Olá, seus safados, tô de volta pra continuar o conto da putaria com o delícia do meu cunhado.
Como já contei, nossa foda na casa dos pais foi interrompida na melhor parte, mas o puto me prometeu terminar o serviço – e não deu outra, o filho da puta cumpriu.
Fim de semana acabou, eu voltei pra minha cidade com a buceta coçando de saudade, minha irmã e o cunhado foram pra cidade deles. Mas eu sabia que na semana ele viria pra cá sozinho – só de pensar já escorria mel pelas coxas.
Terça-feira, meio-dia, pling no celular. Era ele. Só de ver o nome na tela, arrepios na espinha, grelo inchando, buceta pulsando. Mensagem: "E aí, tá afim de terminar aquele serviço que começamos no fds e não pudemos concluir, sua putinha?"
Não pensei duas vezes – minha cabeça era só rola grossa dele me arrombando. Respondi na hora: "Só marcar hora e lugar, seu gostoso." Ele de pronto: "Na tua casa hoje à noite." Confirmei: "Fechado." Marcamos pós 20h. Saí do trampo com a cabeça só em foder, buceta melando a calcinha o caminho todo.
Cheguei, banho demorado pra caralho. Depilei a xoxotinha lisinha do jeito que minha irmã disse que ele gosta – buceta de pré-adolescente, grelo babão à mostra. Não aguentei, meti dois dedos fundo enquanto a água quente escorria, imaginando aquela pica veiuda me rasgando, gozei gemendo no box, mel grosso pingando no ralo.
Saí do banho 20:15, nua enrolada na toalha. Toc toc. Ele chegou, entrou direto, jogou mochila no quarto de visitas e rosnou: "Vai se preparando, vadia, que hoje o bicho vai pegar pra caralho." Foi pro banho. Saiu só de cueca, pauzão marcando reto como mastro, cheirando sabonete e macho suado.
Eu já esperava de camisola transparente – peitinhos duros furando o tecido – e micro calcinha preta enfiada no reguincho. Ele veio como touro, me jogou na cama, deitou o peso em cima, boca selvagem na minha, língua grossa invadindo, babando na minha cara, pau duro roçando minha buceta por cima da renda. Desceu pro pescoço mordendo, arrancou alças da camisola, mamas minhas mamilos roxos duros na boca dele – chup chup – sugando forte, mordendo areola, me deixando louca de tesão.
Arrancou camisola toda, desceu beijando barriga, língua na virilha. Buceta encharcada marcando calcinha transparente de mel. Mordeu grelo por cima do pano nhac, cheirou meu fedor de puta: "Essa calcinha fica pra depois. Agora mama minha rola, sua cachorra!"
Não recusei porra nenhuma. Arranquei cueca, pauzão veiudo ploc na cara, joguei ele na cama. Puxei pele até base, cabeça roxa brilhando. Engoli inteira – lambi veias pulsantes, chupei suas bolas, slurp slurp, mordi cabecinha sensível, punhetei com saliva. Enfiei até garganta glug glug engasgando, uma mão punhetando, outra apertando seu saco, língua rodando na cabeça do pau.
Ele gemeu rouco: "Puta merda que boquete... para senão gozo na tua garganta gulosa!" Acelerei mais, apertei as bolas, suguei como vácuo – pau latejou, PSCHHH, jatos grossos quentes e salgados encheram minha boca até transbordar pelos cantos, engoli metade babando o resto no pau dele. Olhei rindo: "Já gozou, fracinho?"
Ele pulou da cama, olhos pegando fogo: "Vem pro meu colo, sua desobediente. Vai apanhar essa bunda gulosa." Me virou de bruços no colo, arrancou calcinha riiiip, bunda empinada pro alto. PAF PAF PAF – tapas firmes ardendo gostoso, vermelhos na pele, nunca tinha apanhado na foda mas virei puta pra isso. Entre tapas, dedos melados passeando na xoxota escorrendo, apertando grelo inchado, enfiando dois na buceta, outro no cu piscando.
"Empina de quatro, vadia." Fiquei de quatro, ele atrás, língua quente lambendo rabo todo – chupou grelo com força sluuuurp, me fazendo tremer, subiu pro cu, forçando ponta da língua no anelzinho apertado, voltou pra buceta sugando mel como faminto, língua fudendo buraco in out, sugando grelo até orgasmo subir.
Falei "Vou gozar!", ele PAF na xoxota molhada: "Goza na minha língua não, toma rola!" Pau duro como pedra SLOC – primeira estocada rasgou fundo, gozei na hora esguichando no pau dele, pernas moles, visão embaçando.
Ele puxou cabelo suado, sussurrou no ouvido zombando: "Já gozou, putinha? Igualzinha eu..." Corpo mole, mas ele socava bruto – mão no cabelo como rédea, outra na cintura gorda, tapas na bunda ploc. Recuperei, comecei rebolar engolindo tudo: "Me fode cachorro! Me faz gozar na tua pica grossa! Me enche de leitinho quente pra minha xoxotinha gulosa!!!"
Ele acelerou bombadas, cama rangendo crec crec, eu acariciei saco pesado: "Goza dentro, seu puto! Goza comigo!" Gozei mais forte, esguicho mel porra batendo na barriga dele. Ele apertou cintura, rugiu gutural, empurrou até útero – SPLURT SPLURT – porra fervente enchendo buceta, escorrendo coxas misturada com meu mel. Não foi junto mas delícia do caralho.
Tirou pau melado plop, deitou. Eu no ombro dele, dormimos exaustos. Acordei de madrugada com calor fundo na buceta – o safado me fodia dormindo, pau duro escorregando no creme de porra velha. Entrei no ritmo, rebolando devagar, gemendo baixo: "Me fode mais...". Ele gozou quieto, enchendo mais.
Perguntou sorrindo: "Gostou da surpresinha, vadia?" "Amei, ninguém nunca me acordou arrombando assim." Abraçou conchinha, pau murcho entre minhas coxas meladas, dormimos resto da noite.
Manhã, acordei louca pra mais uma punheta na rola dele, mas hora atrasada pro trampo. Levantei correndo. Ele fez café cheiroso enquanto eu me arrumava, me levou no trabalho – lógico que marcamos outra foda proibida, que conto em breve.
Beijos melados!