Leila 9.1: a dor do arrependimento (e do prazer)

Um conto erótico de manicure
Categoria: Heterossexual
Contém 2655 palavras
Data: 17/07/2013 10:55:02
Última revisão: 09/05/2026 12:46:23

O sol irresistível das manhãs de janeiro me levava à praia assim que eu acordava. Estava bronzeadérrima, com biquínis criteriosamente escolhidos para cultivar as marquinhas: na traseira aquele triângulozinho que mal esconde o cofrinho. Na frente o ‘capô de fusca’ cavadíssimo cobre exatamente a buceta depilada deixando as virilhas totalmente desnudas ao sol. Nas laterais, contornando o quadril, aquele traço fininho, bem delineado, que fica aparecendo além da cintura de qualquer shortinho ou calça. Quem olha – imediatamente – imagina o tamaninho do biquíni da vadia. Pra comissão de frente, adotei um sutiã pequeno pra realçar mais meus seios turbinados. Estava ficando famosa entre os frequentadores desse trecho da praia da Barra. Em certos momentos notava alguns safadinhos tirando fotos de mim com o celular.

Assim como o sol de verão, os ensaios pré-carnaval na quadra da escola pegavam fogo. Especialmente nas noites de sábado. Na condição de musa do carnaval 2012, minha presença chamava cada vez mais atenção. Modéstia à parte, eu destoava não só nos quesitos beleza e gostosura, mas também no exibicionismo.

Para esses ensaios na quadra adotei como indumentária vestidos de tecido leve, bem soltinhos e super curtos. Por baixo, lingeries minimalistas e nada de sutiã. Quando a bateria começava a tocar e os intérpretes entoavam o samba enredo, eu começava a requebrar junto com a rainha e as passistas. O vestidinho flutuava pelo meu corpo à medida que eu sambava deixando a mostra praticamente tudo da cintura pra baixo. O bumbum grande e arrebitado com a calcinha socada entre as nádegas, e as coxas grossas e roliças despertavam olhares e assovios. Isso me excitava. A loira gostosona que causava na quadra e era cada vez mais procurada por portais de samba e de subcelebridades. Mãozinha na cintura, bumbum empinado, abusando do rebolado! Os ensaios técnicos na Sapucaí prometiam!

A partir daí comecei a me sentir poderosíssima. Se eu já tenho uma tendência a ser meio metida, agora então estava uma postura bem esnobe. De nariz em pé, me equilibrando nos saltos transparentes das sandálias plataforma, eu fazia pouco caso dos caras que chegavam em mim. Pô, ali, eu era a musa da escola e me relacionava com o número 2 da organização.

De volta ao camarote da diretoria papeava com Andrea e Celso, bebericando uísque com energético. Todos me cumprimentavam, inflando ainda mais o meu ego. Num dado momento, destaquei-me para ir ao banheiro, nesse intere um sujeito jovem veio na minha direção. Não estranhei sua fisionomia, ele tentou puxar assunto me elogiou, perguntou se podia me oferecer uma bebida, dentre outros paparicos. Me chamou a atenção seu cordão de ouro, expeço, mas nem lhe dei atenção. Literalmente o deixei no vácuo! Pensei comigo: “Um molecote desses que mal sabe se vestir chegando em mim assim, no way!” Quando voltei do banheiro ele continuava no mesmo lugar e insistiu na investida:

- Não vai nem escutar o que eu tenho pra te dizer, glamourosa? Chega aí!

- Ah cara, se enxerga! – respondi fazendo cara de nojo e passei reto.

“Fala sério, como é que chega em mim assim?! Chamando de glamurosa... Gíria de favelado…” - Resmungava comigo mesma.

Já eram quase 5hs da manhã e o ensaio acabava, as pessoas se despediam, fiz o mesmo e voltei pra casa. Passei o domingo descansando, não atendi a ligações de desconhecidos, tampouco respondi mensagens de texto. Na segunda-feira, ainda sob a ressaca do ensaio de sábado, voltei à minha rotina civil indo a imobiliária manter as aparências. Era como se eu estivesse tentando disfarçar de mim mesma a vida de puta de luxo que eu levava.

Terça marquei presença na Tia Rosana. A casa estava cheia, interagi com os clientes no salão, usando um shortinho daqueles que não escondem nada, sapato de salto fino e os seios de fora apontando pra frente. Toda tesuda e super a vontade!

