Flor Morena de Carne Doce

Um conto erótico de Causos do Cowboy
Categoria: Heterossexual
Contém 1412 palavras
Data: 14/04/2021 16:12:51

Era só um passeio até a cidade. Olhar a rua, a praça e a gente. Tarde quente, cabeça vadia, cheia de idéias que faziam meu corpo jovem sentir vontades.

Segurei as rédeas do meu Ligeiro castanho, levei um cigarro à boca, e antes de acendê-lo, ela surge em seu caminhar distraído por entre as alamedas floridas do entorno da Matriz.

Falo sem receio, parecia saída de um dos muitos canteiros existentes naquele local.

Linda, morena, cabelos encaracolados, rosto conhecido, mas a muito não visto.

Abordagem ligeira, cavalo veloz, risquei nas esporas, fazendo carreira... O tempo era escasso para aquilo!

Parei na sua frente, tirei meu chapéu, sorri com alegria. A morena faceira, linda, piscada certeira. Me chamou com os olhos, fez sinal e deu certeza.

Lá na rua de trás, na garupa saltou, sem mais nada a dizer, se prendendo em meu corpo, fez tudo acender.

Sai da cidade, fui em sentido às fazendas. Havia um local propício para tal.

Quando lá eu cheguei, a morena flor eu desci. A tomei em meus braços, logo foi o que eu senti, a cabeça rodando, coração palpitando, tempo ali eu não perdi.

Tudo foi tão depressa, e assim aconteceu… de costas pra mim, nos amamos, enfim...

Aquela voz rouca, pele suada com poros dilatados, lubrificação abundante, evidências de sua grande excitação.

Penetrava com muita vontade sua pequena fenda. Fechava meus olhos, me sentia em outra dimensão.

Ouvi os barulhos que nossos corpos produziam com o ritmo intenso de nossa conjunção carnal.

Tudo em nossa volta estava silenciado. Nada mais nos incomodava, nada, absolutamente nada.

Pélvis contra nádegas, coxas contra coxas, uma disputa em que não há ganhadores ou perdedores. Sem competição, apenas troca de fluídos e sensações. Pele com pele...

Meu membro em estado de petrificação, artéria e capilares em franca expansão, meu humor sanguíneo circulava em disparada, irrigava generosamente todo corpo cavernoso de meu potente falo.

Trabalhei em suas entranhas de coloração arroxeada, como se o mundo estivesse para acabar. Empurrava com vigor meu instrumento viril, grosso, pulsante, causando em minha parceira daquele momento, sofreguidão.

Sua voz macia, por vezes embargada em suas emoções íntimas, clamavam por mais. Queria mais, muito mais…

Eu, de forma generosa ao doar meus potentes instintos, satisfazia seus caprichos.

Pousava meu olhar em sua nuca, cabelos encaracolados negros, brillantes, negros molhados, transpiração. Como transpirava aquele belo espécime da raça humana. Uma fêmea em todos seus detalhes, perfeitamente nascida. Feita para o amor.

Cutis de um moreno claro, ao toque de minhas pesadas mãos calosas, ficavam marcadas. Mãos boiadeiras, mãos da lida de corda e couro, mãos habilidosas. Manuseava partes daquele corpo moreno claro com minhas pesadas mãos brutas.

Seios rijos, volumosos, escapavam por entre os dedos. Dedos de minhas mãos grosseiras. Apertões que faziam saltar seus delicados mamilos em cor de amora, entre súplicas e " ais ", pediam mais. Muito mais.

Linda cabocla, das flores morenas que encontrei pelos jardins e campinas dos sertões por onde passei, aquela foi uma das mais belas. Bela flor, flor morena.

Seus sentidos todos alterados, língua que escapava de forma involuntária de sua bela e carnuda boca, passeavam pelo contorno de seus lábios de carne e mel. Saliva e hálito, longos sussurros… boca e lábios de mel. Lábios roxos de amora, amora doce, meu céu.

Morena, linda flor do sertão, de seus lábios, profusão de palavras…

Nascia ali uma paixão arrebatadora, coisa de outro tempo, surgido em uma ocasião.

Ela querendo sentir tudo que eu poderia lhe oferecer, ou mais, ali em pé, encostados em uma árvore, ao lado de uma cerca, ao pé de um mourão.

