Olá, meu nome é Luan tenho 18 anos e vou contar mais uma das minhas novas aventuras, moro em Jundiaí tenho uma família grande e harmoniosa, desde que descobri a pornografia e perdi a virgindade com o meu primo Rodrigo, as coisas mudaram bastante.
Como tinha falado meu primo Victor é um príncipe, sério mesmo, lindo, gostoso e dotado, veio com todos os atributos só pra ele. Meus pais têm uma casa na praia do curral a qual eles costumam alugar pra temporada e como no feriado eles reservaram pra nós irmos pra lá, acabei chamando meu primo. A ideia era chamar o Rodrigo, só que ele é militar e a escala dele é uma merda.
Já tinha batido uma pro Victor no fim de semana e evitamos falar sobre o ocorrido por alguns dias, até que ele me chamou no whats na quarta à tarde:
— Luan?
— Fala vih.
— Rola eu dormir aí na sua casa pra ir com vocês pra ilha?
— Claro, meus pais estão na firma hoje pra sair e deixar a empresa sozinha por 5 dias eles precisam programar e direcionar várias coisas, vão chegar tardão. Vem de Uber.
— Seus pais não estão em casa?
— Nops, pq a pergunta?
— Curiosidade.
— Vai vim?
— Depende :P.
— ??
— Vai fazer aquela?
— Aquela?? Man não estou entendendo. (sim eu estava)
— Bate uma pra mim de novo?
— Nem falamos sobre isso né?
— Sabe que curti pakas, mas poderia rolar uma mamada né?
— Victor vem pra casa, aqui conversamos sobre isso.
Estava quase dando 5 da tarde, o telefone toca.
— Alô?
— Luan, é o tio Alexandre (pai do Victor).
— Oi tio tudo bem?
— Falei com o seu pai agora mais cedo e ele concordou de levar o Serginho a praia também.
— Serginho? O amigo do Vih?
— Sim, mandei eles de uber, já já estão aí.
— Ok tio.
— Cuida deles pra mim garotão.
— Ok tio, eles vão ficar bem.
Mano que ódio, tinha feito o plano todo na minha cabeça, esse Serginho estragou e atrapalhou tudo. A ideia era dar uns pega no meu primo, ele iria preferir o cu do Serginho até porque é amigo dele e não envolve família. Falar o que eu penso não iria mudar nada, até porque minha mãe sempre dizia sinceridade ao extremo é falta de educação. Poderia tolerar o Serginho um final de semana prolongado.
A chegada deles logo aconteceu e fomos apresentados. Claro que eu lembrava dele, gostosinho pakas e de perto era mais gostoso ainda, estilo playboyzinho. Os pais dele são bem ricos e têm propriedades até em outro país. O que me constava era que ele fumava maconha e pra comprar precisava arrumar um jeito já que todos os gastos dele eram bem controlados pelos pais.
A minha casa não é pequena, mas também não é casa de cinema, tem o que toda casa tem: três quartos, só que dois funcionam corretamente como quarto, o dos meus pais e o meu. O outro é só um espaço que meus pais usam de estoque/escritório, não costumo entrar lá por conta da quantidade de peças e coisas que são bem importantes pra eles.
Instalei os dois no meu quarto. A diferença é que deixei os dois na minha cama e coloquei o meu colchão no chão. Claro que deveria fazer isso, era a regra da casa: a família e as visitas sempre têm prioridade no conforto. Acabei desencanado da vontade de pegar o Vitor e fomos fazer coisas de adolescentes normais, jogar vídeo game. Só que as horas iam passando e eu já tinha feito mala, arrumado tudo no carro da minha mãe inclusive a dos meninos, já tinha pago a moça que limpa aqui em casa, já tinha feito tudo. Era quase 11 da noite e nada dos meus pais chegar. Liguei no celular da minha mãe e ela foi curta e grossa:
— Luan, estamos ocupados. Já fez tudo que deixei pra você fazer?
