Leila, pagando de putinha na escola de samba.

Um conto erótico de manicure
Categoria: Heterossexual
Contém 4870 palavras
Data: 17/01/2012 22:50:46
Última revisão: 16/04/2026 13:46:34

Depois dos acontecimentos narrados pela Manicure no conto: “Leila: corretora por opção, puta de vocação”, tornei-me a cadelinha cativa do vigia. Sugiro que o leiam, pois este é uma continuação. Apenas para relembrar, me chamo Leila, tenho 39 anos, sou corretora de imóveis e vivo com meu companheiro que é engenheiro da Petrobras e trabalha embarcado em plataformas. Sou uma mulher bem resolvida, vaidosa que adora se cuidar. Tenho um corpo bem torneado, coxas grossas, bucetinha toda depilada, seios médios, cabelos lisos pintados de loiro, com destaque para o meu bumbum guloso e saliente. Vou à academia diariamente e toda semana estou no salão: depilando, fazendo massagem, esfoliação, essas coisas que toda mulher adora. Ainda mais eu que estava liberando um lado que sempre camuflei e só dava vazão em algumas escapulidas.

Aquela surra de pica que levei do vigia do clube na casa de máquinas foi um divisor de águas em minha vida, descobri que não estava mais aguentando manter a pose de mulher casada e certinha, moradora da Barra da Tijuca. Nossos encontros passaram a ser mais frequentes e minha bundinha nunca mais foi a mesma. Passei a andar com um tubo de gel lubrificante escondido na bolsa, pois, mesmo me habituando a bitola daquela rola, as primeiras metidas sempre eram doloridas. Nossa intimidade foi aumentando, descobri que Wagner (o meu vigia) é PM e faz bico de segurança nas folgas da polícia. Passamos a nos encontrar em outros lugares além do clube. Afinal, eu como corretora de imóveis e ele policial, sempre estávamos na rua.

Um pouco antes do Carnaval de 2011 o movimento na imobiliária caiu muito e o sol daquelas manhãs de verão me instigavam a reforçar as marquinhas cada vez menores. Coloquei um fio dental e fui pra Praia da Reserva, uma faixa de areia entre a Barra e o Recreio, meio deserta, frequentada basicamente por casais que querem mais privacidade, gays, e mulheres putanas que assim como eu gostam de ficar à vontade. É um lugar lindo e sem edifícios. Em frente à praia só existe uma reserva ambiental que dá asas à minha imaginação. Estendi a canga na areia, ajeitei o minúsculo fio dental - já que agora não tenho mais pentelhinhos para atrapalhar - e deitei-me de bruços. O sol estava tão gostoso e a praia vazia que aproveitei pra fazer topless. Todas as vezes que levantava para dar um mergulho no mar me sentia a vadia mais linda do mundo. Aquele micro biquíni sumia entre minhas nádegas carnudas e a parte da frente marcava os lábios da pepeka. Parecia que eu flutuava de satisfação.

Quando me preparava para ir embora o celular tocou, era o meu macho dizendo que queria que eu fosse com ele a um lugar de noite. Perguntei do que se tratava e ele respondeu: “Vou te levar ao ensaio da minha escola de samba. Não quero que você se preocupe com a roupa, tenho um modelito certo pra minha gostosa. Traz só uma sandália de salto.” Se eu já estava nas nuvens, aquele telefonema me desnorteou. Fiquei mais um pouquinho na praia pra reforçar bem as marquinhas. Com o meu marido embarcado e meu filho viajando com os amigos, eu estava livre, leve e solta.

Voltei para casa, tomei banho, comi alguma coisa e fui à imobiliária de tarde só para marcar presença. Retornava pra casa quando Wagner ligou novamente, pedindo que eu o encontrasse às 19h no estacionamento de um supermercado na Estrada dos Bandeirantes. Estranhei por ser um lugar longe, nos fundos de Jacarepaguá. Mas pensei que talvez ele morasse por ali, sei lá... Estava fora do carro esperando quando o avistei com uma bolsa. Excitação à mil! Ao se aproximar me abraçou forte, demos um beijo demorado enquanto suas mãos ásperas inspecionavam meu corpo todo, dando especial atenção ao bumbum que sempre era apalpado com vontade. Entramos em meu carro e começamos um amasso delicioso, ele falou: “Não dá pra gente transar agora senão vamos atrasar. Veste isso aqui. Falei pro pessoal que ia levar a mulher que tô pegando.” A maioria das mulheres ao ouvir isso provavelmente se sentiria ofendida. Mas eu fiquei tão excitada que até senti um frio na barriga. Era um vestido de alcinhas, vermelho brilhoso, super curto e soltinho. Troquei de roupa dentro do carro mesmo, deitei o banco para ajeitar o vestido, tirei o sutiã e quando estava retocando a maquiagem ele falou decididamente: “A calcinha também vai ficar dentro daquela bolsa onde estão as roupas que você veio!” Adorava quando ele me tratava assim como uma cachorra.

Saímos do meu carro e enquanto andávamos pelo estacionamento vislumbrei que realmente o vestido era curto pra caramba, ficava somente uns dois dedos abaixo da polpa do meu bumbum. Um verdadeiro atentado ao pudor! Perguntei se ele não achava que quando eu começasse a sambar o vestido levantaria e todos veriam o meu bumbum e boa parte da buceta. Prontamente veio a resposta: “Mas a ideia é essa! Ou você acha que quando eu digo que você é puta, estou de sacanagem?” Confesso que ao mesmo tempo que ficava insegura, essas palavras me enlouqueciam, estava adorando dar vazão a essa nova Leila.

Ao chegarmos à quadra da escola de samba fiquei meio deslocada, nunca tinha ido a um ensaio desses, ainda mais no pré-carnaval. Wagner se afastou por alguns instantes e quando retornou estava com um blusão vermelho e branco com o brasão da escola escrito “Diretoria”. Subimos pra um camarote onde havia outros homens com essa camisa e umas mulheres com vestidinhos semelhantes ao meu. Fui apresentada a todos, que me olharam de um jeito como se já soubessem quem é a Leila. Fiquei conversando com as meninas e tomando umas caipirinhas, quando a bateria começou a tocar eu estava mais soltinha e caímos no samba. Reparei que não era só eu quem estava sem nada por baixo do vestido, as outras meninas, quando não estavam iguais a mim, só usavam um fio dental, o que me deixou à vontade. Os rapazes também levantaram e ensaiaram uns passos conosco, meu vigia colou atrás de mim e enquanto eu rebolava sentia aquele volume gostoso roçando no meu bumbum praticamente desnudo. Quando a música deu um intervalo ele me apresentou um amigo: “Celso, essa é a Leila que te falei. Dá uma olhada nessa beldade!” Ao dizer isso levantou o meu braço segurando-me pela mão para que eu desse uma voltinha. “Nossaaa!” Exclamou Celso. E continuou: “Depois vou querer o cartão dessa beleza! Vai ter um churrasco lá em casa sábado, leva ela! As outras meninas também vão e lá elas podem ficar mais à vontade pra gente. O churrascão lá em casa é regado, minha loira!” Sorri como quem se propõe a ir, mas por dentro fiquei meio desconfiada. Celso era aquele tipo de sujeito com pinta de bicheiro, usava um cordão espesso por fora da camisa e algumas pulseiras, tudo de ouro. Notei também que, aonde quer que ele fosse, dois caras sempre o acompanhavam. Seguranças, provavelmente.

À medida que as caipirinhas desciam eu me soltava mais, sambava, cantava, me sentia bem naquele ambiente. Voltei a conversar com as meninas, assim fui descobrindo que a maioria delas era “modelo” e tinham Celso como uma espécie de 'padrinho'. Naquele momento não tive mais dúvidas a respeito do que havia pensado dele. Andrea, a mais atirada delas, puxava assunto toda hora: “Você desfilava por outra Escola?” Respondi naturalmente: “Nunca desfilei, mas morro de vontade, adoro o Carnaval!” A safada continuou: “Não sei se vai dar mais tempo de você desfilar esse ano. Mas se o Celso quiser você desfila. Aqui na escola é ele quem manda! Vai no churrasco na casa dele sábado?” Respondi sem querer dar muita certeza, mas disse que provavelmente eu iria sim. Ela completou: “Esses churrascos são ótimos, sempre rendem ótimos contatinhos. Se o Wagner não for me liga que eu falo com o Celso. Qual é o seu telefone?” Fiquei paralisada por alguns segundos, pensando se realmente deveria dar o meu telefone pra ela. Mas por um impulso lhe disse e ela me passou o número dela. Aparentemente aquilo não me preocupou muito, afinal meu telefone sempre ficava dentro da bolsa e dificilmente meu marido ou meu filho mexeriam.

Ia em direção ao banheiro do camarote, confesso que meio tonta. Entrei pra fazer xixi e estava sentada na privada quando escutei a porta se abrindo. Era o meu vigia tesudo com aquela tora marrom em riste. Nem levantei do vaso, ele se aproximou bateu com ela algumas vezes no meu rosto, segurei o cacetão com as duas mãos e comecei uma chupeta bem babada. Sentia cada veia da rola deslizando pelos lábios e, eventualmente, mordiscava a cabeçorra. Wagner se contorcia de tesão e eu pegava fogo por dentro, sentia seu pau pulsando na minha língua à beira do gozo que veio farto. Tentei engolir o quanto pude, mas aquela porra viscosa escorria pelo meu queixo e pingava nos meus seios, no vestido, me lambuzando toda. Levantei e fui até a pia me lavar enquanto ele se ajeitava. Quando saímos do banheiro, Andréa e outras duas meninas estavam perto da porta sorrindo maliciosamente. Acenei naturalmente como se nada tivesse acontecido.

Quando o ensaio já estava terminando, Celso se despediu e foi embora com Andréa. Wagner esperou mais um pouco e fomos pra a sua casa. Mal entramos e já fomos pro sofá, nisso eu tropecei e caí meio desajeitada, com o rabo totalmente à mostra. Ao tentar me ajeitar senti a piroca invadindo minha buceta. Gemi alto enquanto aquele mastro se alojava no fundo do meu útero. Foi fodida de quatro enquanto massageava o meu grelinho e levava palmadas no bumbum. Gritava pedindo mais rola na buceta: “Fode sua puta, safado, fode gostoso!” Já havia gozado quando senti minhas reentrâncias sendo inundadas por litros de porra, ficamos desfalecidos no sofá por alguns minutos. Ainda ofegante, Wagner passou a me beijar e chupar meus seios, seus dedos massageavam minha bundinha, sentia que ele queria o meu cuzinho. Tirei o vestido e me virei de lado oferecendo meu rabinho àquele macho pintudo. Ele pegou o tubo de KY na minha bolsa e começou a lubrificar meu cuzinho, introduziu o dedo médio todo no meu cu, depois o médio e o indicador juntos. Quando sentiu que eu estava pronta, posicionou o cacete duro na beirola do meu cu. Naturalmente afastei uma das nádegas a fim de facilitar o encaixe. A tora forçou a entrada do meu rabinho e logo em seguida senti um “ploft”. A cabeça entrou e minha bundinha foi engolindo cada centímetro de pica até o talo. Comecei a ser fodida de lado num ritmo delicioso, à medida que a velocidade das estocadas aumentavam eu tentava abrir mais as minhas nádegas querendo que aquilo entrasse cada vez mais fundo dentro de mim. Gritava, gemia, urrava, pedindo pica no cú. Wagner tirou de dentro, me colocou de quatro com os joelhos no tapete, os seios apoiados na poltrona, e passou a socar aquela rola no meu cu de cima pra baixo impiedosamente como se fosse um pilão. Em meio a uma sequência de orgasmos eu mal sentia as pernas, Wagner tirou a tora do meu cu, derramou leite nas minhas costas e deitou-se ao meu lado no sofá morto de cansaço. Deitados no sofá, ficamos trocando uns beijinhos e dormimos abraçados.

No dia seguinte, sexta-feira, Wagner levantou cedo, pois estaria de serviço no clube. Assim eu também acordei, tomei banho e ele me deixou novamente no estacionamento do supermercado onde estava o meu carro. Fui pra casa, e, quando cheguei, havia três recados do meu marido na secretária eletrônica. Retornei a ligação e inventei uma desculpa esfarrapada do tipo: fiquei até tarde na academia, cheguei muito cansada e dormi logo, por isso não ouvi o telefone tocar. Pressenti que ele ficou meio desconfiado, mas não me importei muito. Acho que no fundo eu já estava de saco cheio dessa relação, e adorando viver essa nova Leila. Mas sabia que segunda-feira ele estaria de volta em casa.

O dia transcorreu calmamente, fui para a imobiliária depois do almoço, mas só fiz duas visitas a imóveis. Fiquei o dia todo sentando de lado com a bundinha dolorida, adoro essa sensação de me sentir arrombada, só de pensar na noite anterior me dava um baita tesão. Primeiro paguei de putinha num ensaio de escola de samba, depois fui fodida como tal.

Era de noite, estava em casa pensando nos trajes que usaria no churrasco na casa do Celso, sábado. Liguei pro Wagner, mas seu celular só dava caixa postal. E agora? Será que ele não vai ao churrasco? Cogitei ligar para a Andréa, mas fiquei receosa. Mal a conhecia… Sentada à cama pensava”... Quem diria que eu me tornaria colega de uma garota de programa, trocaria telefone com ela, e agora estava quase ligando pra saber como funciona o esquema do churrasco, como se eu fosse fazer programa. E mais do que isso, pra ela eu também faço programas. Uma puta com vergonha da outra!”

Quando concluí isso dei uma risada de canto de boca, apertei “send” no meu celular que mal chamou e ela atendeu: “Oi Leila! Que bom que você ligou, estou quase de saída, tenho um compromisso às 22:30h.” Falei pra ela que era uma coisa rápida, que não queria tomar seu tempo, mas estava em dúvida sobre o churrasco do dia seguinte, não conseguia falar com o Wagner, e não sei como seriam as coisas lá, enfim... Andréa riu e falou: “Até parece que você não sabe… Se veste como se você estivesse indo pra praia causar com aquele biquininho bem gostoso. No mais lá tem tudo! A casa é coisa de cinema!” Respondi: “Então tá! Vou ver o que arrumo aqui. Beijo!”

Abri o meu armário e procurei por um traje que se adequasse à proposta da ocasião, mas justamente nessas horas você não acha o modelito certo. Quem é mulher sabe disso. É como se o que você tivesse no armário servisse pra tudo, menos pro que você quer naquele momento. Revirando as gavetas encontrei uma bermuda jeans que há muito tempo não usava, nem me lembrava mais dela. Vesti e gostei porque ficou bem justinha, mas era longa, no meio da coxa. Peguei uma tesoura, olhei-me no espelho pra ver aonde iria cortar e lá estava o shortinho que precisava. Cortei um pouco abaixo dos bolsos traseiros de modo que as polpas do meu bumbum ficassem à mostra. Desfiei as bordas pra não ficar parecendo que foi cortado e vesti novamente na frente do espelho. Ficou um escândalo! Totalmente tesuda! Só de pensar em usar aquilo na frente dos outros e pagar de putinha novamente sentia um frio na barriga. O shortinho estava resolvido. Como parte de cima peguei um baby-look soltinho na altura do umbigo. A cereja do bolo seria aquele fio-dental minúsculo que usei sozinha na praia ontem.

Liguei pro Wagner novamente e dessa vez ele atendeu com voz de sono, não me deu muito papo e disse que era pra chegar na casa dele às 10h da manhã para nós irmos pro churrasco. Contei a ele da roupinha que tinha separado e até que liguei pra Andréa. O safado ficou interessado, disse que queria ir lá em casa, retruquei de imediato e desconversei dizendo que o encontraria às 10h em sua casa. “Tá se enturmando rápido com suas colegas hein, putinha!”, disse ele ao nos despedirmos.

Acordei cedo no sábado de tão ansiosa que estava e tomei um banho demorado. Adoro ensaboar a buceta e o cuzinho lisinhos. Aproveitei pra pegar um barbeador e retocar a depilação, depois passei bastante hidratante no corpo todo pra deixar a pele bem macia. Vesti minha roupinha de puta quando vai à praia e uma sandália com saltinho fino. Coloquei na bolsa meu fio-dental, e, por desencargo de consciência, pus também a parte de cima do biquíni, além das coisas que habitualmente levo comigo.

Pedi um táxi pelo telefone. Saindo de casa passei em frente ao espelho, olhei-me de cima a baixo, dei uma voltinha empinando o bumbum... Gostosa demais! Como iria passar pela portaria do lugar onde moro daquele jeito? Peguei um vestido largo na altura do joelho, vesti por cima de tudo e assim sai. Chegando à casa de Wagner, ele ficou meio desconfiado quando me viu naquele vestido comportado, tirei-o como quem tira a camisa e seus olhos brilharam! “Essa é a minha loira!” Exclamou entusiasmado, trocamos uns beijos molhados e senti seu membro enrijecer na bermuda, liberei-o e comecei uma punheta bem gostosa sentindo aquela rola na minha mão. Ele me abraçou e pediu que o fizesse gozar, acelerei o ritmo até que ele jorrasse.

Fomos para a casa do Celso, num condomínio na Barra. Uma verdadeira mansão em um condomínio, cercada por um muro alto que impedia completamente quem estava fora visualizar o que se passava lá dentro. Ao entrarmos havia um vasto gramado com uma bela piscina no centro, um caramanchão do lado onde ficavam a churrasqueira e a sauna, do outro lado uma quadra de vôlei e a garagem. Celso veio nos receber e logo se dirigiu a Wagner: “Gostei de ver! Trouxe essa belezura pra desfilar pra gente!”. Trocaram um abraço e Wagner disse: “Não tô dizendo que só como carne de primeira!” Demos uma longa gargalhada! Wagner pegou a minha mão e novamente a levantou para que eu desse uma voltinha. Celso completou: “Assim eu enlouqueço com essa loira!”

Andréa, que estava se bronzeando numa espreguiçadeira à beira da piscina, levantou e veio falar comigo: “Achei que não vinham mais, só faltava vocês mesmo. O banheiro é ali dentro da sauna, vai lá se trocar e vem tomar sol com a gente. As meninas estão todas ali na piscina.” Olhei e contei oito meninas além de Andréa, todas com biquínis minúsculos, mas nenhuma fazendo topless. Celso voltou com um copo de chopp e o entregou a Andréa, que retornou à espreguiçadeira bebericando.

Que morena linda! Andréa é aquele tipo de mulata de traços finos, com um par de coxas e um bumbum super torneados, seios fartos, cabelos bem pretos longos e cacheados. Pura malemolência! Usava um fio dental branco com listras vermelhas. Das nove mulheres que estavam ali, dez comigo, ela era uma das que mais chamava a atenção.

Caminhei até a sauna para me trocar, ao passar pela churrasqueira Wagner deu um tapinha no meu bumbum, olhei pra trás sorrindo e entrei. Ajeitei bem meu biquíni (sé é que isso pode ser chamado de biquíni), pois queria representar bem as loiras (mesmo que pintada) no meio daquelas mulatas estonteantes. Vesti a parte de cima, pois não queria ser a única a fazer topless. Fui para a piscina e me deitei numa espreguiçadeira ao lado de Andréa. Conversávamos sobre frugalidades quando uma das meninas colocou um disco de samba pra tocar e começou a dançar. Andréa levantou-se, deu um mergulho e foi acompanhá-la no samba.

Fiquei ali sentada observando o que se passava, éramos dezesseis pessoas no total, 10 mulheres e 6 homens. Celso imediatamente saiu da churrasqueira e passou a sambar com elas, sempre que podia encoxava sutilmente Andréa que retribuía sorrindo. Depois elas voltaram pra piscina e mergulharam, resolvi acompanhar e também entrei na água. As meninas eram muito alegres e todas pareciam já se conhecer, começamos um papo descontraído sobre roupas da moda quando uma delas, que sempre era chamada de Fê, me perguntou: “Achei esse fio-dental que você está usando um escândalo de lindo, Leila. Aonde você comprou?” Respondi: “Num site da internet que tem uns micro-biquínis maravilhosos. Depois te passo o link.”

Andréa, safada que só, incitou as meninas me provocando: “Vocês não acham que a Leila está tímida demais? Só fala quando a gente pergunta!” Todas riram, inclusive eu, e lhes disse: “Ah, gente, conheci vocês agora. Com tempo me solto mais. Vocês vão ver.” Saímos da piscina e fomos para o caramanchão da churrasqueira ficar com os rapazes na sombra. Wagner me serviu uma caipirinha e fiquei sentada em seu colo. Andrea sentou-se ao lado de Celso e as outras meninas ficaram paparicando os outros caras. Fê sentou-se no colo de um deles e iniciou um papo, quando reparei melhor ela estava colocando pau dele pra fora da sunga. Iniciou uma punheta e o levou para a piscina. Nesse ínterim meu macho começou a me beijar na nuca e massagear a minha buceta por cima do biquíni, fui abrindo as pernas e fechando os olhos num ímpeto de prazer.

Quando voltei a olhar ao redor, uma pegação generalizada acontecia. Andréa e outra menina estavam com os seios de fora sendo chupados por Celso que também dedilhava a buceta de Andréa. Wagner levantou-se e foi para a parte rasa da piscina comigo, onde a água fica na altura do meu quadril, apoiou minhas mãos na borda da piscina, chegou o fio dental pro lado e meteu tudo na minha buceta segurando-me pelas ancas. Sentia sua rola toda dentro de mim. Como ele é bem mais alto do que eu, ao mesmo tempo em que me segurava pra meter forte, suspendia meu quadril pra ficar alinhado com sua pica, meus pés nem tocavam o fundo da piscina. Andréa estava montada em Celso numa espreguiçadeira, tinha sua buceta fodida por ele e o cuzinho chupado por uma das meninas. Fê gemia feito uma cadela numa posição semelhante à minha. Que putaria gostosa! Meu tesudo me fodia com vontade, eu gemia, balbuciava palavras sem sentido, balançava a cabeça, totalmente submissa com aquele cacete enorme enterrado na buceta. Seu pau pulsava no fundo do meu útero. Nesse vai-e-vem frenético fui inundada de leite quentinho.

Quando a felação acabou ficamos todos na piscina por algum tempo nos restabelecendo. Depois voltamos pro caramanchão. Eu e as outras meninas estávamos nuas e assim permanecemos até o fim do churrasco. Estava adorando desfilar entre todos com a bucetinha de fora, me sentia bem à vontade. Enquanto bebia um chopp e comia um pouco de salada, Fê, que estava por perto perguntou se eu tinha book em agência ou fotos em algum site. Fiquei pensando no que dizer, mas nada me vinha à cabeça. Acabei respondendo que não, que a maioria dos meus trabalhos era como promotora de vendas, divulgação de produtos, que eu tenho bons contatos no meio… Tudo mentira! Wagner me olhava segurando o riso, vendo que eu não me sentia confortável na conversa. Não sabia o que dizer, nunca fiz programa.

Andréa se aproximou e pensei aliviada, agora o rumo do papo vai mudar, mas a vadia da Fê se adiantou e foi logo falando: “Aí, tu sabia que a Leila nunca fez um book?!” Andréa me olhou e perguntou: “Sério? Ah... Que isso!” Respondi que tinha um pouco de medo de me expor assim na internet, que alguém poderia me reconhecer na rua, ou então algum familiar. Mal acabei de falar e a Fê continuou: “Fala sério, é só você pedir pra alguém distorcer na foto o pedaço que aparece o teu rosto. Eu mesmo posso fazer isso pra você!” Wagner chegou por trás de mim, e, pra piorar minha situação falou: “Já disse isso pra ela, Fê. Ela tem que investir num marketing pessoal. Vai fazer muito mais sucesso!” Assustada e insegura no meio daquele papo disse que durante a semana telefonaria pra Andréa, que na hora completou: “Me liga sim! Eu tenho um contato ótimo. É um fotógrafo amigo da gente.” O filho da puta do Wagner, aos poucos, estava cumprindo sua promessa.

