Após ter lido aqui vários relatos, confissões e desabafos, resolvi dividir com os leitores deste site algumas de minhas experiências, para que possam servir de diversão, incentivo ou consolo.
Meu nome é Rafael, tenho 33 anos, sou casado há 8 anos, amo muito minha esposa e sou muito feliz em meu casamento.
Desde que me conheço por gente, aos 18 anos de idade, sinto muita atração por mulheres mais velhas. Tudo por causa de uma tia minha, irmã de minha mãe. O nome dela é Dolores, mas todos na família a chamam de Lola. Tia Lola pra mim era a mulher mais linda e maravilhosa do mundo. Eu ficava totalmente hipnotizado quando estava perto dela. Com 18 anos já sabia tudo sobre sexo, e todas as vezes que chegava perto da tia Lola eu ficava de pau duro. Entrei na faculdade, os anos foram passando e eu fui crescendo. Aos 18 anos descobri os prazeres da masturbação. Todos os dias batia 3, 4 punhetas pensando na tia Lola. Quando eu ia à casa da tia Lola, ia ao seu banheiro e batia muitas punhetas cheirando suas calcinhas usadas e seus sutiãs. Aquilo era maravilhoso.
Quando estava com 18 anos na faculdade, no primeiro dia de aula tive uma ótima surpresa. A minha professora. Seu nome era Seuli, tinha 35 anos e era uma gata. Cabelos castanhos bem liso compridos, lábios carnudos, seios médios, bunda redondinha e muito gostosa. Fiquei de pau duro na hora. Naquele dia cheguei em casa e corri pro banheiro bater uma punheta pensando na professora Sueli. Todos os dias eu batia punheta pensando na professora Sueli e na tia Lola é claro. Eu não conseguia me concentrar nas aulas, somente na professora. Ficava imaginando ela só de calcinha e sutiã, ficava imaginando ela pelada, e não prestava a atenção nas aulas. Ficava de pau duro a aula inteira. Devido a isso acabei reprovando em algumas matérias. Levei uma bronca em casa por ter reprovado. Até a tia Lola me deu uma bronca. Refazando as matérias novamente, no primeiro dia de aula tive outra surpresa, dessa vez uma surpresa ruim. A professora Sueli havia mudado de faculdade e não dava mais aula em minha faculdade. A nova professora era normal e não me atraía em nada. Ainda bati algumas punhetas pensando na professora Sueli, mas aos poucos ela caiu no esquecimento. Minha musa inspiradora era a tia Lola. Se na rua alguma mulher me chamava a atenção, quando chegava em casa corria pro banheiro bater punheta pensando nela. Naquele ano passei nas matérias sem nenhum problema. Férias, praia, mulheres de biquini e maiô, e eu me acabando na punheta. As férias acabaram e agora um novo desafio. Novo semestre, várias matérias e um professor para cada matéria. Primeiro dia de aula, ensalamento ok. Derrepente entra na sala a professora. Loira, 1,70m mais ou menos, olhos verdes, cabelos lisos na altura dos ombros, seios médios, bunda grande mas achatada pela calcinha (calçola de vovó, grande e larga) que ela usava, e uma buceta de-li-ci-o-sa. Ela estava com uma calça jeans muito apertada, tão apertada que a costura da calça dividia a sua buceta, a costura da calça "entrava" em sua buceta. Eu nunca tinha visto isso na minha vida. Fiquei de pau duro na hora. Então ela se apresentou: "Bom dia a todos. Meu nome é Donatila, sou a professora de história, tenho 46 anos e há 8 anos dou aula nesta faculdade. Vou dar aula para vocês nos próximos quatro anos." Ela era muito gostosa. A aula acabou e ela saiu da sala. Então entrou a professora da segunda aula. Loira, 1,60m mais ou menos, olhos azuis, linda, simplesmente linda. Seios grandes, bunda grande um pouco achatada e pernas lindas. Ela estava com uma saia jeans na altura dos joelhos. Suas pernas eram lindas, lisinhas bem torneadas. Um tesão. Então ela se apresentou: "Bom dia. Meu nome é Leila, tenho 45 anos e há 10 anos dou aula nesta faculdade. Nos próximos quatro anos serei a professora de ciências de vocês." Ela tinha uma voz macia. Fiquei de pau duro a aula inteira. Na terceira aula, entrou na sala uma mulher alta, muito alta e grandona. Tinha aproximadamente 1,80m. Ela não era gorda, ela era grande. Semblante sério e cara fechada, mas era bonita. Olhos e cabelos castanhos, os cabelos bem amarrados em um rabo de cavalo, seios enormes, uma bunda enorme mas também achatada pela calcinha (calçola de vovó, grande e larga) que ela usava, e um par de coxas grossas. Aquele "mulherão" me deixou maluco. Meu pau latejava de tão duro. Então ela se apresentou: "Bom dia a todos. Meu nome é Alice, sou a professora de português, tenho 52 anos e há 15 anos leciono nesta faculdade. Caso eu não me aposente antes, darei aula para vocês nos próximos 4 anos." Aquilo mais parecia um desfile de coroa gostosa do que uma sala de aula. As demais professoras eram normais e sem nenhum atrativo. Naquele dia cheguei em casa e corri pro banheiro. Bati uma punheta bem gostosa pensando na professora Donatila, na professora Leila, na professora Alice e na tia Lola é claro.
Agora eu tinha três professoras gostosas, três motivos para gostar de ir pra aula. Só tinha que tomar cuidado para não acabar reprovando de ano novamente. Prestava muita atenção nas professoras mas também prestava atenção nas aulas. A cada dia parecia que elas ficavam mais gostosas. A professora Donatila com suas calças apertadas, a professora Leila com seu sorriso e suas pernas maravilhosas, e a professora Alice, apesar de sempre estar com o semblante sério e cara fechada, com seus atrativos enormes e deliciosos. E assim foi durante todo o ano.
No segundo ano, com 18 anos, perdi minha virgindade com uma colega de classe da mesma idade. Transamos umas seis ou sete vezes durante o ano. Mesmo assim não parava de pensar nas professoras. Todas as aulas de história, ciências e português, eu ficava de pau duro a aula inteira. Todos os dias eu batia punheta pensando nelas.
Novo ano, terceiro ano, início do ano. Eu nunca vou me esquecer. Era uma quarta-feira. O sinal bateu e acabou a aula de português. Antes que todos saíssem da sala para o recreio, a professora Alice pediu para que apenas eu ficasse, pois ela precisava falar comigo. Todos saíram, ela foi até a porta e a chaveou. Ela se aproximou de mim e disse: "Há dois anos eu venho percebendo que em todas as minhas aulas você fica excitado. Percebo que você me observa e fica excitado. Essas calças de uniforme não escondem nada. Eu percebo o volume que se forma em sua calça." Eu fiquei paralizado. Senti um frio na espinha. E ela continuou: "Por que isso rapaz?" Eu fiquei em silêncio. "Pode falar, eu não vou me zangar com você." Tomei coragem e disse: "Desculpe professora. Mas acho a senhora uma mulher muito bonita e muito gostosa. Com todo o respeito." Então, surpreendentemente ela começou a abrir os botões de sua blusa. Abriu totalmente sua blusa, mostrando-me aqueles seios enormes dentro de um sutiã branco e disse: "Você tem 20 minutos para provar que me merece." Eu não estava acreditando naquilo. Aqueles 20 minutos de recreio seriam maravilhosos. Eu não podia perder tempo. Comecei a apalpar aqueles seios enormes por cima do sutiã. Ela olhava fixo em meus olhos. Levantei seu sutiã e seus seios pularam pra fora. Eram enormes. Bem branquinhos com aqueles bicos enormes rosadinhos, totalmente deliciosos. Comecei a apalpá-los e a chorá-los. Enquanto apalpava um, chupava o outro. E assim revezava. Olhei para ela e vi que estava de olhos fechados. Eu não podia perder tempo. Me abaixei, abri o botão e o zíper de sua calça. Ela permanecia de olhos fechados. Abaixei sua calça até os tornozelos. Ela estava com uma calcinha (calçola de vovó) branca. Abaixei também sua calcinha e tive a visão mais linda do mundo. Seus pentelhos eram bem aparadinhos. Pedi para que ela deitasse sobre sua mesa e abrisse as pernas. Ela o fez. Eu nunca tinha visto uma buceta tão grande em toda a minha vida. Dei um beijo naquele bucetão e comecei a lambê-lo. Enfiava a língua lá dentro. Chupava aquele grelo gostoso. Ela começou a gemer baixinho. Que delícia lamber aquela buceta. E ela gemendo. Derrepente ela disse: "Está bem rapaz, já chega." Parei e dei três passos para trás. Ela levantou, subiu a calcinha e a calça, abaixou o sutiã, abotoou sua blusa olhou pra mim e disse: "Me deixe ver o seu pênis agora." Sem pestanejar, tirei meu pau (que parecia uma pedra de tão duro) pra fora e mostrei a ela. Ela com ar de surpresa disse: "Belo pênis." Se aproximou e pegou no meu pau. Segurou firme, deu algumas apertadinhas e repetiu: "Belo pênis." Quando ela soltou meu pau ficou com giz, pois ela estava com a mão suja de giz. O sinal bateu. Guardei meu pau e perguntei: "E então professora, eu mereço a senhora?" Ela foi até a porta da sala, mas antes de abri-la ela disse: "Hoje eu não tenho a última aula, eu venho chamá-lo para podermos conversar." Abriu a porta da sala e saiu. Sentei em meu lugar meio atordoado. Após um minuto, todos começaram a entrar na sala. A quarta aula acabou, o professor da última aula entrou na sala e fechou a porta. Eu, ansioso, suava frio. Derrepente, ela bate na porta, pede licença, e fala para o professor que precisa falar comigo. O professor me liberou e eu saí da sala com ela. Ela disse: "Vamos para a biblioteca, lá não tem ninguém e poderemos ficar a sós." Entramos na biblioteca e ela chaveou a porta. Olhei para ela e perguntei: "E então professora, eu mereço a senhora?" Ela olhou dentro dos meus olhos, suspirou e disse: "Merece." Então me entregou um papel e disse: "Este é o endereço do meu apartamento. Amanhã à tarde é minha folga e eu não tenho aula. Espero você lá a partir das 13:00 hs." Peguei aquele papel e guardei como se fosse um tesouro. Ela olhou no volume em minha calça e repetiu a frase: "Belo pênis. Mas agora precisamos ir." Ela saiu e eu voltei para a sala. Naquele dia cheguei em casa e fui bater "aquela" punheta pensando na professora Alice.
Peço desculpas aos leitores por este primeiro relato não ter sido tão "picante", mas eu precisava apresentar as mulheres que vão fazer parte dos próximos relatos, e contar como tudo aconteceu desde o início. Prometo que os próximos relatos serão picantes. Até o próximo.