🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

MULHERES SURPREENDENTES

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Victor
Categoria: Heterossexual
Contém 1100 palavras
Data: 18/02/2016 08:13:20

Ainda na minha época de faculdade, numa cidade de grande porte do interior de Minas Gerais, eu saía com os amigos sempre para irmos à uma feira existente naquele lugar. A feira ocorria sempre às quintas-feiras , depois das 17 horas. Nesta feira você encontrava de tudo, mas principalmente, íamos para tomar uma boa e gelada cerveja, eis que o lugar é muito quente, para comer um bom lanche, mas também para flertar com as garotas do local.

Certa feita, estávamos sentados ali eu e meu amigo quando passaram por nós três lindas garotas, de pronto resolvi flertar com a mais linda do grupo e, por sorte minha, ela logo correspondeu à minha olhada. Eu tinha acabado de pedir meu lanche e aguardava para comê-lo e disse ao meu amigo, assim que lanchar vou procurar aquela guria.

Para minha surpresa, logo depois de lanchar, apareceu-me uma linda garota dizendo chamar-se Cíntia. Cíntia era uma mulher linda, devia ter entre 25 e 30 anos de idade, com corpo todo perfeito e chamava a atenção pelo seu belo sorriso e seu rosto desenhado.

Cíntia aproximou-se de nossa mesa e perguntou-me se eu não gostaria de conhecer uma menina que queria me conhecer. Eu, como não poderia ser diferente, aceitei de pronto e a segui até um determinado local daquela praça. Para minha surpresa, Cíntia aproximou-se da garota mais linda daquele grupo, a menina com quem eu tinha flertado anteriormente. Era Lu. Uma morena estonteante, perfeita em seus mínimos detalhes.

Depois dos cumprimentos de praxe, logo puxei conversa com Lu e acabamos por nos agarrar e, com ela depois, mantive um relacionamento legal por vários meses.

Mas o que mais me surpreendeu é que, depois de alguma conversa, perguntei para Lu quem era Cíntia e, ela me disse, que tinha acabado de conhecê-la uns instantes antes dela ir me procurar. Fiquei meio desentendido e após muitas indagações, eu e Lu não conseguimos compreender o que realmente Cíntia queria, pois tinha abordado Lu da mesma forma com que tinha me abordado.

Achamos que foi coisa do destino e ficamos ali curtindo o momento até que, por volta das 22:00 horas, Lu disse-me que teria de ir embora. Eu, como cavalheiro, levei-a até sua casa, cerca de uns 3 Km longe do local onde estávamos. De retorno, liguei novamente para o meu amigo e ele disse que iria me esperar no local onde lanchamos.

Retornei ao local estacionando meu carro quando, novamente, fui abordado por Cíntia.

Ela veio perguntando se gostei de conhecer Lu e eu chamei-a para sentar e tomar uma cerveja comigo. Papo vem, papo vai, Cíntia mostrou-se muito educada e simpática. Meu amigo, nesta hora, já havia ido embora.

Quando lá pelas 00:30 horas, Cíntia disse-me que teria de ir embora. Perguntei onde ela morava e ela me disse que no quarteirão atrás de onde estávamos. Questionei se ela queria que eu a levasse de carro, mas ela me disse que não precisava ir de carro, mas se eu quisesse acompanhá-la a pé mesmo ela ficaria muito feliz.

Fomos caminhando para o local onde Lu havia me mostrado, ainda falando de nossas vidas e daquilo que fazíamos e gostávamos de fazer.

Cíntia morava realmente há dois quarteirões de onde estávamos, numa rua onde existiam várias casas e alguns prédios mas que, como lotada de árvores plantadas de fora a fora, era bastante escura.

Num determinado momento, lembro-me como se fosse hoje, paramos próximo a uma pampa vermelha que estava estacionada naquela rua, encostamos naquele veículo e continuamos a conversar, quando em determinado momento Cíntia abraçou-me e começou a beijar meu rosto. Não hesitei, logo beijava aquela linda boca e abraçava aquele corpo perfeito.

Ela estava com uma mini saia e uma blusinha que chamavam a atenção naquele corpo delineado e eu estava vestindo apenas um short e uma camiseta branca, típico de um adolescente na faculdade. Cíntia mostrava-se totalmente certa do que queria. Eu encostado no capú daquele veículo e Cíntia me abraçando e esfregando seu corpo contra o meu.

De pronto, meu sexo aflorou-se, e ela, aproveitando-se de meu constrangimento de moço virou-se de costas para mim e continuou a esfregar-se em mim. Naquele clima quente, corpos se esfregando, foi realmente insano. Minhas mãos percorriam aquele corpo, tendo a oportunidade de conhecê-lo em sua essência. Enquanto ela esfregava suas nádegas em meu sexo eu aproveitei o momento para acariciar aquela v... deliciosa que, mesmo com calcinha, já se mostrava toda lambuzada de desejo. Puxei a calcinha para o lado e continuei acariciando aquele clitóris deliciosamente lambusado e, com os dedos, penetrando Cíntia e massageando a entrada de sua v..... Sentia sua respiração ofegante e ouvia seus sussurrados gemidos de tesão.

Nossas bocas sempre se procuravam, entretanto, o tesão era intenso e os movimentos corporais nos impediam de saciar o desejo pelo beijo.

Em determinado momento, Cíntia acabou por levantar uma das pernas de meu short e de minha cueca, deixando meu p... exposto. Foi um delírio de tesão para mim, sentir aquela mão deliciosa massageando-me e aquela v.... gostosa roçando meu pau, com aquela calcinha para o lado. Delirei, confesso.

Estávamos no meio da rua, o Prédio ao lado tinha luzes da sala acessas de frente para onde estávamos, mas mesmo assim, não havia outra forma. Até aquele momento, eu consegui, com sanidade, segurar-me, mas após sentir o sexo de Cíntia, não tinha outro jeito.

Tirei sua calcinha e coloquei Cíntia encostada no veículo. Massagiei aquela v.... enquanto minha boca saciava-se com a boca dela. Naquele instante, consegui levantar um pouco a blusinha de Cíntia e chupar aqueles mamilos deliciosos que já se mostravam aparentes. Meu p... nesta hora já latejava de tesão com as mãos de Cíntia a massageá-lo. Bem que eu queria chupar Cíntia ali naquele lugar, mas não via a possibilidade de fazer isso pois seríamos pegos no flagra a qualquer momento.

De pouco a pouco, após momentos insanos de carinho total, eu fui colocando Cíntia no capú do carro e acabei penetrando-a ali mesmo. Fizemos sexo como dois animais no cio, em plena rua, com o tesão maior do medo de sermos flagrados.

Foram instantes de luxúria. Cíntia foi a primeira a gozar, mas logo depois gozei também ao vê-la em êxtase.

Louca aquela experiência, principalmente sabendo que Cíntia havia acabado de me apresentar a pessoa com quem namorei durante um período depois.

Da mesma forma com que Cíntia apareceu em minha vida, ela sumiu.

Somente a encontrei quando já estava no fim de minha faculdade, mas, esta história, deixo para depois.

Se você gostou, deixe seus comentários abaixo, eles são muito importantes para mim. Obrigado.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive v.ictor_freitas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →