O ano de 2011 terminava e os preparativos pro carnaval 2012 esquentavam na quadra da escola. Fazendo jus a máxima que telefone de puta toca sem parar, Celso me ligou. Achei estranho pois ele nunca havia me ligado. Todas as coisas que tratamos até então aconteciam através de Andréa, mas é óbvio que atendi. Ele foi bem objetivo e disse que queria conversar comigo, mas tinha que ser pessoalmente, e perguntou se eu poderia encontrá-lo. Disse que sim, mas só de tarde. Ele me passou o endereço onde estaria me aguardando.
Fiquei matutando o que poderia ser, mas não fazia ideia do que ele queria falar comigo. Estava na imobiliária tratando da venda de um imóvel, mas assim que deu o meu horário saí. Chegando ao local fui identificada pelos seguranças e entrei. Do seu jeito bonachão, Celso me recebeu com as brincadeiras de sempre, dizendo que sou a loira mais linda que ela já viu, coisa e tal… Em seguida, num tom mais sério, falou:
- No próximo sábado vai acontecer um concurso lá na quadra pra escolher a musa pro carnaval do ano que vem. Tô sabendo que você nunca desfilou. Quer desfilar?
- Claro! Morro de vontade! - respondi.
- Então a musa já está escolhida.
- Como assim? - perguntei.
- Eu quero que você seja a musa, então você vai ser a musa, pô! Eu sou o patrono da escola, banco tudo naquela porra, banco até o presidente. A musa ver ser quem eu quiser!
- Mas e o concurso, Celso?!
- O concurso vai ser só pra dar uma satisfação à comunidade. Ele vai acontecer, você vai estar lá, linda como sempre, levando a sério a disputa com as outras candidatas. Leva a parada a sério pra não dar pinta, pô! Mas a musa já está escolhida.
- Ai, Celso! Não sei nem o que dizer, como te agradecer… Pelo carinho e pela oportunidade de estrear na avenida já como musa da escola! - falei toda boba.
- Já que você levantou essa bola, justamente por confiar em você, vou te pedir uma ajuda…
- Claro! Pode falar! - disse enfaticamente.
- Tem um camarada que começou a frequentar os ensaios na quadra há pouco tempo, e está amarradão na tua. Já perguntou sobre você pra algumas pessoas. Só que o meu pessoal tá desconfiando que esse cara não está ali pelo samba, entendeu?! Só que nessa ele gamou na tua!
- E o que é que você quer que eu faça? - perguntei séria.
- Eu quero que sábado, no dia do concurso, você chegue na quadra mais cedo e dê condição a ele. Durante o papo você vai colocar um comprimido na bebida dele.
- Um “boa noite Cinderela”… - emendei.
- Exatamente! - Celso exclamou.
- Ai, Celso, mas eu fico nervosa de me comprometer com uma coisa dessas. Nunca fiz isso…
- Fica tranquila! Ninguém vai machucar ninguém. É só pro meu pessoal averiguar o cara. Eu sei da tua sagacidade, Leila. Você é a única das mulheres do grupo que eu vejo essa capacidade. Tu vai tirar isso de letra!
Dizer não seria jogar fora o posto de musa. É óbvio que ele estava condicionando uma coisa à outra. Mas como isso era o que eu mais queria, pensei: que mal tem colocar um negocinho na bebida do cara, né…
Trato feito! - respondi.
Mas isso fica entre a gente, ok?! Não quero que ninguém saiba de nada! Nem que você já é a musa, nem que você vai me ajudar nesse serviço. Ninguém é ninguém mesmo, seja Wagner, Andréa, Gil… Ninguém!
Pode deixar. Sou sua agente secreta! - falei bem humorada.
Wagner me disse que além de modelo você também trabalha com corretagem de imóveis, né?!
Pois é, inclusive quando você me ligou eu estava na imobiliária…
Hmmm… Então meu faro não me enganou. Você é muito mais interessante do que eu podia imaginar. Pode contribuir muito com os negócios se tiver juízo. Teremos outras conversas como essa daqui pra frente, mas tudo fica entre a gente.
