Prima dos Sonhos

Um conto erótico de Anjo
Categoria: Heterossexual
Contém 1200 palavras
Data: 12/06/2013 16:51:46

Caros colegas leitores, sou um assíduo leitor do site, porém sempre relutei em efetuar meu cadastro e relatar minhas deliciosas experiências. Finalmente tomei coragem e resolvi dividir umas das minhas mais incríveis histórias.

Sou de São Paulo, aproximadamente 30 anos, 1,83m, 75kg, olhos verdes e cabelos castanho claro.

Essa história se passou há aproximadamente 08 anos, em minha residência.

Era primeiro dia de carnaval, estava com minha família em casa, realizando os preparativos para viajar com amigos, porém a viagem somente se realizaria na manhã do dia seguinte.

Estava com as malas prontas, com a insônia típica causada pela ansiedade destes momentos, quando fui convidado por minha prima, que habitualmente se hospedava em minha casa, para assistir os desfiles das escolas de samba de São Paulo, que iniciava naquele momento.

Essa prima sempre teve uma relação muito íntima comigo, tinha na época 30 anos e um corpo incrível, morena de olhos verdes, aproximadamente 1,65 e seios deliciosos.

Por haver uma relação de intimidade, sem qualquer liberdade sexual nesse sentido, deitamos no mesmo sofá, bebendo algumas cervejas e comentando o que se passava no desfile.

Em razão da falta de espaço no sofá, deitamos em posição inversa, com os pés próximos a cabeça um do outro, sem qualquer maldade aparente. Como a cerveja era consumida rapidamente, acho que ambas as mentes começaram a funcionar e deram asas a desejos reprimidos.

Tomei a iniciativa de massagear seus pés, com a desculpa de que eles estavam muito próximos a mim e seria mais confortável a posição com eles sobre o meu tórax.

Após alguns segundos de uma massagem que nada mais representava do que carícias mal intencionadas, minha prima manifestou que deveria retribuir a massagem, uma vez que estava sendo muito carinhoso e bonzinho com ela e fazíamos movimentos semelhantes simultaneamente.

Resolvi ousar mais ainda, acariciando sua panturrilha e subindo minhas mãos pelo seu corpo vagarosamente.

Confesso que nesse momento agi de forma inconsequente, por ser uma prima muito próxima, ter outras pessoas em quartos próximos e poder botar tudo a perder em segundos, porém o tesão que dominava meu corpo e minha mente, turbinado pelo efeito do álcool em meu sangue, conduziu minhas ações.

Meu corpo tremia, ardia de prazer, mas nada me faria recuar neste momento. Nossos olhos se mantinham fixos na televisão. Vez ou outra pronunciávamos algum comentário desconexo sobre o que se passava nos desfiles.

Como minha prima não esboçava qualquer reação e sentia suas mãos acompanhando minha evolução, resolvi ousar mais ainda, afastando suas pernas e subindo minha mão entre elas, acariciando neste momento a região lateral próxima ao joelho, sentindo que neste momento sua respiração se tornava mais intensa.

Com o passar de mais alguns segundos, que no momento me deram a sensação de horas, senti minha mão cada vez mais próxima de sua calcinha, sua pele numa temperatura elevadíssima, já denunciando o desejo que era recíproco e incontrolável.

Por ela estar vestida com um shortdoll bem folgado, não tive dificuldade em percorrer o caminho que faltava até sua calcinha por baixo do tecido da roupa, neste momento procurando seus olhos para encarar e encontrando um semblante sedutor, olhos fechados, lábios mordidos no canto da boca, me convidando para tomar a atitude derradeira, que mudaria nossa relação para sempre.

No instante que afastei sua calcinha para o lado e senti todo calor e umidade do seu sexo, ela soltou um suspiro intenso, com os olhos mais apertados ainda, talvez por vergonha de encarar seu primo ou simplesmente por estar enlouquecida de tanto prazer, como eu sentia neste momento.

Ultrapassados todos os limites morais e físicos no momento, comecei a toca-la com suavidade, sentindo que ela se entregava mais ainda a cada toque meu, sentindo eu penetrá-la com meus dedos ágeis e nervosos, minha mão ainda tremula diante da situação.

Neste instante, ela abriu os olhos e me encarou, sussurrando que eu era louco. Só tive a reação de dizer no mesmo tom, para que ninguém nos ouvisse, que era louco por ela.

Ouvindo isso, ela procurou o meu pau com suas mãos, começando a acariciá-lo, apertá-lo, começando a reagir de acordo com a situação excitante em que nos encontrávamos.

Seguimos nessa loucura, um masturbando o outro, proporcionando um prazer indescritível para cada um de nós, até que olhei dentro dos seus olhos novamente e disse: “Vou te comer agora!”.

Sem pensarmos nas consequências, no risco que corríamos, seguimos direto para um banheiro de casa, ao mesmo tempo em que trancávamos a porta, demos o nosso primeiro beijo, quente, intenso e que somente nos encorajou a seguir com a aventura que estávamos vivendo.

Nos livramos de nossas roupas, sem desgrudarmos nossos lábios em nenhum momento, logo apresentando um ao outro nossos corpos nus, com todos os sinais do tesão que sentíamos. Meu pau duríssimo, apontando para o teto e ela com os seios rígidos, lindos, que sempre foram inspiração para minhas sessões de masturbação na adolescência.

Peguei ela em meus braços, pressionei contra a parede e a penetrei num único movimento, firme, facilitado pela enorme lubrificação e pelo tesão que tomou conta daquele ambiente apertado.

Ia penetrando cada vez com mais intensidade, vigor. Afinal, não tínhamos tempo para desfrutar de algo diferente.

O sexo era maravilhoso, intenso, segundos após ela estava sentada na pia, com as pernas abertas me recebendo todo entre elas. Estocadas cada vez mais fortes e gemidos intensos, abafados por meus beijos.

Em um novo movimento, ela ficou debruçada sobre a mesma pia, com aquela bunda maravilhosa empinada, me pedindo para eu pegá-la por trás.

Era uma sessão intensa de sexo, rápido, passando por posições deliciosas e nossos corpos denunciando o orgasmo que viria.

Jamais esquecerei deste momento, naquela posição posição, toda empinada, rebolando com meu pau todo dentro dela, senti espasmos em seu corpo, ela gozava deliciosamente enquanto não parava de contrair meu pau com sua buceta.

Neste instante, ela se virou para mim, com a cara de safada que me hipnotizou e me pediu para gozar em sua boca.

Foi só o tempo dela se ajoelhar em minha frente, repetindo a mesma cara que me enlouquecera segundos atrás, que logo gozei em sua boca. Sentia ela sugando tudo, com a língua por baixo do meu pau, acolhendo todo o leite que jorrava e engolindo tudo, sem deixar nada escapar e denunciar o que havia ocorrido naquele minúsculo banheiro.

Com o delicioso orgasmo que tivemos, caiu a ficha da loucura que cometemos, nos olhamos com a timidez do momento e demos um beijo, combinando de voltar para o sofá e fingir que nada teria acontecido.

Após retornarmos e com diversas promessas de mantermos a relação como antes, sem repetir a dose, obviamente isso se repetiu muitas vezes, quase sempre em situações igualmente arriscadas, porém vivemos uma fase muito bacana e de muito prazer, que futuramente poderei revelar a vocês.

Hoje tudo isso faz parte de nosso passado, porém tenho certeza que assim como me lembrei de cada detalhe para narrar isto a vocês, para ela as lembranças nunca sairão da sua cabeça.

Espero que tenham gostado da minha estreia neste site e adoraria me corresponder com mulheres que gostem de dividir experiências ou quem sabe viver alguma nova aventura.

Obrigado a todos.

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Comentários

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“neste momento procurando seus olhos para encarar e encontrando um semblante sedutor, olhos fechados, lábios mordidos no canto da boca, me convidando para tomar a atitude derradeira, que mudaria nossa relação para sempre”.

Bem interessante e artístico esse trecho aqui, ser celestial.

O que eu mais gostei nesse conto foi a progressão. Tudo muito calmo, a tensão aumentando gradativamente até explodir dentro daquele banheiro.

Três estrelas, com certeza, ser celestial.

Ah, e obrigada por ter visitado o meu conto.

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Nossa, acho que nunca recebi uma avaliação desse nível.... fico feliz que tenha sido positiva! Obrigado pela visita e te convido a ler a sequência dessa história... .bjs

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Belíssimo conto.

Eu teria prolongado as preliminares no sofá, onde o risco era maior.

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Solepa, obrigado pela visita! Nós tivemos muitas oportunidades depois e fizemos de tudo! Se vc puder ler, tem outros 3 contos com ela... bjs e obrigado pela visita.

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Perigo excita muito. Que conto ! Teus contos são incríveis já me imaginei neles várias vezes ... Vc escreve bem .

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Oi Poli! Feliz que tenha gostado... obrigado pela visita e já li seu último tb... adorei! Beijos

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Adorei o conto... vou ler os próximos ... obrigada pelo comentário no meu conto tbm... já publiquei a continuação, te espero lá para ler ;)

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Oi Sara, obrigado pela visita! Aproveita pra ler a continuação... acho essa história uma delícia! Bjs

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Kika, sem dúvida nenhuma, o perigo e o álcool são os combustíveis mais gostosos pro tesao! Obrigado por retribuir a visita! Beijos

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