Amor, sexo e paixão.

Dois jovens, 20 anos, corpos febris, unidos por um sentimento. Desejos de se unir em um só. Momento em que nossos sexos se fundiram, em fogo e brasas. Ardentes desejos da juventude. Inconsequentes, débeis, irracionais.

Ela se livra de minhas investidas por um breve momento. Vira-se com feições de louca. Louca em seus jovens desejos.

Não pediu, ordenou! Queria me sentir daquela maneira. Mais e mais, muito mais.

Apoiou suas costas de pele morena macia em nossa cúmplice, árvore, velha aroeira. Alcançou as travessas da cerca que assistia a tudo impassível, com seu delicado pé esquerdo. Ficou ainda mais exposta. Minha flor morena, oferecia seu gineceu úmido de néctar abundante.

Seu rosto moreno jovem, ainda carregava marcas de uma adolescência vivenciada a pouco. Mas os olhos famintos, estavam ávidos por meu corpo em estado de nudez, dando mostras de seus instintos de fêmea adulta, pronta, como uma fruta madura. Fruta morena,carne macia de polpa roxa. Fruto moreno saboroso.

Sorriu com lábios de amora, seus olhos castanhos, daqueles que trespassam barreiras, me convidaram.

Atendi seu chamado de instintos, avancei com muita força, muita mesmo, e não havendo recusa ou recuo, uni meu corpo ao seu.

Pélvis coladas, pêlos pubianos unidos em atritos violentos. Meus loiros e seus negros. Uma aquarela com muitas nuances e tonalidades.

A jovem flor morena, sentindo partes antes desconhecidas de seus recônditos sendo fustigadas com muito vigor, virou fera. Com suas unhas afiadas, rasgou as carnes de minhas costas de um lado para o outro.

Tencionando acalmar minhas estocadas profundas, fui diminuindo a intensidade de minhas ações. Fui interpelado de forma ríspida. Ela queria mais, e mais, com muita força, muito mais.

Outra vez cedi aos seus caprichos, e fui com força, muita força, muito mais força…

Seu perfumado líquido lubrificante, brotava escorrendo como um olho d'água, em abundância espantosa. Muito mesmo.

Empurrava minha contundência até não poder mais, e nas breves paradas, sentia seus humores íntimos em efervescência escorrendo por toda extensão de meu membro, indo parar em minha virilha e coxas.

Viscosidade em temperatura de ebulição.

Sentindo minha flor morena vibrando por dentro, não contendo-se em suas convulsões, entregou-se ao êxtase do seu orgasmo. Intenso, furioso, ardente. Verdadeira erupção!

A morena abrandou o ataque de suas garras em minha pele, transformando sua fúria hormonal, em carinhos sutis, manhosos. Beijos e juras com olhos rasos, quase transbordando suas alegrias pelas sensações alcançadas: - Te amo!

Sempre solicito aos desejos de minhas flores, e ainda mais atraído por fêmeas airosas em seus momentos de entrega incondicional, senti que a hora era chegada. Não suportava mais conter meus desejos. Ansiava alívio!

Em poucas investidas contra suas intimidades laceadas e latejantes, a tomei em enlace apertado, desferi beijos e mordidas, provei sua saliva quente, aspirei seu hálito morno… ejaculei de forma torrencial, inundando seu jovem canal com meu sêmen espesso.

Músculos tensionados, últimos chorros, meus testículos aliviados, leves, calmaria.

Trocamos longos beijos apaixonados. A brisa leve assanhando nossos pêlos e cabelos, trouxe um momento de frescor aos nossos corpos recém relaxados.

Estávamos nus em local discreto, nossas únicas testemunhas eram as árvores, flores, capim, cerca e meu flete castanho.

O desunir de nossos corpos foi lento. Não havia pressa em nos separarmos.

Senti que sua essência de mulher impregnava minha pele. Aquele aroma único de um fermentar levemente ácido, que só uma fêmea humana tem a capacidade de produzir. Cheiro único!

Aquela vagarosidade em recompor nossas vestimentas, era sinal de tristeza. Uma saudade que surgiu sem nos afastarmos. Era uma paixão entre dois jovens que aflorou como raiz e folhas na estação das águas. Entre eu e uma moça linda, flor morena, de boca em carne doce, doces beijos em lábios de amora.

Ao passo lento de minha montaria, deixamos nossos cúmplices de a pouco. Calmo seguia, meu cavalo amigo, pois sabia que em sua garupa, se encontrava flor delicada, de uma pele morena clara, cabelos que desciam formosos como ramas de um cipó negro e macio.

Suas mãos, de unhas que antes arranhavam em fúria, agora, repousavam suavemente no entorno do meu corpo.

Seus rosto moreno, ainda com as marcas de sua adolescência, agora encontrava-se colado as minhas costas feridas, sangrando.

Havia uma légua a ser vencida, o astro rei, lentamente descia para seu repouso crepuscular no horizonte oeste. Olhava à direita e me encantava com nossa sombra desenhada na areia do estradão.

Cavalo, morena e eu.

E assim, fui devolver aquela flor morena ao seu jardim de origem. Jardim de cidade, zelador e jardineiro bravo, atento.

Me aventurei por muitos jardins ao longo de minha vida. E muitos jardineiros, pais de suas mudas, ficavam furiosos com esse cavaleiro, que à época, era jovem e inconsequente.

Maculei com minhas mãos grosseiras, mas com muito carinho… rosas e jasmins, orquídeas e hortênsias, begônias e margaridas, petúnias e Marias-sem-Vergonha...

Acho que devia ter nascido jardineiro, não um cavaleiro peão de boiadeiro!

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Comentários

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Oi cowboy, mas um belo causo seu que me prendeu do começo ao fim. Adorei o jeito que vc escreveu, detalhou ( adoro os detalhes). Adoro ler seus causos viu. 💜

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Oi mocinha, bom dia. Desculpa a demora em responder. Serviceira doida, chuva só... Eu fico pra lá de feliz quando sei que alguém apreciou meus escritos, de verdade. Esse meu causo é curtinho, dá pra ler em uma estilingada só. Ah, nessa postagem tem mensagem do Dr. Penaffiel. Observou como ele escrevia, doutora?! E o compadre Herege também escrevia uns causos bem safados. Lá em 2021 eu tentei me aventurar nas palavras de uma maneira diferente. Como já te contei, a nossa língua portuguesa nos possibilita muitas coisas. Mas veja só como é a vida: hoje, em idade avançada, refletindo sobre tudo que vivi, percebo que deveria ter me dedicado aos estudos, livros, leituras das mais diversas... Logrei êxito em quase tudo que me propus fazer na vida, e apesar de ser de uma geração distante, aprendo fácil as coisas. A leitura nos transporta para looooonge... Obrigado pela visita, doutorinha, dona mocinha! 🤠😘

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Oi desculpa a demora pra responder também Hoje fiquei ocupada com alguns afazeres de casa. Tá chovendo aí é? Aqui como sempre um calor de arder os olhos kkkkkk sim este eu li rápido, mas foi uma ótima leitura e também muito prazerosa. E uma bela forma de escrever. Vi sim o comentário do Doutor, ele também é um ótimo escritor. Bem ao modo informal de nossa língua. Do herege nunca li os contos dele, mas posso vê depois. Mas por enquanto fico por aqui no seu rancho. Adoro o jeito que vc escreve. Sabe as vezes parece que tô lendo algum livro do Guimarães Rosa. Apesar de ter lido poucos livros desse autor. Bom ainda vou lê seus outros causos. Faço sorteio sabe kkkkkk mas você viveu intensamente, livremente e se encontrou na escrita. Contar seus causos. A idade nos faz refletir, mas também descobrir coisas novas sobre nós mesmos. Talentos guardados. É a leitura realmente nos faz viajar é muito bom. " Doutorinha" kkkkk mas pode me chamar como você quiser também cowboy. Adoro seu Rancho 💜

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Oi mocinha/doutorinha. O Dr.Penaffiel nunca se arriscou em rabiscar uns causos, e olha que aquele tem histórias, viu! Kkkkkk. Uma vez ele me contou uma aventura que teve em tenra idade, e lá fui eu tentar colocar em palavras a história dele: "Proezas Fornicativas nas Brechadas de Juju Bezerra (aquela história é muito real, mas é dele, não minha). O Herege escrevia umas histórias ao estilo Carlos Zéfiro e Nelson Rodrigues, outro figura desse CDC, e é lá da minha região, o marvado. Kkkkkkk. Agora, Guimarães Rosa foi um BAITA escritor. Eu mesmo só fui ler João Rosa depois de velho, e costumo dizer que tive a minha SAGARANA, fui Manoelzão e Miguilim, Joca Ramiro, Augusto Matraga, fui Riobaldo (mas sem Diadorim)... Daquele mundo de Guimarães Rosa, nas muitas páginas que já devorei das obras daquele artista, reconheci os sertões e as muitas veredas de buritis por onde passei... Preciso publicar sobre a viagem que fiz do Nortão do Mato Grosso até o Pará levando bois... Confesso que durante os escritos, pude sentir o cansaço, sede e a friagem nas costas!

Pois bem, das pessoas que conheci e vivi aventuras ao longo da minha vida, posso compará-las com os personagens Andalécio, Seo Joãozinho Bem-Bem, Titão Passos, Hermógenes, Segisberto Saturnino (o coronel Cara de Bronze) ... Não podemos esquecer do José Cândido Carvalho (O Coronel e o Lobisomem).

Eu vi e vivi coisas que poucas pessoas terão oportunidade de passar por aquilo em uma vida só. Esse sou eu, mocinha! Um homem de outra época, saudoso, coração carregado de uma saudade antiga, cabeça cheia de lembranças... Sinto falta daquele mundo analógico, sabe. Onde coisa ligeira era um trem de ferro ou um Maverick V8. Sinto uma falta tremenda do tempo em que as estações do ano guiavam minha vida...

Você é mais que bem vinda por aqui, viu. Agradeço por suas palavras elogiosas, mesmo não sendo merecedor de tamanha honra. Um beijo e um abraço beeeeem apertado!

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Bom dia cowboy, desculpa mais uma vez a minha demora em responder. Ontem tava com sono demais e nem olhei mais nada. Pq realmente eu fico acordada até tarde da noite e algumas madrugadas. Aí o cansaço me venceu kkkkkk tinha o trabalho também, trabalhava meio período mas tive que sair. Coisas da vida... Eu vou ler depois esse que vc citou, tem vários que ainda não li pq alguns eu releio kkkkk Carlos Zéfiro não conheço. Mas O Nelson Rodrigues eu conheço. Já vi umas minisséries, li alguns textos, são bem ANIMADOS kkkkkkk mas é bom. O Guimarães Rosa era um escritor fantástico mesmo. Só que ainda não li Grande Sertão, li uns textos também, mas achei semelhante sua escrita com a dele. Mas vou ler os livros completos, tenho que comprar eu baixo no celular pra ler mas nunca leio todo kkkkk. É nos seus causos, parece que viajamos com vc nas suas andanças, por um mundo sem muitas tecnologias e com mais tranquilidade. Obrigado vc cowboy. Beijos em vc todo e abraço mais que apertado também cavaleiro.

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O Carlos Zéfiro era quem publicava os "catecismos", livretos em preto e branco, tio um gibi, mas de sacanagem. Meu tio tinha várias histórias e me emprestava pra ler. Aprendi muita sacanagem com aquelas leituras. Outras revistas de mulher pelada como a Internacional Big Man publicavam histórias de leitores, tipo o CDC. Eu adorava ler aquilo mais que ver as fotos. E as mulheres daquela época eram divinas. Corpos cheinhos, repletos de curvas, naturais, sem silicone ou esses beiço de borracha que as muié usa hoje em dia, peludas... 🤠

Hoje o trem tá derramado demais. Povo dá risada dos cortes de cabelo da minha época, hoje tá uma beleza... As muié deixa aquela franja esquisita, parece que são doidas kkkkkkk. Das tatuagens até na porta do cu então... Sei lá viu, tô véio mêmu kkkkkkkk.

Quando ao João Rosa, dispensa comentários. Ele simplesmente foi acompanhando uma comitiva levando bois pelos sertões mineiros e teve a inspiração para suas obras. Ele era diferenciado demais, culto...

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Depois eu vou pesquisar sobre ele. Depois que descobri os livros/contos eróticos não parei mais kkkkkkm mas eu gosto de outras leituras também. Você gosta de uma mulher cheinha e peluda hein cowboy kkkkkk toda ao natural. Sobre o franja dizem que é a franja vegana ou a franja das feministas kkkkkkk eu também acho esquisito mas fazer o quê se elas gostam né. Tatuagem eu não acho feio algumas, mas nunca tive e nem tenho vontade alguma de fazer em mim. Realmente um escritor e tanto

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Gosto de mulher com aparência de mulher, fêmea, delicada, feminina, não feminista. Outro dia eu li na internet que esse tipo de franja se chama : "franjinha rivotril". Kkkkkkkk. Aquela moça com cara de que o pai foi comprar cigarros e nunca mais voltou, aí cresceu e foi estudar sociologia em alguma universidade federal kkkkkkkkkkkk. Bom, posso dizer que em dias atuais sou considerado um véio "fascista", ainda mais com o meu passado mais sujo que pau de galinheiro. (Só que não devo nada pra fiadaputa nenhum). kkkkkkkkkkkkkkkk.

A mulher é uma coisa sagrada, especial, linda em cada detalhe. Tem outra coisa, enquanto trabalhei nos rodeios, nunca gostei de mulher estilo country, de botas , chapéu... Algumas ficam lindas, mas as que me prendiam atenção eram as de vestido ou saia, sandálias nos pés! E todas as delicadinhas que passaram por meus braços nuncio se queixaram da forma como as amei. O homem tem que ser macho, cuidar da fêmea dele, tratar bem, não deixar faltar nada pra ela. E nós homens somos seres simples, é nos deixar de barriga cheia e saco vazio, que a coisa flui as mil maravilhas kkkkkkkkkk. O que você me diz, mocinha? 👀

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Boa noite cowboy, "franjinha rivotril " nunca tinha ouvido falar kkkkkkk Eu gosto de usar vestidos longos mas com leve abertura nas costas. Mas nem sempre uso. Uso os curtos também mas uma vez levantou na rua com o vento kkkkkkk tô rindo mas é horrível quando isso acontece kkkkk. Ah é simpes agradar vocês é? Sei... kkkkkk mas concordo com você.

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Do Carlos Zéfiro tem vários quadrinhos:

As Aventuras de João Cavalo, Alice, Aline, Carnaval, Copacabana 1967, Filho do Diabo, Índia , João Cavalo na Fazenda... Tem muita coisa! Kkkkkkkk

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Kkkkkk eu vou vê. Deve ser bem explícito kkkkkkk MUITA COISA mesmo kkkkkkkk

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Ah, estava olhando as publicações, e posso dizer que resolvi mudar um pouco o jeito de contar minhas peripécias à partir da história "Encantos da Lua Cheia" -- foi uma paixonite danada com aquela mocinha. Kkkkkkk. Mas se me perguntar qual das histórias eu mais gostei de escrever, sem receio falo que foi "Recordações de Um Passado Distante". Na época quando resolvi contar, muitos que acompanhavam minhas histórias tinham vontade de saber mais sobre o meu amigo índio, o Miguel. Tentei colocar em palavras tudo que ouvi durante minha infância sobre aquelas aventuras... Mas sacanagem não vai encontrar naquele meu causo!

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É um outro que eu ainda não li, mas viu ler. Esse das Recordações eu acho que li um pedaço não todo, tenho que voltar e terminar. Em alguns que eu já li pude vê sua amizade com o índio Miguel é muito bonito sua amizade com ele. Eu não me importo se tem sacanagem ou não. Gosto de ler suas histórias. Claro que gosto e muito de ler as sacanagens kkkkk seria hipócrita se dissesse que não. Mas eu gosto de ler as suas com ou sem as sacanagens. Suas histórias conseguem me prender. Apesar de eu viver na cidade, a calmaria do campo sempre me pareceu melhor kkkkkk.

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Pois muito que bem, mocinha. Hoje tô mais vadio que burro de prefeitura, chuva só por aqui. Já tomei uns dois litros de café kkkkkkkk. Na minha juventude, época de escola, nas aulas de português as professoras mandavam ler os livros da "Coleção Vagalume". Eu até gostava. O 1° se chama "A Ilha Perdida". Eu não terminei os estudos na época certa, a vida era corrida, eu o braço direito do meu pai desde criança... Minha mãe ficava brava, mas era a nossa vida. Eu larguei de vez a escola em 1984, por conta de uma boiada que meu pai comprou em Goiás, e já havia negociado... fomos buscar e entregar ao comprador lá na região de Cassilândia no Mato Grosso do Sul. Eu também contei partes dessa história no causo da Turquinha Fogosa. Na verdade era libanesa, não turca, mas pra nós, se era daquela região do mundo, era tudo turco. Kkkkkkkk. Naquela viagem perdi meses de aula, e abandonei de vez os estudos.

