Olá, queridos leitores! Gostaria de aproveitar esse site para relatar algumas das minhas vivências de jovem, começando com um lance com meus priminhos mais novos que aconteceu aqui no interior de Goiás.
Antes de tudo vou me descrever, sou morena clara, quase branca, nem tão baixa (163cm) com o peso dentro do aceitável (61kg), cabelos pretos e longos, olhos um pouco puxados e bem negros. Meu corpo é bem razoável com seios de médio a pequenos, cintura relativamente pequena para o tamanho do que vem por aí, rsrs! 105cm de bunda, modéstia à parte, bem empinadinha, completando com um par de coxas grossas devido à musculação diária, as únicas partes que eu realmente gosto no meu corpo. Hoje tenho 27 anos e me chamo Jéssica.
Neste primeiro conto eu ainda era uma moça com 18 anos, mas namorava firme um rapaz um pouco mais velho, 24 anos. Em setembro daquele ano meus pais receberam um convite de um amigo para passarem um final de semana prolongado em uma chácara no interior. Meus pais aceitaram o convite, e resolveram chamar meus tios que moram em MG para irem também, já que ficava na metade do caminho para os dois. O casal de amigos dos meus pais não tinham filhos, ele um coroa bem enxuto, na flor dos seus 40 anos, ela aparentava ter por volta dos 37, também conservada. O ruim da viagem seria ter que aturar meus dois primos mais novos, Carlinhos de 18 e Betinho de 18. Na última vez que tínhamos nos vistos eu ainda tinha 12 anos e os dois garotos não paravam de encher o saco. Para piorar a viagem meu pai não permitiu que eu levasse meu namorado, pois achava que não tinha por que ele participar dessa reunião quase que de família. Mesmo com muita insistência da minha parte, meu pai continuou irredutível não permitindo a ida do meu namorado. Imaginem o quanto fiquei possessa! Armei um bico do tamanho de uma tromba e acabei indo a contragosto.
Chegando ao local da fazenda, após 200km de estrada mais 50 de terra batida, chegamos a tal chácara. O lugar era bem rústico, mas bem bonito. Fomos os primeiros a chegar, já no cair da noite de quinta-feira, os demais chegariam somente na manhã seguinte. Fomos recebidos pelo caseiro, seu Joca, um senhorzinho de 45 anos que aparentava bem uns 60, magro, corpo marcado pelo trabalho braçal que passou a vida fazendo. Ele tinha assado um carneiro inteiro pensando que todos chegariam àquela noite. Então tratamos de arrumar nosso cantinho e desfazer as malas. Assim que fiz a minha parte, tratei de tomar logo meu banho, colocar meu pijama de manga comprida e curtir o livro que eu havia levado, pois esse parecia que seria meu único divertimento.
Na manhã seguinte eis que antes do café da manhã chegam meus tios e a meninada. Reparei que os dois cresceram bastante! Carlinhos, o mais velho, já apresentava um corpo bem definido, fruto dos seus treinos de natação que desde que eu o conheço ele realiza. Betinho também apresentava um corpo bem definido, gostava de fazer esportes, era mais chegado às tecnologias, de um bom videogame e navegar na internet. Pareciam outros rapazes do que os garotos que eu havia conhecido! Cumprimentaram-me educadamente, guardaram suas coisas, sem muita algazarra. Mas logo vi que me enganei. Betinho pediu à mãe para tomar um banho no açude e os dois saíram correndo como loucos para cair na água.
Meus tios me cumprimentaram dizendo que eu estava uma moça linda, e me perguntaram pelo motivo da cara emburrada. Minha mãe logo tratou de responder que era por causa do namorado e minha tia fez que me entendeu, me dando todo o apoio.
Logo em seguida o casal de amigos dos meus pais chegou, e a festa estava completa. Meu pai já havia assumido a churrasqueira. Minha mãe tratou de fazer um carreteiro com a sobra da carne do dia anterior, enquanto meus tios ajudavam no que podiam. Eu ocupei uma rede com meu fone no ouvido e continuei lendo meu livro.
Horas depois meus primos voltam do açude morrendo de fome, comeram o que podiam e já saíram correndo de novo para brincar. Quanta energia desperdiçada, eu pensava.
Os adultos ficaram bebendo até a noite cair, quando minha tia chamou os rapazes para entrar, pois a noite prometia esfriar um pouco. Chegaram os dois jovens e minha tia entrou com eles para tratarem de tomar banho e se agasalhar. Fiquei com o resto do pessoal e conversei bastante com a esposa do amigo do meu pai. Apesar de ser bem mais velha que eu, ela era bem simpática, e a boa conversa me fez esquecer um pouco meu namorado.
Os homens continuaram bebendo até mais tarde. Minha mãe entrou para ajudar minha tia com os rapazes e eu voltei a ler o meu livro.
A noite foi passando até que meu pai sugeriu um joguinho de cartas. O nome do jogo é Pife (nove cartas para cada jogador com o objetivo de se fazer 3 trios de cartas sequenciais de um mesmo naipe). Eu também entrou na brincadeira, os homens, a esposa do amigo do meu pai e minha mãe, após retornar do quarto dos jovens. O jogo foi se desenrolando normal, até que os jovens também quiseram participar. Com a mesa grande, o jogo começou a ficar mais chato. Meu tio foi o primeiro a se levantar, seguido do amigo do meu pai com a esposa. Eu permaneci, já que não tinha mais nada para fazer, minha mãe logo enjoou da brincadeira, até que ficamos eu, meu pai e os jovens. Os dois rapazes nem sabiam jogar direito e meu pai sem paciência para ensinar também resolveu parar. Carlinhos me pediu para continuar brincando, pois não tinham mais o que fazer de noite, e eu, por pena, acabei cedendo.
Como todos estavam cansados da longa viagem, os adultos foram aos poucos dormir, mas os jovens queriam continuar jogando cartas.
Quando se passavam das 22h eu abusei do jogo e disse que iria dormir. Foi a vez de Betinho me pedir para ficar, dizendo que tinha um jogo mais emocionante. Pensei que seria o que esse rapaz tinha de "emocionante". Ele propôs o jogo de "abaixa as 4". Para quem nunca jogou, o objetivo é ter 4 quartas iguais nas mãos e abaixar o jogo na mesa. O último que perder bebe um copo de água. Eu disse que ficaria só mais um pouquinho e Betinho logo tratou de arrumar um copão para a brincadeira.
Começamos jogando e eu demorei a pegar o ritmo do jogo, perdi as primeiras e tomei 3 copos de água seguidos. Nas seguintes eu ganhei algumas e abaixei as cartas antes em outras e foi a vez dos rapazes tomarem o copo d'água.
A brincadeira até que era interessante, mas me deu muita vontade de ir ao banheiro. Fui e prometi voltar. Demorei um pouco jogando uma água no rosto e ouvindo os dois soltando alguns risinhos. Imaginei que eles estavam aprontando. Não deu outra. Carlinhos pegou uma garrafa de vinho que os adultos deixaram e abriu. Deu um gole e disse que a prenda do perdedor era um copo de vinho. O vinho era seco (eu não gostava), mais forte. Betinho só fazia rir, eu protestei, mas depois de muita insistência dos dois eu voltei ao jogo, mas disse que só jogaria algumas partidas.
Carlinhos começou perdendo, acho que de propósito, e para o meu azar perdi 4 partidas seguidas. Os rapazes riam mais ainda quando eu tomava o copo cheio de vinho. Depois do meu desastre, sobrou apenas meio copo. Para minha sorte, consegui fechar o jogo e quem bebeu foi Betinho. Como o vinho tinha acabado eu disse que ia dormir. Quando me levantei percebi que não estava bem. Tudo rodou em minha cabeça e eu sentei de novo. Os rapazes se acabaram de rir, eu até ri também. Carlinhos então propôs que continuássemos com prendas em vez de água. Eu já tinha perdido o sono com tanto vinho, aceitei.