Pode deixar. - respondi.
Ao nos despedirmos ele disse:
Liga mais tarde pra Andréa, mostra interesse pela parada do concurso, ela vai te explicar com mais detalhes.
Fiquei animada, pois mesmo não sendo uma passista nata, me garantia nos quesitos beleza, gostosura e exibicionismo. Dirigindo de volta pra casa, antes que eu o fizesse, Andréa me ligou e foi direto ao assunto:
- Sábado vai rolar um concurso na quadra da escola para escolherem a musa do próximo carnaval. Se eu fosse você participava! - Sem dar tempo pra que eu dissesse alguma coisa, ela seguiu falando:
- A musa anterior, atriz famosa, se indispôs com a diretoria e perdeu o posto. Agora eles querem alguém mais “normal” pra função, entende?! E não uma “famosa” que chega com grana e “compra” o posto de musa.
- Mas como é isso? O que eu tenho que fazer? – perguntei.
- Pra você vai ser mole! Linda e com esse corpão... Escolhe um biquininho, de preferência nas cores da escola, faz uma maquiagem bem linda e arrasa. Ah! Antes que eu me esqueça: topless vale, "total-less" que não pode… Já se imaginou nos ensaios técnicos na Sapucaí, depois no desfile, fotos no jornal, exposição na mídia?! Será que vc vai virar celebridade?! - kkkkkkkkkkkkk caímos na gargalhada juntas.
Nem preciso dizer que depois dessa conversa eu não conseguia mais pensar em outra coisa. É óbvio que liguei pra Renata, contei do concurso e convidei-a pra estar na quadra, mas ela já tinha um job agendado pra noite de sábado. Mais tarde, em casa, pensava no biquini que escolheria para destacar o meu corpo. Afinal, havia mulatas da comunidade que além de lindas, sambavam demais. Como minha coleção de fios-dental é vasta e as cores da escola são branco e vermelho, abri a gaveta e peguei um micro biquíni branco, super cavado na frente e com um fiozinho minúsculo atrás. Para customizar a calcinha do biquíni, simplesmente tirei o forro. Quando vesti e parei de frente pro espelho, o fiozinho atrás sumia entre as nádegas como eu queria. Na frente, a bucetinha super marcada e as virilhas totalmente à mostra. Um escândalo! Mas e o sutiã? Olhei bem, pensei em ir com os seios de fora. Mas, ao mesmo tempo, ponderei que ficaria apelativo demais, e certamente haveria imprensa cobrindo o evento. Para não pegar mal pra mim, nem pro Celso, optei por um sutiã listrado branco e vermelho com bojo pequeno. Assim realçaria meus seios turbinados. Feito isso, liguei pro salão e marquei sábado à tarde, pra renovar meu tom de loiro e fazer uma escova marroquina. Agora, só me restava ir à academia e depois à praia. Dispensei alguns convites e nem sai na noite de sexta, queria dormir bem pra acordar 100% no sábado.
A manhã do grande dia chegou com um sol lindo, acordei tarde, tomei banho e dei aquele último confere na frente do espelho. Estava ansiosa. Nessas horas eu vejo que a depilação à laser realmente vale a pena, há tempos que não tenho um pelinho sequer da cintura pra baixo. Arrumei minha bolsinha com os apetrechos para a minha produção: gel corporal pra deixar a pele bem brilhosa, maquiagem e a cereja do bolo, meu micro-biquini. Cheguei ao salão um pouco mais cedo pra botar a fofoca em dia com a Manicure, minha confidente, que pintou minhas unhas com um esmalte vermelho “sangue”. Depois renovei o tom de loiro do cabelo e voltei pra casa. Já eram quase 19hs, vesti um tomara que caia branco, super justo, calcei uma sandália plataforma vermelha, peguei minha bolsa e chamei um táxi.
Assim que adentrei a quadra, ainda relativamente vazia, vi Celso no camarote. Enquanto subia pra lá, um de seus seguranças me parou rapidamente e entregou um pequeno envelope onde havia um comprimido. Senti um frio na barriga. Chegando ao camarote falei rapidamente com Celso, que não quis muita proximidade. Apenas indicou quem era o cara. Peguei um copo de whisky com energético e desci pra suscitar uma aproximação com o tal sujeito.
Parei perto do bar, apoiei o copo numa dessas mesas bistrô (altas), e fiquei observando o movimento. A quadra ainda não estava muito cheia quando o cara veio se aproximando. Perguntou se poderia apoiar seu chopp na mesa e começamos a conversar. Confesso que fiquei nervosa. Ele devia ter uns 40 anos, branco, cabeça raspada e relativamente forte. Veio com uma conversa sobre carnaval, me elogiou, fui dando linha tentando disfarçar o meu nervosismo e buscando uma situação que me permitisse colocar o comprimido no seu chopp. Nesses momentos qualquer instante parece uma eternidade, mas quando eu comecei a achar que não ia conseguir, seu telefone tocou. Ele pediu licença e se afastou brevemente pra atender. Foi a minha chance! Joguei o comprimido no chopp que efervesceu rapidamente e sumiu na bebida. Instantes depois ele voltou e seguimos conversando. Ele bebeu o chopp todo, bingo! Pensei em dar um perdido no cara, mas ia ser bandeira demais. Quando ele pediu outro chopp, fizemos um brinde e lhe disse que tinha que me preparar pro concurso. Trocamos telefones, mas lhe dei o número errado, e subi novamente pro camarote.
Na escada, assim que cruzei com o cara que me deu o comprimido, falei baixinho: “missão cumprida”. Ele piscou pra mim e desceu. Chegando ao camarote Andréa e Celso vieram me receber:
- Cada dia mais linda essa loira! – disse Celso.
Dei uma voltinha na frente deles e Andréa disse sorrindo:
- Hoje ela vai arrasar!
- Que horas vai começar? – perguntei.
- Desce daqui a meia-hora pra se preparar, acho que lá pelas 23h começa.
O relógio ainda marcava 22:15h, fiquei no camarote com eles e mais uma penca de gente que eu não conhecia, até que Gil chegou com um amigo. Peguei outro whisky com energético. O amigo de Gil não tirava os olhos de mim. Nisso, Andréa me chamou indicando que era hora de começar a preparação para o concurso. Desci e fui pro camarim atrás do palco, lá já estavam cerca de 20 mulheres.
Retoquei a maquiagem e usei um gel corporal a fim de realçar bem as curvas e vesti o meu biquininho. Pronto! Fomos chamadas ao palco, dançávamos todas juntas enquanto éramos apresentadas ao público. Quando pronunciavam o nosso nome dávamos um passo à frente e acenávamos pra galera. Ao sambar pressentia que o bojo pequeno do sutiã não estava segurando meus seios direito, e, a qualquer momento, eles poderiam ficar a mostra. Além disso, a calcinha super cavada na frente teimava em se encaixar entre os lábios da buceta. Isso me excitava muito e fazia com que eu me sentisse ainda mais senhora da situação.
Sambamos assim por um tempo e voltamos pro camarim. Num segundo momento iam chamando uma candidata de cada vez para que nos apresentássemos por 3min aos jurados e ao público. Quando ouvi: “Agora é a Leila!”, entrei no palco e sambei o que nunca achei que fosse capaz de sambar, tomada por uma volúpia eu rebolava, requebrava e sorria em estado de graça sentindo meu corpo quente ao ouvir os gritos da galera. Ao final, saindo do palco, fui avisada que dentro de 1h eu deveria retornar para a divulgação do resultado.