— Sim mãe, que horas você vem?
— Vai dormir, vamos sair cedo amanhã, eu ainda demoro umas 2 horas por aqui.
Quando subi no quarto o Serginho estava desmaiado na cama.
— Nossa, parece que ele dormiu mesmo.
— Ele teve um dia cheio.
— Vamos lá no carro da minha mãe, preciso pegar um cabo na mochila.
Chegamos na garagem, abri o carro e entrou pra procurar. Ele entrou do meu lado e começou a falar:
— Luh foi mal trazer o Serginho sem te falar nada.
— Relaxa man, a casa é grande e cabe ele sem problemas.
— Achei que você estava com ciúme.
— Por que ciúmes?
— Dele.
E começou a alisar a mala.
— Para com isso Victor, aqui é fácil dos meus pais chegar e pegar você fazendo isso.
— Vamos aonde então?
Tive a melhor ideia da vida, aliás desde que peguei o Rodrigo da primeira vez, comecei a pensar lugares pra repetir a dose caso rolasse um clima com a casa cheia.
E tinha uma construção quase acabada em um lote no final do condomínio.
— Entra aí, vamos em um lugar seguro.
— Você que então né safado?
Somente dei uma risadinha.
Eu sabia que era perigoso ir até lá à noite, o condomínio tem câmeras e se algum guarda suspeitar poderia pegar nós lá. Então liguei na portaria e avisei que iria até a construção pra dar uma olhada, disse que os empreiteiros falaram de alguns gatos que entravam lá e sujava as coisas deles. A portaria respondeu que tudo bem.
No caminho o Victor já estava com o pau babando muito e fazendo eu bater uma de leve pra ele.
— Paga uma chupeta pra mim?
— Mano lá nós conversamos.
Parei o carro na entrada improvisada pro lote e liguei a lanterna do celular e entrei na casa. Ele veio atrás me bolinando com as mãos, e que mãos! Grandes, grossas, de macho mesmo, sabe?
Passou a mão na minha bundinha e já pediu pra eu mamar. Sentou em um degrau de uma escada quase acabada e sacou o brinquedo pra fora. Puxou meus cabelos e esfregou minha cara no pauzão dele:
— Hoje eu quero um boquete e bem feito seu viadinho.
Cai de boca naquele pauzão e fiz ele gemer muito. Lambi as bolas dele e fiz ele gozar na minha cara. Quando eu ia virando pra sair ele falou:
— Não acabou ainda, quero seu cuzinho.
— Mano, acho que não é uma boa ideia.
— Pensa que eu não sei que você gosta de rola?
Ele ficou meio violento, olhou com uma cara de mal pra mim e eu meio que assustei. A casa estava meio escura e quando tentei sair correndo tropecei em uma lata que estava lá, cai e ele me puxou do chão, e me levou pra um colchão velho jogado no canto da imensa sala mal acabada. Me jogou no colchão e caiu em cima de mim, amarrou as minhas mãos com a minha meia e tirou toda a roupa. Deitou em cima de mim e pude sentir o peso dele. Eu pedia pra ele parar, que eu faria o que ele quisesse, mas não daquele jeito.
— Cala a boca viado, vai aguentar a minha rola quietinho.
— Calma vih, eu topo, mais me desamarra.
Falei com as paredes porque ele cuspiu na rola e encaixou no meu anelzinho. Na hora que senti as pernas grossas e peludas do jogadorzinho de futebol eu me entreguei e comecei a aproveitar. Sei lá, mas me deu o maior tesão aquela brutalidade toda e ele continuava falando:
— Relaxa você vai gostar no final, vai ficar viciado na rola do primo. Nossa, que cuzinho gostoso de bombar.
Eu aproveitei até o final e ele gozou muito. Ficou meio com vergonha depois e me desamarrou. Eu levantei a roupa e saí mudo de lá, fui direto pro carro e não pensei duas vezes antes de deixar ele descer a ladeira do condomínio a pé. Entrei em casa, peguei o telefone e me tranquei no quarto dos meus pais. Precisava fazer uma cena. Meus pais realmente estavam com a ideia de dormir fora, até porque moramos em uma rodovia e em véspera de feriado fica difícil circular, ainda mais em horário noturno. Eu não consegui dormir e precisava contar o que aconteceu pra alguém. O Victor bateu várias vezes na porta e mandou várias mensagens com pedidos de desculpas e arrependimento. Eu já tinha pensado em abrir a porta e repetir a dose, mas não poderia deixar ele pensar mal de mim, afinal de contas a bicha é sempre o passivo.
Chamei o Rodrigo no Whats e ele estava online:
— Digo?!
— Fala minha putinha, tah bem?
— Fala sério mano.
— O que aconteceu Luh?
— Fiz merda.
— De que tipo?
— Liberei pra outro cara, meio que à força.
— Meio que à força pra ele ou pra vc?
— Pra mim.
— Vou quebrar ele, quem é?
— Não posso falar.
— Fala man.
— Tah fazendo o que agora?
— Toh no quartel, estou em serviço hoje.
— Posso ir até aí?
— Você não pode entrar aqui, mais posso ir com você aqui perto do aeroporto, tem um hotel e eu deixo as coisas lá.
— Que horas?
— Saio pro descanso à 1:30 da manhã.
Peguei o endereço e chamei o Uber. Quando o interfone tocou desci bem devagar pro Victor não me ouvir saindo. Por ser meio tarde consegui pegar o contra fluxo de Jundiaí pra São Paulo e em 40 minutos estava em Congonhas. Fiquei esperando ele no saguão do aeroporto por alguns minutos ainda e quando ele veio fiquei até de pernas bambas. Ele estava de farda e com o maior sorriso que já vi nele antes, me abraçou e me levou junto com ele até o hotel.
— Dona Maura, esse é meu primo Luan, preciso entregar alguns documentos pra ele antes de voltar do descanso. Algum problema ele subir comigo e ficar alguns minutos lá?
— Rodrigo, só preciso de um documento dele pra comprovação do sobrenome.
Entreguei e subi.
Chegando no quarto ele me agarrou e começou a me beijar, e isso nunca tinha acontecido antes:
— Que saudade de você priminho, desse rabinho.
— Vim pra conversar.
— Olha meu estado — falou apontando pro brinquedo que marcava de um lado ao outro da perna esquerda na farda.
— Senti sua falta também.
Nem terminei de falar e ele veio pra cima. Dei gostoso pra ele e acabei saindo de lá sem falar o que aconteceu. Me senti a maior putinha mesmo e sinceramente saí de lá magoado. No caminho de volta só pensava em como eu estava afundado nessa situação toda. Seria hora de parar?
Cheguei em casa já estava quase dando 4 da manhã. Entrei sem fazer barulho e subi pro quarto dos meus pais. Em uma extremidade do corredor era o quarto dos meus pais, entre o meu e o deles tinha o terceiro quarto e um banheiro, e no final tinha o meu quarto. A porta estava entreaberta e só conseguia ver os flashes da TV e nada mais, nenhum som saia da TV apenas sussurros e bramidos. Quando me aproximei da porta pude ver meu primo deitado na cama e o Serginho com aquele bundão grande e lisinho engolir toda aquela tora do meu primo. Senti um pouco de ciúme, mas não quis atrapalhar. Quando entrei no quarto pude perceber que estava começando a cair na real com tudo aquilo.
No feriado, viajamos como se nada tivesse acontecido. Quando chegamos em Ilhabela depois de 8 horas de viagem por conta do trânsito e da balsa, uma novidade.
— Luan.
— Oi mãe.
— Sua tia vem ficar dois dias com nós, aproveita e enturma o Guilherme com vocês.
Guilherme, a ovelha negra da família. Moreno, alto, forte, com tatuagens, tem 24 anos e não saiu nem do 2º ano da faculdade. Usa maconha e já foi parar até na Fundação CASA. Ele era o tipo de primo que só me procurava pra usar as minhas coisas. Quando ele tinha 19 anos ele foi pego comendo uma garota do prédio aonde nós morávamos lá no Jabaquara e pasmem: a menina tinha 22 e saiu toda arregaçada.
Fiquei tenso, mais agora pensava com a cabeça de um viadinho, e realmente ele era muito gostoso. Na quinta acabei conversando com o Victor e resolvendo as pendências, ficamos combinados de não fazer nada forçado. Ele é um príncipe como disse antes e eu não consigo ficar muito tempo brigado com ele.
O dia seguinte correu tudo bem, o Gui chegou e ficou no meu quarto.
Casa de Ilhabela: grande, bonita, pé na areia, 5 suítes feitas por uma arquiteta famosa Brunete Fraccaroli e sem dúvida o bem mais caro que meus pais possuem depois de mim é claro. Lá é dividido por dois quartos na área externa, dois na área interna e um no segundo andar. Proibido entrar nesse, é dos meus pais e ninguém pode dormir.
Então eu e o Gui ficamos em um quarto com uma cama de casal, o Victor e o Serginho em outro do lado de fora que tinha duas camas de solteiro. Como era meu primo ficaria mais fácil dormir na mesma cama e os pais lá pra dentro. Meus pais saíram pra jantar e nós ficamos jogando sueca. O Gui não aguentava mais beber e foi dormir e quando eu menos esperei acabei sozinho lá fora no bar. Quando vi que os adultos iriam demorar muito acabei indo deitar e quando entro no quarto o Gui estava deitado sem uma única peça de roupa dormindo com um lençol fino e o cacete meia bomba, que marcava o lençol. A vontade de passar a mão era tão grande que acabei pegando bem de leve no pau dele que deu uma leve latejada. Com medo acabei deixando a tora dele em paz, fui pro banho e bati uma pensando naquele cafuçu. Era quase 2:30 da manhã então ouvi os portões abrir e pude imaginar que os adultos estavam de volta. Quando perto das 3:30 da manhã ainda não conseguia dormir e o Gui acordou, olhou pro lado e só pude perceber ele alcançando o celular. Pude ver que ele tinha colocado um vídeo pornô e começou a descabelar o bichão. Em seguida comecei a ouvir alguns barulhos de cama arrastando no quarto ao lado, e fingi que acordei com o barulho. O safado foi tão esperto que fingiu também que tinha acordado naquele momento:
— Qual é Luan? Que barulho foi esse?
— Os meninos devem estar trocando as camas de lugar.
— Vamos lá espiar?
— Vamos!
Fomos devagar pelo outro lado da casa e quase dava pra ver o que estava acontecendo dentro do quarto. Meu primo ficou atrás de mim e eu olhando dentro do quarto. Pude ver a hora que o Victor pegava o Serginho pelos cabelos e fazia ele engolir a tora toda. Meu primo deu uma cutucada no meu rabinho com aquele pauzão e já logo soltou:
— Eae libera pra mim?
— Sai dessa man não curto não.
— E aquela acariciada no meu cacete?
Enquanto eu argumentava com ele suas mãos tocavam meu rabinho e que mãozona tinha ele. A voz e o cheiro de macho me deixava até de pernas bambas:
— Vamos lá pro quarto vai? Eu faço bem devagarzinho, depois você vai ficar pensando porque não liberou e vai se arrepender.
— Man, não quero virar motivo de zoeira.
— É nosso segredinho. Lá na FEBEM eu pegava um molequinho que ficou no mesmo alojamento que mim, e ele ficou viciado no meu cacete.
Na minha cabeça se passaram várias coisas e uma delas foi... Que família é essa kkkkk.