De madrugada voltando pra casa, Estevan mandou uma mensagem perguntando se eu estava acordada e se poderia me ligar. Disse que sim, segundos depois o telefone tocou. Indo direto ao ponto, ele disse que um jogador de futebol que joga na Europa passava férias no Brasil, e o procurou interessado em me conhecer melhor. Financeiramente a proposta era interessante, o tal jogador estava hospedado num flat no BarraBella. Em princípio aceitei e pedi que ele passasse o meu telefone pro cara.

Visando o carnaval, estava fazendo um tratamento de pele com uma esteticista, depois da academia. Dali a duas semanas seria o primeiro ensaio técnico na Sapucaí. Queria estar deslumbrante já naquela ocasião! Quando dirigia voltando pra casa o celular tocou, um número desconhecido, mas imaginando quem fosse atendi. Não deu outra, era o tal jogador.. Por uma questão de privacidade, ocultarei sua identidade chamando-o de César. Conversamos um pouco. Ele me pareceu ser um cara legal, novinho, 24 anos, papo tranquilo, disse que queria passar um final de semana a dois. Marcamos de nos encontrar às 14hs de sexta no flat em que ele estava.

No dia combinado fui à academia fazer minha série aeróbica, voltei pra casa e arrumei uma malinha onde coloquei umas roupas pro final de semana: vestidos, mini-saia, minhas habituais lingeries minúsculas, dois biquinihos fio-dental... Enfim, o kit putinha completo. O calor estava infernal, tomei um banho demorado , me perfumei e parei em frente ao armário pra me arrumar. Vesti um shortinho jeans, uma camiseta de alcinha bem colada ao corpo, tamanquinho de sisal, brincões de argola e outros penduricalhos. Pronto! Agora é só pegar um taxi.

Chegando ao flat, sem que eu dissesse nada, o porteiro perguntou:

- Você é a Leila, amiga do César?

- Sim. – respondi.

- Pode subir, ele já tá esperando.

No seu andar avistei o apartamento com a porta entreaberta, mesmo assim toquei a campainha. César gritou lá de dentro:

- Entra e fecha a porta, tô no banho!

Assim o fiz, coloquei minhas coisas em cima de uma mesa e sentei numa cadeira. Quando ouvi que a água do chuveiro parou e a porta do banheiro se abria, levantei. César saiu e, quando virou de frente pra mim, deparei-me um rapaz, fisicamente bem forte e a primeira coisa que se destacou ao meu olhar foi o cordão de ouro expeço. Não acreditava naquilo! Fiquei sem ação! Nesse intere ele diz:

- É... Quem vê cara não vê coração... Como é que você me respondeu sábado passado lá na quadra da escola quando tentei conversar contigo?! Acho que foi ‘se enxerga’, né?!

Fiquei mega sem graça, não sabia mais nem a cara que eu estava fazendo. Pensei em pegar minhas coisas e ir embora. O que eu ia falar? Senti uma quentura no rosto e um frio na barriga.

Ele, sério, me encarando, voltou a dizer:

- O mau de vagabundas como você, que passam na mão de muitos homens, é a memória curta! Sem se contar a marra, né... E ainda se diz modelo, musa do carmaval?!

Ao dizer isso César veio andando na minha direção, parou de frente pra mim e me segurou pelo queixo suspendendo o meu rosto:

- Vou acabar com a tua pose de dondoca metida, tá me ouvindo? Puta não escolhe cliente! Tá me ouvindo, porra! – gritou

- T-tô... – gaguejei ao responder.

- Tô é o caralho, vagabunda! Tá nada!

- É q-que eu est-tava... – Antes que eu terminasse de falar levei um tapa na cara.

Meu rosto ardeu, mas nem tive tempo de sentir dor:

- Tira a roupa, vadia! Rápido! – ele mandou.

Trêmula comecei a me despir, ao mesmo tempo ouvia-o resmungar “gostosa filha-da-puta”...

- Se apoia no sofá e empina esse rabo!

Dei dois passos pra trás, apoiei as mãos no sofá e arrebitei bem o bumbum. César veio mais perto:

- Você é muito gostosa, cadela! Abre essa bunda pra mim!

Com mão direita puxei uma das nádegas pro lado expondo meus dois buraquinhos depilados, totalmente a mercê daquele molecote:

- Há menos de uma semana tava cheia de marra na quadra da escola, e hoje tá aí, toda arreganhada... Cade a marra, hein? Cade, piranha? Responde!

Quando ameacei responder César pegou o meu cinto e: PLAFT! Senti o couro estalando no meu traseiro, seguida de mais três: PLAFT! PLAFT! PLAFT! Não aguentei e gritei:

- Aaaiiiiiiiieeeeee...

