Quando existe amor, tudo fica bonito. E quanto existe tesão, tudo fica delicioso. Até a simples compra de um espelho. Meu filho me telefonou e disse:
- Mãe, hoje eu vou passar a tarde fora resolvendo uns problemas. Mas daqui a pouco vai chegar um cara aí pra entregar um móvel que eu comprei.
- Móvel?- perguntei. - Desde quando você compra móveis pra casa?
- Mãe, eu vi numa loja de móveis antigos e achei que você ia adorar. Quando chegar a entrega, você recebe. Eu chego em casa à noite. Beijos. Te amo.
Fiquei intrigada. O que ele estaria aprontando. Umas duas horas depois chegou a entrega. Um espelho! Um espelho enorme, maior que eu, com madeira esculpida em volta, acabamento em laca. Um espelho lindo, antigo. Deixei na sala. Aquele espelho tinha algo de antigo, de misterioso. Fiquei imaginando se aquele espelho não era de algum bordel. Não resisti a tentação de me despir diante dele. Vi meu corpo. O corpo que antes eu escondia, agora me parecia sensual, provocante.
André, meu filho, chegou quase à noite. Me deu aquele abraço gostoso, me beijou.
- Gostou do presente, mãe?
- Adorei... mas o que deu na sua cabeça de comprar um espelho desse tamanho?
- Sei lá. Achei que ele parece um espelho de puteiro. Achei sexy. Comprei pra deixar na frente da nossa cama, pra ver a gente fazendo amor.
Eu achei graça ele ter sentido a mesma coisa em relação ao espelho, ter achado que parecia espelho de puta. Nós nos beijamos, e ele já começou a me apalpar, principalmente na bunda.
- Sabia que eu te amo, mãe?
- Eu também te amo, filho - respondi, já sentindo o clima quente surgindo entre nós.
Nós nos jogamos no sofá. Beijos e abraços quentes. Quando eu podia olhava no espelho. Me ver beijando meu filho fez com que eu me sentisse incestuosa, tarada, pecadora. André sussurrou:
- Gosta?
- Você sabe que eu te adoro.
- To perguntando se você gosta de se ver no espelho.
Tive vergonha, mas confessei:
- Gosto... hummmmmmm
As carícias já ficavam mais quentes. Ele tirou sua camiseta, revelando seu peito musculoso. Eu chupei os seus mamilos o que sempre o faz delirar.
- Ahhhhhhhh....delícia, mamãe!
Ele foi puxando minha blusa e quando tirou, ele colocou sobre a cúpula do abajur. Como era uma camisa de seda vermelha, a sala ficou toda iluminada com aquela cor. Senti mais ainda que eu estava num antigo bordel. Quando eu olhava nos espelho via nossos corpos, a cada peça de roupa tirada mais expostos. Logo estávamos nus.
- Filho.... hummmpffff... você tá tão taradinho....
- Aproveita, mãe... - disse ele, já balançando seu pau duro para mim.
Uma das coisas que eu mais gosto é ver aquela babinha transparente saindo do seu pinto, sinal claro de que ele está super excitado. Nessas horas eu não resisto e chupo. Chupo com vontade, caio de boca, me delicio. A cada movimento da minha boca ele gemia e me elogiava:
- Ahhhh mãe... issooo! chupa... ahhhh que delícia de boquinha. Chupa minha mamãe putinha!
A luz, o espelho, o incesto. Eu me sentia puta mesmo. E estava adorando. Ele provocava:
- Olha no espelho... olha como meu pau some na sua boca!
Eu virava os olhos e via a cena. Quando eu poderia imaginar que um dia chuparia o pinto do meu filho? André se levantou e disse:
- Espera um pouquinho...
Ele foi até o nosso quarto e quando voltou trazia na mão o frasco de lubrificante. Ele queria me comer pro trás.
- Hoje eu to com fome de comer cuzinho de mãe. Mamãezinha dá o rabinho pro filho, dá?
Nessas horas eu ainda fico com vergonha, mas respondi:
- Dou...dou tudo que você quiser...
Fiquei de quatro no sofá, oferecendo minha bunda carnuda ao meu filho. E como esse garoto sabe dar um trato no meu rabo com a língua!
A lingua passava em volta do anelzinho, as vezes parecia querer me penetrar com a língua. Chupava, beijava, fazia tudo deliciosamente. Quando enfiou dois dedos na minha xoxota eu gritei de prazer:
- AAAAHHHHHHHHHH TESÃO!
- Tá gostoso, né? Você adora uma chupada nesse cuzinho gostoso, né?
- Adoro, filho... adoro... ahhhhhhhhhhh
Seus dedos dentro da minha vagina faziam milagres, tocavam, brincavam. Quando ele tirou os dedos de dentro de mim levou-os à minha boca.
- Sente o gosto da tua bucetinha, sente...
Eu chupei seus dedos e me deliciei com o gosto do meu sexo. André deu a ordem:
- Afasta um pouquinho pra eu sentar, mãe?
Ele sentou no sofá e começou a besuntar seu pauzão com o lubrificante.
- Você vai sentar no meu cacete, mãe!
Senti medo. Por mais que ele já tivesse comido meu rabo várias vezes, sempre foi de quatro ou de frango assado. Eu nunca tinha dado naquela posição.
- André... eu não sei se eu consigo. Vai doer..
- Confia em mim, mãe.
Ele colocou lubrificante nas mãos e passou no meu cuzinho. Eu sentia medo, mas a voz de tarado dele derrubava qualquer resistência:
- Vem, mãezinha. Vem devagarinho que você consegue...
Eu virei de costas pra ele. Abaixei bem devagar. Nós estávamos empastelados de lubrificante. Senti a cabeça do seu cacete tocando meu anelzinho.
- Delícia, mãe... vem... vem devgarinho.
Aquela posição era mais complicada, mas eu fui me esforçando. Senti a cabeçona forçando minhas pregas. Doeu - sempre dói, mas passa. Fui descendo meu corpo, de costas pra ele. A cabeça tinha passado inteira. E como dizem, "depois que passa a cabeça, o resto é tudo pescoço". Fui lentamente descendo, até que seu pau se alojou todinho dentro do meu reto. André me abraçou por trás, segurando meus seios. Disse no meu ouvido:
- Delícia... tesão de rabo.
- Devagar, filho... ainda tá doendo.
- Olha no espelho, olha.
Quando eu abri os olhos a cena me excitou incrivelmente. Aquele antigo espelho parecia um quadro mostrando uma cena pornográfica. Eu abri minhas pernas eu pude ver a imagem do pinto do meu filho todinho dentro de mim, suas bolas tão encostadas que pareciam querer entrar também. André respirava fundo. Estava possuído de tesão.
- Agora vem... sobe e desce devagarinho.
Eu comecei a me movimentar, ainda meio desajeitada. Via alguns centímetros do seu pau aparecendo, para desaparecer logo depois. A dor já tinha passado. Agora a penetração anal era só prazer, e eu via a cena pelo espelho.
As mãos de André apertavam meus seios, brincava com os biquinhos, apertava e me fazia quase desmaiar de prazer.
Ele percebeu que eu já estava a vontade. Começou a movimentar o quadril pra cima. De baixo pra cima ele socava meu rabinho. E o melhor é que eu adorava.
- Ahhhhhhh... mete! Mete, filho!
- Mãe... te amo... minha puta! Safada! Toma pica nesse rabinho!
Era lindo ver a cena no espelho. Seu pau me invadindo, suas mãos apertando meus seios. Nossos olhares de tesão pleno. Meu filho tirou a mão do meu seio direito e levou até meu clitóris. Começou a mexer no meu grelinho, e aí só me restava gritar, como louca.
- Ahhhhhhhh....AHHHHHHHHHHHHH FILHO!
- Rebola...rebola no meu cacete!
E eu rebolava mesmo. Estava enforcando aquele mastro duro. Seus dedos não davam descanso ao meu grelinho. Eu me sentia gozando pela frente e por trás. Jogava meu corpo para baixo, tentando engolir pelo ânus até o último milímetro da sua tora.
- Ahhhhhh... eu vou gozar, filho... mexe no meu grelinho....ahhhhhhhh não pára..... eu vou gozar..... eu ...eu.....ahhhhhhhh
E que gozada! Ver a cena no espelho fez com que eu entendesse o quanto eu tinha me tornado uma verdadeira fêmea. Gozei tanto que a mão do meu filho ficou encharcada. Assim que eu gozei a reação dele foi acelerar as bombadas no meu rabo.
- Agora eu vou te encher de leite... Toma! Toma!
Ele bombava com força, jogando o quadril para cima. Eu, por minha vez, jogava o corpo para baixo. Ele estava pro um triz.
- Vou gozar, vou gozar, caralho! Ahhhhhhhhh
Pelo espelho eu vi seus olhos fechando. Senti aqueles jatos quentes no meu ânus, deliciosos, me inundando. Eu virei minha cabeça para trás e nos beijamos.
- Mãe... você é gostosa demais, porra!
- E você é um taradinho...
Ficamos no chamego um tempo até que seu pinto amoleceu e saiu de dentro de mim. Uma parte do esperma saiu do meu rabo e melou seu pinto, seu saco, até o sofá.
- Mãe, gostou de se ver no espelho...
- Muito... tudo que você inventa me excita. Te amo, filho! Muito, muito, muito!
Depois disso nós jantamos - sem roupa! - e levamos o espelho para nosso quarto. Não precisou muito tempo para que ele quisesse me comer de quatro, comigo virada para o espelho. Gozei horrores. Ver a minha imagem me fazia entender o que estava acontecendo comigo. Eu era a mulher mais feliz do mundo e talvez a fêmea mais vadia que um homem pode ter.
Beijos a todos, e até o próximo capítulo!