o destíno paga sua dívida

Um conto erótico de Diguinho'
Categoria: Heterossexual
Contém 2551 palavras
Data: 10/10/2012 20:04:27
Última revisão: 18/04/2026 15:04:21

Era uma noite comum, sem nada de especial, e eu já me sentia chateado com tanto ócio. Decidi, então, dar uma volta na praça para tomar alguma coisa. Quem sabe, de repente, encontrar algum conhecido, amigo ou amiga; a intenção era conversar, rir e transformar aquele dia monótono em uma noite agradável e divertida.

Tomei um banho, passei um perfume, vesti uma bermuda e uma regata, pois fazia muito calor no Rio de Janeiro. Peguei as chaves do carro e me dirigi à praça. Chegando lá, fui dar uma volta na esperança de encontrar companhia para conversar e beber um pouco.

Quando passei em frente a um bar, escutei alguém chamando meu nome.

— Diguinho! Diguinho! Vem cá...

Ao parar para tentar identificar a pessoa, tive uma surpresa que quase fez meu coração parar ali mesmo. Gelei. Fiquei estático, sem saber como me comportar. Quem me chamara era Patrícia, uma ex-namorada da época do ensino médio. Nosso relacionamento não teve futuro na época porque brigávamos muito, o que nos levou à decisão de terminar. Digo que a decisão foi conjunta porque não houve briga no momento do término — algo até curioso, já que vivíamos brigando enquanto juntos —, mas o fim foi rápido e sem maiores problemas.

Virei-me e fui até Patrícia, que estava sentada sozinha — provavelmente esperando alguém, pensei.

— Olá, Pati, tudo bem? Quanto tempo...

— Oi, garoto. É verdade, muito tempo! Você desapareceu, nunca mais deu notícias...

— Ah, é... É que...

— Não, não precisa falar nada, seu bobo. Eu sei que, geralmente, as pessoas que terminam se afastam. Falei isso só para ver essa sua carinha de vergonha que eu sempre achei uma gracinha.

— Sua chatinha... Você adora mesmo me fazer corar. E aí, o que tem feito?

— Trabalho em uma empresa que realiza cruzeiros de luxo. E você?

— Sou professor, ou seja, sou pobre...

— Pobre? Nossa, eu não sabia que pobres tinham condições de comprar um carro desses que você estacionou ali.

Eu ri. Ficamos parados, olhando um para o outro, até que perguntei se ela estava sozinha. Respondeu que sim; havia parado ali para beber e ouvir boa música, já que o bar tocava rock nacional e internacional, estilo que ela curtia bastante.

— Di, senta aí. Vamos conversar, afinal, nem sei se ainda nos conhecemos... São tantos dias longe.

Sentei-me e engatamos um papo animado. Ela me contava sobre a profissão, as viagens, o lugar onde morava, e eu ouvia tudo com entusiasmo e atenção. Falei um pouco de mim também, da minha carreira como professor em algumas instituições renomadas, e ela demonstrou o mesmo interesse pela minha narrativa. Já meio alegrinhos, decidimos sair dali. Fomos sentar em outro lugar, pois eu disse que estava faminto e queria comer algo, e que ali não havia nada que me agradasse naquele momento.

Confesso que eu não tinha segundas intenções. Pelo menos nada sexual passava pela minha cabeça; afinal, quando namoramos, nunca passamos de beijos e amassos.

— Vamos para onde? — perguntei. — Pati, vamos a uma churrascaria?

— Churrascaria? Ah, não sei. Acho melhor irmos a outro lugar; churrasco pode ser pesado a esta hora.

— Então qual é a sua sugestão?

— Vamos até o meu carro, eu te levo.

— Ué, mas e o meu carro? Como faremos?

— Depois eu volto aqui para te deixar, você pega seu carro e vai para casa.

Fomos parar num restaurante muito bonito e discreto, que Patrícia conhecia, a alguns quilômetros dali. Ela logo foi dizendo que eu iria amar a paella que serviam.

Após fazermos o pedido, continuamos conversando amenidades. Por força do hábito, e com aquela velha mania do brasileiro de falar gesticulando e tocando, acabei tocando em suas coxas. Não sei se mencionei antes, mas ela vestia uma saia preta que cobria as pernas apenas quando estava em pé; ao sentar-se, as pernas ficavam totalmente à mostra, embora estivessem debaixo da mesa, o que não a tornava vulgar.

