Minha primeira traição

Um conto erótico de AdolescenteTaradoXxX
Categoria: Heterossexual
Contém 1419 palavras
Data: 04/08/2010 20:50:07
Última revisão: 15/07/2011 19:52:16

Oi, meu nome é Nicolau e, como contei no outro conto (“Eu e minha namorada”), sou um cara já com mais de 18 anos, no auge da minha vida sexual, mas felizmente já perdi a virgindade. Tenho 1,80 m de altura, 70 kg, e uma silhueta já moldada pela academia que frequento.

Essa história acontece quando eu e minha namorada tínhamos brigado. Nada sério, mas decidimos dar um tempo. Eu me sentia mal, sentia falta dela, era evidente meu abatimento.

Certo dia, meu professor pediu para fazermos um trabalho em dupla. Ele mandou descermos para a biblioteca. Eu e meu amigo decidimos fazer o trabalho juntos, mas as mesas da biblioteca cabiam umas seis pessoas por mesa. Chegamos primeiro, sentamos e começamos a fazer o trabalho. Depois de um tempo, minha namorada entrou na biblioteca. Abaixei a cabeça. Ela se dirigiu para a mesa ao lado. Com o tempo, as pessoas foram chegando. Duas duplas estavam na nossa mesa: uma eram dois garotos, a outra duas garotas (Marta e Larissa). Todos viam que eu estava abatido.

Larissa, à minha esquerda (a mesa era hexagonal), se aproximou, entrelaçou o braço no meu e disse:

— Tudo bem, já, já você vai ficar bem.

Ela encostou a cabeça no meu ombro, e eu respondi:

— Espero.

Larissa era uma garota que tinha 1,69 m de altura, uns 50 kg, morena, cabelo comprido, piercing no nariz e no umbigo. Sempre usava sutiã bem aparente, que realçava seus seios pequenos, e calça jeans coladinha (que realçava sua bundinha) ou um shortinho jeans (que realçava suas coxas — não eram finas, mas também não eram grossas).

Aquilo me animou um pouco. Terminamos o trabalho, e saímos as três duplas conversando. Larissa agarrou novamente meu braço. Passamos por Juliana (minha namorada); ela ficou verde de raiva. Aquilo estava me agradando. Subimos para a sala e ficamos só nós seis, os que havíamos terminado. Até o professor havia descido. Ficamos conversando. Larissa sempre próxima de mim, quase sempre de frente, sempre quando falava inclinava a cabeça para frente em minha direção, quase sempre caindo em meus braços, se divertindo com isso. Eu também me divertia bastante.

Larissa precisou ir ao banheiro. Quando ela saiu da sala, meu amigo se aproximou de mim e disse:

— E eu que pensei que você ia demorar para se recuperar…

— Ah, não pira, cara — respondi.

— Tá bom.

Quando ela voltou, as pessoas já estavam voltando, e o professor também. Fiquei olhando a aula toda ou para Larissa ou para Juliana. Quando olhava para Larissa, ela sorria, virava para frente, colocava o lápis na boca e voltava a sorrir. Juliana olhava direto para mim. Eu não sabia o que fazer, porque ela tinha pedido um tempo, mas sentia tristeza da parte dela e me sentia uma tristeza talvez maior do que a dela.

Bateu o último sinal. Fui embora, evitei encontrar Larissa e Juliana, mas não saí do colégio. Fiquei com meus amigos porque tinha que fazer um trabalho no colégio com eles. Nós íamos almoçar em um supermercado perto da escola, mas eu não contava com uma coisa: Larissa e as amigas também fariam o mesmo trabalho, e logo hoje. Eu pensei que fosse brincadeira quando meu amigo falou, mas não era. Meu amigo estava de paquera com uma garota do grupo da Larissa, e nem se deu ao trabalho de me perguntar se eu me importava e convidou as garotas para almoçar com a gente.

E lá fomos nós. Almoçamos, e ela sempre indo ao meu encontro, abraçando meu braço, ombro, peito. Logo fomos ao colégio novamente. Sentamos numa mesa grande e retangular, onde colocamos os dois cartazes (um nosso e outro das garotas), e trabalhamos, rimos, conversamos, etc., até que acabamos. Ficamos lá conversando.

No nosso grupo tinha um garoto, o Marcelo. Ele estava muito a fim da Larissa e via como ela se esfregava em mim, e ficava irritado. Nós nos divertíamos com isso. Até que ele se irritou e foi embora, e com ele a maior parte das pessoas. Ficamos só eu e Larissa.

Nos sentamos e começamos a conversar sobre várias coisas, até que a conversa tomou um rumo diferente:

— Mas o que aconteceu com você e com a Juliana mesmo? — ela perguntou.

— Ah, o lance foi meio estranho. Nós estávamos bem, aí eu esqueci o aniversário de namoro, e as coisas se complicaram — respondi.

— Você esqueceu o aniversário de namoro? — perguntou.