Comecei a amolecer e deixar ele me pegar gostoso e que pegada era aquela. O menino sabia exatamente como deixar um viadinho louco. Roçava a barba rala dele no meu cangote. O pau era tão grosso e tão grande que chegava a me furar quando encostava na minha perna, deixando ela um pouco melada da baba.
Entramos no quarto e ele quis fazer tudo diretinho. Me beijou e me levou pra cama, fez eu chupar o cacete dele e me deu a maior lambida no meu cuzinho. A pegada dele era forte, que machão! Só de lembrar fico arrepiado. Tentava gemer baixo mas quase não conseguia e ele tapava minha boca com aquela mãozona grande e forte.
Fazia roçar aquele corpo grande e forte com uma pelugem bem média no meu e aquilo me enlouquecia. Parecia que ele estava sem sexo há alguns dias. Me colocou de frango assado e arrebentou meu rabinho. Acho que nunca alguém me comeu com tanto gosto que nem ele e só conseguia ouvir o que ele dizia entre os suspiros:
— Que rabinho cheiroso Luan, já viu uma rola grossa assim antes?
— Nunca Gui.
— Já deu esse rabinho pra alguém né?
— Já sim Gui.
— Conta pro primão quem foi que te comeu antes de mim?
— Por que você quer saber disso Gui?
— Porque eu quero que essa seja a melhor foda da sua vida, e você vai lembrar da minha rola pra sempre.
E ele tinha toda razão. Acho que nenhum dos meus primos por mais delícia que eles são chegaria aos pés dele. Ele me arregaçava e eu sentia 10% de dor e 90% de tesão. Na hora que ele me colocou no colo e fez eu cavalgar naquela rola gigante eu quase desmaiei em cima do brinquedo. Sentia tanto tesão que ficava até mole. Já tinha gozado umas duas vezes e não aguentava mais, só que o Gui estava firme e forte, fazia eu pular muito no pauzão dele. Quando ele pediu pra eu ficar de quatro na cama e ficou em pé fora foi a parte que eu quase caí de tanto tesão, as pernas estavam até mole. Que rola era aquela! Chegou uma hora que ele pegou no meu cabelo e me levou pro colo dele de frente pro rosto dele e me beijou enquanto eu sentava. Essa hora ele já estava quase gozando e foi eu gemer pra ele com cara de safado que ele inundou meu rabinho com aquela gozada grossa e farta. Caímos na cama mortos, já estava quase beirando as 5 da manhã e ele resolveu me chamar pra um banho. Fui na esperança de tomar um banho e dormir, mas ele fez eu cair de boca na rola gigante dele até ele gozar na minha cara todinha. Realmente o menino é insaciável. Acabamos dormindo até as 2 da tarde.
Quando acordei o Gui já tinha saído da cama e o clima lá fora estava meio pesado. Victor parecia meio irritado e o Serginho não tinha menor vontade de ficar próximo de nós. O que me chamou atenção foi que meu primo Guilherme não saia do celular e o Serginho ficava olhando o dele várias vezes. Sei lá, isso me deixou desconfiado, mas acabei tocando o dia pra frente e saímos pra uma volta na ilha. Saiu eu, o Victor, os irmãos dele e alguns amigos que moram em casas próximas a nossa e foi muito divertido. Aliás não existe nada naquele lugar que não inspire a sedução, o clima praiano deixa as pessoas mais safadas. Na hora do role meu primo Victor acabou me puxando pra um canto e tentou tirar satisfação:
— Você é uma bixona mesmo, sentou na rola do Guilherme, que nojo de você.
— Desde quando eu te devo satisfação do que eu faço mano? E erro por erro você não larga o rabo do Serginho.
— É diferente, o Serginho era virgem. Quantos rabos você acha que o Gui já comeu? Deve estar cheio de doença.
