. Nossa, ela se arrepiou toda. Sua respiração estava ofegante e descompassada. Fiquei alisando seus peitinhos por um bom tempo. Depois desci até sua barriguinha e fui descendo até suas coxas. Comecei a acariciar uma, depois a outra. Ela estava louca, respirava descompassada. Comecei a beijar seus ouvidos, nuca, mordia seu pescocinho. Estávamos em transe total. Comecei a alisar suas coxas pela parte de dentro e logo ela abriu as pernas um pouquinho e balbuciava coisas que eu nem entendia. Gemia bem baixinho e dizia para que eu não parasse, pois estava muito bom tudo aquilo. Acariciava bem de leve enquanto ia beijando ela todinha. Fiquei passando meus dedos entre uma parte e outra das coxas. Ela se contorcia. Quando forcei um pouco mais e toquei com a ponta dos meus dedos na bucetinha por cima da calcinha, ela deu um gemidinho e respirou bem fundo. Se arrepiou todinha. Dava para ver seu corpinho todo arrepiado. Fiquei ali tocando bem de leve naquela bucetinha, que dava até para sentir a ponta dos meus dedos úmidas daquele líquido que saia daquela xaninha, mesmo por cima da calcinha. Forcei mais um pouquinho e fiquei alisando aquela rachinha ainda por cima da calcinha. Ela, já não resistindo mais, se abriu toda e disse:
— Hummm, você sabe como deixar uma garota chegar à loucura. Eu já não estou mais me aguentando. Meu corpo todo treme, minhas pernas estão bambas. Se você quer me torturar, acho que já chega, pois eu estou entregue. Sou todinha sua. Faz de mim o que você quiser. Sou sua escrava. Vai!
E pulou em meu colo e começou a me beijar ferozmente. Voltei ela para o banco do carro e comecei o mesmo processo. Alisava suas coxas pela parte de dentro e cheguei até a bucetinha. Puxei a calcinha para um lado e passei meu dedo de leve naquela rachinha molhadinha. Ela foi à loucura. Respirava ofegante. Eu mexia com os dedos, passava de cima a baixo na rachinha toda meladinha. Ela já não aguentava mais. Sua voz estava trêmula e rouca. Falava coisa por coisa, gemia. Aí eu entendi quando ela pedia para parar, pois estava doendo naquela posição. Estávamos sentados no banco do carro e era um pouco desconfortável.
Logo atendi seu pedido e saímos para fora do carro. Coloquei ela deitada no capuz do carro, na frente. Encostei meu pau, que estava super duro, naquela bucetinha e fiquei beijando ela, em cima dela. Fiquei roçando naquele corpinho por um bom tempo e ela gemia e se contorcia. Mudei de posição e fiquei, desta vez, encostado, e ela veio de costas para mim. Ficou roçando aquela bundinha em meu pau e gemendo bem baixinho. Passei a acariciar, novamente, aquela bucetinha. Só que desta vez eu enfiava minha mão por dentro da calcinha. Dava para sentir os pelinhos aparados na parte de cima e uns outros pouquinhos em volta dos grandes lábios. Fiquei alisando a rachinha. Ela estava em êxtase, só se mexia e gemia. Fiquei ali alisando em cima e em baixo. Depois parei bem no clitóris e fiquei, por alguns minutos, alisando, fazendo movimentos circulares. Em instantes, ela se esticou toda, soltou um gemidinho e sua respiração descompassada, mas bastante ofegante, anuviava um gozo extremo e prolongado. Suas pernas tremiam, sua voz trêmula. Peguei meus dedos e levei até minha boca e lambi aquele néctar que seu gozo encharcou minha mão. Senti aquele perfume gostoso, lambi os dedos, e ela dizia:
— Assim você me deixa louca! Estou quase morrendo de tanto prazer. Eu nunca senti algo assim. Você é demais, é muito gostoso. Me leva logo para sua casa e me faz sua mulher. Estou querendo muito ter você, muito mais.
Virei ela de frente para mim, botei meu pau para fora, peguei a mão dela e levei até meu pau. Ela pegou com muita vontade, que parecia esmagar. Apertava tanto. Aí começou uma punheta, meio sem jeito, mas logo acertou e me punhetava tão bem que eu já estava quase gozando. Puxei ela para baixo e levei sua cabeça até meu pau. Ela beijava por toda sua extensão. Em seguida, enfiou a cabeça do meu pau toda na sua boca, lambia, e logo depois foi fazendo o movimento. Eu fui ensinando como ela fazer e logo estava experta. Chupava meu pau tão gostoso. Eu já estava louco e disse para ela:
— Vou gozar, meu amor.
Ela deu uma paradinha, olhou para mim e fez um gesto dizendo que tudo bem. Eu já não aguentava mais e soltei o primeiro jato de esperma naquela boquinha. Ela soltou e logo pegou novamente e começou a chupar, como se estivesse lambendo um delicioso sorvete. Lambeu meu pau todinho, deixando como se estivesse lavado. Em seguida, deu uma risadinha sacana e disse:
— Nunca tinha feito isso, mas gostei muito. Quero mais!
Respondi:
— E você vai ter muito mais. Vamos para minha casa?
Fomos para o carro e partimos para o condomínio. No caminho, fiquei pensando. Será que era certo eu estar fazendo aquilo? Mas com aquele tesão todo, deixei para lá. O que vier, vem. Chegando em casa, entrei com o carro na garagem e fomos direto para o quarto. Chegando lá, fizemos aqueleamor delicioso a noite toda. Foi a melhor noite de sexo da minha vida, sem dúvida. A Gaby se mostrou uma mulher super carinhosa, meiga e, no sexo, uma leoa, uma verdadeira cadela no cio. Que noite! Eu já estava gostando daquela gata, e muito. No dia seguinte, acordei e a linda deitada ao meu lado, me deu um beijo delicioso de língua e disse:
— Bom dia, meu amor! Dormiu bem?
Respondi:
— Bom dia, princesa! Dormi sim. E você?
Ela disse:
— Foi a melhor noite da minha vida. Obrigado por tudo. Você foi maravilhoso.
Dei um beijo nela e disse:
— Obrigado você, que se entregou toda para mim.
Ela disse:
— Agora tenho que ir. Meus pais já devem ter acordado e podem achar estranho eu chegar de manhã.
Levantei e levei ela até a porta. Dei um beijo de despedida e ela disse:
— Quando nos veremos de novo?
Respondi:
— Vou dar um jeito de falar com você. Pode deixar. E prometo que será em breve.
Ela sorriu, me deu um beijo e saiu. Fiquei olhando ela atravessar a rua e entrar em sua casa. Ali começou uma loucura na minha vida. Fiquei muito apaixonado por aquela gata. Não pensava em outra coisa. Minha namorada reclamava, mas eu dava desculpas. A Tati achava que eu estava com outra, mas não estava não. Só que meus planos tinham que ser muito bem bolados para continuar vendo a Gaby escondido de todos.
Bem, vou ficando por aqui e em breve voltarei para terminar de relatar esta história, que está só no começo. Obrigado a todos pelos comentários e votos.
Abraços.
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