Olá, meu nome é Thiago, tenho 18 anos, 1,74m, pele clara, cabelos bem escuros. Malho um pouquinho, mas ainda sou bem magro, como todo garoto da minha idade. Namoro, estudo (ou não...), jogo video-games e futebol. Atualmente estava solteiro, tentando me dedicar um pouco mais nas aulas devido a intensos chingões de minha mãe :P. Mas havia uma menina que no meio das outras se destacava. Seu nome é Nataly, branquinha, morena de cabelos longos, olhos castanhos escuros. Tinha peitos pequenos, mas mesmo assim dava tesão, um rabo nem tão grande e nem tão pequeno, arrebitado, principalmente com jeans. Aparentava ter 1,68m e, para acompanhar, uma cara de safada. Ela era daquelas garotas que volta e meia postava aquelas fotos com a língua para fora no Facebook. Aquilo simplesmente me deixava louco e acho que não só eu, pois os meninos viviam passando a "mão boba" naquele rabinho. Inclusive eu, só que houve mais de uma vez que ela reparou que levava uns tapas na bunda. Só que não fazia nada. Vai ver não tinha só cara de safada, quanto também é safada.
Sobre a nossa relação, não éramos lá tão chegados, mas já fizemos trabalhos de escola em dupla ou até em grupo. Então já deu para nos conhecermos um pouco melhor. A minha chance seria no final de semana. Precisávamos fazer um trabalho de ciências em dupla e, como não haveria outro dia, teria que ser domingo. Insisti dizendo para fazermos sábado. Foi difícil, mais ela conseguiu tempo e foi marcado para sábado. Mas por que sábado? Justamente porque eu não queria fazer aquele trabalho e sim enrabar aquela menina, assim como fazia nas minhas maiores fantasias. E naquele dia, meus pais iriam sair à tarde, às 13:00 e só voltariam às 20:00. Ou seja, havia uma tarde inteira para...
Ansiosamente esperava, até que finalmente chega o dia. Marcamos as 14:00. A mãe dela deixava ela lá e iria buscá-la por volta das 18:00. Cumprimentei-a e disse para ela ficar à vontade. Ela parecia não ligar, ficava insistindo em terminar logo aquele trabalho irritante de ciências. Então fomos ao trabalho. Era alguma coisa sobre uma maquete. Ambos detestávamos. Durante o trabalho, pouco tempo depois de ela chegar, tentava me aproximar, sentar mais perto dela. Ela ainda não ligava, mais ficava enchendo para eu fazer alguma coisa referente à maquete. Eu só conseguia ficar vidrado naquelas curvas lindas. Lentamente aproximei minha mão da sua coxa e fui acariciando. Ela tirou minha mão e nada disse. Tentei de novo e ela falou:
— Thiago, nós temos que acabar isso, é importante!
— E se... houvesse algo mais importante? — perguntei, dando aquele sorriso malicioso.
— Não tem. — disse ela, puxando minha mão em direção à maquete.
Passava o tempo, eu ajudava um pouco, mas decidi novamente tentar. Passei a mão nas coxas dela. Ela pegou minha mão e tirou. Ficava se repetindo essa cena até que ela pegou minha mão e eu puxei a mão dela para dentro do meu calção, porém não da cueca. Ela ficou parada um pouco, mas deu um suspiro e tirou a mão:
— Tem certeza? — Perguntei.
— Sim! — disse ela, dando um leve sorriso.
Passei a mão embaixo de onde ela estava sentada. Ela ficava puxando dizendo para eu tirar, mas não tinha força. Peguei a outra mão dela e coloquei por baixo do meu calção de novo. Parece que ela já estava desistindo. Ela conseguiu puxar minha outra mão, mas não tirou sua mão da minha cueca. Mas para minha surpresa, ela botou a mão dentro da cueca e fez leves movimentos, como uma punheta. Ela dava um sorriso e eu respondia sorrindo também. Meu pau já estava bem duro. Eu disse que tinha algo me apertando, ela ignorou. Daí abaixei meu calção junto com a cueca. Ela deu um gemido e me olha meio surpresa. Meu pau tinha seus 16cm. Creio que era maior de qualquer outro que ela já tinha visto. Não demorou muito tempo e ela mostrou o quão putinha era. Foi logo tirando a blusa e depois o sutiã, mostrando seus seios lindos, e caiu de boca no meu pau. Ela chupava com gosto. Deu pra ver que já tinha experiência. Ela acariciava minhas bolas, mas depois ficava batendo. Um tanto que forte. Eu disse pra parar, tava doendo. Ela sorriu e disse:
— Agora é tu quem quer parar?
— Hahaha, vai ter troco!
Derrubei ela do outro lado do sofá e dei um beijo de língua nela. Enquanto isso, apertava seus peitos. Depois do beijo, fiquei um longo tempo chupando e mordiscando seus peitos. Com minha ajuda, ela tirou a jeans e depois a calcinha. Eu ficava dizendo sacanagens o tempo todo. Dizia que ia fuder com ela, que ela ia ser minha putinha hoje, que não ia conseguir sentar depois que eu a arrombasse. Ela nem ligava até lá.
Passei a mão e chupei à vontade. Ela segurava gemidos, mas deixava alguns escapar. Nesta hora, perguntei se ela era virgem, só pra confirmar. Ela falou que não, mas disse pra eu ir com calma. Bem, isso ia facilitar meu trabalho. Coloquei ela de quatro e ficava batendo com o pau na bunda dela enquanto dizia sacanagens no seu ouvido. Fui colocando devagar. Mesmo não sendo virgem, ela tinha uma bucetinha apertada, mas nosso joguinho de lubrificação deu certo. Então meti mais fundo. Ela gemia e soltava alguns gritos. Até agora estava parado dentro dela e ela gemia. Comecei um vai e vem bem devagar. Pouco tempo depois, ela disse que tava doendo muito, pediu pra eu ir mais devagar, mas eu disse:
— Que foi, quer parar agora?
— Não! — diz ela, fazendo uma carinha de braba.
— Corajosa, hein. — disse eu na malícia.
A verdade é que aquela buceta é quem estava fudendo comigo. Ela era muito gostosa e eu tava me segurando pra não gozar. Logo trocamos de pose. Escorei ela no sofá e aumentei ainda mais o ritmo. Aquela carinha de safada e seus gemidos me deixavam ainda mais louco. Não demorou muito e ela gozou. Trocamos de pose mais um vez e ficamos assim no vai e vem por mais um tempinho. Logo tive que tirar. Anunciei que ia gozar e ela, que nem uma putinha assumida, saiu e pegou meu pau. Deixei com que ela batesse a punheta. Demorou mais ou menos 5 segundos pra eu ter gozado a maior quantidade de porra que provavelmente irei gozar novamente. Ela chupou tudinho e disse que ia querer de novo qualquer outra hora. Eu falei na orelhinha dela:
— Claro, gata, mas na próxima vez vai ser o cuzinho.
— Hahah, nem sonha, menino!
Eu ia tentar comer seu cuzinho também, mas as horas não permitiram. Faltavam menos de 2 horas para sua mãe chegar. Enfim, terminamos o trabalho e logo depois ela tomou um banho rápido. Nos despedimos então. A verdade é que segunda-feira entregamos o trabalho e a nota. Você imagina que não tenha ficado boa. Pois é, não ficou, mas nem eu e muito menos ela se arrependeu.
No próximo conto irei comer o cuzinho da vadiazinha, esperem. E avaliem positivo. Quanto mais avaliações, mais rápido postarei a 2ª parte.