Nunca apreciei a mesmice. Sou uma mulher despachada que sabe o que quer e não tem o menor pudor em realizar suas fantasias. Me chamo Leila, tenho 39 anos e vivo no Rio de Janeiro com meu companheiro e meu filho, fruto de um namoro na adolescência. Fui mãe cedo, aos 16, mas nunca morei com seu pai. Depois disso vivi com outros homens, mas nunca casei, só juntei. Acho mais prático.
Trabalho com corretagem de imóveis na Zona Oeste do Rio: Barra, Recreio e Jacarepaguá. Por isso estou sempre na rua visitando imóveis com clientes e avaliando locações. Sou uma mulher vaidosa, que se cuida muito. Ir à academia todos os dias e à esteticista semanalmente são coisas que não abro mão. Talvez por isso chamo tanta atenção, apesar de ser baixinha. Tenho coxas grossas e bem torneadas, bumbum saliente, pele branca levemente bronzeada para cultivar as marquinhas, seios médios, e cabelos pintados de loiro até a altura dos ombros.
Mas, como disse no início, odeio mesmice. Meu atual companheiro é engenheiro da Petrobras, trabalha embarcado em plataformas na região de Macaé e está sempre viajando. Talvez por isso este relacionamento esteja durando mais. É quando ele viaja que libero minha faceta libertina. Vocês devem estar presumindo que nunca fui mulher de um homem só, mas a história que vou contar tem a ver com uma situação que começou no início deste ano de 2011 e bagunçou totalmente a minha vida.
Frequento há alguns anos um Clube aqui na Barra chamado Marapendi. Um local enorme, super arborizado, lindo mesmo. Meu filho até que vai pouco, mas eu e meu marido usamos muito nos finais de semana. Inclusive, a academia onde treino fica no Clube. Então, posso dizer que aqui de casa sou eu quem mais frequenta. Há algum tempo vinha reparando os olhares gulosos de um dos vigias que praticamente me despiam. No inicio eu ficava sem jeito, mas depois passei a provocá-lo, o que na minha cabeça não passava de brincadeira. Sequer sabia o seu nome, apenas que era um sujeito mulato que aparentava uns 35 anos, alto e razoavelmente forte.
Quando estava na piscina e percebia que ele me olhava eu puxava mais o biquíni pra ficar bem cavado, andava rebolando… Enfim, tripudiava do coitado. Sempre que vou à piscina sem o meu marido uso uns biquínis bem pequenos, daqueles que mal escondem os poucos pentelhos da minha buceta. Certa vez que estava com um fio dental desses fui ao bar pedir um suco, quando saí da área da piscina cruzei com ele, na hora tomei um susto pois não esperava tal proximidade, o vigia me segurou pelo braço, puxou-me pra perto e disse: “- Tô sabendo de tudo, putinha. Você não perde por esperar”. Aquilo me deixou aflita, esqueci do suco, peguei minhas coisas e fui embora. Fiquei uma semana sem ir ao Clube.
Aquelas palavras não saiam da minha cabeça. Tinha um caso com um colega da academia e às vezes dávamos umas rapidinhas em locais ermos do Clube ou dentro do carro. Mas fazíamos as coisas discretamente, nada que alguém pudesse ver. Aquilo ficou martelando na minha cabeça e depois de um medo inicial passei a sentir certa excitação. Voltei ao Clube na semana seguinte para ir à academia, quando cheguei não o vi. Mas na hora de ir embora, caminhava pelo estacionamento em direção ao meu carro quando avistei o tal vigia do outro lado do jardim me observando. Olhei para o chão e apertei o passo, meu coração disparou e senti certa excitação. Meu Deus, o que está acontecendo?!
Cheguei em casa, jantei com meu marido e ficamos na sala vendo a novela. No dia seguinte ele viajaria novamente e iria ficar 15 dias embarcado. Pensava nas possibilidades que isso viabilizava, no meu peguete da academia, além de outras situações a mais e sentia aquele frio na barriga, tamanha a excitação. Estava ansiosa por esses dias que teria liberada.
No dia seguinte fui trabalhar, meu marido viajou, e durante o dia inteiro no serviço só conseguia pensar em ir logo pra academia. Fiz duas visitas a imóveis com clientes, mas estava totalmente aérea, quando na cozinha eu falava dos quartos, na sala eu falava dos banheiros… O dia custou a passar, mas quando o relógio bateu 17h peguei minha bolsa e fui pro Clube. Lá chegando entrei na academia e, por sorte ou por azar, não vi o vigia.. Treinava quando o meu peguete chegou todo gostosinho, fazia uns 15 dias que não dávamos umazinha e eu louca de tesão. Fomos para o bar do Clube e depois para um canto atrás do ginásio. Fiz uma chupeta gostosa nele que depois abaixou o meu shortinho, atolou o cacete na minha buceta e bombou forte. Meu tesão era tanto que gozei rápido, minhas pernas bambearam e ele ficou ali comigo por algum tempo. Ao me recompor apoiei-me nuns engradados de cerveja pra deixar as pernas bem abertas e o acesso à buceta mais fácil. Meu macho começou a me fuder forte novamente enquanto eu massageava o clitóris bem gostoso, adorava trepar assim feito uma cachorra, uma puta em lugares sujos, escuros. Aquela rola na minha buceta bombando gostoso era a fórmula certa pra eu gozar. Quando ele aumentou o ritmo das estocadas e enfiou o polegar no meu cuzinho, o orgasmo veio com tudo. Ainda ofegante tentei limpar a xoxota toda babada de porra.
Meu peguete saiu de lá antes de mim, como sempre fazíamos, e retornou à academia. Fumei um cigarro e, depois de uns 5min, quando eu estava pra sair daquele canto escuro e sujo, o vigia apareceu. Fiquei sem ação, paralisada! Ele tirou um telefone celular do bolso e disse:
- Não falei que a puta não perdia por esperar! Já vinha te observando. Tenho aqui nesse telefone toda a sua foda com aquele babaca.
Argumentei dizendo que tinha família, que meu filho e meu marido também frequentavam o Clube, e que ele estava sendo covarde em fazer aquilo comigo. E o atrevido falou:
Covarde é você, piranha! Que fica botando chifre no teu marido. Olha só, eu largo do serviço às 21hs, só que amanhã é minha folga. Então, vou querer você aqui nesse mesmo lugar, depois de amanhã às 21hs. Vou te fazer de puta de verdade, do jeito que dondocas como você merecem.
Comecei a chorar ele levantou o meu rosto e disse:
- A decisão é sua, ou você quer que seu filho saiba da cachorra que é a mãe dele?! Fica por sua conta…
Sai correndo e nem voltei à academia para tomar um banho como sempre fazia, entrei no carro rapidamente e fui para casa chorando muito. Uma coisa é ele ameaçar contar para o meu marido o que eu venho fazendo, mas pro meu filho?! Que desgraçado!
Entrei em casa atônita, tomei banho e fiquei na sala pensando melhor no que ia fazer. Estava muito confusa! Fui dormir pensando nas coisas que aquele vigia tinha me dito, suas ameaças e a forma como me tratou. Quando dei por mim estava brincando com a buceta. Sentia um misto de tesão, raiva, medo e curiosidade, por um homem rude e mal educado que eu nem sabia o nome, e que estava me chantageando.
O dia seguinte foi torturante, não parava de pensar no vigia, não sabia se ia à academia... Nesse ínterim minha esteticista ligou do salão pra confirmar que eu havia marcado de fazer pé, mão e depilar às 18hs. Eu nem lembrava mais disso, mas confirmei. Ou seja, naquele dia não fui ao Clube. Chegando ao salão pintei as unhas de vermelho, como sempre fazia. Na hora de depilar pedi que a esteticista tirasse tudo e me deixasse lisinha, tinha o hábito de depilar o cuzinho todo, o contorno dos lábios da buceta e as virilhas, deixava só aquele bigodinho em cima. Mas dessa vez quis que ela me despentelhasse toda. Já que ele quer puta, vou mostrar o que é uma puta de verdade. Estava surtada, nem pensei no que meu marido poderia achar quando me visse assim. Provavelmente eu ia dizer o que sempre digo das marquinhas de biquini super cavadas: “É tudo pra você, môzinho”. Sai de lá super excitada com a pepeka lisinha, e, em casa, bati uma siririca gostosa no banho.
Na manhã do dia D eu nem consegui tomar café da manhã, segui para o trabalho e à medida que as horas passavam aquele sentimento confuso de medo e excitação ia me tomando, era perto das 17hs e eu mal conseguia raciocinar. Sai um pouquinho antes da hora e fui pra casa. Lá chegando meu filho estava fazendo uns trabalhos da faculdade com uns amigos, cumprimentei-os e fui para o quarto. Me preparei toda, e fiquei pensando como iria sair com minhas roupinhas se meu filho e seus amigos estavam na sala? Me vesti normalmente, coloquei numa bolsa a roupa que iria usar e sai do quarto dizendo que iria à casa da Beth (uma amiga do trabalho) levar um vestido meu que ela tinha pedido emprestado para ir a uma festa. Já no elevador apertei o botão do playground, fui para o banheiro e troquei a roupa comportada que estava por um vestido de verão bem soltinho, acima do joelho. Como já havia descido sem calcinha e sem sutiã, só calcei a sandália e fui para o Clube.
Eram 20:58h e eu estava entrando no beco atrás do ginásio. Sentia meus batimentos cardíacos e uma leve falta de ar quando o vigia apareceu:
- Hmmm... Sabia que a putinha vinha!”
Nesse momento ele me agarrou e meteu sua língua na minha boca, num beijo de quem há muito ansiava por aquele momento. Não consegui reagir imediatamente, mas todo aquele contexto foi fazendo com que meu tesão aflorasse e me atraquei impulsivamente com aquele homem. Abri a sua camisa e espalmei seu peito másculo, ele foi entrando com aquelas mãos ásperas por baixo do meu vestidinho até notar que eu já estava sem calcinha. Olhou-me nos olhos, me chamou de puta novamente ao mesmo tempo em que introduziu um dedo na minha buceta. Senti sua rola crescendo dentro da calça e abri o zíper, nessa hora ele tirou o pau da minha mão, me segurou pelo braço e me levou pra um lado do Clube que eu pouco conhecia. Quem frequenta o Marapendi sabe como a área é enorme. Entramos em uma espécie de casa de máquinas onde havia umas bombas hidráulicas com muitos canos, um ar abafado, meio mofado e uma luz amarela bem fraca. Abri seu zíper de novo e liberei aquele pirocão marrom claro com uma cabeça que mais parecia uma bola de sinuca, passei a punhetá-lo gostoso. Vendo aquele cacete enorme crescer mais e mais, pensei como esconderia aquilo tudo dentro de mim. Já encarei algumas rolas grandes em minhas puladas de cerca, mas aquele seria um desafio grosso e comprido.
Eis que ele senta em um banco de madeira e me deita ao longo como se suas coxas fossem um travesseiro para a minha cabeça, levanta meu vestido e passa a desferir tapas estalados em meu bumbum intervalados por dedadas fulminantes em meu cuzinho e na xoxota também. Comecei a chupar aquela tora sofregamente, pois tinha que abrir bem a boca pra cabeça caber. Ao mesmo tempo, aquelas palmadas em meu bumbum iam anestesiando a musculatura, fazendo com que minhas pernas se abrissem mais deixando meus buraquinhos totalmente expostos. E falou pra mim:
- Isso é um castigo nessa bunda gostosa que você fica desfilando na piscina pra me provocar, vadia! Só tô começando!
Me senti totalmente puta e submissa neste momento, estava quase gozando naquela casa de máquinas suja e abafada. Chupava e punhetava aquele pau louca pra senti-lo dentro de mim. Ele se levantou, me ajudou a tirar o vestido, livrou-se de sua calça me colocando de quatro naquele banco estreito com a bunda pra cima, posicionou o pirocão na entrada da minha buceta e foi empurrando. Engoli a cabeça com certo desconforto, ele notou. Tirou um pouquinho, massageou minha buceta usando meus líquidos fêmeos até que meteu a cabeça e empurrou o restante até que eu sentisse seus pentelhos em minhas nádegas. Nunca havia sentido meu útero tão preenchido, era uma pressão gostosa mesmo ele metendo devagar, à medida que fui me acostumando as bombadas ficaram mais rápidas bem como a altura dos meus gritos. Estava sendo fodida como uma cadela, fazendo força pra me equilibrar no banco e com uma rola descomunal na buceta. Minha pepeka babava naquela pica enquanto ele me segurava pelas ancas e metia fundo. Fechei os olhos e fiquei sentindo aquilo me arrombando toda. Quando ele deu uma bombada bem forte uma das minhas mãos escorregou do banco e eu quase cai. Ele me pegou, levou até um dos canos que saía das bombas, segurei ali enquanto ela abria bem as minhas pernas para meter novamente. Estava completamente alucinada, já havia gozado duas vezes quando ele encheu minha xota de leite. Aquela porra grossa escorria pelas minhas pernas completamente bambas e suadas. Ele me segurou e deu outro beijo de língua. Estava realizada, nunca havia me sentido tão puta e tão realizada, ao mesmo tempo.
