Juliana

Um conto erótico de fernando
Categoria: Heterossexual
Contém 3940 palavras
Data: 19/10/2012 01:21:20
Última revisão: 18/04/2026 15:12:12

Mais uma vez, eu me preparava para dar aula. Como de costume, acordei pela manhã, fui até a cozinha, coloquei o café para preparar e fui me banhar enquanto aguardava meu vício cafeinado, que me provoca a sensação de um dia produtivo. Logo depois, fui me arrumar e organizar os últimos detalhes em minha pasta para que não faltasse nada. Coloquei os textos das disciplinas que lecionaria naquele dia, verifiquei se as monografias que estava corrigindo estavam ali e, após revisar tudo, levei a pasta até o carro. Deixei-a no banco traseiro, o lugar cativo de minha pasta de couro envelhecido, que comprara em uma de minhas viagens à Argentina. Depois de tomar o café, dei um beijo em minha cadelinha, minha amiga de muitos anos. Sabendo que eu ia trabalhar, ela foi dormir em sua casinha, e eu fui tirar o carro da garagem.

No caminho para a universidade, parei num semáforo e, quando ia arrancando com o carro, ouvi uma voz me chamando:

— Professor! Professor!

Quando olhei para o lado, vi que era uma de minhas melhores alunas. Cumprimentei-a sorrindo. Ela perguntou se eu estava indo para a universidade e confirmei. Então, pediu-me uma carona, pois estava indo para lá também.

Não me opus. Afinal, Juliana era uma moça estudiosa, discreta e não tentaria se aproveitar da minha bondade; provavelmente, apenas estava atrasada.

Ela entrou e fomos conversando pelo caminho, enquanto enfrentávamos algumas retenções típicas do Rio de Janeiro pela manhã.

— Juliana, como vai o curso? Está gostando?

— Vai muito bem, professor. Estou gostando sim. É meu terceiro período e já começo a me interessar até em fazer pesquisa, quem sabe um projeto de iniciação científica...

— Sim, sim... Deve se interessar mesmo. É um ótimo impulso para a sua carreira, haja vista que, se você pretende fazer uma pós-graduação um dia, isso contará muito.

E lá fomos nós, conversando. Fui orientando-a sobre como fazer um projeto, explicando que ela deveria procurar um professor que tivesse uma linha de pesquisa próxima à dela, e coisas do tipo.

Eu nunca havia notado com atenção, mas Juliana era uma mulher muito bonita e atraente. Era morena, tinha os cabelos cacheados bem pretos na altura das costas, seios de médios para grandes, mas bem empinados, e um bumbum que, ao observar melhor, notei ser bem redondinho. Não era nenhuma "mulher melancia", muito pelo contrário; era uma bunda bonita, redondíssima mesmo.

— Professor, o senhor conhece algo sobre História do Direito?

— Sim, minha monografia, minha dissertação de mestrado e minha tese de doutorado são em História do Direito. Por quê?

— É que eu me interesso muito pela área.

Juliana provavelmente não sabia, mas, ao contrário de seus outros professores, eu não era advogado, era historiador. Lecionava apenas uma disciplina para o curso de Direito, que era justamente História do Direito, a qual ela não estudara comigo. Eu havia dado aula para ela em uma disciplina eletiva: O Direito Brasileiro e a Formação da Nação.

— Então foi por isso que o senhor deu aquela disciplina pra gente?

— Sim, foi por isso. Senão, como daria uma disciplina que é história pura?

— É... E como daria uma disciplina que reprovou quase a turma toda?

— Não, eu não reprovei ninguém. Eles é que se reprovaram, Juliana. Ninguém queria nada, nunca liam os textos. Na minha prova, só passa quem estuda. Se eu me empenho em dar uma boa aula, posso fazer uma cobrança rigorosa na avaliação, pois estou preparando vocês para um mundo que não dá espaço para erros e para profissionais incapazes de dar o máximo. Mas, sinceramente, não sei por que está me dizendo isso, se você passou na minha disciplina com boas notas.

— Não disse em tom de crítica. Longe de mim querer ofendê-lo, professor.

— Relaxa, mocinha, não é assim que me ofendem. Pode ficar tranquila, sou cobra criada, não me espanto com essas coisas e não percebi intenção de ofensa em suas palavras. Só perguntei mesmo.

— Ah, é que os alunos ainda lamentam pelos corredores. Gente perdeu bolsa, gente teve uma baixa no CR...

— Poxa, lamento. Não posso fazer nada a não ser lamentar junto com eles, pois foram responsáveis pela nota que tiraram. Ainda mais quando fui bem claro no início do curso ao dizer que o conteúdo era extenso e exigiria dedicação, pois teríamos que dar conta de muita coisa em apenas um período.

O papo rumou para outros assuntos, até que ela viu um escudo do Flamengo, meu time do coração, num chaveiro pendurado no retrovisor.

— O senhor tem bom gosto para times de futebol. Acho que é por isso que é um bom professor.

Ri daquilo e disse a ela que eu sabia escolher tudo muito bem em minha vida, mas que o Flamengo não era uma escolha, era uma vocação; não é você quem escolhe o Flamengo, é o Flamengo quem o escolhe para ter a honra de vestir o manto sagrado que distribui tantas alegrias por aí.

Chegamos à universidade e fui logo estacionar o carro, pois já estava em cima da hora para dar aula naquele começo de semana. O tempo estava fechado, com o céu encoberto por nuvens carregadas e a constante ameaça de uma chuva forte a qualquer momento.

Dei minhas aulas — tinha apenas duas turmas pela manhã — e fui até a minha sala para organizar algumas coisas e revisar as monografias nas quais eu era orientador ou membro da banca. Nem vi o tempo passar; já passava das 14h e eu ainda não havia almoçado.

Quando cheguei à praça de alimentação da universidade, vi Juliana sentada. Sua expressão era meio triste, mesmo tendo no prato uma bela panqueca e uma salada crua que ela parecia estar apreciando.

Ao me ver, ela fez um sinal para que eu me sentasse. Não vi problema algum, já que ela era a única pessoa conhecida ali e, pelo adiantado da hora, os outros professores já haviam almoçado. Para não comer sozinho, fui desfrutar de sua companhia. Era sempre agradável; apesar de ser aluna, Juliana era uma pessoa bacana e não fazia o tipo que tenta se aproximar do professor para usar essa amizade como status no convívio universitário.

— Só na panquequinha, hein...

— É que estou me sentindo meio gorda e prefiro não exagerar. Mas confesso que estava de olho nessa carne com molho de alho-poró e purê de batatas que o senhor está comendo. Mas não posso, tenho que controlar a boca.

— Vocês, mulheres... Sempre querendo perder um ou dois quilos. Nunca vi!

— Ah, mas é que estou uma baleia!

Eu ri e disse que ela não sabia o que estava dizendo.

— Juliana, sua forma física está ótima, não deveria se preocupar com tamanha besteira.

— É sério que acha a minha forma boa?

— Sim, está ótima. Você não deveria ficar se matando em privações alimentares, já que possui um corpo muito bonito, que fica ainda mais evidente com os traços de um rosto belo e jovial.

— Poxa... Agora ganhei o dia. Eu realmente precisava escutar algo assim.

— Por quê? Aconteceu alguma coisa? Notei que você estava com uma carinha triste quando cheguei.

— É o meu namorado. Ele sempre me fala coisas horríveis, atitudes que estão me fazendo desistir de levar adiante essa relação de mágoas e rancor.

— Nossa! Fiquei até assustado agora. Não sabia que uma moça tão tranquila como você passava por problemas desse porte.

— Ah, mas não vou ficar enchendo o senhor com a minha vidinha chata. Pela pilha de papéis que vi no banco de trás do seu carro, o senhor deve ter muito mais o que fazer.

— É, eu realmente tenho muita coisa para fazer. Estou preocupado, pois tenho notas para lançar, monografias para corrigir... Enfim, estou cheio de trabalho. Mas, se perguntei, é porque quis saber. Não me incomodo em saber o que está acontecendo com uma aluna que sempre foi tão bacana comigo e que foi uma das melhores que já tive.

— Sério? Fui uma das suas melhores alunas?

— Sim, foi. É uma aluna com um futuro brilhante e tem muito a contribuir para o Direito.

— Professor, na verdade, eu não gostaria de ser advogada. Só escolhi o Direito pela segurança que a profissão oferece.

— E o que você gostaria de ter feito, na verdade?

— História. É um grande sonho, sempre gostei de história.

— Por isso foi sempre tão dedicada e competente em minhas aulas.

O papo foi ficando interessante. Juliana já havia deixado a tristeza de lado, sorria com frequência e parecia ter esquecido qualquer problema que a perturbasse. Ficamos ali sentados. Ao me ver comer, ela disse que não resistiria e que iria pegar um pouco da carne e do purê, pois não era justo ficar com toda aquela vontade.

