Percival acordou-se na casa de praia. Ainda zonzo, viu o homenina desmaiado perto de si. Notou que havia algumas pessoas por perto. Sua visão ainda estava turva. Escutou:
- Pronto. Ele está acordando.
O mulato olhou naquela direção. Viu uma figura de mulher. Reconheceu-a. Perguntou:
- Oi, Bárbara. Onde estou?
- Na casa que você alugou, amor. Santo te raptou do hospital bem a tempo. O homenina chegou furioso. Iria te dar umas porradas.
O mulato olhou de lado. Cassandra permanecia desacordado. Percival perguntou:
- Por que o trouxeram para cá?
- Não se preocupe. Logo o estaremos levando-o para a casa da irmã ou de volta ao estacionamento do hospital. A doutora já terminou os procedimentos com ele.
- Que procedimentos?
- Os mesmo que fez com a morena Cassandra: agora eles dependem do Sangue de Cristo, como eu e você.
- E como eu e a irmã - complementou Santo.
- Pra que tudo isso, caralho?
- Quando esse puto acordar, vai sentir sede de esperma. Precisará ser alimentado de porra, senão morrerá. Foi a vingança da minha irmã para com eles - afirmou Santo.
- Caralho! Por que, então, me aplicaram aquele líquido verde? Eu estava ajudando a médica e a filha dela, cacete!
- É verdade. E elas sabem disso. O líquido esverdeado serve para suprir a médica de porra. Eu e você seremos doadores de esperma para ela, mas por pouco tempo. Quando a doutora ressuscitar, não precisará mais de sêmen. Eu e você, no entanto, vamos adquirir um fortalecimento imunológico sem igual: estaremos livres de doenças e nossas feridas cicatrizarão bem mais rápido que o normal. Era nessa pesquisa na qual a doutora estava empenhada. Por isso, eu a estava ajudando. - Afirmou Santo.
- Eu não pedi isso que me deram, porra.
- Sinto muito. Agora é tarde.
- Cadê a doutora e a filha dela?
- Estão descansando. Trabalharam um bom tempo para deixar Cassandra dependente de porra.
- Pra que tudo isso, cara? - Repetiu o mulato, ainda de cabeça confusa.
- Já te disse: foi a vingança da doutora e sua filha. Os irmãos Cassandra vão sentir na pele o que é precisar de esperma todo dia, como minha mãe e o casal.
- A filha dela não precisa se alimentar de esperma?
- Não. Ela é o clone mais perfeito que minha mãe produziu. No entanto, consegue adquirir característica de outras pessoas que ela entra em contato.
- É, eu percebi. - Disse Percival - Notei que ela estava agindo igual à morena Cassandra.
- Por falar nisso, quero te dar meus parabéns: minha irmã está grávida de ti.
- Como é que é? - Espantou-se o mulato.
- Isso mesmo que ouviu: antes de irem dormir, minha mãe a examinou. Ela está grávida. Se a gravidez vingar, será a primeira vez que uma clone tem um bebê pelo processo natural. Portanto, parabéns.
- Isso não foi com o meu consentimento, cara.
- Eu sei. Mas minha irmã veio de Roma para engravidar de ti. A pedido de minha mãe. Ela te ama. Aliás, ambas gostam de você. Vai ser um problema uma desistir de ti.
Bárbara estava de cabeça baixa. Parecia triste. Percival percebeu. Perguntou o que a estava incomodando. Ela confessou:
- Eu também te amo, negrão. Mas devo minha saúde aos experimentos da doutora. Pensei que jamais iria voltar a andar.
- Quem capturou o homenina? - Quis saber o mulato.
- Fui eu - Confessou a loira - Nós sabíamos que ele estava indo para o hospital querendo te foder. Escondi-me e o esperei no estacionamento de lá. O puto deixou a porta do carro aberta, de tão furioso que estava. Foi fácil pra mim entrar no veículo e me esconder no banco de trás, já com um sedativo preparado. Injetei-lhe a droga e o trouxe para cá. Eu estava puta da vida com ele por ter autorizado a irmã a torturar a pobre doutora.
- Puta que pariu. Se ele souber que foi tu que o capturasse, vais estar fodida.
- Não ligo. Já está tudo certo para eu ir para a Itália, com a médica e a filha dela. Elas vão te chamar para ir, também. Santo já se decidiu a ir conosco. Você vai?
- Não sei. Tenho que pensar nisso. E o casal que resgatamos da PF? - Perguntou o mulato.
Dessa vez, foi Santo quem respondeu:
- Minha mãe está crente de que ambos vão ressuscitar em breve. Eu acredito nela.
- Isso é loucura, meu Deus... - afirmou o mulato.
Então, ouviram uma voz feminina:
- Não, não é. Eu, finalmente, descobri o mistério da ressurreição do padre Lázaro: ele tinha que morrer de morte natural, se quisesse ressuscitar e viver sem precisar do líquido verde. Por isso, recusou-se a comer. Minhas pesquisas me levaram a essa descoberta: o novo composto que criei não causa mais dependência de esperma. Por isso, apliquei uma nova fórmula em você. Ela fortaleceu teu sêmen e possibilitou minha filha engravidar. A nova fórmula não causa nenhum problema ao coração. Desenvolverei estudos para produzir um novo tipo de Viagra. Junto com o método de troca total do sangue do paciente, testado em Bárbara e em alguns mendigos, promoverei a cura de quaisquer doenças.
- Isso, se a PF não cair de pau encima de ti - advertiu Percival.
Santo ponderou:
- Cassandra foi a São Paulo e depois a Brasília denunciar o desvio de verbas do governo pernambucano para as pesquisas da minha mãe. Recebeu ordens de parar as investigações. A coisa é maior do que a gente pensava. Há comitês internacionais de saúde interessados nas pesquisas. Apostam na cura do Câncer e da AIDS com o composto criado por minha mãe.
- Percebo que agora a chama o tempo todo de "minha mãe". - Observou o mulato.
- Sim. Antes, evitava chama-la assim para não suscitar desconfianças da Polícia Federal. Decidi que vou largar meu emprego. Minha mãe agora é rica, depois dos resultados do tratamento à base de transfusões. Podemos conseguir asilo em qualquer país do mundo, cara.
- Venha conosco, amor. - Disse a doutora - Minha filha já concordou em te dividir comigo e com Bárbara. Moraremos os cinco juntos: eu, você, Santo, Maria e Bárbara.
- Você está disposta a isso, loira? - perguntou Percival.
- Sim, amor. Eu só não te dividiria com a puta da Cassandra. Ela jogou sujo contigo, com a doutora e com tua parceira detetive. Vi quando ela a ameaçou de denuncia-la por vários crimes, se não te deixasse.
- É, Marisa me deixou um bilhete.
- Eu ia matar a puta Cassandra. Santo é quem não deixou.
- O castigo que minha mãe e minha irmã infligiu aos irmãos Cassandra é o bastante. Eu queria estar por perto pra ver o homenina mamando num caralho, ele que é tão machão. Lázaro passou por isso. Por esse motivo, passou a ser tão mais agressivo.
- Conversa. Pelo que me consta, o cara foi sempre um filho da puta - rebateu Percival.
- Antes de se decidir a morrer de fome e sede de esperma, Lázaro pediu para que eu o deixasse aqui no Brasil, junto com a esposa. Quer ficar de olho no homenina e na irmã, seus mais ferrenhos adversários. - Informou a doutora.
- Quando ele deve estar ressuscitando? - Perguntou Percival.
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O homenina acordou no próprio carro, estacionado dentro das dependências do hospital. Levou a mão ao pescoço e notou o inchaço provocado pela picada de agulha. Sentiu algo incômodo no tórax e percebeu que estava enfaixado ali. Sentiu dores no local. Mas o que mais o incomodou foi a vontade louca de beber porra. Procurou seu celular, para ligar para a irmã, e não encontrou. Também não achou sua arma, que sempre trazia presa a um coldre, por baixo do terno que usava. Encetou a marcha do veículo e manobrou para sair do estacionamento. Pretendia ir à casa da irmã, em Olinda. A vontade, porém, de mamar numa pica era terrível. Sacudiu várias vezes a cabeça, para afastar aqueles pensamentos, mas a ânsia de beber esperma persistia. Deu garças a Deus quando chegou à casa da irmã.
Ela veio abrir a porta assim que reconheceu o barulho do motor do automóvel do irmão. Ele perguntou:
- Você está bem, mana?
- Não, não estou. Por que demorou tanto? Sinto uma sede enorme de porra. Dê-me teu caralho, depressa.
- Eu também estou sentindo o mesmo. O que será que fizeram conosco?
Ela não respondeu. Já chupava seu caralho enorme, mesmo ele ainda estando mole. Mas logo ficou duro, quando ela passou a língua na glande. A morena estava ajoelhada entre as pernas do homenina, sem nem ter fechado a porta. Ele o fez, sem deixar de oferecer-lhe o cacete. Demorou bastante ao agente gozar. Ela sugou sua porra com sofreguidão. A quantidade de líquido jorrado não foi suficiente. Ela implorou:
- Deixe-me continuar te chupando, mano. Ainda estou com sede...
- Não. A próxima gozada é minha. Também estou precisando. Mas continue chupando. Quando eu estiver prestes a gozar, te aviso.
- Está bem. Então vamos pra minha cama. Lá, fico numa posição mais confortável. Aqui, os joelhos me doem. Mas como vai fazer para beber teu próprio esperma?
- Um copo. Vá para a cama. Vou pegar um copo na cozinha.
Ele deixou o copo sobre um criado-mudo que havia no quarto e tirou toda a roupa. Ela perguntou:
- Como você se feriu?
- Não sei. Me botaram pra dormir quando entrei no carro. Fui ao hospital dar umas porradas no negrão, por ter atirado em ti, mas ele não estava mais lá. Santo o está ajudando. Deve tê-lo tirado de lá antes que eu chegasse.
- Por que bater em Percival? Ele não atirou em mim. Foi a puta da doutora. Só que ela está incrivelmente mais jovem.
- Ele deve saber onde Maria está. Fui lá arrancar essa informação dele.
- Santo! Santo tem um pequeno estoque do líquido verde que aumenta a quantidade de porra. Vou ligar para ele.
- Já te disse que o filho da puta está com a mãe. Não acho que nos ajudará. Se brincar, foi ele quem me deixou desacordado no estacionamento.
- Pode ser. Mas precisamos do Sangue de Cristo. Se eu conversar com ele, ele me dará, sim.
- Pois tente. Porém, se eu o pegar, dou-lhe uma surra. Estou logo avisando. Mas continue chupando. Estou com ânsias de tomar porra.
Aí, tocaram a campainha da porta. Os irmão se entreolharam, cismados. A morena pegou sua pequena pistola. Mesmo nua, foi atender à porta. Teve uma grata surpresa: era Santo quem tocava a campainha. Ele sorriu, ao vê-la nua. Disse:
- Espero não estar interrompendo uma foda...
- Não. Você chegou numa ótima hora. Mas meu irmão sabe que você está metido com a doutora. É verdade?
- Sim. É verdade. Minha mãe parece ter encontrado a cura do câncer e da AIDS. Isso supera a minha rivalidade com ela.
- Mas a minha, não! - Afirmou Cassandra, aparecendo nu na sala.
- Tudo bem, cara. Mas ela já fugiu do Brasil - mentiu o agente - e dessa vez eu acho que não volta. Mas deixou um presente para vocês dois.
- Presente? De que se trata? - Perguntou o homenina, mais calmo.
- Está no carro. Vou buscar pra cá.
O agente taxista retornou com duas caixas grandes. Depositou-as na sala e abriu uma delas. Continha uma grande quantidade de ampolas com o líquido esverdeado.
- Essas caixas acondicionam uma quantidade de Sangue de Cristo suficiente para um ano de uso para vocês dois. É o tempo necessário para minha mãe descobrir a cura para a dependência da droga. Mantenham-nas na geladeira.
O homenina demorou para aceitar o presente. A irmã, não. Pegou logo uma ampola e correu até o quarto. Catou uma seringa numa das gavetas. Voltou à sala com a seringa pronta para aplicar. Perguntou:
- Quem se habilita? Estou sedenta de porra.
Santo abriu o fecho da calça. Botou o caralho para fora. Ela o puxou para o quarto. Disse pro irmão:
- Venha, mano. Não vou perder essa oportunidade de foder com dois.
O homenina esteve indeciso, depois seguiu o casal. Mas disse:
- Vou logo avisando: não vou mamar no caralho de ninguém.
- Não é preciso, cara. - Santo procurou algo nos bolsos - Eu passei numa farmácia a caminho daqui e comprei algumas camisinhas. Você pode usá-las para colher teu próprio esperma.
- Tenho ideia melhor - afirmou a morena Cassandra.
Em seguida, ela aplicou a seringa preparada no irmão. Esse gritou de dor, ao receber o líquido na coxa. Mas o pau do homenina reagiu logo, ficando imediatamente duro. Santo disse:
- No começo dói, mas depois você se acostuma, cara. Mas isso tem suas vantagens: você pode passar mais tempo fodendo um cu...
- Ele vai começar fodendo o meu, enquanto te chupo. Vista uma das camisinhas trazidas por Santo, mano. Depois, meta no meu cu sem pena até gozar. Aí, você despeja o gozo no copo e toma.
- Boa ideia - concordou o homenina.
Santo deitou-se na cama de pernas afastadas uma da outra. Ela ficou de quatro diante dele. Empinou bem a bunda. Cassandra parafusou a enorme rola vestida com o preservativo. Este só lhe cobriu metade do pau, de tão grande que era. A morena gemeu alto, quando foi enrabada. Depois que acondicionou toda a rola do homenina na bunda, começou a mamar Santo. Este falou:
- Pode se fartar. Eu me apliquei o líquido, antes de vir para cá. - O jovem não quis dizer que a versão do Sangue de Cristo que se aplicou era de um estoque atual, muito mais poderoso do que o que a morena havia aplicado no irmão.
No início, o homenina não estava muito entusiasmado para foder o cu da irmã. Mas o desejo de tomar porra era cada vez mais forte. Assim que começou os movimentos de coito, já sentiu se aproximar o gozo. Logo, dizia:
- Porra, já vou gozar.
- Sim. Goze, mas não tire de dentro. Só quando gozar pela segunda ou terceira vez no meu cuzinho, mano. Tá é bom...
Ela voltou a chupar e a punhetar Santo. Ele também não demorou muito a dar-lhe a primeira gozada na boca. Ela engoliu toda a porra de imediato e continuou chupando e pedindo mais:
- Vai, amor. Goza de novo na minha boquinha. Estou tão carente de porra...
- Remexe a bunda, mana -, exigiu o homenina - vou gozar novamente.
O homenina apressou as estocadas. Ela gemia com mais vontade. De repente, esguichou gozo na cama. Estava gozando pelo cu. Recebeu outra dose de porra na boca. O irmão retirou-se do cusinho dela, depois da morena sentir a rola inchar dentro de si. Ele correu para o criado-mudo. Retirou a camisinha com cuidado e depositou o líquido no copo. Bebeu tudo de um só gole.
Mesmo assim, o líquido viscoso não matou sua sede. Voltou a se posicionar atrás da irmã, depois de pegar novo preservativo trazido por Santo. A segunda fincada no cu da morena já o encontrou mais relaxado. Ela nem gritou. Estava achando era bom.
FIM DA DÉCIMA NONA PARTE