Era final da tarde quando eu assim como as outras garotas começamos a ficar com frio. Celso deu a ideia: “Vamos fazer uma sauna pra fechar em grande estilo esse domingo, meu povo?!” Como já estávamos todas nuas entramos logo na sauna, os rapazes tiraram suas bermudas e entraram em seguida, também nus. Era uma sauna grande, maior do que a de muitos hóteis. Wagner sentou-se um pouco afastado de mim, que acabei ficando mais perto da Andréa e do Celso. Relaxava ali quando senti uma mão percorrendo suavemente minhas coxas. Era Andréa me alisando, fechei os olhos e assim permaneci, ela foi chegando cada vez mais perto da minha buceta, não resisti e suspirei. Baixinho ela sussurrou no meu ouvido: “Relaxa”. Fui me rendendo àquelas mãos macias e escutei ao fundo Wagner dizer: “Que delícia!” Abri os olhos e quando me dei conta a delícia a que ele se referia era a chupeta que a Fê vazia em seu cacete duro feito uma pedra. Quase morri de ciúmes, mas as carícias de Andréa eram gostosas demais. Abri as pernas e deixei que ela tomasse conta das ações. Recebi uma intensa massagem no grelo que me deixou ávida por um cacete. Celso e mais outro cara que eu nem sei o nome chegaram perto com seus mastros em riste. Enquanto chupava um, punhetava o outro e assim fui revezando. A sensação de ter uma rola na boca, outra na mão e uma língua na buceta era algo indescritível. Assim ficamos por um tempo, até que Andréa parou de me chupar e se apossou da rola de Celso. Segui chupando o outro cara que tirou o pau da minha boca, afastou minhas pernas e começou a me comer a buceta. Ele metia gostoso, olhei pro Wagner pra descontar o ciúme, mas Fê estava montada em cima dele cavalgando no cacete do meu macho, filha da puta!

Segui levando pau na buceta bem gostoso, e ouvindo meu comedor dizer repetidas vezes: “Toma, gostosa! Toma nessa buceta!” Gemia alto no meio daquela fodelança toda quando trocamos de posição. Me coloquei de joelhos com a bundinha bem empinada, ele me deu umas palmadas estaladas, que no meio daquela gemeção toda mal consegui ouvir, cuspiu no meu cu e meteu. A penetração não foi difícil, quando seu saco encostou na minha bunda, demos aquela ajeitada e ele começou a meter forte. Mantinha a raba bem empinada e aberta enquanto ele me enrabava com maestria. Olhava pra trás, por cima do ombro, sorrindo enquanto levava pica na bunda. Estava gostoso, ainda mais quando vi que Wagner estava olhando. Aí ficou mais gostoso ainda! Comecei a massagear o grelo quando ele intensificou o ritmo das bombadas, comecei a gozar pedindo pra ele não parar, até que instantes depois o senti tirar o pau do meu cu e gozar nas minhas costas. Trocamos alguns beijos, ainda ofegantes, e fomos tomar uma ducha. Ao final ele elogiou minha beleza e nosso sexo. Concordei que foi delicioso e perguntei seu nome, “Luiz”, ele respondeu, piscou pra mim e saiu da sauna em direção à piscina.

Voltei pra sauna e sentei, algumas pessoas já tinham saído, mas Wagner ainda estava lá. Aproximou-se, me abraçou, e começamos a nos beijar. Suas mãos percorriam o meu corpo carinhosamente. Comecei a bater uma punheta, quando senti que ele estava no ponto, montei em cima dele, posicionei a tora na entrada do meu cuzinho com a bunda virada pra ele, segurei em suas coxas e fui sentando até esconder tudo dentro do rabo. Entendendo seu sinal levantei sem deixar a piroca sair da minha bunda. Ele apontou o banco onde me posicionei de quatro e comeu meu cu com vontade. Me desmanchava em gozo. Wagner intercalava o ritmo e a profundidade das bombadas, isso me deixava louca de tesão. Além da trilha sonora ao fundo: “tof” “tof” “tof” “tof”, gemia alto sentindo cada veia daquele cacetão entrando e saindo da minha bundinha gulosa até ele gozar gostoso. Ficamos abraçados ali na mesma posição enquanto ele mordiscava minha orelha até seu mastro amolecer e sair naturalmente do meu cu.

Tomei outra chuveirada e saímos da sauna. Já eram nove horas da noite e as pessoas se despediam. Celso ainda ficou em casa com Andréa e uma das meninas. Wagner conversava com eles enquanto eu vestia aquele shortinho curto e o baby-look com que cheguei de manhã. Entramos no carro e voltamos para a sua casa. Estava assada e levemente dolorida de tanto dar. Morto de cansaço, Wagner deitou-se no sofá e disse que queria dormir, pois tinha que chegar cedo ao batalhão domingo. Coloquei aquele vestido comportado, pedi um táxi e fui pra casa.

