Leila 3: O prazer de se reconhecer puta

Um conto erótico de manicure
Categoria: Heterossexual
Contém 4024 palavras
Data: 01/03/2012 21:32:09
Última revisão: 09/05/2026 12:13:46

Na semana seguinte ao churrasco do Celso, o tal fotógrafo que Andréa havia indicado me ligou, mas eu estava insegura, não sabia se realmente queria fazer o tal book de fotos. “Pra quê?”, pensava comigo. Assim, adiei o ensaio fotográfico dizendo que tinha de umas pendências a resolver, mas guardei o seu telefone.

Wagner sabia quando meu marido estava na área, e, nessas ocasiões, me procurava pouco. Ficou quase uma semana sem fazer contato. Isso me enlouquecia. Já havia me viciado em ser preenchida por aquela rola grossa e comprida, que dilatava meus buracos ao limite.

O carnaval de 2011 demorou a passar, Andréa me mandava mensagens diariamente chamando pra festinhas. A escola subiu pro grupo especial e houve uma grande festa na quadra, mas pra completar minha frustração não pude ir. Tive de ficar em casa com meu marido, que odeia carnaval e reclamava o tempo todo. Não parava de imaginar como seria eu sambando novamente com aquele vestidinho vermelho curtíssimo e soltinho, no camarote da escola, exibindo meu bumbum e minha bucetinha depilada para todo mundo. Foi uma experiência inesquecível, conforme a Manicure narrou no segundo conto sobre mim: “Leila: pagando de putinha no samba”. Ansiava por repetí-la!

Na quarta-feira de cinzas à tarde, subindo pelas paredes, liguei pro Wagner. Nervosa e com uma pontinha de frustração (pelo carnaval que poderia ter e o que realmente tive), disse-lhe um monte de coisas, provoquei falando que ele passou o carnaval todo se esfregando com a Fê, que ele era um cafajeste e tal... Ele ficou puto da vida e marcamos de nos encontrar em sua casa. Como estava na imobiliária, disse que iria fazer uma visita com cliente, peguei o carro e fui ao seu encontro. Lá chegando toquei a campainha, mas ninguém atendia. O sol forte daquele dia e eu com uma roupa comportada de trabalho, bolsa pesada, derretia sob o calor. Já ia ligar pra ele quando a porta se abriu e entrei.

Wagner estava com um olhar furioso e foi logo dizendo:

- Olha aqui, como é que você me liga e me xinga desse jeito?! Perdeu a noção, vadia?!

Esbocei a reação de responder à altura, mas quando ia começar a falar levei um tapa na cara, meus óculos escuros voaram longe e fiquei meio tonta. Não esperava aquilo e gritei:

- Você é um covarde! Filho da puta que bate em mulher!

Mal havia terminado de falar e levei outro tapa na cara que me fez cair no sofá. Wagner partiu na minha direção e me encolhi numa reação de quem vai apanhar mais, ao chegar perto ele montou em cima de mim, colocou aquele cacetão pra fora e ordenou:

- Vem vadia, vem mamar o seu macho! Toma o seu remédio!

Ainda sentindo o meu rosto arder abocanhei aquele cacete e comecei a chupá-lo com tesão acumulado do carnaval. A cabeçorra crescia rapidamente na minha boca e quase me entalava, segurava a rola com as duas mãos para que não escapulisse, e assim trabalhava firme no boquete. Chupava com uma vontade incontrolável! Wagner posicionou uma de suas mãos atrás da minha cabeça e fazia o apoio preciso para foder a minha boca. O pau ia à garganta e quando eu me entalava ele tirava para logo em seguida me fazer engolir tudo de novo. Que delícia! Passei a chupar o seu saco colocando as bolas entre os meus lábios para massageá-las. Meu macho me segurou pelos cabelos, apontou aquele taco de beisebol bem no meio da minha cara e gozou fartamente. O leite cremoso escorria pelo meu rosto e pingava na minha blusa. Sem que conseguisse me limpar, com o rosto banhado em porra, tive minhas calças arrancadas e fui colocada de quatro. Num ímpeto ele chegou minha calcinha pro lado e enterrou aquela lapa de pica toda no meu cu. Estava tão excitada que nem foi preciso usar KY, a rola escorregou gostoso bunda adentro e parou na metade. Por mais que estivesse me habituando ao calibre daquele cacete, meu cuzinho ainda pedia arrego em determinadas situações. Ele me segurou pelas ancas e começou a bombar no meu cuzinho, fui relaxando até sentir seus pentelhos roçarem em minhas nádegas. O safado tirou um pouquinho pra ajeitar e passou a enrabar sua fêmea com força. Parecia que meu esfíncter ia se romper a qualquer momento, mas ainda assim eu pedia pra ele meter mais forte:

- Vai safado, rasga o cu da sua puta! Rasga! Issoooo! Issooooo!

Sentia uma ardência deliciosa.

- Ahh! Que delícia de pica! - eu gritava tendo orgasmos e minhas nádegas balançavam a cada investida daquela tora cu adentro.

Num dado momento ele fez uma pausa, segurou-me pelos cabelos com a mão esquerda, com a mão direita se apossou do meu cinto e passou a dar “cintadas” estaladas na minha bunda ao mesmo tempo em que comia o meu rabo, não resisti e atolei dois dedos na buceta chegando a um orgasmo tão forte que perdi os sentidos por alguns segundos. Ao me restabelecer Wagner me colocou sentada em seu colo e nos beijamos demoradamente. Mas aquele pirocão marrom ainda estava duro feito um poste, posicionei-o na entrada da buceta que prontamente abrigou tudo sem oferecer resistência. Montada em cima dele fodia seu cacete sofregamente com a xota faminta. Sentava com força, colocando todo o meu peso pra baixo, queria sentir aquela pressão gostosa nas paredes do útero, mas logo ficava ofegante. Já estava morta de cansada quando ele me segurou pela cintura suspendendo um pouco o meu quadril e acelerou o ritmo das investidas na buceta da putinha que ao final foi regada de porra.

Levantei-me com as pernas bambas, aquele leite viscoso escorria pela parte de dentro das minhas coxas e brinquei com ele:

- Desse jeito você ainda vai me engravidar... Só goza lá no fundo, safado!

Ele deu uma risada de canto de boca, beijou-me e foi tomar banho. Fiquei estirada no sofá abismada com tudo que havia acontecido; primeiro apanhei, depois tivemos a melhor foda desde que passamos a nos encontrar. Era como se aqueles tapas que levei na cara, e depois a forma como transamos, fossem pra mostrar que no fundo eu sou aquele tipo de vagabunda bem ordinária.

Ajeitei-me como pude e fui pra academia. Queria tomar um banho e malhar pra manter o corpão em forma. Sem se contar que não tinha como eu chegar em casa exalando aquele odor de sexo por todos os poros. Nessas situações a academia é um ótimo álibi. Quando entrei em casa já eram quase 20:30h, meu marido me recebeu com um olhar cabreiro e perguntou:

- O trabalho hoje rendeu pra uma quarta-feira de cinzas, né?!

Respondi que em realidade demorei na academia, pois tinha encontrado uma amiga e ficamos conversando.

Deixei as minhas coisas sobre a mesa da sala enquanto conversávamos, ele veio na minha direção e pegou a bolsa que sempre levo pra malhação. Não podia deixá-lo abrir senão fatalmente encontraria minha blusa de trabalho e minha calcinha gozadas. Num ímpeto puxei-a da mão dele e disse:

- Vou botar essas roupas na máquina antes de tomar banho.

Na hora ele respondeu:

- Tem alguma coisa aí dentro que eu não posso ver? Você tá muito estranha faz algum tempo… Tá escondendo o quê?

Assim iniciamos mais uma pesada discussão, dentre as várias que vínhamos tendo ultimamente. Nos xingamos e só paramos quando o meu filho saiu do quarto para ver o que estava acontecendo. Nesse momento mudamos subitamente de assunto, tentando disfarçar o que já estava mais do que na cara: nosso relacionamento ruíra. Sai dali atônita, coloquei a roupa na máquina e fui tomar banho.

Estava me preparando para deitar e ele, já na cama, assistia TV. Quando deitei, ele falou num tom seco:

- Amanhã vou pra plataforma novamente e já vou procurar um apartamento pra alugar em Macaé. Pra mim não dá mais!

Ao dizer isso pegou o seu travesseiro e foi dormir na sala. Ouvir aquilo me deu um misto de alívio e tristeza. Alívio por estar saindo de uma relação que há muito me sufocava. Tristeza pois nunca é fácil desmanchar um relacionamento e reorganizar a vida toda. Fiquei pensando, pra onde eu iria? O que faria? O apartamento que morava, com ele e meu filho, era dele, e nossa relação não era oficializada. Aonde eu iria morar com meu filho? E como ia contar isso pra ele? Mal dormi naquela noite.

