Era quase hora do almoço, e eu saia de um treino pesado na academia. Aproveitei, já que estava na rua, para ir ao supermercado. Enquanto caminhava pelos corredores, meu celular tocou. Era Wagner. Não nos falávamos há uns dez dias e o safado entrou de sola:
- Tô sabendo que a vagabunda arrumou um cliente generoso... Presentes, dinheiro, passeios de moto...
- Do que você tá falando? – perguntei séria.
- Anteontem, de noite, rolou um poker na casa do Celso. Seu cliente contou sobre os presentes que te deu, o que ele fez contigo em cima da moto, na rua e no mato... Tá usando até coleirinha, né?! – disse Wagner.
Senti uma pontinha de ciúmes dele ao falar isso, mas também não gostei de saber que Gil estava contando nossas aventuras por aí. Mesmo assim lhe disse:
- Se você soubesse o que ele já fez comigo em outros programas... A diferença é que ele paga. Você até hoje me comeu de graça, mas agora, se quiser meter, vai ter que pagar também! Aliás, na nossa primeira vez naquela casa de máquinas do Clube, você me disse que faria de mim uma puta. Lembra? Então. A caça está se voltando contra o caçador!
- Mais tarde vou passar na tua casa! - ele falou.
Desliguei o telefone na cara dele, que não voltou a ligar. Continuei fazendo minhas compras, mas não conseguia parar de pensar se ele realmente iria ao flat mais tarde. Wagner mexe demais comigo. Até hoje não sei se foi ele que me desencaminhou, ou apenas mostrou quem eu realmente sou. Aposto mais na segunda opção. O fato é que hoje sou uma mulher mais feliz, satisfeita comigo mesma e ainda ganho uma grana com o meu prazer. Corretora de imóveis na vida formal e “modelo” na vida oficiosa.
Cheguei ao flat arrumei as compras, fiz um almoço rápido e tirei um cochilo. Ao acordar tomei banho e passei meus cremes. Estava chateada, mas inconscientemente eu queria que ele viesse. Cheirosa e com a pele macia, vesti o hobby que habitualmente uso sem nada por baixo quando estou em casa. Sentei-me no sofá com o notebook quando recebi um Zap do fotógrafo perguntando se podia me ligar, respondi que sim e em poucos segundos o telefone tocou. Bem objetivo, ele disse que tinha um job pra mim, no dia seguinte, mas que eu poderia recusar caso não tivesse agenda ou interesse. Tratava-se de um evento comercial, numa concessionária de motos. Caberia a mim apresentar, em linhas gerais, uma das motocicletas que estava em lançamento. Disse o valor do cachê, que eu receberia em dinheiro na hora. Fácil demais, pra uma novata nesse meio de eventos.
Topa? - perguntou o fotógrafo.
Respondi que sim. Ele me passou o endereço do lugar e seguiu falando:
Você vai chegar lá às 16h e procurar um cara chamado Fábio. É um dos donos do empreendimento. Ele vai te dar outras instruções e a roupa que você vai usar. Não se preocupe. Outra coisa, ele escolheu você. Então pode ser que depois do evento role algum convite para uma esticada. Aí é contigo.
Como assim? - perguntei. O fotógrafo riu e respondeu:
Eles me procuram dizendo o perfil de garotas que querem, eu mostro o book de vocês e eles escolhem. Sacou?! O Fábio escolheu você e o Lopes escolheu a Renata.
Ao ouvi-lo a ficha caiu. Mais um aprendizado desse métier. Antes de desligar ele frisou:
O cachê que vocês vão receber é pelo evento. Se rolar outra parada depois, aí é você quem vai resolver com ele. Tá?! Ah! Já ia me esquecendo, quanto você calça?
Beleza. Calço 36. - respondi. Mal desligamos e o interfone tocou. Era Wagner. Disse ao porteiro para deixá-lo subir.
Vesti meu hobby novamente. Decidida a me fazer de difícil, demorei a atender a porta. Quando abri o ordinário entrou querendo me agarrar, ele estava suado, pelo visto tinha acabado de sair do serviço, confesso que morro de tesão por esse cheiro forte de macho, mas não deixei que ele tocasse em mim, afinal estava toda cheirosa. Ele fez uma cara de quem não gostou e disse:
- Vai ficar regulando agora, é?!
