Bem, como contei no conto passado, depois de alguns meses, minha tia decidiu que iria comprar uma casa. E assim fez: comprou a casa e foi morar sozinha. Nas minhas férias da faculdade, e eu já com 18 anos, fui passar alguns dias lá. Então, sugeri que fôssemos ao shopping. Minha tia disse que teria que primeiro tomar um banho, pois estava muito suada.
Enquanto ela estava no banho, comecei a relembrar nossa transa, como tinha sido ótimo. Então, com aqueles pensamentos, comecei a bater uma punheta. Quando estava quase gozando, ouvi ela me chamar, dizendo para eu pegar um sabonete. Voltei para dentro, peguei o sabonete e levei para ela. Ela, olhando para meu pau, viu que estava duro e me perguntou se eu estava querendo alguma coisa. Apesar de cada fibra do meu corpo querer, falei que estava tudo bem. Ela deu um sorriso e fechou a porta.
Voltei para a sala e continuei a bater. Gozei. Ela saiu do banho e entrou na sala com aquele mesmo roupão que usou quando tivemos nossa primeira brincadeirinha. Fiquei olhando aquele corpo lindo passando na minha frente. Ela me perguntou se realmente eu não queria nada. Dessa vez, demorei para responder, mas disse que não. Ela entrou no quarto e deixou a porta meio aberta.
Passados alguns minutos, ela me chamou. Quando entrei, ela estava só de calcinha e sutiã. Falou que eu podia ajudá-la a fechar o sutiã. Não aguentei a pressão: tirei o sutiã dela e a virei para mim e comecei a chupá-la. Então vi que a coisa estava se esquentando. Tirei sua calcinha e comecei a passar a mão sobre sua linda e molhadinha bocetinha. Pedi que ela me chupasse. Ela se agachou e começou a sugar minha cabeça, subindo e descendo, como da última vez.
Não aguentei: soltei um jato de porra dentro da sua boca. Ela disse que queria dar. Então comecei a socar seu lindo cuzinho, meti, meti. Depois, passei para sua gruta, que engolia meu pau todo. Eu era capaz de sentir minhas bolas batendo na entrada da sua xana. Logo senti que estava perto de gozar. Então comecei a bombar mais forte até que esguichei. Retirei meu pau e ela começou a chupar. Vadia: depois de ser arrombada, ainda tinha forças.
Ficamos ali por algum tempo e então sugeri que nós fôssemos tomar banho juntos, mas essa é outra história. Qualquer dia eu conto. Valeu.