No dia seguinte quando acordei, ele já tinha saído, abri o seu armário e notei que ele levou uma quantidade de roupas muito maior do que habitualmente levava. Agora tinha que dizer isso ao meu filho. Fui mãe cedo, aos 16 anos, meu filho já era um homem de 23 e saberia entender essas coisas com maturidade. Quando ele acordou conversamos, expliquei da briga na noite anterior e disse que veria outro apartamento pra alugar, ali pela Barra mesmo, para que ele não ficasse longe dos amigos. Obviamente não falei nada sobre o Wagner, nem sobre essa vida paralela que eu estava levando. Pra minha surpresa meu filho disse que fora aprovado num processo seletivo para se tornar trainee de uma empresa em São Paulo, mas ainda não havia respondido. Incentivei-o a aceitar, pois seria importante pra a sua formação e pra sua carreira.

Não acreditava no que estava acontecendo! Há duas semanas uma angústia sufocante tomava conta de mim, e agora novas perspectivas se abriam em minha vida. Assim as coisas aconteceram. Solteira e com meu filho seguindo sua vida em São Paulo, eu precisava arrumar um lugar para morar. Mas tinha que ser algo prático onde eu pudesse libertar essa nova Leila e ser feliz. Optei por um flat na orla da Barra mesmo na altura do Posto 8. Um empreendimento enorme com blocos altíssimos, centenas de unidades, grande rotatividade e até um clube. Onde eu poderia ser eu mesma sem chamar muito a atenção. Bem diferente de um edifício residencial. Passei duas semanas arrumando meu flatzinho e longe de Wagner. Minha buceta e meu cuzinho ansiavam por outra surra. Desde que o conheci, nunca passei mais de uma semana sem dar pra ele. Liguei e lhe contei tudo o que acontecera, porque tinha ficado esse tempo em off, onde estava morando e o convidei pra ir lá de noite.

Uns trinta minutos antes do horário combinado o interfone tocou, o porteiro disse que uma amiga minha chamada Andrea estava lá embaixo. Tomei um susto, mas disse pra que a deixasse subir. Saia do banho quando isso aconteceu e ainda enrolada na toalha ouvi a campainha tocar, corri para atender achando que tinha acontecido alguma coisa. Minha amiga chegou fazendo festa, nos cumprimentamos com um selinho. Disse-lhe que estava acabando de sair do banho, que ela podia ficar à vontade enquanto eu me trocava. Já estivemos nuas por um bom tempo no churrasco do Celso, então não havia cerimônia entre nós. Coloquei um vestido curto bem soltinho achando que o meu macho estava aprontando alguma e queria fazer um ménage com nós duas.

Para meu espanto ela falou:

- O Wagner me ligou e disse que você queria conversar comigo, mas estava com vergonha de telefonar porque ainda tem dúvidas sobre o lance do book...

- Que isso! Não falei nada com ele, mas realmente fico insegura, pois apesar de malhar e me cuidar muito, acho que preciso incrementar mais o meu visual. Afinal, tenho 39 anos. - respondi. Na hora ela exclamou:

- Noooooossa! 39, meu Deeeeus! Se você não me fala eu nunca ia imaginar, pra mim você tinha no máximoFiquei super feliz quando ela disse isso e continuou:

- Com esse corpão e essa pele que você tem, eu nem me preocuparia com essa parada de idade. Eu mesmo não falo nada sobre isso, e, quando perguntam, digo 23 mesmo tendo 31… kkkkkkkk. Após uma breve pausa continuou:

- Seu corpo é maravilhoso! Bumbum grande e arrebitado, coxas grossas super torneadas, seios durinhos, toda depilada, um tesão de mulher!

Fiquei entusiasmada ao ouvir aquilo. Disse que ia pegar mais pesado na malhação e que estava pensado em mexer no cabelo. Mal havia acabado de falar e ela me interrompeu de novo:

- Ah! Eu até me esqueci de te contar uma coisa. Lembra daquele moreno alto que estava na casa do Celso naquele dia? Que tentou puxar assunto contigo algumas vezes mas o Wagner cortou?

Respondi balançando a cabeça afirmativamente.

- Então, é o Gil. Ele é empresário de uns jogadores de futebol e sócio do Celso em alguns negócios. Ficou interessado em você. É cheio da grana!