Olhei pra trás e uma lágrima escorreu, César com o meu cinto na mão disse:

- Fica apoiada no sofá com esse rabo pra cima! Já ouviu falar que tudo que arde cura? Então! Vou te curar da sua petulância!

Após dizer isso fui castigada com várias cintadas no bumbum, só conseguia gritar: “Aiiiiii, Aiiiiiiiii, Uiiiiiiiiiii, Aiiiieeeeeeeeeee, Aiiiieeeeeeeeee!” As lágrimas escorriam borrando minha maquiagem. Estava sendo humilhada, esculachada por aquele jogadorzinho de futebol que há pouco tempo devia ser só mais um moleque favelado do Rio de Janeiro. Minhas nádegas beiravam a dormência quando ele me disse:

- Agora vem chupar meu pau!

Puxando-me pelos cabelos ele sentou-se à cama, quando eu ia me posicionar entre suas pernas pra iniciar o boquete:

- Sua maquiagem está muito borrada, vai retocar o batom e volta.

De quatro enxuguei as lágrimas com minha camiseta que ficara no chão, fui até a bolsa, peguei o batom, retoquei a boquinha e retornei. Posicionei-me entre suas pernas, bati uma punhetinha de leve e cai de boca na piroca.

- Isso, vadia! Mama o cacete do teu macho!

Obediente, engoli cada centímetro daquela rola que crescia na minha língua. Segurando no seu saco deslizava os lábios pelo caralho sem parar. O macho ofegante pressionava minha cabeça contra a piroca fazendo-me engolir tudo.

- Tu gosta de mamar uma piroca preta, né, vadia?!

Me limitei a balançar a cabeça pra frente, sem parar de chupar. César puxou-me pelo cabelo interrompendo o boquete:

- Quando eu falar contigo você me olha, ouviu?

- Ouvi. – respondi.

- Ouvi, senhor! É assim que você vai responder quando eu perguntar alguma coisa. Ouviu?

- Ouvi, senhor.

- Então me chupa, porra!

Segui mamando o caralho, mordiscando o saco e a cabeçorra. Meu rabo ainda ardia, mas sua piroca estava tão gostosa que por alguns instantes até esqueci das cintadas que levei. Por incrível que pareça essa situação toda começou a me excitar, me fez lembrar de quando conheci Wagner (nos primeiros contos). No fundo, adoro esse joguinho de dominação, de ser submissa. Não sei mandar, mas adoro obedecer.

Com a bunda avermelhada e ardida, totalmente refém da situação, chupava o caralho fitando aquele que seria o meu dono naquele final de semana. Num ato rápido, César tirou o pau da minha boca, me puxou pra mais perto e posicionou a pica entre os meus seios. Entendendo o recado, prontamente iniciei uma espanhola pressionando as mamas ao redor do cacete que, invariavelmente, batia no meu queixo. Sentia seu pau latejando, a beira do gozo, e me preparava para levar porra na cara quando ele se levantou. Não entendi nada!

Largada ao chão olhei-me no espelho e a minha cara estava péssima: maquiagem borrada, toda descabelada... O retrato da derrota. César, de pé, pegou um pacote e disse:

- Comprei isso aqui especialmente pra você!

Do tal pacote ele tirou um plug anal muito grande. Involuntariamente senti a buceta umedecer e aquela quentura nos seios. O safado veio na minha direção e me levou até o espelho, virando-me de costas para que eu visse o estado de vermelhidão das minhas nádegas. Depois, fomos pro sofá onde espontaneamente fiquei de quatro empinando bem a bundinha. César começou a forçar o plug no meu cu. Já escondi pirocas enormes no traseiro, aquela seria só mais uma. Mas em meio a toda aquela situação fiquei muito excitada.

Com a bunda pro alto senti a ponta do plug romper meu esfíncter sem dificuldade mas, à medida que ia chegando na parte mais grossa sentia um leve desconforto e não entrava devido a espessura. Aí o safado tirava tudo, cuspia no meu cuzinho para em seguida tentar reencaixar o plug na minha bunda, massageando o grelinho com uma das mãos eu estava toda molhada. Comecei a ficar nervosa, com medo dele forçar demais e literalmente me machucar. Tudo bem que meu cuzinho deixara de ser apertado há algum tempo, mas aquele plug era muito largo. Nervosa com a situação comecei a transpirar e disse pra ele:

- Tem um tubo de KY na minha bolsa, esse plug é muito grosso, não sei se vou aguentar não...

- Mas me disseram que você adora levar ferro nesse cu, safada?! – disse ele.

- Gosto mesmo, só que isso aí não cabe no meu rabo! – respondi tensa.

Munido do tubo de KY, César voltou e caiu de língua no meu cuzinho com um apetite incrível, me fazendo gemer feito uma cadela no cio. O safado lambia, chupava, beijava o meu buraquinho com uma vontade louca... Que delícia! Com a língua no meu cu ele meteu dois dedos na buceta, praticamente me levando ao gozo. Meu buraquinho piscava inconscientemente e eu gritava desorientada e pedindo mais:

- Ahhhhh... Aaaaaiiiiiiiii... Que tesão, porraaann! Eu vou gozar! Eu vou gozar! Enfia logo isso no meu cú! Enfiaaaa!

Mal senti o geladinho do KY no rabo e o plug foi preenchendo minhas entranhas, muito mais excitada, dilatada e lubrificada escondia tudo no traseiro com facilidade, até que chegou a parte mais larga do plug. Meu cu queimava como se estivessem enterrando uma brasa dentro de mim, sentia também umas pontadas no púbis, bem abaixo do umbigo. Provavelmente por estar toda dilatada! Ofegante e nervosa, suava em bicas, pensei em pedir arrego, mas o tesão era intenso. Vendo que estava quase tudo lá dentro, César me deu um tampa no bumbum e falou:

- Abre bem essa bunda que eu vou empurrar tudo!

Obedeci e, ao afastar as nádegas com as mãos meu cu sugou aquele artefato como se fosse uma ventosa.

-Aaaiiiiiiinnnnnnnnnn!!! Aaaiiiinnnnnnnnnnnnn!!! Meu cu, porraannn!!! Tá doendo muito, caralhooo!!!

Não conseguia mexer nem o bumbum e nem o quadril. Sentia uma dor por dentro, meu esfíncter devia estar a ponto de romper. Estava totalmente submissa e refém da situação. Justamente a parte do meu corpo que mais chama a atenção dos homens (o bumbum) e, que eu cuido minuciosamente com tratamentos de pele, cremes e muita malhação, estava sendo totalmente destruído.

Em meio a esse transe orgásmico, César veio por trás, segurou-me pelas ancas, e, impiedosamente, enterrou o cacete na minha buceta. Gritei de novo!

- UUUiiiiinnnnnnnnnnnn!!!!!!!!!! Puta que pariu!!!!!!!!!!!

Me segurando com força ele socava a piroca na minha buceta que ficara mais apertada pela dilatação anal. Sentia a rola friccionando mais minhas entranhas, proporcionando um prazer que me levou a um gozo muito forte. Comecei a sentir ondas de calor pelo corpo e explodi trêmula:

- Ahhhhhhhhhhhhhh!!! Eu tô gozando, porraaa! Não para! Eu tô gozandoooooo!

Fiquei desfalecida no sofá por alguns minutos, César tirou a pica de dentro da xoxota e começou a puxar o plug do meu cuzinho. Muito mais relaxada, depois de gozar, e dilatada pelo tempo que fiquei com aquele monstro alojado no reto, César retirou-o com muito menos dificuldade do que botou. Ao sair tudo senti um enorme alívio seguido de um peidinho involuntário. Fiquei de pé e o safado me pediu para fazê-lo gozar. Sentei-me no sofá e iniciei outro boquete bem babado e, olhando fixamente pro meu macho conforme ele havia mandado. Chupava com verdadeira devoção aquele que há alguns instantes havia me levado ao limite do prazer. Estava totalmente submissa. Segurando seu saco por baixo eu empurrava o conjunto pra cima de modo que o cacete ficava na diagonal apontando pro meu rosto. Assim, vestia-o com a boca e jogava o meu rosto pra baixo como se quisesse bater com a testa no seu umbigo, sentia sua glande deslizando pelo céu da minha boca até a garganta. Repetia esse movimento vigorosamente, intercalando com lambidas nas bolas, até que o macho tirou a piroca da minha boca, me segurou pela nuca, e despejou aquela porra quente e viscosa na minha cara. Adoro a sensação do leite quente escorrendo pelo meu queixo e pingando nos seios. Depois, tomamos banho juntos e ficamos deitados na cama exaustos. Minha bundinha doía um pouco, mas nada demais, muito menos do que eu imaginava.

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Comentários

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Delícia de conto! Gozei gostoso já nos detalhes! A 2ª parte é ainda melhor!!!

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Não demore muito, estou ansioso e ofegante pelo final dessa gostosa submissão!

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