🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Como Chamas 1x17: A NOVA MANEIRA DE GANHAR O JOGO!

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Danny-13
Categoria: Homossexual
Contém 1193 palavras
Data: 07/06/2013 18:00:27

Como Chamas 1x17: A NOVA MANEIRA DE GANHAR O JOGO!

- O que vai fazer amanha a noite? Perguntou Felipe enquanto concertava sua postura no sofá de sua casa.

Ele havia recebido alta no dia anterior, mas eu estava ocupado demais para atender suas varias ligações.

Graças a Deus, Alice deixou escapar que os pais dele tinham algum lugar para ir e Felipe ficaria sozinho, então vim para a casa dele assim que sai do serviço.

- Tenho compromisso. Porque?

- Não pode desmarcar? Estou com saudades e pensei que nós poderíamos...

- Não vamos transar Felipe. Você machucou as costelas, precisa estar totalmente curado.

- Uns amassos não vão me matar...

Disse ele pegando minha mão puxando para mais perto. Tentei recuar, mas seus lábios ja tocavam os meus.

Seu beijo era quente e molhado, e perfeito. Suas mãos massageavam minhas costas carinhosamente. Quando dei por mim, estava sentado em cima do seu membro e rebolando sem pudor. Felipe me fazia perder o controle.

Meu celular apitou e eu interrompi o beijo. Uma mensagem de Jonh.

O garoto tinha bombardeado minha caixa de entradas com mensagens bonitinhas sobre o quanto estava animado para sair comigo. Ao envés do café, ele preferiu me levar a uma boate na cidade.

- Eu preciso ir. Falei pulando de seu colo.

- Calma baby, ta fugindo de mim?

- Talvez. Respondi correndo porta a fora.

- Dan, eu... Pude ver que ele enfiou a mão no bolso, provavelmente pegando o celular que devia estar vibrando e sai.

###

- Meu Deus, quanto tempo agente não fazia isso? Falou Marcie colocando uma bandeja de papelão com dois copos de café fumegante na mesa.

- Muito. Falei.

Estávamos sentados na cafeteria Stean's que ficava alguma quadras da escola. Eu não iria na aula esta noite, tinha um encontro com John.

E é claro que havia pedido minha Best para me cobrir.

- O que vocês vão fazer?

- Não faço idéia. Espero que seja seguro. Falei.

Ontem, assim que cheguei em casa, John havia mandado uma mensagem dizendo que havia mudado de idéia e preferia algo mais agitado que o café antes da aula.

- Sabe, Gregori me ligou ontem a noite. Ele esta bem.

Marcie sorriu como se estivesse me dando uma boa noticia. Eu estava pronto para dizer a ela para ficar longe dele, mas depois da outra noite eu não sei mais o que dizer. Gregori era mesmo bonzinho? Como acabou metido em tudo isso?

- Então, será que o senhor gostozinho é gay? Ela perguntou.

Fiquei surpreso com a mudança repentina de assunto.

- Não sei, mais eu convidei e ele aceito.

- Eu morreria. No outro dia na educação física, ele tiro a camisa e quase desmaiei. Que corpo.

- Você é uma safada.

- Que tipo de cueca acha que ele usa?

- Marcie. Eu gemi.

Eu já tinha dificuldade em não pensar no corpo maravilhoso de Felipe nu, a ultima coisa que eu queria era ter que pensar em outro garoto gostoso de cueca.

E também John não era nenhum pretendente nem nada. Pensar nele de cueca me fazia pensar que ele tinha um pênis, e o pênis de John era algo muito além dos meus limites mentais.

- Ei, só me toquei agora. Porque convido esse garoto pra sair? Esqueceu o Felipe?

Desviei o olhar para outra direção. Eu não podia encara-lá e mentir.

- Estou tentando. Não era exatamente mentira.

Marcie deu uma olhada na tela de seu celular e se levantou.

- Best, eu tenho que ir, me liga mais tarde para me contar como foi.

- Ta bom.