— Sim, sim.

— É por isso que eu não namoro, só fico com uns caras, porque desse jeito não tem responsabilidade — afirmou ela.

— Você tá ficando com um cara agora? — perguntei.

— Tô, mas sabe, sem responsabilidade.

— Sei.

— Eu posso ficar, até mesmo transar com quem eu quiser.

Ela disse isso e tocou com a mão em minha coxa. Eu encarei isso como um sinal e a beijei. Ela me disse:

— No banheiro…

— Ok — confirmei.

Fomos em direção ao banheiro de cima, onde não havia câmeras nos corredores. Subimos, entramos no banheiro masculino. Nos beijamos, eu arranquei sua camisa e ela a minha. Entramos na cabine. Eu sentei no vaso, que estava fechado. Ela sentou no meu colo e começou o vai e vem ainda com roupas. Desabotoei o sutiã dela, dei um beijo no belo par de seios.

Ela se ajoelhou, tirou minha calça. Eu estava de cueca com peninhas brancas. Ela acariciou meu pau por cima da cueca, deu uma lambidinha e tirou a cueca. Não falou nada — nem precisava. Deu umas duas punhetadas e colocou ele todo na boca. Eu segurei sua cabeça e a ajudei a fazer os movimentos. Ela foi acelerando até que a puxei pelo cabelo, me levantei e mandei ela sentar no vaso.

Quando ela sentou, eu tirei a calça jeans e vi sua calcinha branca. Dei um beijo nela e pus uma mão em sua boceta. Toquei uma rápida siririca enquanto a beijava. Voltei a me ajoelhar, tirei a calcinha dela e comecei a lambê-la. Ela se contorcia de prazer e gemia baixinho, até eu me levantar, erguê-la e encaixá-la devagarzinho em meu pau. Em pé, comecei a acelerar até que a encostei na parede atrás do vaso e acelerei mais. Então me desencaixei dela, sentei no vaso novamente, e ela sentou no meu colo virada para mim e começou a cavalgar no meu pau. Ela ia aumentando o ritmo, até que se levantou e sentou no meu pau virada de costas. Começou a cavalgar. Eu ia descendo as mãos da nuca, pelas costas até a bunda.

Desencaixei novamente, me levantei, virei-a para ficar de bruços no vaso, com a bundinha empinada. Enfiei o dedinho no cuzinho dela, e ela deu um gemidinho. Tirei o dedo e pus o pau na entrada da boceta. Ela ficava cada vez mais molhada. A boceta implorava por uma vara, e eu não a desapontei: enfiei sem piedade, e ela gemeu novamente. Ela delirava de prazer, rebolava feito uma puta. Apertei seus seios, puxei seus mamilos. Ela rebolava rapidamente até desacelerar com um gemido alto: ela havia tido um orgasmo.

Mas eu ainda não havia acabado. Ela ainda de bruços com a bundinha empinada. Tirei o pau de sua boceta, dei uma lambidinha nela novamente, me ergui e pus o pau na entrada de seu cuzinho. Eu tirava e colocava a cabecinha para dentro do cuzinho dela. Pus a mão em sua boceta: estava molhada novamente. Enfiei dois dedinhos na sua buceta, enfiava e tirava, enquanto isso tirava e colocava a cabecinha, e ela gemia a cada vez que eu a colocava. Mas aí não aguentei e a penetrei de uma vez só. Ela gemeu como uma puta; já não gemia, gritava. Acelerei os movimentos, enfiei o terceiro dedo em sua buceta, puxava-lhe os cabelos. Ela gemia e rebolava como uma verdadeira puta. Acelerava cada vez mais. Consegui enfiar o quarto dedo, e ela não parava de rebolar. Foi quando eu anunciei:

— Vou gozar!

Ela não falou nada, apenas continuava a rebolar e gemer. Pouco antes de eu gozar no seu cuzinho, ela gritou e teve outro orgasmo. Enquanto isso, eu a penetrava feito louco, até que, num espasmo, enchi o cuzinho de Larissa com meu leitinho quente.

Beijei-a, apertei seus peitos, terminei de colocar minhas roupas. Dei um beijo nela, apertei sua bundinha. Ela gemeu baixinho. Quando estava indo embora, não aguentei: dei um tapaço na bunda da cadela e fui embora.

Depois disso, descobri que o cara com quem Larissa estava saindo era o Marcelo. Também consegui reatar com Juliana. Larissa e eu nunca repetimos a dose, mas um dia talvez…

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Comentários

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Na minha opinião,a juliana vacilou,dar um tempo por causa de anivessario de namoro?tudo bem ficar um pouco chateada,mas não a ponto de dar um tempo,por isto vc se envolveu com a Larissa,se vc não tivesse brecha de juliana isto não teria acontecido,mas ainda bem que tudo temrinou bem..MUITO BOM

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Cara se vc fizer metade do q vc disse jah tah de bom tamanho!!!!Parabéns!

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