Estava confusa com aquilo tudo. O que fazer da minha vida? Adorava viver essa “outra Leila” libertina, mas ao mesmo tempo pensava em meu filho... O que eu faço?! Tomei banho e deitei na cama, sentia-me feliz pelos dias que passei, mas ao mesmo tempo culpada. Nessa batalha o cansaço venceu e dormi. Domingo fiquei o dia inteiro deitada na cama vendo TV. Precisava descansar, pois no dia seguinte meu filho e meu marido voltariam para casa e não podiam me ver daquele jeito. Principalmente meu filho! Estava em crise comigo mesma. O dia demorou a passar, típico domingo. Assistia o Fantástico quando me lembrei de colocar o celular pra carregar, o aparelho tinha desligado sozinho por falta de carga. Pluguei-o na tomada e deitei novamente, o sono voltava a tomar conta de mim e a segunda-feira se aproximava quando escutei o celular apitar, levantei sonolenta e quando peguei o aparelho era uma mensagem de texto da Andréa: “Falei com aquele fotógrafo e passei seu telefone. Ele vai te ligar pra semana! Bjinho.”

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive manicure a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Leila ....me fez gozar mto gostoso c uma bela punheta....sou do RJ, moro na mangueira....vamos nos conhecer melhor, me chama no zap 21 966089214

0 0
Foto de perfil genérica

Somos seus fãs! Somos do RJ quem quiser pode dar uma lida no nosso relato estamos abertos a propostas!

0 0
Foto de perfil genérica

Gostei de seu conto!!!

Nota DEZ!!! Vou estar de @@ em suas publicações!!!

Leia, vote e comente meu último Conto Erótico: Uma sexta-feira quente no Rio de Janeiro. Acesse http://www.casadoscontos.com.br/texto/201204573 e vote!

Visite o blog do clube de casais -> http://www.clube-de-casais.blogspot.com.br e participe!

Grupo: https://www.facebook.com/groups/contoseroticos

Abraços

0 0
Foto de perfil genérica

Me contate, pois sou da bateria da renascer...e, realmente eles levam muitas putas pra lá. Com Certeza nesse dia eu estava lá... Em relação ao clube Marapendi, já malhei ali, só que era na hora dos almoço, pois eu trabalhava naquela Chevrolet que tem ali perto. Me manda um e-mail: jr.padua@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

Me contate, pois sou da bateria da renascer...e, realmente eles levam muitas putas pra lá. Com Certeza nesse dia eu estava lá... Em relação ao clube Marapendi, já malhei ali, só que era na hora dos almoço, pois eu trabalhava naquela Chevrolet que tem ali perto. Me manda um e-mail: jr.padua@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

Adoraria fazer amizades, principalmente com mulheres de Recife.

juniorgolfutsal@hotmail.com beijo a todas!!

0 0
Foto de perfil genérica

Este seu conto é simplesmente o melhor que já lí, me arrependo profundamente de ter dado nota 10 a alguns, pois o seu ultrapssa e se distancia de qualquer outro conto que eu tenha lido... se vc for gostosa do jeito que escreve, vc é uma mulher espetacular, que todo homem queria ter. Parabéns, continua, que vc simplesmente é a melhor de todas, fico feliz também qdo me deparo com alguém dominando perfeitamente a ortografia, vc é simplesmente demais!!!

0 0
Foto de perfil genérica

Manicure... Gozei 2 vezes fácil lendo seu conto rico em detalhes... Como eu gosto... Aposto que tb gostará de meus contos... Bjs gostosos, Pê (peti_rj@hotmail.com)

0 0
Foto de perfil genérica

leila, você é a fêmea que eu preciso. penetradorbh@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

OLA,QUERO FAZER AMIZADES COM GAROTAS DE QUALQUER IDADE ,,QUEM QUISER UMA AMIZADE ME ADD O EMAIL EO NOME DE UMA AMIGA ENTÃO NÃO ESTRANHEM É EMILYVITORIAMARTINSBARBOZA@HOTMAIL.COM

0 0