Quando ela voltou, conversamos por mais um tempo. Quando demos por nós, já passava das 16h. Perguntei se ela não tinha aula, e ela disse que só teria a partir das 18h30.

— Bom, Juliana, eu vou para a minha sala. Tenho que terminar uns trabalhos e tentar ler pelo menos as monografias que estou orientando. Preciso mandar as correções para os alunos melhorarem e me devolverem, pois a defesa já está chegando.

— Tudo bem, professor. Não se preocupe. Eu vou para a biblioteca, devo ler um pouco por lá.

Não sei exatamente o porquê da minha atitude, mas chamei Juliana para ir até a minha sala. Disse que, se quisesse, poderia ficar estudando lá.

— Lá na sua sala, professor?

— Sim, tem ar-condicionado. Creio que estará bem mais confortável do que a biblioteca.

Em minha sala, possuo alguns itens que deixam a rotina mais fácil; paguei do próprio bolso para torná-la mais agradável, já que passo muitas horas por lá. Tem TV, ar-condicionado e um pequeno frigobar que costuma ter suco, água, refrigerante e até mesmo uma garrafa de vinho para quando recebo algum professor de outra universidade ou quando convoco reuniões. Tenho também um tapete onde você pisa e os pés afundam, de tão macios que são os pelos.

Quando chegamos, Juliana só não sabia de um detalhe: para entrar na sala e pisar no meu tapete, a pessoa, obviamente, precisava tirar os sapatos. Detesto que tragam a poeira da rua para cima dele.

— Juliana, cuidado. Não vá pisar de sapatos no meu tapete, hein.

— Professor, eu ia perguntar isso mesmo: se poderia ficar descalça. É um tapete tão bonito, tão limpinho...

Juliana tirou os sapatos, e pude observar que a mocinha tinha pés muito delicados e bonitos. Pareciam ser bem tratados, com unhas impecáveis e bem cuidadas.

Ela percebeu que eu estava olhando para os pés dela e comentou:

— Gostou da minha unha, professor?

— Sim, gostei. Sempre olho para os pés das mulheres que tiram os sapatos à minha frente. É mania de infância.

Fiz sinal para que Juliana se sentasse à mesa lateral, e ela prontamente atendeu. Fui sentar-me à mesa do fundo, estrategicamente posicionada no meio, o que me proporcionava uma visão completa da sala e de qualquer pessoa que ali estivesse.

Comecei a folhear alguns documentos, olhando para a pilha de papéis sobre a minha pobre e desesperada mesa. Se ela fosse um ser animado, diria que sou um idiota por deixar tanto peso ali — para se ter uma ideia, havia material de dois semestres anteriores.

Não pude deixar de observar Juliana, que estava com um livro na mão. Como mencionei, eu tinha o privilégio de ver claramente as pessoas na sala, mas elas nem sempre conseguiam me ver com a mesma nitidez. Minha mesa ficava ao fundo, onde a iluminação era propositalmente mais fraca para desviar a atenção dos meus orientandos. Notei que ela tentava olhar para o fundo da sala, provavelmente tentando ver o que eu estava fazendo. Não sei por quê, mas aquilo me causou um forte entusiasmo.

— Juliana, precisa de alguma coisa?

A menina assustou-se com a pergunta. Vi seus olhos se arregalarem, mas respondeu com a segurança de quem acabara de ser pega em flagrante.

— Não, professor. Estou bem, obrigada.

Ficamos no mais profundo silêncio. Acho que quase uma hora se passou até que eu o quebrasse. Levantei-me e fui em direção à minha vasta coleção de livros, distribuída em várias prateleiras pela sala. Olhei, olhei, olhei... Queria me distrair. Estava de pau duro. É, pasmem, mas eu estava com uma ereção evidente só de ver Juliana ali; a proximidade e a sensualidade que a moça exalava mexeram comigo.

— Procurando algo?

— Não, não... É que estou querendo ver se acho um texto para incluir na bibliografia de um curso que vou montar no próximo semestre. Mas acho que não está aqui.

— Qual é o nome?

Após a pergunta, Juliana já estava ao meu lado, pronta para ajudar. E quando ela se abaixou para olhar em uma prateleira rente ao chão...

Nossa, eu fui ao céu! Minha rola estava duríssima e eu não tinha como esconder, pois vestia calça social. Como muitos já sabem, a calça social revela sempre mais do que nós, homens, gostaríamos. Mas, quando são as mulheres que a vestem, a revelação torna-se um carinho aos olhos masculinos.

