Minha prima gostosa da bucetinha quetinha.

Um conto erótico de incesto
Categoria: Heterossexual
Contém 998 palavras
Data: 10/01/2013 17:37:57

Meu nome é Yago, tenho 18 anos. Minha família é muito grande, tenho muitos primos, sempre dei em cima das minhas primas. Na minha família todo mundo é safado, as minhas primas todas são gostosas, principalmente uma chamada Adriana.

Um dia ela veio passar as férias aqui na minha cidade, no interior da Bahia. Ela era muito safada e amava ficar me abraçando, me beijando. Eu aproveitava e passava a mão boba na bunda dela e ela amava. Eu sou filho único, aí quando minha prima vinha sozinha pra minha casa ela dormia no meu quarto, eu dormia no chão no colchão e ela na cama. Quando eu apagava a luz ela ficava pedindo pra mim dar massagem nela, mas com outras intenções. Eu ia até a cama e ficava passando a mão nas costas dela. Ela falava que estava doendo as pernas porque tinha andado demais naquele dia. Eu ficava doido. Aí eu ia subindo a mão nas coxas dela, depois na bunda. Era uma delícia, eu sentia muito prazer, meu pau ficava duro de tesão. Ela tinha uns 19 anos na época e ela nunca tinha sentido um orgasmo, mas era muito safada e amava que eu passava a mão nela.

Eu então comecei a passar o dedinho naquela bucetinha deliciosa, tava enchada. Passava o dedinho no clitório dela, depois fui enfiando o dedinho na buceta dela que estava quetinha. Meu pau já estava como uma barra de aço. Tava escuro e eu não via o rosto dela, mas ela gemia e estava gostando. Aí eu pensei: "vou dar um orgasmo nela pra ela querer fazer sexo comigo todo dia". Então comecei a beijar, passar a linguinha na bunda dela, depois na bucetinha quentinha e cheirosinha. Eu acho que ela passava perfume, tava cheirosa mesmo. Era uma delícia chupar ela. Eu chupava o clitório dela bem forte. Foi quando ela começou a sentir prazer, empurrava minha cabeça na buceta dela. Eu chupava cada vez mais forte o clitório dela, enfiava a língua na bucetinha, depois meu dedo. Ela amava e já estava toda molhada de prazer. Ela gemia baixinho quando me puxou com força na buceta dela. Aí eu chupei bem forte o grelinho dela. Foi quando ela gemeu e me beliscou forte e gozou, ficou tremendo de tesão. Eu fiquei rindo baixinho, kkk. Eu não tirei minha boca e fiquei chupando o grelinho dela pra ela ficar viciada em sexo.

Eu voltei pro chão e fui dormir. No outro dia ela estava muito alegre e pensativa e falou pra mim que sabia agora porque os homens eram loucos por sexo. Eu ri e falei:

— É uma delícia, não é?

Ela riu também e falou:

— É como é gostoso.

Tomamos café e fomos à fazenda do nosso avô que fica em Santa Luzia, no interior da Bahia, perto de Camacam. Tem rios e cachoeiras lindas. Nós fomos pra cachoeira, levamos refrigerante porque nós não bebíamos ainda, mais eu levei uma garrafa de vinho que não dava pra sentir muito o sabor de álcool. Nós fomos só nós dois, porque na fazenda não tínhamos amigos.

Ela ficou de biquíni. Nossa, quando eu vi... muito gostosa! Adriana era loira, olho verde, corpão, bunda redondinha e um sorriso lindo. Eu já tava ficando apaixonado. Nós somos descendentes de alemão, porém eu sou moreno porque minha mãe se apaixonou por meu pai aqui na Bahia que é negão. Eu sou parecido com meu pai, puxei a ele, principalmente a madeira aleijada, kkk. Eu "AMOO UMA LOIRINHA", principalmente igual a Adriana. Em modesta parte eu sou malhado, barriga quase tanquinho, minha coxa é grossa e Adriana amava apertar e beliscar e ficava doida. Eu tava só de sunga, meu pau tava ficando duro e eu não conseguia controlar. Subi na pedra da cachoeira e ela veio atrás me beijando. Eu mordi a orelhinha dela, ela ficou toda arrepiada. Beijei o pescoço dela, aí ela falava:

— Que delícia, Gama.

Me chamava pelo meu apelido.

Logo comecei a passar a mão na bunda dela. Peguei a mão dela e enfiei na minha sunga. Ela pegou no meu pau e falou:

— UNSERE!

Que quer dizer "NOSSA" em alemão. Ela ficou massageando, subindo e descendo a mão. Era uma delícia a mão dela macia, eu ficava doido, vei. Passei saliva na minha mão e fiquei passando na bucetinha dela que já estava toda molhadinha. Ela fechava os olhos, começava a me beijar. A boca dela era muito gostosa, a língua dela puxava a minha, meu olho revirava, era uma delícia. Então virei ela de costas e comecei a botar meu pau na bucetinha apertadinha dela. Ela mandava eu ir devagar. Nossa, era muito gostoso. Comecei vai e vem e ficava passando o dedinho no grelinho dela. Ela começou a gemer:

— Aii Gama, seu safadeno... vai, meu gostoso!

Eu nem falava nada, só gemia. Ela era baixinha, eu dava tapa na bunda dela e ficava vermelha, eu batia mais. Ela tava gostando. Então meu pau ficou todo molhado na buceta dela, ela tava gozando. Eu não tinha gozado ainda. Eu não sei de onde me veio força pra não gozar na buceta dela — "EU TAVA SEM CAMISINHA". Então eu parei, tirei e bati uma punheta. Ela veio e pegou no meu pau e começou a bater pra mim. Eu gozei na mão dela. Depois a gente ficou se beijando dentro da água na cachoeira.

Hoje eu tenho 20 e ela tem 21. Eu namoro a Camila, loira, olho azul, etc. Eu sou negão e gosto mais assim nesse perfil. A Adriana tá fazendo faculdade de medicina que já é tradição na família dela, ¬¬. Eu gosto muito dela e às vezes a gente se enrola muito. Nós somos apaixonados um pelo outro. Até hoje eu gosto dela, mais acho que ela vai casar logo. Mais nós vamos cornar o marido dela, só quando ela ter filho que eu vou parar.

Obrigado aos leitores.

Deixem seus comentários. BY: Yago Zámpirole Rolleberg Almeida

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Comentários

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Mals ai galera se tem muito erro mais eu fis na doida e n sou profisional kkk só faço na resenha manda emails lindasss

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