Transitando pelo corredor que dá acesso ao camarim encontrei Luiz, um amigo de Celso, que, quando daquele churrasco em sua casa, transou comigo na sauna. Começamos a conversar, e, em meio ao papo, começou a rolar um clima entre a gente. Praticamente nua, eu não tinha como esconder minha excitação. Um misto de animação por saber que, independente do concurso, eu estava prestes a ser anunciada como musa da escola pro carnaval de 2012. Além disso, Luiz é gatíssimo e sua lábia me cativava. Sentindo senhor da situação ele pegou na minha mão e caminhamos em direção a uma porta. Olhei pra trás e vi que Wagner nos observava com um semblante fechado.
Ao passarmos por aquela porta andamos alguns metros e chegamos num depósito nos fundos da quadra. Lá havia vários engradados de cerveja empilhados, fantasias velhas jogadas pelos cantos. Enfim, um lugar sujo, ermo e escuro. Confusa com a situação exclamei:
- Aonde estamos indo?! O concurso ainda não terminou!
- Vai dizer que você também não está morrendo de vontade?! - ele perguntou.
Diante disso não pude resistir. Começamos a nos beijar e ele caiu de boca nos meus seios, me deixando toda arrepiada de tesão. Depois mamei gostoso aquela piroca. Agachada, de frente pra ele, chupava gostoso ao mesmo tempo em que massageava o grelo. Vocês já devem ter notado – lendo os contos anteriores – que adoro dar nesses lugares rústicos e inóspitos. Tirei o caralho da boca, fiz com que ele se livrasse das calças, e comecei a chupar seu saco prendendo delicadamente as bolas entre os lábios, batia com o cacete no rosto olhando pra ele. Luiz urrava de tesão!
Tonta e ofegante levantei e trocamos um novo beijo. Me coloquei de joelhos numa cadeira velha de plástico, apoiei os cotovelos no encosto deixando meu bumbum bem arrebitado e aberto, afastei o fiozinho do micro biquíni e provoquei:
- Tava com saudade, é?!
Luiz posicionou a pica no meu cu. Quando senti a chapeleta vencendo meu esfíncter fiz força pra cagar e joguei o quadril pra trás, o caralhão deslizou macio até eu sentir seus pentelhos roçando na bunda. Afastando uma das nádegas com a mão eu olhava pra trás fitando seus olhos e pedindo pica:
- Fode esse cu, caralho! Fode, safado!
Luiz bombava tão forte que quase me derrubava da cadeira, de olhos fechados eu delirava tomando no cu e ouvindo a bateria tocar ao fundo. O safado alternava metidas rápidas com enterradas profundas que me faziam sentir uma leve dorzinha no púbis. Com dois dedos eu abria os lábios da buceta e gritava de tesão:
- Você está acabando com o meu cuzinho, puta que pariu!
- Você ainda chama isso de cuzinho?! – disse ele ironicamente.
Sem dar trégua pro meu rabo o safado socava a piroca com vontade abrindo minha bunda com as duas mãos e me puxando pra trás.
- Ai! Ai! Ui!... Que delícia! Detona esse rabo, detona!
O som da bateria abafava os meus gritos sôfregos de prazer:
- Ai! Ui! Ai! Ouw! Ouw! Ui!...
- Putinha gostosa, achou que fosse dançar daquele jeito no palco e ia sair ilesa?!
- Gostou, né, safado?! – provoquei-o.
- Então agora aguenta, cachorra!
- Aaaiiiiiiii... Não para que eu vou gozar! – exclamei.
Totalmente refém da situação, de joelhos naquela cadeira com a bunda pra cima, sentia ondas de prazer que me levaram ao orgasmo com a penetração anal. Minha buceta babava de tesão! O ordinário tirou a rola do meu cu e antes que eu conseguisse mudar de posição na cadeira, enterrou tudo na minha boca de novo. Com aquele caralho na garganta e me concentrando para não engasgar, ouvia ele dizer:
- Tá sentindo o gosto do seu rabo, cadela? Quero ver você sambando naquele palco daqui a pouco toda arrombada, piranha gostosa!