Quando toquei sua perna, senti que ela se arrepiou.

— Que sustinho você me deu... — disse ela.

— Não sabia que quem leva susto fica toda arrepiada assim.

— Ah, é que eu fico.

— Fica nada! Você arregalou os olhos, mas não ficou assustada. Acho que ficou foi com outra coisa.

— Você é bobo, Di. Não fiquei nada.

Decidimos pedir um Cava para bebermos enquanto conversávamos e saboreávamos a paella.

Ficamos altos por conta da bebida. Começamos a abrir mais o jogo e o papo tomou um rumo animado e tendencioso, muito sexual. Ela falava de suas experiências, eu falava das minhas...

Em dado momento, levantei-me para ir ao banheiro e precisei me escorar nela devido aos efeitos do álcool. Foi assim que passei a mão em seus cabelos macios e muito cheirosos.

Quando voltei à mesa, comentei o quanto havia gostado do cheiro dos cabelos dela. Ela sorriu, agradeceu, e eu reparei que ela ainda usava o mesmo perfume.

— Nossa! Você ainda se lembra?

— Se lembro... Como posso esquecer? Nós nos conhecíamos tanto no passado. Claro que eu não poderia esquecer o cheiro da garota que foi tão importante para mim.

— Poxa, Di. Fico até sem graça.

— Não fique. É a mais pura verdade.

Ela se aproximou, cheirou meu pescoço e disse:

— É... O perfume de que eu tanto gosto ainda continua aqui.

Continuamos conversando e, devido à proximidade, um beijo leve, doce e cheio de carinho aconteceu. Como no passado, o primeiro beijo demonstrou o afeto que sentíamos um pelo outro. Mas, a partir daí, a coisa começou a esquentar. Os beijos foram ficando cada vez mais intensos, minhas mãos já percorriam suas pernas e minha ereção estava evidente dentro das calças.

— Por que não saímos daqui? — sugeri.

— Di, eu não te contei algo importante. Não sou mais solteira, sou noiva. Isso foi um erro.

— Ué, noiva? Então o que fazia ali no bar sozinha e com cara de triste?

— Briguei com ele, mas não quero tocar nesse assunto.

Continuamos conversando. Parecendo contraditória, era Patrícia quem agora passava as mãos em mim enquanto falava e, logo em seguida, aproximou-se novamente e me beijou.

Aí, não perdi tempo. Pedi a conta e saímos dali.

Quando ela se deu conta, eu já estava dirigindo o carro dela e estacionávamos na porta de um motel — o mesmo motel onde, quando jovens, combinávamos de ter nossa primeira vez.

— Nossa! Esse motel?

— Sim, esse. Lembra que combinamos de ter nossa primeira vez aqui?

— Sim, sim... Mas, Di, eu não...

— Fica relaxada. Ninguém aqui vai fazer nada pela primeira vez, mas eu e você, sim, estaremos juntos pela primeira vez. É o passado pagando sua dívida.

Pedi uma suíte. No fundo, eu havia planejado não forçar nada, deixar que ela fizesse o que quisesse, quando quisesse e se quisesse. Mas, para minha surpresa, assim que entramos e a porta se fechou, ela me agarrou e disparou:

— Caralho, seu puto! Já que vou trair o filho da puta que me faz de chifruda, quero fazer com maestria. Você vai fazer o que eu quiser dentro desse quarto, entendeu?

— Sim, entendi. Serei seu escravo.

Acho que ela entrou mesmo na personagem. Deu-me um tapa estalado na cara, jogou-me na cama e começou a beijar minha boca sofregamente. Nossos corpos se esfregavam, minha respiração estava ofegante, e nossos lábios já buscavam explorar outras partes.

Coloquei a mão por baixo da sua saia, acariciando aquelas coxas do jeitinho que eu realmente queria. Para o meu deleite, cheguei à calcinha, e que calcinha! Era branca, minúscula atrás, cavada. Ela segurou meu pau por cima da bermuda e disse que era um belo cacete, que queria ver se era tão bom quanto parecia. Quando alcancei sua bucetinha com os dedos, ela ficou louca, deu uma mordida na minha orelha e gemeu gostoso no meu ouvido.