- Eu disse que poderia te receber? – falei fazendo pose de difícil.
- Tá se achando muito, hein! – disse ele desdenhando.
- Fala sério! Vai tomar um banho, você está todo suado e fedendo. – respondi.
- Tá certo. Tem uma toalha pra mim, pelo menos?
Peguei no armário e lhe entreguei, quase me entregando. No fundo eu estava morrendo de saudades de sua pegada, de suas mãos grossas explorando cada curva do meu corpo. Ele tomou banho e quando saiu nos abraçamos e trocamos um intenso beijo. Me rendi. Suavemente deixei o hobby cair, segurei-lhe o cacete e quando me ajoelhei para iniciar um boquete ele me empurrou para o sofá e caiu de boca na minha buceta. Explorava cada centímetro da pepeka quente e toda lisinha, me arrancando gemidos ensandecidos. Afastava os lábios pra sugar o grelinho e introduzia o dedo indicador me fazendo tremer de tesão. Contorcia-me toda abrindo bem as pernas pra facilitar seu acesso à bucetinha que a essa altura implorava pelo caralhão. Quando ele intensificou o ritmo das linguadas no meu grelo e atolou dois dedos nela, explodi em gozo uivando feito uma cadela no cio. Que loucura!
Fiquei estirada ali por alguns instantes até vislumbrar que meu macho estava parado diante de mim com aquela rola dura apontando pra cima. Cai de boca tentando engolir tudo, mas não conseguia esconder nem a metade sem me entalar. Chupava com vontade aquela pica, ávida por tê-la toda dentro de mim. Wagner se contorcia de tesão enquanto eu mordiscava a chapeleta e massageava suas bolas. Até que meu macho segurou-me pela nuca e começou a foder minha boca, fechei os olhos e concentrei-me para não engasgar, em vão. Após uma sessão violenta de cabeçadas no céu da boca ele gozou. Um mix de saliva e porra escorria pela minha boca deixando meu queixo e os seios branquinhos.
Fui ao banheiro me limpar, e, quando retornei, ele me puxou para o seu lado no sofá, pediu que eu ficasse de bruços e começou a dedilhar o meu cuzinho aproveitando o molho da buceta. O filho da mãe sabia me domar direitinho. Fui relaxando com seus dedos deslizando pelo meu cuzinho que a essa altura já piscava involuntariamente. Wagner acelerava e diminuía o ritmo das dedadas no meu rabinho aleatoriamente. Quando eu estava quase gozando ele parava subitamente para depois voltar a dedar o cu da sua puta. Primeiro um, depois senti dois e em seguida três dedos invadiam meu traseiro profundamente. Empinei bem a bundinha a fim de aproveitar ao máximo aquela massagem, queria cada milímetro daqueles dedos dentro do meu cu. Não sentia mais desconforto algum, somente o mais puro e genuíno tesão.
Quando julgou que eu estava pronta, fez sinal para eu levantar e continuou sentado com o cacetão apontando pra cima. Prontamente entendi o recado, levantei e fui agachando até sentir a chapeleta forçar o meu esfíncter. Com suas mãos amparando o meu quadril posicionei os pés sobre suas coxas. De cócoras senti a rola grossa e comprida adentrando meu reto, fiz uma pausa para ajeitar melhor e engolir o restante até os seus pentelhos roçarem minhas nádegas. Enlouquecida de prazer falei:
- Que tesão que eu tô sentindo no rabo, puta que pariu!
Nessa posição não havia como oferecer resistência ao caralho que atravessava o meu cuzinho de baixo pra cima. Seu saco batia forte contra minha bunda fazendo aquele som gostoso “tof, tof, tof”. De olhos fechados me entreguei por completo, quando ele começou a se cansar e diminuir o ritmo. Tirei os pés de suas coxas, segurei-o pelos joelhos e passei e foder aquele cacetão com meu cuzinho guloso. Levantava o bumbum até quase a rola sair de dentro e sentava com força, minhas nádegas balançavam como se batessem palmas. Ensandecido o safado arreganhou bem a minha bunda e me puxava pra baixo quando eu sentava, era tanta pressão que eu tinha a sensação que o cacete sairia pela minha boca.
- Vou gozar, cachorra! – ele gritou.
- Tá levando uma surra de cu da sua vadia, né safado?! – falei ofegante.
Como não queria que ele gozasse ainda, levantei e fiquei de quatro no tapete em frente ao sofá. Abri bem os lábios da buceta indicando o que eu queria que ele fizesse. Mal fechei os olhos e senti a locomotiva marrom preenchendo a xoxota, estava tão molhada que a rola deslizou fácil tornando as bombadas fulminantes. Sentia a cabeçorra chocando-se violentamente contra as paredes do meu útero. Gozava seguidas vezes e tinha espasmos de tesão que me faziam tremer toda. Gritava alucinada:
- Fode a sua cadela, seu filho da puta!
Macetada impiedosamente na buceta gozei tão forte que perdi os sentidos por alguns segundos. Quando voltei a mim, estava estirada de bruços no tapete. Levantei com alguma dificuldade, minhas pernas bambearam. Vendo minha situação, Wagner me amparou e nos sentamos lado a lado no sofá. Começamos a trocar uns beijinhos, minhas mãos percorriam suas coxas enquanto ele beliscava o biquinho dos meus seios. Vislumbrei seu cacete ainda duro e disse fazendo manha:
- Nossa! Não consigo derrubar esse pau!
- Acho que ele quer mais um pouco desse cuzinho. – respondeu o safado.
Fiz biquinho e emendei:
- Então vou cobrar hora extra, tá?!
- Depois eu te dou banho e faço uma massagem gostosa no seu rabinho. – disse ele sorrindo.
Iniciei uma punheta, em seguida posicionei-me de ladinho no sofá deixando o bumbum bem arreganhado, abracei uma almofada e falei fazendo charme:
- Vem comer o rabinho da sua puta, vem!
Infeliz da mulher que nunca tomou no cú. Não há nada mais tesudo do que ser enrabada, com vontade por um macho pirocudo. Mal a cabeça forçou o anel e eu já senti seus pentelhos roçando no meu bumbum, estava tão enlarguecida que a cada bombada eu me peidava toda com a pica expulsando o ar do meu reto. Tomava no cú de ladinho olhando pro meu macho. Que delícia! A beira de mais um orgasmo Wagner estava ofegante e sua pica pulsava anunciando que estava prestes a gozar. Tirei a rola do cú, abocanhei-a prendendo a chapeleta com a língua deixando o canal de leite apontado pra garganta, olhei fixamente pra ele e investi numa chupeta fulminante ouvindo-o gemer de prazer. Em seguida fui fartamente brindada com jatos quentes de leite viscoso na garganta. Bebi tudo na fonte e babei só um pouco pelos cantos da boca, mas usei o próprio cacete pra limpar a fim de não desperdiçar nada. Da cabeçorra inchada ainda brotavam algumas gotas que foram rapidamente sorvidas pela gata sedenta por leite.
- Que nota você dá pra performance? - perguntei sorrindo.
Ele me abraçou e fomos tomar banho trocando beijos debaixo do chuveiro. Ao terminar deitamos na cama, eram umas 20hs, conversávamos sobre frugalidades e acabamos cochilando. Ao despertarmos já eram quase 22h. Wagner disse que tinha de ir pro batalhão, e eu também tinha que comer alguma coisa pra dormir.
No dia seguinte fui pra imobiliária de manhã, mas estava ansiosa pelo evento mais tarde. Novata na situação tudo era novidade pra mim. Mas tinha de manter o foco no meu trabalho formal. Participei de duas avaliações de imóveis pela manhã. Tudo na disciplina. Quando eram 14h voltei pra casa pra tomar banho e me preparar.