Não sei se por sorte ou por azar, comecei ganhando. Carlinhos que estabeleceu a regra, disse que o vencedor que escolhe o castigo. Comecei com castigos leves, como ir até o açude e voltar (no frio), comer a carne dura que ainda estava na churrasqueira, etc. Betinho ganhou e Carlinhos perdeu, o sacaninha me usou para o castigo. Disse pra Carlinhos chupar o meu dedão do pé. Que nojo! Mas prenda é prenda. Para fazer isso tive que tirar a minha meia. O safado do Carlinhos então propôs uma mudança nas regras. Peça de roupa no lugar de castigo. Eu não sei por que aceitei, mas fui. Já tinha perdido uma meia mesmo. Perdi o moleton e as duas meias, Betinho só estava de bermuda e Carlinhos só havia perdido as sandálias. O frio apertou e levamos o jogo para dentro da sala. Lá pelas tantas da madrugada, Betinho só estava de calção, Carlinhos de bermuda e eu de blusinha e calça. Quis parar pois não tinha mais o que tirar. Carlinhos disse que quando o primeiro ficasse pelado a gente pararia. Como Betinho só estava de cueca aceitei. E comecei a perder, tirei a calça primeiro, pra poder cobrir com a blusa, depois perdi a blusa, e na terceira derrota seguida perderia o sutiã. Não quis tirar, e Carlinhos disse que ou tirava ou pagava a prenda. Arrisquei pagar a prenda, que azar. Ele mandou eu lamber o umbigo de Betinho por 1 minuto cronometrado! A muito contragosto, paguei. Comecei lambendo com a pontinha da língua por nojo, e depois lambi normal. Já quase no final do meu castigo, percebi sua cueca ganhando volume, mas fingi que não percebi. Ele ficou disfarçando por um tempo, e não sei por que gostei da brincadeira. Depois a vez de Carlinhos perder a bermuda e ficar só de cueca. Com todo seu corpinho de fora. Estávamos os 3 de roupas de baixo, e Betinho ganhou e ordenou que Carlinhos fizesse o mesmo que fiz com ele, comigo, já que ele também não quis tirar a cueca. Ele lambeu com tudo, parecia que tinha experiência nisso. Eu acabei segurando sua cabeça e demonstrei que gostei do "carinho".
Estávamos bem excitados com a brincadeira, e eu perdi em seguida. O calor do vinho fez com que eu aceitasse tirar a parte de cima e fiquei com meus peitos durinhos para fora. Os rapazes ficaram babando! Continuamos a brincadeira. E dessa vez Carlinhos foi ainda mais sacana. Mandou Betinho lamber entre meus seios por 2 minutos! E ele o fez. O safadinho ainda ficava rodando sua língua conseguindo lamber quase a metade de cada seio. Eu quase que não resisto, pois estava muito gostoso. Porém meus mamilos me denunciaram! A próxima fui eu quem perdi e Betinho o vencedor, pensei que ele ia querer repetir a dose, mas ele foi além. Mandou-me lamber as coxas de Carlinhos por 3 minutos! Eu não pensei duas vezes, sem ele dizer que parte da coxa queria a lambida, lambi as partes internas, cada vez chegando mais próximo das suas partes. Ora lambia a direita, ora a esquerda, sempre aproveitando para "esbarrar" no seu membro. Betinho anunciou "2 minutos!" eu cheguei ainda mais perto e senti aquele cheiro de homem, minhas pernas bambearam e eu passei a não responder por mim. Cheguei ainda mais perto de sua virilha, já com rosto colado em seu pênis, lambendo com ainda mais vontade, alternando cada lado. Ele abria cada vez mais suas pernas e resolvi me entregar. Lambi seu saco ainda por cima da cueca, uma vez, depois duas. Até que com uma das mãos cheguei sua cueca para o lado e abocanhei uma de suas bolas, ainda com poucos pelos, mas com tamanho já considerável. Chupei-a com vontade e em seguida coloquei todo seu pau para fora da cueca, lambia as bolas, subia até a cabeça e voltava, respirava ofegante, não queria saber de mais nada. Peguei seu cacete com uma das mãos e percebi que de garoto ele só tinha a idade, bati umas punhetas e comecei a chupar o seu pau com toda minha boca, não queria saber mais quanto tempo restava. Olhei para Betinho ele estava boquiaberto com meu desempenho. Uma das mãos apertava o pau por cima da cueca. Eu ainda me deliciava com o pau do Carlinhos e, aceitando o convite, comecei a bater uma punheta para Betinho.
— Vou gozar! — avisou Carlinhos.
Antes que ele terminasse a frase senti o primeiro jato quente invadir minha boca, logo em seguida o segundo, o terceiro, e uma quantidade enorme de porra que eu mal conseguia engolir. Continuei chupando e ele se contraindo a cada vez que eu subia e descia com a boca. Carlinhos se estatelou no sofá, todo suado e ofegante. Com a boca cheia de porra, virei-me para Betinho e disse que era a vez dele. Ele, que já estava só esperando, deitou-se e eu comecei a chupar aquele pau mais novo. Enquanto isso, senti as mãos de Carlinhos afastarem minha calcinha, senti sua língua invadindo minha boceta, o que me fez soltar gemidos abafados por ter a boca cheia. Chupava o pau de Betinho e era chupada por Carlinhos. Ele sabia muito bem o que estava fazendo. Começou com movimentos lentos, depois foi aumentando, introduziu um dedo em mim, depois dois, chupava meu grelinho e me penetrava com os dedos. Não aguentei e tive um orgasmo muito forte, virei-me de costas para ele, arqueando as costas, empinando a bunda, dei um grito e gozei muito, meus joelhos fraquejaram e caí de bruços no chão da sala.
Betinho, que também parou de me chupar após meu orgasmo, ficou me olhando com uma cara de pidão, querendo também gozar. Tadinho, pensei! Sem dizer nada, peguei em seu pau e comecei a bater uma punheta, ele logo se animou e veio apontando ele para minha boca. Engoli todo seu pau já que era um pouco menor, chegando até quase a garganta. Chupava tudo e tirava, lambia a cabeça, as bolas, ele foi se animando ainda mais. Quando sinto que ele estava perto de gozar, percebo umas pinceladas por trás. Era Carlinhos, já revigorado tentando me penetrar. Aquilo foi me deixando ainda mais louca, me fazendo empinar a bunda ainda mais. Eu rebolava e nada de Carlinhos enfiar, então continuei tratando de Betinho. Ele logo mostrou que iria gozar e eu no auge da minha excitação joguei meu corpo para trás fazendo com que o pau de Carlinhos entrasse de vez em minha boceta encharcada. Soltei um baita gemido, e Carlinhos também. Ficamos um tempo conectados assim, com seu pau todo enterrado em minha xana, e Betinho gozando em meus peitos. Toda melada da porra de Betinho, pude me entregar de vez ao mais velho. Começamos um vai e vem bem gostoso, eu aproveitando cada centímetro daquele cacete que, mesmo sendo de um rapaz de 18 anos, era maior que o do meu namorado. Quando minha boceta se acostumou com o pau de Carlinhos ele foi aumentando o ritmo das estocadas, fui sendo tomada por um calor e me entregando cada vez mais àquela loucura. Como os adultos estavam mortos de cansados, acredito que ninguém ouviu, mas meus gemidos eram quase gritos e as estocadas de Carlinhos pareciam um cavalo fodendo uma égua no cio! Carlinhos parecia ter já alguma experiência, pois ele tinha o controle da situação, me pegava pela cintura, ora puxava meu cabelo, fazia eu me virar para beijar minha boca... Estava uma delícia! Depois de muito me comer de quatro, Carlinhos se deitou e mandou-me montar em cima dele. Era hora de eu mostrar o meu talento! Sentei de uma vez encostando meu clitóris nos seus pelinhos. Com as pernas ao lado de seu corpo, comecei a rebolar naquele pau delicioso, ora pra frente, ora pra trás, às vezes em círculos. Carlinhos só colocava as mãos em minha cintura e fechava os olhos, sentindo o prazer. Eu aumentando o ritmo, gemendo alto, comecei a sentir aquele prazer crescendo dentro de mim, que se intensificou quando senti as mãos de Betinho em meus seios, me apertando, meus mamilos, e sua boca os lambendo. Eu não aguentava mais de tanto prazer, fui ao delírio, gozei feito uma louca e senti Carlinhos gozar dentro de mim. Caí por cima dele, ofegante, toda suada, com meu corpo ainda tremendo.
Olhei para Carlinhos e ele já estava estatelado no tapete da sala, dormindo pelado. Betinho também disse que estava com sono, mas eu pedi para ele me ajudar a arrumar as coisas, já que não poderíamos deixar nenhum vestígio. Arrumamos o que estava desarrumado, colocamos as nossas roupas e eu disse para dormirmos na sala mesmo, cada um em um sofá e Carlinhos no tapete mesmo, assim conseguiríamos dizer que ficamos somente jogando baralho até tarde. Eu vesti as roupas de Carlinhos e ainda aproveitei para chupar o seu saco. Ele sorriu ainda dormindo, nos cobrimos e fomos descansar como se nada tivesse acontecido.
Confesso que antes desse dia não tinha sido saciada de verdade com nenhum outro homem. Mas felizmente esse foi só o começo de um fim de semana que tinha tudo para dar errado e acabei dando muuuito certo!