— Caralho, seu puto, hoje eu tô virada no caralho! Quero ver você aguentar comigo.

— Eu não vou falar, prefiro fazer. São atitudes que movem o mundo.

Levantei-me, tirei a saia e a blusa dela, deixando-a apenas de calcinha e sutiã. Ver aqueles seios redondinhos e aquela bunda gostosa era muito para mim; afinal, há dez anos, tentei de tudo e não consegui convencê-la a perder a virgindade comigo.

Dei uma mordida em seu pescoço, livrei-me do que me atrapalhava e iniciei imediatamente uma chupada gostosa em seus seios, alternando entre os dois. Mordiscava os bicos, passava a língua. Fui descendo pela barriga e, quando cheguei à intimidade daquela maravilha de mulher, dei um sorriso. Abri bem suas pernas e dei um beijo na sua buceta por cima da calcinha. Patrícia deu um gritinho de quem estava transbordando de tesão e mandou que eu tirasse logo aquilo, pois queria minha boca nela.

— Não, não me torture mais, eu preciso, eu quero... Tira logo minha calcinha e chupa minha buceta, caralho!

Tirei a calcinha, cheirei, mexi com os dedos. Ela, por sua vez, rebolava, tentando fazer meus dedos penetrarem, mas eu sabia que ainda não era o momento.

Depois de brincar bastante ali, observando o rosto de pura luxúria de Patrícia, comecei uma chupada forte. No primeiro chupão, acompanhado de uma lambida firme em seu clitóris, ela gozou forte. Gozou gritando:

— Caralho! Por que esperar tanto tempo? Dez anos pra gozar desse jeito! Puta que pariu! Que delícia, Di! Chupa, mais, mais, mais...

Após o clímax, veio a exaustão. Ela ficou molinha, de olhos fechados, curtindo cada momento, completamente imersa em um mundo só dela. Eu não sabia se devia interromper aquilo... Afinal, um homem de verdade se sente realizado ao ver uma mulher satisfeita e feliz após um gozo.

Passados uns três minutos, enquanto eu a observava em pé, já completamente nu, ela abriu os olhos.

— Quem mandou você tirar a roupa? Eu iria fazer isso.

— Desculpe, putinha, mas é que não aguento mais esperar.

— Fala de novo...

— O quê?

— Me chama de puta, chama!

— Sua puta! Puta! Puta!

Patrícia virou-se, segurou firme no meu pau e começou uma chupada deliciosa que, claro, levou-me à loucura. Chupava gostoso, passando a língua por toda a extensão, pelo meu saco, sugando com vontade. Eu, obviamente, estava fora de mim.

— Vai gozar na minha boquinha? Vai encher ela de porra?

— Caralho, Pati, você se transformou em uma putinha mesmo...

— Não, não... Nunca ninguém gozou na minha boca, nunca fiquei sem camisinha com ninguém... Mas hoje vou dar pra você do jeito que sempre quis dar para um homem de verdade. Cala a boca e só sente a minha chupada.

E como era gostosa... Eu me contorcia, gemia, urrava — nem sei o que fazia, pois o prazer era incrível, quase transcendental. Quando o gozo veio, foi forte. Posso afirmar com toda a certeza que nunca havia sentido algo com tanta robustez. Ela engoliu uma parte, e a outra espalhou pelo rosto, como se fosse um creme de beleza.

Fomos tomar banho, e foi aí que começamos a conversar de verdade. Ela contou que o noivo a havia traído; que descobrira a traição e nunca mais queria sentir a dor que sentiu ao ler todas aquelas mensagens no celular dele. O rapaz prometia à amante que terminaria com Patrícia em breve, mas tinha medo das consequências, pois a amante era sua chefe na empresa e poderia arruinar sua carreira. Ou seja, ele estava com ela apenas por interesse.

Ao ver a tristeza tomar conta do rosto dela, fui rápido. Beijei sua boca, acariciei seu rosto e disse:

— Ei... Pra que se preocupar e lembrar disso agora? Eu estou aqui, quero ficar com você. Quero te fazer feliz, nem que seja por uma noite, para você esquecer esse rapaz.

— Verdade, Di. Você é um anjo. Eu adoro sua companhia, desde quando éramos namoradinhos de escola.

Continuamos a conversar e a nos beijar carinhosamente, até que os beijos voltaram a esquentar. As mãos retomaram o passeio do prazer pelo corpo, e decidimos voltar para a cama. Lá, iniciamos um meia-nove delicioso. Quando dei por mim, já estava pegando uma camisinha para transar com ela, mas foi então que ela me tranquilizou, dizendo que não tinha nenhuma doença.

— Me come sem camisinha. Eu tomo remédio, não tem perigo. E é claro que você não vai me passar nada, seu putão.

— Não, não vou passar nadinha. A não ser muita porra que vou jogar dentro dessa buceta.

A transa começou no estilo frango assado. Penetrei com calma, sem querer ir com violência, mesmo com cada centímetro do meu pau querendo entrar com força. Foi então que ela gritou:

— Mete com força, porra! Mete essa rola com raiva na minha buceta! Quero ver você metendo que nem homem em mim.

Homem desafiado vira bicho. Cheguei o corpo para trás e, quando voltei, fui como um cavalo furioso. Meti com força, arranquei um grito dela, levei arranhões nas costas... Enfim, foi uma metida de luxo.

As estocadas foram firmes, fortes e velozes. Após algum tempo, com a cama já molhada de suor, gozamos juntos. Ficamos ali, abraçados e nos beijando, como se fôssemos um casal de namorados. Havia um afeto genuíno ali, algo que, conversando depois, concordamos não entender o porquê naquele momento.

Patrícia adormeceu no meu peito, e eu a acompanhei em seu devaneio sonolento. Quando despertei, estava sendo chupado por uma boquinha curiosa e muito empenhada. Minha rola endureceu na hora, o fogo voltou queimando tudo. Não posso deixar de dizer que, ao ver aquilo, senti-me um macho de primeira: alguém que não só era capaz de ter um desempenho elevado, mas também de satisfazer plenamente sua fêmea.

— Di, você vai comer o meu cu. Mas cuidado, eu nunca dei pra ninguém, e você vai ter que ir com calma.

Caralho, aquilo soou como o Concerto para o Imperador, de Beethoven. Fui logo colocando-a de quatro e comecei a chupar sua buceta com vontade. Passava a língua em seu cuzinho, e ela se arrepiava toda.

Ela pegou meu pau, cuspiu na ponta, chupou e, com a cara mais safada do mundo, ordenou:

— Põe no meu cu, põe...

Posicionei a pica na entrada e fiz força para penetrar, mas era apertado; foi preciso ainda mais força. Quando rompi a barreira, os olhos dela marejaram, mas ela começou a tocar meu saco e, em seguida, a se masturbar. Pediu-me para colocar tudo até o fundo com calma, e foi o que fiz. Fui introduzindo até sentir meus pelos pubianos encostarem na sua bunda. Parei para que ela se acostumasse e, então, comecei a me mexer com calma, dando estocadas curtinhas. Esse povo que diz que bota no cu da mulher como se fosse buceta mente muito; a mulher não aguenta assim, ainda mais sendo a primeira vez. Quando percebi, já estava estocando mais forte, e Patrícia gemia de tesão, demonstrando estar gostando daquela penetração sodomizadora.

Louco de prazer, gritei que ia gozar. Ela virou-se de frente para mim e mandou que eu gozasse nos peitos dela. Como sou muito obediente, fiz o que minha linda ex-namorada pediu. Nisso, ela tocou a própria bucetinha e acabou gozando junto comigo. Pegou meus dedos, colocou-os na minha boca, e eu os chupei com vontade. Novamente, ela pegou a porra espalhada em seu peito e passou sobre o próprio corpo.

Já era tarde. Fomos tomar banho e Patrícia me deixou na praça para que eu pudesse pegar meu carro e me preparar para dar aula dali a duas horas.

Trocamos telefones e e-mails, e acabamos voltando a namorar. O relacionamento durou mais um ano, terminando apenas porque Pati foi morar na França.

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Comentários

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Muito boa a narrativa..rica em detalhes..parabéns!

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Ahhh fiquei com dó de vc pois ficou sem ela.... Mais é a vida né! Estou ficando apaixonada por seus contos bjsss 10

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Nossa maravilha de conto amigo, muito bem escrito...gostei muito.

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