Era um domingo como outro qualquer, a não ser por uma pequena anomalia que cruzara meu caminho. Tudo, mas tudo mesmo, iluminou-se com a chegada daquela mulher de traços elegantes e joviais, que se aproximou e exclamou:
— Boa tarde, senhor. Gostaria de saber se você poderia me dizer onde tem um borracheiro para dar uma solução ao pneu furado do meu carro, que está a uns duzentos metros daqui.
— Hoje é domingo e, infelizmente, o único que tem nesta região não trabalha aos domingos.
— Poxa! Mas o que ele pensa? As pessoas não têm problemas com seus carros? Hoje é domingo, mas não se escolhe o dia em que o pneu fura!
— Veja bem, eu não sou borracheiro, mas acho que posso resolver parcialmente seu problema e, assim, você poderá chegar em segurança até sua casa.
Então, lá fui eu tratar da minha nova experiência, porque eu nunca havia consertado o pneu para uma moça tão bela, que me deixou estupefato com sua beleza estonteante.
Andamos até seu carro e, chegando lá, deparei-me com um Volvo preto que me deixou ainda mais encantado, pois o veículo demonstrava grande personalidade.
Comecei a fazer algumas tentativas, mas só havia uma maneira: trocar o pneu. E foi isso que fiz. Com o pneu já trocado, ela me ofereceu uma carona, e eu aceitei.
Quando chegamos ao meu prédio, paramos. Ao nos despedirmos, nossos olhos se cruzaram e, durante alguns minutos, ficamos conversando apenas com nossos olhares, fortes e ansiosos. Logo que retornamos ao mundo real, nossos lábios se tocaram e, como por encanto, nossas mãos passeavam por nossos corpos. Porém, o que nos trouxe de volta à plena realidade foi um pisão que Laura deu no acelerador, fazendo com que o motor berrasse e nos despertasse daquele beijo inexplicável.
Convidei-a para subir ao meu apartamento para beber algo e, mesmo que ela não quisesse, seu corpo instintivamente já posicionava o carro. Eu já ordenava ao porteiro que abrisse o portão, e ela adentrou o estacionamento. Subimos. Quando entrou, ela foi logo elogiando a decoração e a organização da minha sala.
Novamente, nossos olhos se fixaram e, por uma força oculta, nos beijamos. Toquei mais uma vez naquele corpo sob o leve vestido azul que Laura vestia. Ela, por sua vez, acariciava meus cabelos e dizia que estava ficando louca, que jamais havia estado em situação parecida com um homem antes. Continuávamos a nos beijar e, quando toquei em sua bunda, tive um prazer inenarrável. Porém, meu pau quase explodiu quando toquei seus seios e, ao mesmo tempo, beijei seu pescoço. Levantei seu vestido e pude ver sua calcinha vermelha; aí sim, meu coração palpitou de tanto tesão. Toquei sua buceta por cima da calcinha e fiz movimentos circulares com os dedos, enquanto ela lambia e mordia minha orelha, sussurrando palavras sensuais que me deixavam cada vez mais excitado.
Abaixei-me e beijei sua barriga, que era um templo: durinha e com um abdômen definido. Tudo isso com bastante volúpia e carinho. Cheguei perto de sua virilha e disse:
— Tem certeza de que é isso que quer?
— Sim, faça-me sua e juntos sentiremos um prazer jamais visto antes.
Abaixei sua calcinha bem devagar e pude observar aquela bucetinha linda e bem aparada. Seus fluidos de prazer me mostravam o querer e a ansiedade do seu corpo ao imaginar o toque da minha língua em seu clitóris.
Quando finalmente encostei meus lábios sedentos em sua racha, ela estremeceu em um urro de tesão que nunca vi antes e, instintivamente, jogou seu quadril em direção à minha boca, que procurava percorrer toda a extensão daquilo que o destino havia me dado de presente. Chupei, mordi levemente seu clitóris e disse:
— Minha putinha, eu vou te comer bem gostosinho.
Ela ficou em um frango assado maravilhoso e eu, antes de empurrar minha piroca toda naquela buceta, aproveitei para dar uma boa linguada naquele cuzão que eu, sem dúvida, pretendia comer. Quando lambi seu cu, ela empinou ainda mais para mim e disse:
— Vem, safado, come essa buceta, vem! Mas tem que comer com força.
Então, pus meu pau na entrada da buceta e penetrei com um misto de raiva e carinho, o que fez com que ela me arranhasse as costas e dissesse:
— Vai, putão! Enfia essa piroca com vontade e fode, fode gostoso a minha buceta!
Eu, como sou um rapaz obediente, fiz o que Laura me ordenara. Quando senti o calor daquele vulcão no meu pau, ah, fiquei maluco e empurrei a piroca com uma vontade incrível naquela bucetinha carnuda e apertada. Tão apertada que, ao entrar com força, fiz com que ela desse um grito e enterrasse as unhas nas minhas costas. Acho que não preciso nem dizer que isso me deu ainda mais tesão. Foi um espetáculo tão belo que nem o melhor balé do mundo poderia realizar os movimentos que fazíamos; nossos movimentos tinham tanta sincronia que posso afirmar, sem medo de errar: o que estávamos fazendo ali era sim uma dança!
Após muitos minutos transando daquela maneira maravilhosa, ela deu um tapa na minha cara e disse:
— Me come de quatro, seu puto... Quero sentir essa piroca entrando na minha buceta e você batendo na minha bunda.
Quando ela ficou de quatro, dei umas boas chupadas no seu cu, e ela disse que eu só poderia comê-lo se a fizesse gozar gostoso antes. A transa estava tão boa que, se ela não me desse o rabo, eu não me incomodaria. Porém, tais palavras soaram como um desafio. Então, dei um puta de um tapão em sua bunda e empurrei minha pica com força novamente naquela buceta!
Acho que não era uma questão de entender o momento ou o motivo de estarmos ali, mas simplesmente viver e sentir todo aquele prazer jamais visto, algo nunca aceito na vida de duas pessoas tão sérias: eu, um professor de astrofísica, e ela, uma advogada conhecida por nunca perder uma causa.
Voltando à nossa transa, começamos uma coisa incrível. O coito na posição em que estávamos era muito prazeroso; ela estava sendo dominada por mim, e eu empurrava minha piroca com toda a minha força na buceta suculenta e quentinha daquela mulher estonteante.
Após uns dez minutos na mais intensa penetração, senti seus músculos pélvicos se contraindo no meu pau — sinal de que a mulher estava atingindo o êxtase. Estava gozando comigo, mostrando-se sem pudores com minha rola cravada na chota. Na hora, quis aproveitar cada segundo, cada instante daquilo tudo, pois não tinha a menor ideia se algum dia viveria algo tão inesperado, gostoso e despudorado; enfim, diferente do meu cotidiano monótono e intelectual, no qual sobrava pouco tempo para aventuras amorosas.
Depois de gozar muito na minha rola e até molhar um pouco os lençóis da minha cama, Laura virou-se, beijou meus lábios e disse:
— Coma meu cu, mas vá devagar, pois é a primeira vez que dou para alguém.
Gente, depositei todas as minhas expectativas ali, naquele momento, naquela que seria, sem dúvida, a minha melhor experiência de vida sexual. Não adiantavam morais, pudores; eu apenas tinha que viver a minha realidade momentânea, que era estar com aquela mulher.
Não resisti. Comecei dando chupadas naquele buraquinho e mordidas em sua bunda, preparando tudo para a entrada triunfal da minha rola no cu que me esperava temeroso.
— Vem, não aguento mais. Enfia essa tora toda no meu cu, só vai devagar. Não esquece, eu nunca dei o cu.
Posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cu e comecei a empurrar. Enquanto fazia isso, acariciava sua bucetinha e sussurrava palavras que fizessem com que ela se sentisse gostosa, querida e desejada. Quando metade do pau já estava dentro do cu dela, perguntei se queria que eu parasse um pouco. Ela disse que era para continuar, que estava gostando e que a dor era suportável. Continuei, então. Quando finalmente cheguei ao fundo, disse para ela ditar o ritmo. Ela começou a fazer leves movimentos para a frente e para trás, e eu comecei a entrar em sintonia com eles. O que aconteceu foi uma sincronia total entre mim e ela; quando dei por mim, estávamos no mais perfeito coito que já tive. Nossos corpos suados, nossos perfumes misturados, nossos fluidos formando uma única poção.
Depois de ficarmos nessa penetração por mais de vinte minutos, eu acho, finalmente anunciei o gozo, e ela me chocou!
— Quero na minha boca. Goza na minha cara, deixa eu chupar essa rola gostosa.
Nem pensei duas vezes. Saquei a pica do cu dela e mandei na direção de seu rosto. Ela abocanhou meu pau, toda trêmula. Quando comecei a esguichar os jatos de porra, ela engoliu uma parte, deixou a outra cair no rosto de maneira proposital e espalhou pela cara toda, como se fosse um creme hidratante.
No final, demos um longo beijo e ela quis tomar um banho. Banhou-se, recompôs-se e entrou em seu carro em direção a um destino que desconheço. Não trocamos telefones, não teve nada disso; apenas uma transa maravilhosa para ambos.