Nos sentamos naquele banco e ele disse:
- Aguentou bem a rola na buceta, vadia! Levou pica sem dó!
Levantei do banco, peguei meu vestido dizendo que não queria ficar toda ardida, quando ele perguntou:
- Aonde você pensa que vai? Tá pensando que acabou? Vem aqui me chupar vem, quero esse cuzinho agora.
Ao escutá-lo nesse tom imperativo senti a buceta molhar novamente. Adoro sexo anal, mas aquele caralho me dava medo. Ele se levantou, ajoelhei-me em sua frente e passei a chupá-lo com vontade, deixei o cacetão brilhando. Recebi uma bela chupada na buceta intercalada por dedadas no cuzinho, até que meu algoz julgou que eu estava pronta para ser enrabada. Levou-me aos canos das bombas onde segurei deixando a bundinha bem arrebitada senti a cebeçona forçando a entrada do meu rabinho, mas não entrava. Ele passou a introduzir dois dedos no meu cu pra dilatar. Ainda assim a rola não entrava. Voltamos pro banco onde me coloquei de quatro, o safado cuspiu bastante no meu cuzinho pra lubrificar. Àquela altura eu ansiava por sentir aquela tora no rabo, ao mesmo tempo tinha receio de machucar. Com o cuzinho todo babado ele posicionou o pau na beirola e empurrou de cima pra baixo, a cabeça passou, gritei e ele foi metendo vagarosamente até onde eu aguentei. Sentia que minha bunda tinha engolido uns dois terços de pica, o resto não entrava. Ele tirou tudo e meteu de novo, até que eu me acostumasse, e passou a bombar sem dó. Eu gritava, balançava a cabeça, tentava rebolar mas não conseguia, estava louca de tesão e logo gozei. Mas impiedosamente ele seguiu investindo no cu da sua putinha. Sentia cada veia daquela tora acabando com minhas pregas. Quem diz que tamanho não é documento nunca encarou uma lapa de pica dessas no traseiro.
Fomos para o chão onde ele me deitou de lado, afastei bem as pernas para facilitar o seu acesso ao meu cuzinho que foi penetrado macetado sem dó. Meu macho me fodeu gostoso enquanto mordiscava a minha nunca. Nesse ritmo levei jatos e jatos de porra dentro do cu que escorriam por minhas nádegas avermelhadas.
- Tá cagando leite, cachorra?! - Ele provocou e estendeu a mão para me ajudar a levantar.
De pé voltamos a nos beijar e ele ordenou:
- Limpa o meu pau com essa boca pra você sentir o gosto do seu cu.
Passivamente me ajoelhei à sua frente e comecei outro boquete. Ao mesmo tempo que sorvia aquele resto de porra, o cacete voltava a brilhar e a crescer.
- Nossa! Isso tudo é vontade de mim? - Perguntei.
Ele me levantou, colocou-me deitada no banco de barriga pra cima, abriu minhas pernas suspendendo o meu quadril, e meteu tudo no meu rabo novamente. Após aquelas vagarosas estocadas iniciais pra ajeitar as coisas, quando o cacete deslizou macio, o ritmo acelerou e as bombadas ficaram profundas. Por mais que já tivesse feito anal várias vezes, nunca tinha sido enrabada daquele jeito, com tamanha vontade. Gemendo e sofrendo naquela pica, meu cu foi brindado por farta dose de leite quente. Segundos depois ele deitou-se sobre mim, ainda com o pau dentro da minha bunda, e nos beijamos exaustos mas realizados.
Desse dia em diante tornei-me sua cadelinha de estimação e assim estamos há quase um ano. Tive outros momentos deliciosos com o meu vigia que relatarei em outros contos. É aquela velha história; ser puta não é profissão, é vocação.