A cena a seguir foi ainda mais constrangedora.

Juliana levantou-se com o livro na mão, olhou no fundo dos meus olhos e declarou:

— Professor, vocês, homens, não são nada sem nós, mulheres.

Meu silêncio piorou a situação. Ela ficou com a mão estendida, e eu nem fiz menção de pegar o livro que ela, tão gentilmente, havia procurado para mim.

— Professor, o livro.

— Ah, é, hum... Obrigado.

— Aconteceu algo? O senhor ficou tão aéreo...

— Como assim? Do que você está falando?

— Ficou meio perdido, longe, por alguns minutos.

— Ah, não, é que... Não é nada, esqueça.

Juliana continuava me fitando. Eu, muito desconcertado, tentava me recompor, mas minha calça não tinha a mesma intenção. Juliana disparou na lata:

— Nossa, isso aí na sua calça é vontade de mijar, ou ficou assim por me ver abaixar para pegar o livro?

— O que é isso, Juliana? Está passando um pouco dos limites, não acha?

— Não, professor, não estou. O senhor apenas veio pegar um livro, eu vim ajudar e me abaixei para procurar, o que, provavelmente, o deixou excitado. É normal, relaxa.

Fiquei completamente sem ação; não esperava uma direta daquelas.

— Juliana, pode até ser que sim, mas já adianto que é algo condenável. Sou um professor conhecido e minha ética profissional sempre foi impecável.

— Cadê a falta de ética? Se o senhor não olhasse, se não notasse algo em mim, aí sim seria condenável; estaria se comportando feito um viadinho.

Após o rompante de correr o risco de ser expulsa dali, Juliana ainda deu uma gargalhada discreta, olhou nos meus olhos mais uma vez e voltou a encarar o volume na minha calça, que não diminuía por nada — acho que até aumentou.

— Professor, vá ao banheiro. Isso aí pode causar estragos, hein!

— Menina, você é bem sapequinha... Não é vontade de ir ao banheiro, não.

— É? Hum... Então é vontade de quê?

Foi quando cometi a loucura. Puxei Juliana pela cintura, trouxe-a para perto e respondi:

— É vontade disso aqui.

Dei-lhe um beijo longo, que começou lento, explorando o gosto de ambos. Aos poucos, o beijo foi ficando mais quente e intenso. Meu pau endureceu ainda mais, e fiquei chocado quando foi ela quem passou a mão sobre ele, dizendo:

— Nossa, que delícia... Um pauzão desse tamanho por minha causa...

Coloquei a mão na bunda dela. Caralho, que tesão! A bundinha era muito redondinha, eu adoro bundas assim, e é claro que ela percebeu, pois começou a rebolar na minha mão. Quando passei a mão em sua barriga, não aguentei: levantei sua blusa até expor os seios, que eram uma maravilha. Comecei a brincar com os mamilos e logo caí de boca neles, arrancando um gemido que eu jamais imaginaria ouvir daquela garota tão compenetrada nos estudos.

— Isso é um erro... Eu não posso, sou seu professor...

— Cala a boca e continua, porra! Eu nunca pensei que teria essa oportunidade um dia, e você não vai estragar agora. Vai me comer do jeito que eu quiser e como se deve comer uma mulher. Quero ver se, além de um dos maiores intelectuais que conheço, você também sabe se comportar como macho com uma mulher como eu. Aquele filho da puta do meu namorado não me deu valor; agora vai ser corno com o homem que eu sempre desejei em segredo.

Nesse momento, eu já tinha os seios de Juliana na boca e os chupava como se fossem o sorvete mais saboroso. Dava mordidinhas nos bicos, alternava entre um e outro, beijava o espaço entre eles, lambia toda a extensão e ganhava um prêmio: as mãos dela forçando minha cabeça contra o próprio peito e seus gemidos de prazer.

Juliana afastou-se ligeiramente, deu-me um beijo longo na boca e sussurrou, lambendo minha orelha:

— Tira essa calça. Vou te mostrar do que uma mulher de verdade é capaz de fazer com um homem como o senhor: que é o maior safado, mas esconde o macho que tem aí dentro só para não perder o que a carreira lhe deu. Anda logo, deixa eu ver essa rola.

Quando abaixei as calças, Juliana tirou minha cueca e pegou diretamente no meu pau. Ao sentir a mão quente e macia dela, ele deu um pulo, pulsando, até que ela caiu de boca. Foi engolindo devagar, beijando a cabeça, fazendo barulhos salivados. Depois, foi aprofundando com aquela carinha safada. Antes de colocar tudo na boca, ainda passou a rola pelos lábios como se fosse um batom. Sugou, tirou da boca, cuspiu, colocou de novo e começou a enfiar até o fundo, a ponto de eu sentir como se meu pau estivesse sendo literalmente engolido. Um leve reflexo de ânsia se fez presente nela, mas Juliana sorriu e disse:

— Porra, com uma rola dessas, eu até me supero... Consegui quase tudo, viu?

— Vi, minha putinha.

— Caralho, agora sim! Já está começando a me agradar. É isso aí, se comporte como macho, porra!

— Sua piranha, vou te comer até você pedir arrego.

— Antes de prometer, vá fazendo. Não diga o que, de repente, não possa cumprir. Pode começar chupando a minha buceta.

Abaixei-me para chupá-la ali em pé mesmo, mas ela me afastou. Pegou-me pela mão, sentou-se na mesa do canto e mandou que eu chupasse. Quando eu estava prestes a cair de boca naquela bucetinha completamente depilada, ela mandou parar.

— Não. É melhor no tapete. É nesse tapete que vou deixar a minha marca de fêmea, e você nunca mais vai me esquecer.

Fomos para o tapete e comecei a chupar sua buceta. Passei a ponta da língua de baixo para cima num movimento firme e suave, o que a enlouqueceu e a fez gemer alto. Afundei a língua, beijando, mordendo e penetrando aquele buraquinho. Em poucos minutos, arranquei de Juliana um gozo intenso, cheio de palavras desconexas e muitos palavrões.

Quando se recompôs, olhou no fundo dos meus olhos e disse:

— Foi a primeira vez que gozei na vida. Você acredita?

— Não, não... Não posso acreditar nisso.

— É verdade. Pode acreditar, meu querido.

— Ué, mas e o seu namorado? Nunca aconteceu isso entre vocês?

— Sim, transamos, mas o babaca nunca me fez sentir isso. Minhas amigas ficavam falando o tempo todo sobre prazer, sobre adorarem chupar um pau e gozar por horas, e eu não podia simplesmente dizer que o bestão não sabia tratar uma mulher na cama. Por falar nisso, vem cá. Quero ver essa pirocona de novo.

Juliana voltou a chupar meu pau com volúpia, mas, como ela já havia feito isso, o que eu queria mesmo era atolar a rola naquela buceta até o fundo. E não me fiz de rogado.

— Juliana, sua boquinha é muito gostosa, mas o que eu quero agora é comer a sua bucetinha, porque já não aguento mais.

— Quer me comer, é, seu putão?

— Não só quero, como vou te comer, sua puta.

— Me chama de puta de novo!

— Puta! Puta! Piranha, vou fazer você ficar com as pernas bambas.

— Caralho, você me surpreende. Nunca pensei que ouviria essas palavras saindo da sua boca. Me foda, meu macho gostoso.

Coloquei a moça de quatro e dei um tapa forte na bunda dela. Brinquei com o pau na entrada da sua racha e dei uma estocada firme, mas sem machucar. Juliana gritou.

— Não grite tanto, putinha. Pode despertar a curiosidade de alguém.

— O que eu mais queria é que soubessem que sou a privilegiada levando rola do macho mais quente daqui, que vive se fazendo de bobinho.

Continuei metendo num sexo alucinante. O prazer foi tanto que ela gozou gritando intensamente, chegando a chorar no clímax da excitação.

Não dei tempo para o pau amolecer. Continuei fodendo num ritmo forte, o que a fazia gemer. Parecia que ela já havia se recuperado e que o tesão voltara, pois começou a jogar as ancas para trás. Então, ela mesma tirou meu pau da buceta e exigiu que eu gozasse na sua boca.

Iniciamos um frango assado, e a vontade de gozar veio como um furacão. Anunciei que iria ejacular e Juliana ajoelhou-se à minha frente, abriu a boca e abocanhou tudo. O gozo foi tão forte que eu não aguentei e soltei um grito estridente. Foi tão alto que a professora Margarete, da sala ao lado, perguntou se estava acontecendo algo.

— Não, Margô... Foi um susto com algo que eu pensei ser uma barata.

— Hahaha! Que é isso, hein? Medinho de barata!

— É, bobeira mesmo...

— Fernando, já são 18h10. Vai tomar um café antes de subir?

— Vou, vou sim. Deixe eu só terminar aqui e já vou.

— Ok, então o espero no café.

O mais engraçado é que, enquanto eu falava com a professora Margarete, Juliana continuava sugando a minha rola. Tive que me controlar para não levantar suspeitas da professora mais gata e durona do pedaço, que era minha amiga pessoal e não sei o que acharia daquilo.

— Nossa, quem mandou ser tão escandaloso? Quase nos meteu em problemas, seu tarado.

— A culpa é sua, putinha.

— Vamos nos recompor e voltar para as nossas atividades.

Juliana era incrivelmente madura para a idade. Para a minha surpresa, ela me deu um beijo na boca, recolheu suas coisas e foi até a minha mesa. Pegou meu celular e, antes que eu perguntasse o que estava fazendo, explicou que havia salvo o número dela. Disse que esperava minha ligação em breve, mas que eu só deveria ligar se realmente quisesse; eu não era obrigado a ter nada com ela, pois éramos apenas duas pessoas que compartilharam um momento de forte atração.

— Ju, fique tranquila. Eu reconheço a sua maturidade e é claro que vou te ligar.

Fui ao encontro da minha amiga Margarete. Após chegarmos ao café e eu comer feito um louco, ela riu e soltou a bomba: havia escutado tudo o que fiz na sala naquela tarde.

— Vi quando Juliana entrou, e ouvi quando tudo começou. Faço parte do mesmo grupo de trabalho que você, Fernando. Tenho as chaves da sala de reuniões anexa, pude escutar tudo e... caraca, você é um putão!

— Meu Deus! Margarete, pode me denunciar se quiser. Eu sei o que fiz...

— Cala a boca, Fernando. Não há nada de errado. A moça é maior de idade e você é meu melhor amigo aqui, jamais faria isso com você. Eu mesma já tive meus casinhos, só que não aqui dentro, né? Da próxima vez, seja mais discreto.

Rimos de toda a situação e seguimos com as nossas vidas. Mais tarde, também tive uma aventura com Margarete, Juliana e um outro amigo, mas isso é assunto para outra história.

Queridos e queridas, tenho gostado muito de escrever para este site. Espero que esteja agradando e que minhas histórias estejam dentro das expectativas de vocês.

Um abraço, ESPECTADOR DO PRAZER.

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Comentários

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Excelente, sem mais, a narração, a riqueza de detalhes, o desenvolvimento e a conclusão. 10 é pouco.

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Ótima narrativa! Me inspiro em narrativas assim para contar minhas experiências.

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nossa q delcia de conto... adorei =] ja tive rolinho com prof e acho q todos os professores do mundo sao uns tarados huauhahua

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Olá fernando hoje quero fazer um comentario meio chato mais que vem me chateando muito pois tenho lido otimos contos aqui e em meio a ele alguns comentaristas se referindo a erros de ortografia de otimos altores..... Enfim gente na boa.... Vcs estão aqui pra ficar corrigindo erros de portugues ou ler contos??? Não consigo julgar um altor por seus erros de portugues isso pra mim não interessa oq venho procurar aqui são boas historias, bons autores, e se "vcs" gostam de ficar corrigindo erros de ortografia saia do site e vire educador infantil!!!

Desculpe Fernando por ter usado seu conto que foi maravilhoso, uma historia realmente exitante pra debater esse assunto!

Um 10 pra vc pois adoro seus contos um beijão e até o proximo!

Meu msn ni.defreitas@hotmail.com bjsssss

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gostaria de conhecer uma novinha na regiao do abc sp sou moreno sarado 1m74 78 kg faço academia corpo totalmente em forma e 14 cm de pau meu tel011991975763 email artur0375@hotmail.com

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hhahaha, eu perdi a vontade de ler, grande de mais, detales de mais, uma historia, não conto.kkkk. a parte do flamengo estragou tudo :P

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"Vamos escrever melhor", você comentou no meu conto. Eu quis fugir das obviedades, dos clichês, mas aqui não funciona não, já percebi isso. Então vou tirar meu time de campo. De qualquer maneira, obrigada pelo toque.

Quanto a você, eu digo: "vamos usar o editor de textos".

Inté.

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"Vamos escrever melhor", você comentou no meu conto. Acho que não vou escrever mais não, eu quis fugir das obviedades, mas não funciona. De qualquer maneira, obrigada pelo toque. Quando a você, eu digo: "vamos usar o editor de textos".Inté!

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Pra um professor universitário, tem muitos erros de português. mas vou relevar...

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Excelente professor!!!só tinha q ter dito a cor da calcinha da juliana...

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Excelente conto, bem detalhado... Muito bom mesmo, parabéns!

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