Quando ele tirou a pica da minha boca, me levantei com as pernas totalmente bambas. Fomos na direção dos engradados de cerveja, Luiz sentou-se em um caixote com o cacete em riste, rapidamente posicionei-o na buceta e dei aquela sentada fulminante, queria que ele gozasse logo pois já não aguentava mais tomar no cu. Segurando em seus joelhos e, com o bumbum virado pra ele, comia aquele pau com a xoxota faminta. Sentia a cabeçorra se chocando contra as paredes do meu útero a cada sentada forte que eu dava. Minhas tetas balançavam e eram amparadas por suas mãos. Fechava os olhos e me concentrava no som abafado das minhas nádegas batendo contra suas coxas: “ploft, ploft, ploft, ploft”. Seu caralho pulsava na pepeka anunciando que eu seria premiada com jatos de leite quente. Mas, impiedosamente, ele empurrou meu tronco pra frente quando levantei o quadril e, ao sentar com força, não tive como evitar. Gritei:
- Aiiiiiiiiiii... Porra! Meu cu seu filho-da-puta!
O caralho entrou até o talo expulsando o ar de dentro, fazendo um ruído de peido frouxo. Luiz levantou-se me empurrando junto sem tirar o pau de dentro, segurou-me pelo quadril e voltou a castigar firme meu rabinho. Inclinei o tronco pra frente apoiando as mãos nos joelhos enquanto era surrada no traseiro. Eis que fui leitada fartamente no cuzinho. Com a tora alojada no reto sentia o macho ofegante despejar as últimas gotas dentro de mim. Desengatamos e trocamos um longo beijo abraçados.
- Você acabou comigo, safado! Tô toda arrombada, assada… Como vou voltar pro palco assim pra saber o resultado? – perguntei.
- Calma. Ainda faltam 20 min, dá tempo de você se limpar.
Ajeitei o fio-dental suando em bicas, com a maquiagem borrada e o cuzinho esfolado. Quando voltei pro camarim, as poucas meninas que já estavam lá me olharam com um ar de estranhamento. Peguei uma toalha e me tranquei no banheiro. Sentei no vaso pra limpar o leite que ainda escorria do meu cu. Depois, lavei o rabo e a buceta com uma ducha higiênica. Menos suada levantei e terminei de me secar. Lavei a calcinha do biquina na pia, pois estava suja de porra. Ao fim, me enrolei a toalha na cintura e voltei pro camarim. Retoquei a maquiagem, escovei o cabelo e passei um perfume pra disfarçar o cheiro de sexo. Nesse intere outras meninas voltavam pro camarim quando nos chamaram novamente ao palco.
Caminhando pelo curto corredor que dá no palco, ouvia a bateria tocando mais alto e a vibração do público que lotava a quadra. Perfiladas no palco, sambávamos de frente pra galera. Eis que o locutor diz ao microfone: “Por decisão unânime dos jurados, anunciaremos a musa da nossa agremiação pro carnaval 2012!”. Comecei a suar de tanta ansiedade, mesmo já sabendo do resultado. Antes do anúncio em questão o presidente da escola subiu ao palco pra dizer algumas palavras, o patrono (Celso) idem. Quando terminaram, o locutor retornou com um papel na mão, parabenizou todas nós pela participação, frisou que apenas uma poderia ser escolhida e que, diante disso, de forma unânime, a escolhida dos jurados era: Leila!
Ao escutar meu nome, ao mesmo tempo que senti uma enorme alegria, um silêncio se fez em minha cabeça e me paralisou por alguns segundos. Não resisti e comecei a chorar de emoção. Algumas candidatas vieram me abraçar, outras simplesmente voltaram pro backstage. Comecei a sambar com as que permaneceram no palco comigo, e fomos ovacionadas pelo público.
De volta ao camarim fui novamente ao banheiro secar o suor. Meu cu ardia um pouquinho ao contato com o fio-dental. Como tinha ido sem calcinha, tirei minha minúscula “armadura de guerra", vesti o tubinho branco e, no que ia retornar ao camarote, fui cercada por alguns fotógrafos e jornalistas de sites especializados em carnaval, que queriam saber: Afinal, quem é Leila?!