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Eu vi no jornal, tá chovendo bastante aí no sudeste e nas outras regiões perto do sudeste. Pois bem vocês com a chuva e aqui no Nordeste o calorão kkkkkk só não durmo com as janelas abertas porque não dá kkkkk. Mas você é inteligente a sua maneira. Não foi porque você quisesse abandonar os estudos eu acho. Como você mesmo disse você era o braço direito do seu pai. O trabalho que te fez se tornar um homem. O homem que você é hoje. E acredito que você gostava das viagens que vocês faziam. Sejam nas comitivas ou no lupanar ( esse causo eu li) kkkkkk

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Demais da conta a chuvarada! Pior que esfriou... Odeio frio. Ah o lupanar. Momento único na vida de um rapazinho conhecer pelo lado de dentro um ambiente altamente sacrilégio como aqueles. Sim, fui frequentador assíduo de algumas casas de diversão para cavalheiros. Destaco uma que situava-ve no lindo município de Marília, no noroeste paulista. As atendentes eram jovens universitárias muito atenciosas. Creio que meu padrinho ajudou a formar várias daquelas belezinhas. Kkkkkkkkkk. Se eu for contar as aventuras que tive do em zonas, dariam mais umas cem histórias! Kkkkkkk

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Ah sério eu gosto quando esfria por aqui mas acredito que o frio aí de São Paulo deve ser bem diferente. É mãos forte. É eu li esse seu causo aí você com duas moças kkkkkk se um dia você contar eu vou lê viu kkkkk

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Gosta de se imaginar correndo perigo ao meu lado, é?! Já imaginou eu arrancando sua roupa, rasgando sua calcinha, te chupando inteira, depois te socando o ferro até você sentir o colo do seu útero sendo empurrado com força... Ou sente vontade de ter minha língua percorrendo furiosa pela sua xaninha e anelzinho?!👀 E se for daquele tipo de mulher que aprecia um homem que quando goza chega encher um caneco, ia gostar de sentir tudo dentro de você, bem quente... E então, mocinha?! Kkkkkkkk

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Sim, quem sabe?... correndo perigo talvez cavaleiro. Quem sabe? Kkkkkk mas todo o resto eu imagino sim kkkkkkkk só não sei se eu ia aguentar. Mas sim viu kkkkk

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Você me atiçando pensamentos 🔥

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Desculpa o véio não ter respondido antes. Cheguei a pouco no rancho. Estive na capital, fui ver meus sobrinho que vai casar, ia voltar só amanhã, mas dois dias seguidos na capital, eu não dou conta kkkkkkkk. Eu na verdade tive todas as intenções de atiçar seus pensamentos. 🔥 Vou te contar uma coisa engraçada; quando comecei escrever e contar minhas presepadas, não tinha intenção e nem imaginava que o povo se assanhava lendo minhas histórias. Sei lá, nada sei explicar. Você já deve saber que minhas histórias não agradam 99% dos leitores do CDC. Lembro que alguns diziam que histórias da roça não eram legais, outros me pediam pra "criar" outro top de história kkkkkkkk. Mas fico feliz em saber que você fica quente lendo meus escritos. Quando jovem, era muito comum casais trocarem cartas e bilhetes. Queria ter tido essa disposição naquela época. Acho que eu teria causado ainda mais estragos a minha reputação de moço safado. Kkkkkkk

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Tudo bem, não se preocupe. SP é caotica né kkkkk. A leitura é alho fantástico. Ela é capaz de nos fazer se tirar diversas sensações. E essa é uma 🔥. Eu adoro...

Sim é como vc teria feito estragos viu kkkkkk

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Me desculpe esse português escrito aí em baixo kkkkkk. " Algo Fantástico " e " sentir diversas sensações " foi o que eu quis dizer. Mas meu corretor não kkkkk

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Nem se preocupe em corrigir nada. Deverá fica atenta em.sua petições e outras coisas relativas ao seu bacharelado em direito, Doutorinha das Leis. Aqui não tem disso, não! Um beijo... na sua 🐸!

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Tudo bem. Pois é minhas férias da faculdade estão quase acabando. Mas é bom não vejo a hora de terminar kkkkkk. "Doutorinha das leis". Eu adoro esses apelidos que você coloca kkkkkk. Obrigado pelo beijo...

Beijos em você todo

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meu amigo seus contos sao maravilhosos detalhados intenços,uma adoravel leitura, a gente nem se conhece mas temos muito em comum pois somos da antiga, e desfrutamos de obras maravilhosa do nelson e do zefironah so quem viveu este tempo pode contar bons casos , e vc com certeza vivenciou estes tempos bons tempos

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Demais... Conheci os "catecismos" do Carlos Zefiro, através do devasso do meu finado tio, irmão do meu pai, um dos meus heróis que tanto amei e sinto uma falta dos capeta...

Sugiro que leia como foi minha Estreia na Zona. Acho que você vai gostar da forma como contei!!!

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Pois é ilustríssimo Dr. Pennafiel, estive às vias de largar-me pelo leito, acometido de males das friagens. Constipação! Mas o Véio é couro de anta, e não será um frio, desses como dizem os irmãos gaúchos, " de renguear cusco", que ira me colocar na impuca. E como havia lhe dito, nem só de putanhices libidinentas viveu este que vos escreve estas palavras. Apesar de ser todo pecado, tive lampejos de romantismos e paixonites. Passavam rápido tal qual resfriado (7 dias de cama). E como me apaixonava... meu jovem coração era vagabundo, igual cachorro de rodoviária! Mas vamos seguindo adiante. Sempre grato por suas visitas em meus causos, e ainda mais, por suas sempre belas palavras. Gracias compadre... Forte abraço...chinchadito de quebra costela! Beuno... Assi no más...

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Sim minha adorável menina Ya. Pelos campos floridos por onde passei, à pé ou a cavalo, semeei e reguei, colhi os mais belos botões, acariciei as pétalas macias, e soube lidar com seus espinhos. Mas nem sempre flores encontrei. Pois todos sabem, em terra fértil é que erva daninha e cipós malinos costumam se esparramar. Mesmo assim, fui jardineiro habilidoso... 😘🌹💕

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E com satisfação que observo que após um curto inverno o compadre Betão agora ja curado de embezerramento de caráter malino e friorento volta as letras.

Porém noto que o compadre vem de pá e regador entre flores,pétalas e versos. Falando sobre amores perfeitos e imperfeitos de um pretérito mais que "perfeito" . Coisas de outrora de namoros em ermos de mato,beijos,abraços e edilios isentos de sua contumaz pouca vergonhesa. Este conto deve ser para moças casadoiras que pretendem tomar estado de véu grinalda e flores de larangeiras.

Quando li este conto fiquei de peito afrontado imaginando que o compadre Betão estivesse tendo o seu nome usado para contos escritos por outras mãos,telegrafei de imediato para por em limpos pratos o acontecido. O compadre como sempre muito cordato me esclareceu e explicou me, que a vida não é feita só de metelância,desavergonhagem fariséia,gomorria e barranqueaçao velhaca. Havia também nesta vida ainda que curta,lugar para o amor,carinho e afeto.

Torno público por meio deste comentario a quem interessar possa que passo a atender agora em diante pelo nome que fará jus a minha pessoa sou agora Dr Pennafiel porém atendendo no mesmo endereço as clientes que precisem de aconselhamento amoroso,juridico,ginecológico,psicológico,carência afetiva,dor nos quartos e astrologia dogmática. Qualquer dúvida das senhororas ou senhoritas afetadas pelas mazelas acima citadas favor tirar suas dúvidas com o compadre Betão. Meu fiel amigo .

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Sim Mia Maria-sem-Vergonha. Seria um imenso prazer te-la ao alcance de minhas safadas mãos! Um beijo bem gostoso...

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Oi meu Cowboy favorito. Adoraria ser maculada por suas mão. Te adorooo ... sou sua Rosinha - Maria-sem vergonha. Sacolinhas de bjs da Mia.

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