Beijamos a bochecha um do outro e nos separamos. Aquela ainda seria uma longa noite.

###

- Voce tem que estar zuando comigo. Falei para John quando paramos em frente a uma boate gay. Isso mesmo.

Ele sorria inocente para mim.

- Eu disse que era um programa diferente.

- Mas isso já chega a ir longe demais.

Ele fez beicinho.

- Eu sei o que você curte Dan. Não tem que se esconder pra mim.

Eu tentei dizer que não estava me escondendo. Mas eu estava, e pior, estava usando ele como escudo.

Entramos na boate e fomos para o bar. Eu encarava tudo de boca aberta.

Nunca tinha estado em bar gay antes e agora eu sabia o que porque. Havia vários garotos, alguns bombados e outros magricelas usando shortinhos e camisetas apertadas. Havia três dançarinos de sunga prateada rondando o lugar. Tenho quase certeza que um deles piscou para mim.

- Vem, vamos dançar.

John me puxou para a pista de dança. Eu fiquei um pouco tímido no meio de todas aquelas pessoas espalhafatosas, mas então comecei a me soltar.

Quando toda essa bagunça acabasse, e eu e Felipe não estivéssemos mais juntos, eu iria precisar de um namorado, certo?

No meio da dança, o dançarino que piscou antes grudou em mim. John apenas olhava e ria.

Dancei colado nele por varias musicas e depois sai para tomar ar.

Quando pisei no estacionamento, eu o vi.

Por trás de alguns carros, escondido nas sombras e, é claro, usando um capuz. Alguém estáva me espionando.

O dançarino com que dancei estava fumando ali perto, prendi a respiração e fui ate ele. Sem que ele pudesse dizer algo, eu o beijei.

Não um beijo completo, nossas línguas não se tocaram, mas os lábios ficaram juntos por um bom tempo.

- Eu não sou gay. Ele sussurrou no meu ouvido.

Passei a mão em seu abdômen e puxei o cós de sua sunga. Eu não iria além daquilo, então estava torcendo para funcionar.

- Bom, quem ta na chuva é pra se molhar. Ele falou vindo para cima de mim novamente.

Coloquei o dedo em cima de seus lábios e sorri.

- Me espera só mais uns minutos. Falei.

Corri de volta para dentro e vi uma cena louca e cômica. John estava cercado de rapazes, alguns bonitinhos, alguns nem tanto, e ele parecia estar se divertindo.

Fiquei olhando por alguns minutos e então puxei ele para fora. O estacionamento estava frio.

- Vamos embora.

- Por que? Não gostou?

- Não é isso. To fugindo de um garoto.

- É só me mostrar quem é o otário que eu...

- Só... Vamos pra casa. Falei.

John ficou calado o caminho e eu também. Me perguntei se ele não estava chateado por ter saído mais cedo. Eu certamente não estava. Alguém do bando dos traficantes haviam visto eu beijando o dançarino safado e a esta hora já devem estar espalhando rumores.

- Fez alguma besteira? Ele perguntou.

- Não.

- Se sentiu culpado então? Você me parece do tipo fiel.

- Bom, eu sou. Mas a ultima pessoa com quem me envolvi meio que meteu em problemas e sumiu.

John se remexeu no banco e parou no sinal.

- Então, esta sozinho?

- Completamente.

- O que ouve com o garoto?

- Essa é uma boa pergunta. Eu disse admirando a noite.

Tudo havia corrido tão bem que eu estava assustado. Geralmente, meus planos são ótimos apenas na minha cabeça.

- Ei, antes que eu em esqueça, obrigado.

- Pelo o que?

- Por me levar aquela boate e também por querer ser meu amigo.

Ele riu e apertou levemente meu braço.

- Eu não ligo para quem você beija.

Rimos ate chegar na minha casa. Fui direto para cama. Tudo que faltava era apenas uma boa noite dormida!

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Danny-w13 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Não sei por que mais estou com um pé atrás em relação ao John

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →