Eu estava levando uma vida muito ruim, financeiramente falando. Era funcionária de um salão de beleza, fazendo de tudo. Cabelo, unhas, maquiagem, mas a grana estava curta pra caramba. Neste salão, na época em que morava com a minha mãe, conheci a minha melhor amiga, Vanessa. Ela era linda, gastava muito dinheiro com aparência, pois era prostituta e por conta da proximidade, me convidou várias vezes pra trabalhar com ela e eu sempre neguei, em nome de uma hipotética moral. Mas o último convite que ela fez foi pra eu trabalhar de garçonete em um evento pra ricaços. Prometeu que era só isso. Eu aceitei porque precisava da grana, e fui toda feliz contar pro meu namorado que tentou me proibir. Disse que se eu trabalhava com uma prostituta, também podia ser uma e foi o nosso fim, porque não aceito homem me proibindo de nada. Vanessa ficou muito feliz por ter terminado com quem ela chamava de “embuste” e “atraso”. O cachê pra servir e recepcionar era de duzentos e cinquenta reais. Vanessa cobrava quatrocentos por programa, por isso era sabia os atalhos pra chegar nas festas dos ricos.
Pra esta festa fui com uma roupa dela: salto alto, maquiagem forte, saia curta, top com barriga de fora e o cabelo impecável, e Vanessa até estava mais discreta que eu.
Recebi um treinamento antes da festa com várias garotas, todas lindas do nível da Vanessa e várias ou eram prostitutas tentando se aproximar dos ricos, ou eram pobres como eu. Depois de quarenta minutos ouvindo como agir e se portar, a música começou e começaram a entrar as pessoas, vinte por cento de mulheres sozinhas, finas e cobertas de joias caras e homens quase todos impecavelmente vestidos, um mais à vontade e outros mais alinhados. Muitos bonitos, mas muitos velhos feios.
Já na primeira hora de festa Vanessa entrou, falou rapidamente comigo e foi pra uma mesa reservada, onde finalmente vi o cliente dela que dava as melhores gorjetas pra minha amiga. Sempre dava dinheiro a mais que o valor do programa. Só que era um velho gordo, escroto e estava numa mesa com outro homem mais sério e bonito, que ficava quieto observando a festa. Numa das passadas pra servir a mesa deles, Vanessa me apresentou: “Essa é minha amiga Luciane, e estes são meus amigos Pinheiro (o velho) e Antônio (o misterioso). Ambos me cumprimentaram e voltei a servir os demais. A festa foi curta, vários homens trocavam de mesa o tempo todo, procurando novos parceiros de negócio e quando terminavam suas investidas, saiam normalmente com alguma garota de programa. Isso aconteceu com Vanessa e seu velho. Só que antes de sair ela veio falar comigo e disse: - O Antônio vai ficar mais um pouco. Perguntou de você e ficou estranhamente feliz por você não fazer programa. – Eu disse que ele não era de se jogar fora e ele concluiu. – Olha, sei que você é certinha, mas ele é o homem mais rico desse lugar todo, inclusive teu cachê é ele que paga, pois é o dono da empresa que contratou a festa.
Fiquei intrigada com ele, nunca fiquei com um homem minimamente rico. Mas pensei que se ele quisesse alguma coisa, deveria ir à luta, que não sou piranha de playboy.
O ambiente foi esvaziando cada vez mais, as garçonetes mais veteranas já descansavam e quando passei perto da mesa do homem ele me chamou. Me convidou a sentar ao lado dele e eu disse:
- Seu Antônio, tenho trabalho ainda não posso ficar muito.
- Luciane, não é? Veja bem. Ninguém nessa festa vai reclamar de você conversar comigo e só eu tenho o poder de te mandar embora, então pode tomar um desses drinks da sua bandeja.
Eu já tinha tomado duas taças de champagne escondida, daqueles bem caros. Aproveitei e tomei mais duas. Ele estava um pouco mais sorridente e meio que me interrogou:
- Você trabalha com a Vanessa?
- Não seu Antônio, trabalho num salão de beleza.
- Mora sozinha?
- Não, moro com minha mãe.
- É casada ou tem alguém.
- Tinha até ontem.
- Sério, por que brigaram?
- Ele queria me proibir de vir hoje, dizendo que eu iria me prostituir, coisa que nunca fiz na vida.
- Deve ter sido horrível.
- Foi, mas foi bom viu. Ele era meio certinho demais pra quem era tão vagabundo e eu, queria uma vida mais “perigosa”. E o senhor, seu Antônio? Fala um pouco.
- Tá bom, vamos ver... Tenho quarenta anos, vou ficar careca rapidinho, mas não o suficiente pra ser chamado de senhor. Ok? – confirmei sorrindo e ele completou. – Moro sozinho, num apartamento gigante demais só pra mim, não tenho namoradas fixas, nem casei nunca e nunca tive filhos.
- Mas o senhor parece bem de vida demais pra não ter muitas mulheres. O que houve? Não vai dizer que o senhor prefere homens? Nada contra tá?
Ele riu e disse:
- Não é bem por aí, mas digamos que tenho uns gostos diferentes.
- Ah, me conta, vai.
- Um dia talvez, quando eu descobrir se você não vai sair correndo quando souber.
- O senhor não é daqueles homens que gosta de menores, tipo bem menores?
- Não, claro que não. Isso é crime, meu gosto não envolve crimes.
- Ufa.
Ele puxou a carteira, me entregou seu cartão de visitas e disse:
- Esse número ninguém aqui tem, pois não é de negócios, só meus amigos têm.
- Nossa, fico lisonjeada.
- Então, se você busca uma vida “perigosa” como disse, vai me ligar amanhã.
Ele beijou minha mão e foi falar com a minha supervisora da noite, que veio em minha direção e disse:
- Você está dispensada. O chefe mandou e disse pra eu te passar uma gorjeta.
Ela entregou um envelope com meu pagamento e só abri no taxi pra casa. Tinha dois mil reais, não duzentos como combinado.
Na tarde seguinte, pedi pra Vanessa passar no salão pra eu falar com ela e contei tudo o que aconteceu. Ela disse que se eu ligasse no dia que ele falou, eu ia estar obedecendo-o. Que se eu quisesse mostrar personalidade, deveria ligar um ou dois dias depois. Achei o conselho válido e só liguei na sexta-feira. Ele agradeceu a ligação, acho que eu não ligaria mais e perguntou se eu gostaria de encontrar ele, à noite. Eu disse que sim e ele falou que passaria na minha casa. Eu argumentei que era uma casa muito de pobre, e disse que podia encontrar ele, mas ele insistiu.
Eu falei pra minha mãe sobre ele, e ela me fez jurar que não era programa. Preconceito idiota. As vinte em ponto, ele estacionou um BMW na porta da minha casa e deu uma leve buzinada. Eu fui até o carro de vestido justo, vermelho escuro, com a melhor roupa de baixo que eu tinha, escolhida pela Vanessa e um sapato novo que comprei só pra ocasiões especiais. Entrei no carro e ele me cumprimentou educadamente, e enquanto tocava uma música lenta ele me perguntou:
- Você prefere ir num restaurante bom? Pedir uma comida no meu apartamento? Ou comer algo feito por mim também no meu apartamento? Já aviso que a última opção é a mais arriscada.
Foi por isso mesmo que eu escolhi. Vinte minutos depois ele entrou num prédio que eu sempre passava de ônibus em frente e invejava. Tinha uma garagem privativa e um elevador gigante que deixou a gente DENTRO do apartamento dele, direto. A sala dele era duas vezes a casa da minha mãe toda. Eu pedi pra ir ao banheiro. Nem queria fazer nada, só ver por dentro. Nós fomos até a cozinha e ele colocou um avental e começou a fazer a janta no meio daquele mármore todo. Uma música suave tocou sem eu ver de onde vinha e as cortinas baixaram sozinhas. Eu estava muito impressionada com aquilo tudo e se tem uma coisa que eu podia me acostumar, eram as bebidas que ele servia. Nada que provei era ruim. Assim como a janta, que era camarão grelhado, com alguns legumes e castanhas e um vinho tinto que era um sonho. Enquanto preparava e durante a janta, nós falávamos o tempo inteiro. Contei que tinha sido bartender, cantei em barzinho, fiz faxina, mas tinha o sonho de ter meu próprio salão e até comecei a faculdade de administração, mas tive que trancar por falta de grana. Ele falou um pouco sobre ele, disse que herdou um dinheiro bom dos pais e multiplicou por mil, fazendo bons negócios, sem ter uma faculdade, o que era impressionante pra mim.
Quando terminamos a janta e um petit gateau de sobremesa, voltamos à sala que estava com a luz baixa e nos sentamos num imenso sofá de couro branco, que ficava de frente pra uma janela gigantesca, que ocupava quase toda a parede e tinha uma vista incrível. Melhor do que ter uma televisão. Nós conversamos um pouco e ele estava meio distante fisicamente e eu tomei a iniciativa de me sentar ao seu lado e depois de tomar uma taça de vinho, disse a ele:
- Antônio, tudo está incrível, mas parece que você quer falar alguma coisa e não consegue.
- Você é muito esperta.
- Sou. Então confia em mim.
- Eu confio, só acho cedo pra te contar. Talvez a gente não tenha os gostos compatíveis.
Tomei a iniciativa novamente e o beijei por quase um minuto e falei:
- O beijo foi bastante compatível.
- Uau. Se foi.
Eu levantei do sofá, fui até a mesa lateral, tomei uma taça de vinho de uma vez só. Caminhei até a janela e depois de olhar um pouco pra fora, segurei a barra do meu vestido e tirei todo, por cima, de uma vez só. Ficando só com minha roupa de baixo vermelha, com meias sete oitavos, presilhas prendendo-as a calcinha e sutiã. Ele sentou mais pra trás no sofá e ficou me olhando, mexer no cabelo, em pé. Ele levantou e me beijou levando na hora as mãos até minha bunda. Eu segurei ele pelo colarinho e fiquei de costas com o corpo encostando no dele. Ele segurou meus peitos e me chupou o pescoço por trás. Arrebitei bem o rabo pra trás e senti seu pau duro. Com um clique ele soltou por trás o meu sutiã vermelho, que deixei cair naturalmente e tocou suavemente minhas tetas desnudas. Eu me ajoelhei na frente dele, abri o cinto, o zíper e o botão e enquanto ele tirava a camisa, eu baixei sua calça e cueca e vi um pau duro, moreno e liso na minha frente. Pensei rapidamente como um homem rico, com um pau daqueles estava sozinho? Segurei bem, com as duas mãos, lambi toda a sua cabeça brilhosa e coloquei o mais fundo que consegui na boca. Ele segurou gentilmente meu cabelão e chupei por bastante tempo. Empurrei ele até o sofá e ainda ajoelhada, esfreguei seu pau entre minhas tetas e mamei um pouco mais. Deitei ele no sofá, tirei o resto da calça e montei em cima dele, largando o meu peso até ter todo aquele pau dentro de mim. Coloquei meus peitos em sua boca, pra ele chupar enquanto eu rebolava. Eu estava tomada de tesão e me ajoelhei naquele sofá imenso, encolhendo muito as pernas e empinando o rabo o máximo possível tomei a vara certeira dele novamente, me acertando bem fundo e quando percebi que ele ia gozar, me ajoelhei no chão e abri a boca, ditando o caminho. Ele masturbou seu pau na frente do meu rosto e gozou na minha boca e fez questão de pingar seu leite no meu rosto e quando terminou, ele se ajoelhou diante de mim, lambeu toda a própria porra e me beijou enquanto eu ainda não tinha engolido. Achei muito estranho, mas muito excitante. Sentei nua no sofá e ele deitou com pelado na minha coxa, recebendo um cafuné.