Na hora disse que ela poderia passar meu contato pra ele! Aquela conversa com Andréa foi o estímulo que eu precisava. Comecei a dar um novo rumo na minha vida. Casa nova eu já tinha! Agora era o momento de investir no visual. Pintei o cabelo no tom de loiro mais claro. Conversei com a minha esteticista que queria fazer um tratamento rejuvenescedor pra diminuir algumas marcas de expressão no rosto. Mudei minha série na academia decidida a treinar mais pesado.

Isso tudo implicava em custos que apenas com corretagem de imóveis seria complicado manter. Até porque agora eu não teria mais marido para arcar com os custos fixos de manter um imóvel. No dia seguinte logo que acordei liguei pro tal fotógrafo. Ele foi super gentil comigo ao telefone e disse que além de fotografar ele tem uma agência que administra a carreira de modelos. Gostei disso.

Fizemos a sessão de fotos quinta de manhã, num costado de pedras na Praia da Joatinga, um lugar meio deserto, maravilhoso. Depois fui pra imobiliária. A noite em casa assistia a novela quando meu celular tocou, era um número desconhecido. Atendi e do outro lado da linha uma voz masculina:

- Oi é a Leila?

- Quem está falando? – respondi.

- É o Gil! Nos conhecemos naquele churrasco na casa do Celso. Lembra?!

- Claro que lembro!

- Tô ligando porque você é linda! Queria te conhecer melhor. Conversei com a Andrea sobre você, ela disse algumas coisas que me interessaram bastante. O que você vai fazer amanhã?

- Não tenho nada marcado. – respondi.

- Topa uma praia? - ele perguntou.

- Claro! Adoro praia!

Continuamos conversando sobre amenidades por alguns instantes e marcamos dele me buscar sábado às 10hs. Assim que terminamos de conversar, Andréa me ligou e perguntou:

- O Gil te ligou?

- Tava falando com ele agora no telefone, marcamos de ir a praia! Tô super ansiosa!

- Que ótimo, amiga! Ele é gente boa, adora dar presentes. Além disso, tem uma pica deliciosa!

Papo vai papo vem, já era tarde quando nos despedimos. Abri o armário e escolhi um fio-dental branco do tipo cortininha e um sutiã azul. Na manhã seguinte ele me buscou e fomos pra praia, aqui na Barra mesmo, na altura do Pepê. Durante o caminho batemos papo e reparei que ele não tirava os olhos das minhas pernas. Ao chegarmos à areia tirei o shortinho e o top que usava. A parte de baixo do biquíni era tão cavada que deixava a buceta toda delineada e o bumbum praticamente desnudo. Um verdadeiro atentado ao pudor! Gil ficou maluco. Para instigá-lo ainda mais, pedi que passasse bronzeador em mim. O safado soube explorar direitinho cada curva do meu corpo, obviamente dando um trato especial no bumbum que foi massageado vagarosa e intensamente. Depois disso ele sentou em uma cadeira, estendi a canga ao seu lado e deitei. Depois de alguns instantes calado, ele não se conteve:

- Nossa, Leila! Você é muito gostosa!

- Achei que não tinha gostado, demorou tanto a dizer. – provoquei.

- Adoro mulher de fio dental, principalmente aqueles que são só um fiozinho atrás!

- Eu até tenho uns desse, mas não coloquei hoje. – e continuei - Só que esse que estou usando posso regular se quero muito ou pouco cavado. Olha!

Levantei e fiquei de costas pra ele com o bumbum na sua cara, fechei bem a cortininha atrás e dei uma puxadinha pra cima, ficou tudo enterrado na bundinha. Virei pra ele e perguntei:

- Gostou?!

- Adorei, safada!

- Vamos dar um mergulho, o sol tá muito quente. – propus.

Caminhamos de mãos dadas até o mar. Eu com aquele fio atolado no traseiro e ele com a rola quase rasgando a sunga. O mar estava calmo. Como sou baixinha, ele me abraçou e fomos pra parte mais funda. Entendendo sua intenção, coloquei o cacete pra fora da sunga e comecei a punhetá-lo. Ele chegou meu biquíni pro lado e passou a dedar minha buceta, enlacei minhas pernas em sua cintura para ficar com o bumbum ao alcance de suas mãos. Gil aumentou o ritmo das dedas na xaninha de sua cachorra loira que gemia baixinho com a cabeça apoiada em seu ombro. Posicionei aquela pica na xoxota e ele vagarosamente foi descendo o meu quadril até que ela engolisse tudo. Segurando pelas nádegas ele me movimentava para cima e para baixo fodendo gostoso a bucetinha da piranha. Gemia baixinho em seu ouvido mordendo de leve sua orelha, o tesudo ficava enlouquecido com isso e metia fundo, me deixando cada vez mais ofegante, até que num ímpeto ele introduziu o dedo médio da mão direita no meu cuzinho, suspirei fundo. Ele notou e disse:

- Gosta de levar nesse rabão, né, tesuda?!

- Adoro! – respondi.

Gil tirou a pica da minha buceta e tentou penetrar meu cuzinho ali mesmo, mas não encontrávamos uma posição. Além disso, algumas pessoas se aproximavam. Quando percebemos, ele me soltou. Segurei com uma das mãos o seu ombro e com a outra investi numa intensa punheta para que ele gozasse gostoso. Depois de esvaziar sua mangueira de leite voltamos pra areia onde novamente atolei aquele fio no rabinho pra ficar com marquinhas bem pequenas. Tomávamos uma cerveja quando o safado falou:

- Quando sairmos daqui vou te levar lá pra casa e comer esse cu a tarde toda!

- Aaaiiiii... Que delícia! – respondi – Esconder rola grossa na bundinha é minha especialidade, sabia?!

- Tô sabendo da sua fama, mas quero ver na prática.

Ao dizer isso, deitou-se ao meu lado na areia e, abraçados, nos beijamos como um casal de namorados no começo da relação. Estava muito excitada, morrendo de vontade de dar pra ele. Ficamos na praia até umas 15hs, depois fomos para o seu apartamento. Uma cobertura num prédio baixinho, na orla da Barra mesmo, na Praça do Ó. Ao chegarmos ele me levou para o terraço onde havia um chuveiro e uma piscina. Tomava uma ducha para tirar o sal do corpo quando Gilberto disse que ia à cozinha buscar uma bebida. Quando retornou com duas caipirinhas eu já estava deitada em uma espreguiçadeira nuazinha, à sua espera. Brindamos e ficamos ali trocando carícias, senti sua excitação e fiz com que se livrasse da sunga. Gil tomou uma chuveirada e caminhou na minha direção com o pau duro apontado pra mim. Ao chegar perto abocanhei aquele cilindro de carne, abrindo bem a boca pra engolir a chapeleta rombuda. Me revezava chupando ora o cacete ora o saco, arrancando suspiros do meu primeiro cliente. Sentia o cacete pulsar na minha boca quando Gil anunciou o gozo. Abri bem a boquinha e deixei que ele despejasse tudo lá dentro. Engoli com gosto e recebi um selinho. Sentados lado a lado nos beijando quando ele começou a dedilhar minha xoxota, abri bem as pernas, ele introduziu um dedo, depois dois e por último o terceiro. Com três dedos atolados na xana e o polegar massageando meu grelinho gemia feito uma cadela no cio olhando fixamente pra ele como quem pede um algo a mais, e falei baixinho:

- Me faz gozar assim e depois come a minha bundinha! Tô louca de tesão!

Anunciei o orgasmo e fiquei de quatro naquela espreguiçadeira, com a bundinha toda arreganhada expondo o meu cuzinho rosado que piscava de tesão. Senti seu caralho forçando o esfíncter, a cabeça entrou gostoso abrindo passagem para aquela tora rasgar meu cu. Gil bombava firme dando tapas em minhas nádegas, entre urros e gemidos eu gritava:

- Fode o cuzinho da sua cachorra! Fode, safado!

Ele abria o meu bumbum ao máximo para meter fundo, meu cu era macetado deliciosamente. Sentindo aquela pica pulsar em minhas entranhas anunciei outro orgasmo, mas o tarado continuou castigando o meu rabinho. Trocamos de posição, agora com ele deitado, sentei naquele cacete segurando com as mãos suas pernas e a bunda virada para o seu rosto. Comi gulosamente aquele pau com meu anelzinho faminto. Até que ele voltou a tomar conta da situação suspendendo o meu quadril para socar rápido no meu cu até gozar. Ficamos abraçados nos beijando. Gil se levantou e me puxou pela mão, tomamos uma ducha, ele tirou o preservativo e entramos na piscina. O sol se punha quando mergulhamos em mais uma onda de tesão. Naquela piscina rasinha sentei-me na borda abrindo bem as pernas para ele atolar a pica na minha buceta. O safado meteu firme preenchendo todo o meu útero, enquanto eu massageava o grelinho ele me xingava com carinho:

- Você é puta demais sabia sua cadela! Cachorra loira! Vagabunda gostosa! Desse jeito só vou querer você agora!

- Mete gostoso que essa xota adorou esse cacete!

- É cadela?! Então toma nessa buceta!

Gil intercalava metidas rápidas e depois diminuía o ritmo com estocadas vagarosas, mas profundas. Eu estava nas nuvens, gozava, beliscava meus seios e recebia aquele cacete na pepeka. Prestes a gozar ele tirou o pau de dentro de mim e gozou no meu peito. Nos beijamos e ficamos encostados na piscina trocando carícias. Gil pegou duas cervejas e uma tábua de frios. Ficamos sentados à beira da piscina conversando por um bom tempo, parecia que havia uma sintonia natural entre a gente. Levantei e fui apreciar a vista da praia quando ele chegou por trás me abraçando e beijando minhas costas.

Me virei fazendo carinha de safada e mordisquei seu mamilo. Deitamos de lado na espreguiçadeira, com uma das mãos abri bem a minha bundinha e disse:

- Vem!

O tarado se aproximou com o pau já bem duro e enterrou tudo no meu cú. Gemi alto pois ardeu um pouco, mas o tesão era maior e impiedosamente fui arregaçada por aquele caralho.

- Aaiii, safado! Você está acabando comigo!

- Toma nesse cu, putinha! Toma!

Fechei os olhos deliciando-me com aquele momento. Sentia meu buraquinho em chamas e ouvia o barulho do seu saco batendo em minhas nádegas. Tomava no cu com força até o talo, estava tão dilatada que às vezes pensava que o cacete ia sair pela minha boca. Ficamos assim até ele se fartar de me surrar com aquela pica, tirar de dentro e gozar nas bordas do meu cuzinho dilatado. Continuei deitada por alguns instantes pra me recompor. Depois levantei e tomei outra ducha. Gil trouxe uma toalha pra mim e também se banhou. Nos vestimos e ele me levou para casa. No caminho, enquanto dirigia, perguntou:

- Como posso te recompensar por esse dia maravilhoso?

- Ah... Sei lá! - Fiquei totalmente sem jeito com a pergunta. Não sabia o que dizer. Na minha cabeça eu não tinha feito um programa, mas saído com um peguete. A ficha ainda não tinha caído. Após alguns segundos que parecem uma eternidade, falei:

- Também adorei nosso dia hoje! Acho que o melhor presente que você pode me dar é voltar a me procurar outras vezes.

- É claro que vou te ligar outras vezes, tem alguma dúvida disso? Você é deliciosa! Mas quero saber como posso te recompensar por hoje?

Pensei no que Andréa disse sobre ele, sua casa, seu carro importado e me veio à cabeça: “Não posso cobrar qualquer valor, mas também não posso exagerar. Sei lá…” Lhe disse um valor e ele simplesmente acenou positivamente.

Quando chegamos à porta do meu apart ele estacionou e demos mais uns beijos dentro do carro mesmo. Gil pegou debaixo do seu banco um envelope com notas de cem reais, contou e me entregou o valor em espécie. Fiquei totalmente surpresa. Nos despedimos e ele se foi. Subi, tomei um banho demorado, passei bastante hidratante pra cuidar da pele depois de um dia de sol.

Deitei na cama morta de cansaço com o corpo moído. Mas é aquela história, puta feliz é aquela que ao despertar se reencontra com prazer e se reconhece como aquela que gosta de dar.

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Comentários

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Somos seus fãs! Somos do RJ quem quiser pode dar uma lida no nosso relato estamos abertos a propostas!

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Gostei de seu conto!!!

Nota DEZ!!! Vou estar de @@ em suas publicações!!!

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Abraços

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que dolce vida hein manicure!nota 10. aguardo ancioso a continuacao. sequiser ler txts com esta qualidade viste minha pag

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Você é uma safada bem gostosa...e, ao contrário de você, eu estava lá na Renascer quando ela foi campeã. me add: napolitanojpa@hotmail.comQuero falar com você!

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Você é puta demais!!!!!! Suas histórias sempre me deixam de pau duro e me fazem gozar várias vezes durante o conto. Como faço pra de conhecer???

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Delícia de conto!!! Bem escrito e super detalhado. Sua história é incrível acompanho desde o primeiro conto. Mal posso esperar pelo quarto capítulo.

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Nossa, não demora novamente pra postar algo novo... Seus contos reais são extremamente excitantes!!! Continua... bjos!

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Estão ficando bons os contos por aqui... Muito bom (http://ana20sp.sites.uol.com.br)

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