Pensando friamente ele tinha um pouco de razão, só que a única coisa que eu lembrava era as mãos fortes dele nos meus quadris me puxando como se eu fosse uma boneca nas grandes mãos dele. Resolvi rebater:
— Ontem ele viu você sentando a rola no Serginho e acredito que ele está comendo a sua putinha nesse momento, assim como o Rodrigo comeu ele também. É propriedade dos machões da família seu merdinha.
Meu primo como eu disse é um príncipe, mas quando parte pra cima, ninguém segura. Enfurecido ele partiu pra cima de mim e rolamos no chão. Ele é lutador de muay thai e logo já estava me quebrando a cara. Como a briga começou em frente ao DPNY os seguranças separaram nós e ele saiu correndo pra casa. Pensei rápido e com ódio corri atrás dele também e segurei ele uma casa antes da nossa:
— Deixa de ser viadinho Victor, vai brigar com o Serginho na frente de todo mundo? E a reputação de todo mundo? Se os nossos pais sonham o que nós fazemos você tem ideia do que vai acontecer.
Ele pensou e se acalmou. O rosto de tristeza e raiva foram mudando para o de calma que ele sempre tinha e começou a falar:
— Eu sou machão na faculdade e na família, só que eu tenho um sentimento pelo Serginho. Sei lá, aquele menino é muito diferente de qualquer mina que eu peguei, ele compreende tudo e eu sei que ele deu pro Rodrigo. Ele me falou tudo, falou que o Rodrigo ofereceu grana pra ele e disse que além dos 300 reais ainda ficava em silêncio sobre o que ele tinha visto e seria uma única vez, mas agora o Gui? Ele não vai comer o Serginho, ele é meu somente.
— Isso é uma ideia só sua. Ele realmente é gatinho e tals, só que isso é perigoso. Você não vai aguentar a barra de assumir algo tão contra a nossa filosofia da família.
— Só vou curtir muito aquele moleque, sabemos que um dia vamos precisar parar.
Entramos em casa e fomos direto pro meu quarto. A família estava toda na areia da praia e nem iria notar nós entrando. Lá a porta do banheiro estava trancada e o chuveiro ligado. Comecei a bater na porta e a voz que saiu de lá era a do Gui.
— Fala Luan o que você quer?
— Abre aí rapidão preciso pegar um band-aid.
— Perai.
Ele abriu a porta e nem percebeu que o Victor estava lá.
Entrei no banheiro e seria impossível o Serginho sair pela janela e ninguém ver. Olhei com cuidado cada metro do banheiro e ele não estava lá. Saí com o curativo na mão e o Victor só perguntou:
— Ele tah aí?
— Não man, lá dentro pelo menos não.
Saímos em busca do Serginho e curiosamente ele também estava no banho. Não entendi nada e também não contestei.
O dia passou e se aproximava o domingo, o dia de ir embora.
Era perto das 6 da manhã, acabei perdendo o sono e saí pra fora pra ver o mar e fazer algumas coisas que fazia quando ainda era criança. Percebi que a porta do outro quarto estava meio aberta e olhei: meu primo estava dormindo e a cama do Serginho vazia. Achei ele sentado na areia da praia e já que não conseguia ficar sem falar com ninguém acabei indo conversar com ele. O papo fluiu tanto que acabei beijando aquele menino e realmente meu primo tinha razão, que boquinha deliciosa. Acabamos dentro do banheiro da piscina e que baixinho safadinho tinha pegada. Me colocou de um jeito e me enrabou lá mesmo. E que rola grande e gostosa! Sei lá o que me deu, já tinha aprontado com um monte de gente mesmo, um a mais não faria mal. Não estava nem me reconhecendo. Ele me enrabou e eu aceitei e gozei muito. Que baixinho safado! No final de tudo a ideia era fingir que nem nos falávamos direito.
O domingo correu normal e fomos embora. Na última parada na Carvalho Pinto fomos nos despedir antes de ir cada um pro seu lado, e minha tia já logo mandou:
— Sueli posso mandar o Gui pegar o Luan pro feriado do dia 15?
— Claro querida, o Luan adora o primo dele.