Pontualmente cheguei à concessionária às 16h. Procurei o tal Fábio que me recebeu com muita simpatia. Explicou que o evento iniciaria às 17h e iria até umas 20:30/21h, dependendo do movimento. Me entregou uma valise com a logomarca da concessionária onde estava a roupa que eu deveria vestir e indicou o local para eu me trocar. Tratava-se de um macacão de lycra branco com a marca da moto que estava sendo lançada. Ocorre que era super justo no corpo, daqueles que marcam tudo. Quando comecei a me despir para vesti-lo, outra mulher adentrou o recinto. Muito falante ela parecia já conhecer os donos da concessionária. Era Renata. Expansiva, nos apresentamos e ficamos conversando. Mulher alta, loira natural de olhos claros, pele bem branca e seios médios, mas que pareciam pequenos em relação ao seu quadril largo, além de uma raba monumental. Baita mulherão!
Quando vesti o macacão, notei que com a lycra esticada, minha calcinha preta - por menor que fosse - ficava bem aparente. Ao notar meu desconforto Renata disse sorrindo:
Ih, Leila! Tira essa calcinha. Mesmo se fosse branca ia marcar do mesmo jeito. Evento voltado a um público predominantemente masculino, é assim… Mas pagam bem e pra mim é isso que importa.
Renata dizia isso retocando a maquiagem. Ao terminar, se despiu completamente, com naturalidade, para em seguida vestir o macacão. Fiz o mesmo, mas só depois retoquei a maquiagem. Ao final subimos em sapatos de salto alto brancos também. Quando saíamos desse vestiário improvisado ela disse:
Olha o que eu te falei, a gente que tem a buceta carnuda e a bunda grande, fica tudo marcado. - Me disse ela apontando pro espelho. E continuou:
Quando o evento estiver terminando, provavelmente eles vão nos chamar pra jantar.
A famosa “esticada” - complementei.
Exatamente! Aí é o momento de você dizer se topa ou não, e quanto é o teu presente. Vou ser sincera, esse é o terceiro trabalho que faço aqui. Eles são de boa e não economizam.
Nossa conversa fluía espontaneamente, era como se já nos conhecêssemos há tempos. Chegando no showroom da loja Fábio e Lopes vieram nos dar algumas instruções. Nossa função seria circular por um stand com as motos novas, entregando panfletos sobre as mesmas com dados técnicos, enfim.
Apesar do evento estar marcado para começar às 17h, a maioria dos convidados chegou após às 18h. Fizemos o que nos cabia enquanto um buffet servia uísque, vinho e espumante. Fábio e Lopes disseram que nós poderíamos pegar, mas só tomei duas taças de espumante. A cada cantada que levávamos, obviamente não foram poucas, eu e Renata comentávamos entre nós discretamente segurando o riso.
Ao final, com a loja praticamente vazia, Fábio e Lopes vieram conversar conosco, perguntaram o que achamos do evento, do público e tal. Eles pareciam satisfeitos. Nos entregaram os envelopes com o cachê em espécie. Papo vai, papo vem, Lopes foi se destacando um pouco conversando com Renata. Fábio e eu seguimos conversando, até que perguntou se eu acordaria cedo no dia seguinte, e se eu topava jantar com ele. Mesmo tendo de estar na imobiliária às 9h, aceitei o convite. Obviamente nesse jantar o prato principal seria euzinha. O tempo todo na conversa ele fazia questão de elogiar minha postura, beleza e perguntou:
Se durante o nosso jantar pintar um clima, como a gente faz?
Entendendo a deixa lhe disse o valor do presente, ele não só concordou como pegou duas taças de espumante para brindarmos. Voltei ao vestiário improvisado para me trocar e Renata estava praticamente de saída. Nos despedimos e trocamos telefones com ela dizendo que me ligaria. Jantei com Fábio e depois fomos para um motel. O sexo com ele foi super tranquilo, diria até que muito burocrático. Sem comparação com as minhas transas com Wagner e Gil, muito menos com as orgias na casa de Celso.
Saímos do motel umas 2h da manhã. Muito educado, ele fez questão de me deixar em casa, e disse que faria os melhores comentários a meu respeito quando falasse com o fotógrafo. Ao fim deitei na cama morta de cansaço e convicta de que o bom da vida é realmente cair nas tentações!